Categorias
Ideias de negócios

Como montar uma Agência de Viagens – Passo a Passo

Ganhe muito dinheiro com turismo, saiba como montar uma Agência de Viagens com pouco dinheiro e sem cometer erros. Aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento,  atendimento e muito mais…

Ficha técnica
Setor da economia:
Terciário
Ramo de atividade: Prestação de serviços
Tipo de negócio: Agência de viagens

Como abrir uma agência de viagens

Mercado

Agência de viagens é uma empresa que tem como atividade a venda de passagens avulsas para pessoas físicas ou jurídicas, e revenda de pacotes turísticos montados por operadoras de turismo.

Essa nova indústria já rende mais do que a farmacêutica e está chegando perto de setores gigantes como informática e telecomunicações.  Nada mal para um setor que na década de 50 era incipiente.Esse boom no turismo está acontecendo porque as pessoas, principalmente as que moram nos países em desenvolvimento, resolveram sair da toca e conhecer o mundo. O crescimento deste mercado é uma excelente notícia não só para quem está ligado diretamente ao negócio, como os hotéis e as empresas de transporte, mas também para outros cinqüenta setores da economia que estão indiretamente envolvidos.
Por todo esse impacto, o turismo está sendo considerado o maior empregador mundial da atualidade. De cada nove trabalhadores no mundo, pelo menos um está ligado a esse segmento.
A indústria de viagens e turismo é considerada, pelo Governo Federal, uma atividade estratégica para o desenvolvimento sócio-econômico do país.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com um espaço mínimo de 40m².

Equipamentos

Os equipamentos básicos são:

  • Móveis e materiais de escritório;
  • Telefones, computadores, etc.

Pessoal

Para abrir uma agência de viagens ou uma agência de viagens e turismo não é obrigatório ter curso superior em turismo.

O quadro funcional de uma agência, dependerá da estrutura da agência, sendo que para iniciar o empreendimento pode-se funcionar com apenas um funcionário nas funções de emissor de passagens e atendente. Em casos assim o empreendedor deve se dedicar integralmente à empresa. Em empresas maiores os funcionários podem ser polivalentes, ou seja, podem fazer reservas, emitir passagens, negociar descontos e atender clientes.

Clientes

O perfil do usuário de uma agência de viagens é bastante complexo, ou seja, pode ser uma pessoa jurídica ou pessoa física, podem ser casais, grupos de amigos, estudantes, idosos, etc.

Processo de trabalho

A agência de viagens é uma prestadora exclusiva de serviços, diante deste fato, ela tem de dar retorno a tudo que lhe for solicitado.
Buscar informações e repassá-las corretamente aos clientes é a parte mais importante no processo de trabalho de uma agência, visto que, agradando a clientela, irá não só fortalecer a relação, como também irá atrair novos clientes.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;
– Registro no Sindicato Patronal;
– Registro da empresa turística na EMBRATUR / Brasília;
– Filiação à ABAV (para concessão de carta de capacitação técnica);
– Registro no Sindetur – opcional;
– Registro do meio de transporte ou frota de ônibus/carro no DER (Departamento Estadual de Rodagem) – no caso de trânsito em estradas estaduais do Espírito Santo (ver Registro Especial), e no DNER (Departamento Nacional de Estradas e Rodagem) para o caso de transporte e circulação em estadas interestaduais.
Para maiores informações sobre a legislação consultar o site da Embratur.

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.

Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078 de 11.09.1990).
Para maiores informações consultar a EMBRATUR.

Registro Especial

A primeira condição para uma agência de viagens funcionar legalmente é registrá-la, como qualquer empresa de natureza comercial, na Junta Comercial do Estado em que está sendo instalada.
Após registro na Junta, a sua empresa deverá obter o cartão CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CGC) – na Receita Federal (este documento é necessário para adquirir o alvará de licença expedido pela Prefeitura Municipal).
A partir de então, a empresa providenciará seu registro junto à Instituto Brasileiro de Turismo – EMBRATUR, geralmente, cada estado possui uma entidade que responde pela EMBRATUR.
No Espírito Santo, os interessados poderão obter os formulários necessários e maiores informações na Secretaria de Turismo do Espírito Santo. Para obter o registro, basta apresentar a documentação legal da empresa, preencher alguns formulários e pagar uma taxa para adquirir o certificado (que deve ser renovada a cada ano).

É interessante, também, que a empresa se cadastre no SNEA – Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias. A agência que não se associar a esse Sindicato não consegue cadastro para pleitear crédito junto às companhias aéreas. E crédito é vital para uma pequena agência, já que as operações de compra de passagens envolvem grandes somas de recursos e prazos curtíssimos de pagamento.

Entidades

  • BRAZTOA – Associação Brasileira das Operadoras de Turismo: http://braztoa.com.br
  • EMBRATUR – Instituto Brasileiro de Turismo: http://www.embratur.gov.br
  • ABAV – Associação Nacional das Agências de Viagens: http://www.abav.com.br

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Categorias
Ideias de negócios

Como montar uma Fábrica de Pincéis

Ganhe muito dinheiro fabricando pincéis, saiba como  montar uma Fábrica de Pincéis com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Fabricação de pincéis

FICHA TÉCNICA
SETOR : Indústria
TIPO DO NEGÓCIO : Fabricação de pincéis.

Mercado

Existem no mercado diversos tipos de pincéis para diversas utilizações. Os pincéis mais usados são os de pêlos naturais ou cabelos, mas os mais comuns são aqueles feitos de crinas de cavalo (pêlos do pescoço e da cauda). No entanto, existem empresas que utilizam pêlos de boi, de esquilo, marta, etc. O processo de fabricação de pincéis é semi-automático. Isso porque sua confecção conjuga a ação das máquinas a trabalhos manuais.

Comercialização

Os pincéis são vendidos isolados ou em caixas. Em geral, cada fábrica tem números que indicam os tamanhos. Os pincéis são produtos de considerável abrangência no mercado.

Tipos de pincéis existentes no mercado

Existem vários tipos de pincéis existentes no mercado. Vão daqueles feitos com pêlos de animais mais exóticos até sites são apenas alguns tipos de pêlos existentes no mercado, além dos pêlos sintéticos que substituem alguns pêlos naturais. São eles: Marta Kolinsky Redondos; Marta Tropical Quadrados; Marta Tropical Redondos; Pêlos De Esquilo Filberts; Pêlos De Esquilo Pituás; Pêlos De Esquilo Redondos; Pêlos De Camelo Redondos; Pêlos De Marta Redondos; Pêlos De Orelha De Boi Filberts; Pêlos De Orelha De Boi Pituás; Pêlos De Orelha De Boi Redondos; Imitação Marta Redondos.

Processo de fabricação de pincéis

1. Preparação das crinas

Existem várias maneiras de preparação das crinas. Observe abaixo como é o detalhamento desse processo:

1.a) Recolhimento das crinas em feixes ou meadas:

Se com FIBRAS LONGAS, de corda, ligue fortemente as extremidades do feixe (com 5-6 voltas de cordel bem puxado), fazendo também algumas ligações fortes a intervalos de 25-30 cm. Em seguida, faça uma ou duas ligações fracas de mistura a fim de que os pêlos não se embaracem. Todas as ligações se fazem apenas com um fio, de modo a dominar igualmente as ligações fracas;

A outra maneira de preparar, que também serve para as FIBRAS CURTAS, é estender os pêlos sobre um bocado de gaze de algodão ou de rede de pesca, de maneira a obter uma camada de crinas paralelas (aproximadamente 1cm de espessura); Depois, cobre-se com outra gaze e depois costure com pontos largos e apertados – o suficiente para fazer uma espécie de almofada muito solta, para não embaraçar os pêlos.

Outra opção ainda, é colocar as crinas num banho antes de recolhê-las em feixes ou almofadas.

2. Lavagem

Nessa etapa, que envolve tanto a lavagem quanto a liberação de gorduras dos pêlos, utilizam-se caldeiras que possam ser aquecidas com chama regulável.

2.a) Limpeza

Colocar água na caldeira até a primeira marca (12 cm do fundo) e deixar ferver; Acrescentar os ingredientes (que devem ficar bem dissolvidos), Apagar o fogo e fechar as comportas; Em seguida, despeje mais água, até ao segundo sinal (30-32 cm do fundo) e agita-se. Assim, pode-se alcançar uma temperatura ideal para trabalhar. Este é então o momento de dispor a crina recolhida em feixes ou em almofadas (entre 10 e15kg). Uma dica para que se possa agitar as crinas sem embaraçá-las, é comprimi-las repetidamente com a pá deixando-as depois em repouso. Repita a operação, diversas vezes em todos os pontos; Terminada a operação, através do gancho e da pá (ou também com as mãos), levam-se as almofadas ou os feixes até uma grelha de madeira, a fim de que escorram;

2.b) Enxague

O enxague do material lavado é efetuado na caldeira, quando, concluída a lavagem, abre-se a água continuando a agitar a massa, até que toda a água suja seja eliminada pelo descarregador. Retira-se o material e esvazia-se a caldeira até o primeiro sinal (marcação a 12 cm do fundo), deixando-a pronta para a operação seguinte. Não é preciso tirar a crina da água suja e lançá-la em água limpa, basta entornar a água limpa na suja, sem tocar (se possível) a crina diretamente.

2.c) Secagem

Estendem-se as almofadas ou os feixes sobre fios como se fossem panos e deixe-os secando à sombra. Só convém secar à máquina, se for em um secador racional.

2.d) Tingimento

Opera-se com uma caldeira (como a utilizada para lavar), construída de cobre e sem descarregador. Terminada a lavagem ou a tintura e após terem secado, as almofadas ou os feixes são sacudidos a fim de que seja eliminado o excesso de pó. Com a máquina própria para tingir, tinge-se economicamente em duas horas.

2.d.1) Tingimento de crina desengordurada

Após o processo de lavagem e enxugamento das crinas, passa-se diretamente à caldeira de tintura, onde se juntará ao banho de sulfato de sódio cristalizado 200g; ácido acético 150g e colorante substantivo de 200 a 1300g.
Agita-se bem durante aproximadamente 2 horas, e a seguir lava-se com água abundante, como indicado na etapa de tingimento. Para tingir novamente no mesmo banho, deve-se acrescentar: 40-50g de sulfato de sódio; 30-35g de ácido acético e 300-1000 de colorante. Os colorantes apropriados para o sistema de tingimento da crina desengordurada são: negro naftamina ERK, castanho naftalemina 4G extra, vermelho naftalina H, verde naftamina AN, crisofeina G e violeta naftamina R, todos misturáveis entre si.

2.d.2). Tingir  e desengordurar ao mesmo tempo

Optando por esse modo, utiliza-se uma caldeira (de desengordurar) e efetua-se o enxague como na etapa de desengordurar

2.d.3) Tingir e lavar ao mesmo tempo

Junta-se ao banho soda Solvay 100g; gardinol (ou outro molhante) 100g e 300-400g. A mistura é então agitada por uma hora quando deverá ser enxaguada como na indicado na etapa de enxágüe (que como se disse, deve ser feita de maneira breve). Para esta operação o negro naftamina ERK serve perfeitamente; outras cores não tingem tão bem.

2.d.4) Campeche

As crinas também podem ser tingidas com um campeche (árvore cuja parte mais dura fornece um corante). O primeiro passo para obtenção da tintura é ferver, durante uma hora (em 60 litros de água com 30g de soda Solvay) 15kg de madeira de campeche “fatiada”. Em seguida, passa-se a mistura pelo crivo, recolhendo-se o líquido numa tina. Na caldeira junta-se ao banho habitual, dicromato de potássio 350g de ácido sulfúrico 100g. Mergulha-se a crina e agita-se durante 2-3 horas, adicionando gradativamente ácido láctico 150g diluído num pouco de água. É desse modo que trabalha-se ainda por uma hora, quando então descarrega-se uma parte da madeira, entornando o “cozido” de campeche. Trabalha-se o material ainda durante uma ou duas horas. Lava-se com água abundante.

Caldeira

As medidas práticas para estas caldeiras são: comprimento 100cm, largura 60cm e profundidade 50cm. No interior da caldeira, fixam-se dois parafusos, pregos visíveis ou outro sinal que marque o nível. Essas marcas deverão ter as seguintes posições: Uma a 12cm e outra a 30-32cm do fundo. A caldeira deve estar equipada com um descarregador para eliminar o excesso, e de uma torneira de água. O fogão deve dispor de comportas para fechar o ar e chaminé para o fumo. Dispõe-se de pá de madeira e de um gancho, de ponta aparada, que poderá ser também de ferro.

3. Construção dos cabos

O cabo é a parte mais extensa do pincel. Normalmente de madeira, é ele quem conduz a utilização de um pincel.

3.a) Cabos ligados ou guarnecidos com fios

3.a.1) Para pincéis de numeração baixa

Para esses casos, os cabos de madeira são preparados no torno ou a mão. Liga-se primeiramente o feixe ao cabo, dando em primeiro lugar uma volta com um fio fino, para fechar e distribuir bem a crina. Em seguida, dê uma ou duas voltas de fio (cordel ou fio de ferro) ao redor do feixe; Terminada a ligação, aplica-se uma camada de cola ou de verniz celulósico sobre toda a parte coberta pelo fio do acabamento.

3.a. 2) Para pincéis de numeração alta

Esse tipo de pincel é feito a partir de cabos com “caixa” cavada, de paredes finas, que se abrem ao longo do veio. É nessa “caixa” que se introduz o feixe de crinas ligadas por um fio fino e bem banhado de cola ou verniz (as paredes da “caixa” deverão ter sido previamente mergulhadas em água, para que se tornem flexíveis). A seguir liga-se o feixe com fio de cânhamo ou fio de ferro, em uma ou duas camadas, e depois banha-se com cola em toda a ligação.

4. Tubo

É a parte que faz a ligação entre o cabo e os pêlos. Geralmente são feitos com folha de ferro estanhado. O fechamento destes tubos pode ser à máquina ou através de soldagem. O corte da folha é fácil e não há perdas apreciáveis. As etapas seguem essa ordem:

4.a – Etapas de manuseio dos tubos

4.a.1) Enrolam-se os bocados de folha estanhada numa forma cônica de ferro (essa forma pode servir a diversos números); Em seguida, segura-se com a pinça e soldam-se as bordas em primeiro lugar;

4.a.2) Uma sugestão para juntar crinas suficientes à formação de dois pincéis numa só vez é ligar (com um fio fino e forte) o feixe de crinas (com o comprimento apropriado a confecção de dois pincéis) em dois pontos;

4.a.3) A seguir cortam-se as duas peças e engoma-se um pouco as pontas, para então unir as crinas, que depois de secas, deverão ser introduzidas no cone;

4.a.4) Por fim, coloca-se o cabo e fixa-se com um pequeno prego.

4.b – Adequação dos tubos aos tipos de pincéis

4.b.1) Pincéis com tubos de plástico – atualmente empregam-se tanto tubos metálicos quanto aqueles forrados de plástico (que substituem perfeitamente os tubos metálicos, com a vantagem de não se oxidarem ou enferrujarem). No caso dos tubos de plástico, muitas vezes a parte de plástico está enformada no cabo (também de plástico), de modo a constituir um conjunto único, sobre o qual se colam os pêlos da maneira usual. Existem ainda pêlos de plástico para pincéis e escovas, que podem substituir os pêlos naturais em todas as operações e trabalhos, com exceção da aplicação a pinturas e vernizes;

4.b.2) Pincéis com tubo emoldurado – são semelhantes aos pincéis convencionais, mas ao invés de terem os feixes simplesmente forçados no tubo, estão ainda mais bem apertados por meio de um bordo de reforço, produzido como auxílio de uma máquina apropriada. A fixação do tubo ao cabo faz-se igualmente com a referida máquina. Este sistema permite também o fabrico de pincéis grossos de baixo preço;

4.b.3) Pincéis achatados – para preparar procede-se da mesma maneira, mas empregam-se feixes ligados menos apertados. Coloca-se o feixe de pêlo apertando-o no torno, para dar o achatamento. Quando mais frouxo ficar o feixe, melhor será o resultado;

4.b.4) Trinchas – emprega-se um tubo com a seção quase retangular (piramidal), no qual se introduzem alguns feixes que depois devem ser apertados. Para que o aperto se mantenha estável, põem-se no torno alguns utensílios capazes de praticarem duas ou três depressões transversais como pequenos canais.
As trinchas muito largas precisam de ser pregadas, o que é feito entre um canal e outro.

5. Acabamento

Terminado o pincel (ou a escova, ou trincha), ele deverá ser aparado com tesoura. O objetivo é alcançar medidas e formas adequadas . Aqui, a construção do pincel para aplicação de vernizes ou pinturas está concluída, mas para apontar com rigor, utiliza-se mó (pedra de amolar/moinho) seca sobre o pincel engomado, continuando a enrolá-lo contra a mó até que fique com a ponta desejada. A seguir engoma-se e deixa-se algum tempo em repouso (será melhor a quente). Passados pelo menos oito dias lava-se com água abundante, seca-se e ele estará pronto para ser comercializado.

5.a) Gomagem – ingredientes para engomar os pêlos: 100g de goma arábica, 100g de dextrina amarela, 100g de açúcar e 700-800ml de água. Esta goma pode ser eliminada muito facilmente com água simples.

Dicas de manutenção

1. Limpeza

1.a- Resíduos de tinta a óleo

Os pincéis sujos (que não estejam secos ou endurecidos) devem ser lavados com petróleo ou com benzina. Após sua utilização, estes líquidos podem ser conservados num recipiente e uma vez decantados (separação das impurezas que contém nos líquidos) a parte límpida pode ser reutilizada. Pode-se ainda, empregar solventes clorados e especialmente as trielinas, ou misturas destas com petróleo e benzina. Outro processo consiste em mergulhar os pincéis durante 24 horas numa mistura de tetralina e álcool, e a seguir efetuar uma lavagem a fundo com a mesma mistura;

1.b-Resíduos de verniz

Bater primeiramente nos pincéis secos com martelo, em pequenos golpes, de modo a separar grosseiramente as fibras. Mergulha-se o pincel durante o tempo necessário numa mistura de petróleo e álcool desnaturado com amoníaco. A seguir lava-se com água abundante.

2. Conservação

Os pincéis podem ser facilmente preservados dos ataques dos insetos se mergulhados numa solução densa de goma arábica (aproximadamente a 50%) e deixando-os depois secar. Tornam-se assim duros e conservam a forma. Quando for necessário usar o pincel, basta amolecê-los em água. Os pincéis molhados com verniz, que tenham de ser empregados no dia seguinte, conservam-se em água, ou no próprio verniz.

Fornecedores

Pincéis Tigre: www.pinceistigre.com.br

Indústria e Comércio Acessórios de Maquiagem:

Informações sobre constituição de vários tipos de pincéis  www.casadorestaurador.com.br

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Categorias
Ideias de negócios

Como abrir uma Fábrica de Perfumes – Passo a Passo

Ganhe muito dinheiro com Fabricação e Comércio de Artigos de Perfumaria, saiba como abrir uma Fábrica de Perfumes com pouco dinheiro e sem cometer erros. Aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, captação de cliente, financiamento, mão de obra especializada, atendimento e muito mais…

Ficha Técnica
Setor: Indústria e Comércio.
Tipo de negócio: Fabricação e Comércio de Artigos de Perfumaria.
Produto: Perfumes.
Área mínima: 15 m².
Investimento: R$ 15 mil

Como abrir uma adega de perfumes

Conhecendo a arte da perfumaria

Tão antiga quanto o fogo, a arte da perfumaria mantêm uma estreita relação com este elemento. É que a palavra perfume deriva do latim “pro fumum”, que significa através da fumaça.

Os homens primitivos costumavam queimar plantas aromáticas para oferecer seu perfume aos deuses. Mais tarde, os egípcios descobriram que plantas maceradas em óleo poderiam transformar-se em unguentos perfumados. O perfume dos tempos modernos tem muito pouco de natural.São produzidos principalmente à base de ingredientes sintéticos (reproduzem os cheiros naturais) e aromáticos (criados em laboratório e inexistentes no ambiente). Dependendo do gosto de seu criador, uma fragrância pode reunir até 300 matérias-primas.

Mercado

Hoje a quantidade de lojas e franquias de perfumes que existem espalhados em nosso estado são muitas. E nem com essa concorrência acirrada, o consumo de perfumes ou colônias das lojas de perfumes diminui. É que perfumes ainda são um dos mais importantes itens de consumo.Para comprovar, basta prestar atenção aos locais onde perfumes são vendidos: dia dos namorados, o dia dos pais e o dia das mães são sinônimos de lojas abarrotados de pessoas, que procuram um presente ideal, ou seja, um perfume que seja a cara da pessoa que se deseja agradar.

Apesar da enorme aceitação dos perfumes no mercado, nem tudo são flores: mesmo tão bem vindo, os perfumes às vezes são inacessíveis para alguns. Em sua maioria, vendidos em frascos grandes, os perfumes têm por isso seu preço elevado. Isto sem contar os importados, que além de ser mais caros ainda deixam seus consumidores um pouco escravos deles, pois estes não acabam nunca.
Ainda bem que essas dificuldades e outras tantas existentes, surgem como oportunidades para quem quer se lançar nesta forma inovadora e econômica de vender perfume: a Adega de Perfumes.

A Adega de Perfumes é um “self service” de perfumes, que proporciona ao consumidor a oportunidade de comprar deo-colônias na medida do seu gosto e do seu bolso. Lá, o cliente escolhe a fragrância, os frascos e as tampas preferidas, monta seu kit como quer e assim determina o preço do produto que está levando, do mais simples ao mais sofisticado.

Quem não gosta de ser logo notado pelo bom perfume que usa? Muitas pessoas tem sua presença percebida, em qualquer lugar que chegam, apenas pela boa colônia que utilizam. Mas poucos sabem que compor uma fragrância é o mesmo que compor uma música ou pintar uma tela. Assim como a música e a pintura, a fragrância tem como ingredientes principais a harmonia, o sonho, a poesia, a inspiração e o mistério.

Localização e Infra estrutura

O local em que se deseja abrir este tipo de negócio, deve ter pouca incidência da luz, porque tanto o cheiro quanto outras características do perfume podem sofrer alterações.

É desejável que o local possua uma sala onde os perfumes possam ser fabricados e armazenados; outra sala onde os produtos possam ser colocados à disposição do cliente. A exposição dos produtos em estantes é uma escolha que pode variar conforme o perfil do público-alvo.

Armazenagem

Perfumes contém algumas substâncias voláteis e por isto que em lojas deste tipo, a armazenagem dos perfumes deve ser feita em tonéis e frascos, que podem ter formas variadas, mas que devem ter uma “torneirinha” (que pode ser feita por encomenda). O objetivo dessa “torneirinha” é reduzir ao máximo a abertura dos tonéis e frascos pela parte superior, evitando assim o risco de perder a qualidade do produto.

Disposição dos Produtos

A disposição dos tonéis nas prateleiras, deve ser organizada de modo que o cliente possa visualizar todos os frascos com suas identificações.

Amostras em “spray” ou em frascos menores também são uma boa sugestão para que o cliente experimente a fragrância antes da compra do perfume.

Variedade na oferta de tamanhos e formatos de frascos, também poderá ajudar a Adega de Perfumes atingir seu objetivo de disponibilizar para o cliente um produto com todas as características que ele deseja.

Atraindo o público

Amante inveterado da conveniência, o cidadão moderno não precisa mais sair de casa para fazer compras. Se quiser, ele adquire praticamente tudo por telefone, Internet, catálogos etc. É por isto que atrair esse público arredio e segmentado para dentro de uma loja é um dos grandes desafios atuais do varejo.Qualidade, preço competitivo e ótima localização, já não são suficientes para conseguir levar o consumidor até o ponto-de-venda.

Com esta intenção, perfumarias se armam de expositores, prateleiras e mesas de apoio que destacam a variedade e a abundância de produtos de forma organizada, e que facilitam a aproximação do cliente. Afinal, a tendência é o auto-serviço assistido e todos os detalhes da loja precisam ser planejados para estimular o prazer de ir às compras. Através do “varejo-emoção” busca-se envolver e sensibilizar o consumidor. Como no teatro, cada detalhe da cena tem um papel. Espaços, formas, luzes, cores, sons e até cheiros são preparados para garantir um espetáculo inesquecível.

A estratégia tem nomes: Merchandising, arquitetura promocional ou funcional, essa técnica reúne todos os esforços para fazer o cliente entrar na loja e comprar. A sedução começa pelo layout do projeto, segue pela escolha de pisos e paredes, design dos móveis, apresentação dos produtos nas prateleiras, iluminação, vitrines e compõe toda a comunicação visual.

Particularmente a iluminação – toque final que compromete ou valoriza um ambiente – pode identificar a proposta do estabelecimento: uma luz muito forte e branca dá a impressão de preço baixo; controlada e dirigida, passa a sensação de exclusividade e sofisticação. Essencial mesmo é formatar um ponto-de-venda que transmita um clima adequado à imagem do produto e ao perfil do cliente. Sabe-se, por exemplo, que o uso de materiais sofisticados afugenta compradores se as mercadorias oferecidas forem muito simples, mesmo que tenham preços atraentes. Da mesma forma, um projeto arrojado afastará o público conservador.

Nessa guerra pelo cliente, vale também estabelecer uma comunicação por imagens, que através de sua coerência, remetem à sensação de assistir a um bom “trailer” e conduzem o consumidor à circular pelo espaço e enfim, atraído pelo ambiente e aguçado pela curiosidade de ver o “filme”, permaneça na loja e consuma, consuma muito.

Produtos alternativos

Travesseiros aromáticos, máscaras para descanso dos olhos, sachês de banho e bonecos de pano recheados com ervas aromáticas são alguns dos produtos que podem fazer companhia aos perfumes da Adega e até mesmo surgir como produto alternativo na linha de fabricação.

Classificando os “perfumes”

Artigos de perfumaria podem ser classificados como extratos finos, tríplices e duplos, extratos comuns, loções, águas-de-colônias, águas aromáticas, etc. e podem ser de qualidade inferior ou superior.

Combinações

Criar a fragrância perfeita é uma arte delicada. Além de combinar dezenas de matérias-primas, o perfumista acrescenta uma dose de paixão, transformando o aroma num estado de espírito. Perfumes estrangeiros lançados recentemente misturam romantismo, sofisticação, sensualidade e jovialidade.

Um perfume é composto de três partes:

  1. Notas de cabeça: é o primeiro aroma que se sente ao cheirar o perfume (por exemplo essências mais voláteis, como limão, laranja, bergamota, lavanda, pinho e eucalipto). Quando um perfume é muito fresco, suas notas são quase todas voláteis e seu aroma dura menos tempo.
  2. Notas de Corpo: é a personalidade do perfume, utilizam-se então essências menos voláteis e mais fortes. Estão entre elas: as aromáticas (tomilho), as especiarias (cravo), as florais, as químicas (aldeídos) e as amadeiradas (patchuli). O aroma permanece na pele por aproximadamente 2 horas.
  3. Notas de fixação: é o aroma que fica na pele. Usam-se normalmente resinas, essências amadeiradas e de origem animal, como o musk, o castor e o civete.

Essências

Diferentes concentrações de essência determinam o preço e a intensidade do perfume.

  1. Extrato: essências super concentradas ( entre 20% e 40%), elevam o preço do produto. Usa-se somente à noite;
  2. Perfume: ainda muito concentrado ( entre 15% e 20% de essência) também deve ser usado á noite;
  3. Eau de parfum“: a concentração de essência varia entre 10% e 15%. Apesar de ser mais diluído, o aroma ainda é forte pode ser usado durante o dia, mas em pouca quantidade;
  4. Eau de toilette“: versão mais leve, com concentração entre 3% a 7%. É ideal para usar em dias quentes e até durante a prática de esportes. “Eau de cologne”: concentração entre 3% e 5%. É o mais suave de todos.

Preparação de Perfumes

Para a preparação dos diferentes tipos de perfume, podemos partir das chamadas essências, diluindo-as em álcool ou fazendo uma solução alcoólica de concentração desejada diretamente com os princípios aromáticos, sob a forma de óleos essenciais.Designamos por essências as misturas elaboradas com princípios aromáticos ou fixadores e, em certos casos, com corantes.

Os princípios aromáticos, empregados nas chamadas essências, podem apresentar-se sob a forma de óleos essenciais, de essências propriamente ditas ou de tinturas; os fixadores, sob forma de resina, bálsamo, etc.; e os corantes são geralmente empregados sob a forma de soluções alcoólicas. Os extratos, loções, águas-de-colônia, etc.; são soluções alcoólicas dessas essências dos princípios aromáticos.

Dicas

  1. Na fabricação, experimentar as receitas em pequena escala (para preparar, em menor escala que a receita, dividem-se as quantidades indicadas por um número);
  2. Usar as substâncias indicadas para fabricação do perfume desejado, não as substituindo por outras mais fáceis de encontrar ou mais baratas; substituições só são aconselháveis quando se tenha comprovado a eficiência dessas essências, não resultando assim em prejuízo;
  3.  As quantidades, concentrações e outras características, como a densidade do perfume, etc., devem manter-se conforme orienta a receita, podendo variar somente quando a prática e o bom-senso assim o indicarem;
  4. Os perfumes devem ser conservados em frascos bem fechados, de modo que o contato com o ar não os oxide;
  5. Os frascos de perfume devem ser guardados em locais protegidos da claridade, a fim de não provocar alterações no aroma;
  6. Querendo experimentar um perfume, é melhor vaporizá-lo nas costas da mão ou no punho, lembrando que o aroma varia de pele para pele e que esta não deve ser molhada, mas apenas salpicada;
  7. Não se deve esfregá-lo, para não mascarar o aroma;
  8. Ao cheirar, não aproximar demasiadamente o nariz, pois um bom perfume se sente a certa distância e deixa um rastro;
  9. Nunca experimentar mais que três fragrâncias ao mesmo tempo.

Princípios aromáticos

São empregados na proporção de 2 a 10% e a proporção justa é determinada pela intensidade de odor do principio aromático (perfumes, muito penetrantes, fortes, suaves e fracos), pela concentração do princípio aromático (óleo essencial, essência, tintura), pelo tipo de produto que se deseja preparar (perfume de toucador, para lenços, etc.) e pela classe do produto (artigo fino ou vulgar).

Fixadores

São usados na proporção que oscila entre 0,1 e 0,5% e precisam preencher certos requisitos, tais como: serem perfeitamente solúveis em álcool e nos princípios aromáticos; serem empregados em concentração adequada; não terem odor que contraste ou prejudique os princípios aromáticos; e serem incolores ou pouco coloridos.

Solventes

São empregados em proporções que integralizem 100% com a porcentagem dos princípios aromáticos e fixadores. O álcool etílico, geralmente usado como solvente, precisa obedecer a certas condições, tais como: ser puro e retificado (isento de fusel); Ter concentração adequada, usualmente de 90º a 95º; e ser incolor e inodoro. A água usada como solvente, deve ser destilada ou proveniente do processo de extração com vapor. Uma vez escolhida a combinação dos princípios aromáticos e fixadores, processa-se à diluição a frio com o álcool na concentração adequada. A solução deve ser agitada, guardada em lugar fresco e meio escuro. Se a solução apresentar-se turva, trata-se com carbonato de magnésio, filtrando-se, em seguida, em papel-filtro comum.
Com estas informações e muita inspiração (em todos os sentidos)o empreendedor já pode começar a identificar novas orientações acerca deste promissor negócio.

Conheça algumas fórmulas para comercialização:

1) “Bouquet Classique”

Essência de rosa, 30 partes (volume); Essência de néroli, 20 partes (volume); Essência de bergamota, 15 partes (volume); Essência de cedro,10 partes (volume); Essência de pau-rosa, 10 partes (volume); Essência de âmbar, 8 partes (volume); Essência de gerânio, 8 partes (volume); Solução de musc ambreta a 20%,30 partes (volume); Solução de musk cetônico a 20%, 30 partes (volume); Tintura de benjoim, 80 partes (volume); Tintura de rosa, 50 partes(volume); Tintura de néroli, 50 partes(volume)
Álcool inodoro, 260 partes (volume).

2) “Bouquet de France”

Essência de bergamota,30 partes(volume); Essência de âmbar, 20 partes(volume); Essência de rosa, 15 partes(volume); Essência de néroli, 10 partes(volume); Essência de jasmim, 10 partes(volume); Essência de cássia, 10 partes(volume); Essência de íris, 6 partes(volume); Essência de verbena, 5 partes(volume); Essência de lavanda, 5 partes (volume); Essência de cravo, 3 partes(volume); Essência de cedro, 2 partes(volume);
Solução de musk ambreta a 20%, 60 partes(volume); Solução de vanilina a 10%, 40 partes(volume); Tintura de benjoim, 100 partes(volume); Álcool inodoro, 300 partes (volume).

3) Perfume “Chipre” Clássico

Essência de pau-rosa, 40 partes(volume); Essência de bergamota, 28 partes(volume); Essência de violeta, 10 partes(volume); Essência de limão, 5 partes(volume); Essência de crisântemo, 5 partes(volume); Essência de ilangue-ilangue, 5 partes(volume);
Essência de rosa, 5 partes(volume); Essência de cravo, 5 partes(volume); Acetato de linalila, 5 partes(volume); Essência de heliotrópio, 5 partes(volume); Solução de musc cetônico a 20%, 70 partes(volume); Solução de vanilina a 10%, 50 partes(volume);
Solução de bálsamo de Tolu, 50 partes(volume); Tintura de fava cumaru, 200 partes (volume); Tintura de benjoim, 80 partes(volume); Álcool inodoro, 50 partes(volume).

4) Perfume “Flor de Primavera”.

Óleo de rosa, 5 partes; Tintura de violeta, 25 partes; Tintura cássia, 25 partes; Óleo de Bergamota, 8 partes; Tintura de âmbar, 50 partes.

Legislação Específica, Entidades e Fornecedores

Legislação

  • . Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, publicada no D.O. DE 24/09/76 –  Dispõe sobre a vigilância a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos e dá outras providências como por exemplo, requisitos para registro;
  • Lei nº 9.872, de 26 de janeiro de 1999, criou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, orgão responsável pela fiscalização, vinculado ao Ministério da Saúde. (Toda a legislação deste setor está disponível no site da Agência, que consta nesta resposta técnica).

Entidades

Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária
http://www.anvisa.gov.br

Abipla – Assoc. Bras. Ind. Prod. de Limpeza e Afins
http://www.abipla.org.br

Fornecedor de fitas de tafetá e cetim

Skill Fitas e Etiquetas
http://www.skillfitas.com.br

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Categorias
Ideias de negócios

Como fazer cachaça – Saiba como montar uma fábrica de cachaça

Saiba como montar uma fábrica de cachaça e aguardente lucrativa, gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro fazendo cachaça, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Fabricação de cachaça, aguardente

Ficha Técnica
Setor : Indústria
Tipo de Negócio: Fabricação de Cachaça e Aguardente
Produto: Cachaça

História da  cachaça, aguardente

Sua história remonta dos primórdios do século XVI, como sendo a primeira bebida destilada entre nós. A partir de 1584 o trabalho escravo foi fundamental para o desenvolvimento da indústria do açúcar, concorrendo, dentre outras coisas, para aumentar a produção da cachaça, pois os alambiques estavam situados quase que exclusivamente nos engenhos.
Inicialmente, a cachaça era a espuma da caldeira em que se purificava o caldo de cana a fogo lento e servia como alimento para bestas, cabras, ovelhas. Assim, pôr algum tempo, foi considerada um produto secundário da industria açucareira; era mais uma garapa e não tinha nenhum teor alcoólico. Somente depois da metade do século XVI é que a cachaça passou a ser produzida em alambique de barro, posteriormente de cobre, sob a forma e nome de aguardente.
Com o passar do tempo a produção da cachaça foi aumentando e sua qualidade sendo aprimorada. Nos engenhos do nordeste era costume dar cachaça aos escravos na primeira refeição do dia, a fim de que pudessem suportar melhor o trabalho árduo dos canaviais.
Ao tempo da transmigração da corte portuguesa em 1808 para o Rio de Janeiro, a cachaça já era considerada como um dos principais produtos da economia brasileira. Em 1819 já se podia dizer que a cachaça era a aguardente do país.
Tornou-se a bebida dos brasileiros que, pôr amor à pátria, recusavam o vinho, especialmente os que vinham de Portugal, e faziam questão de brindar com cachaça.

Mercado – Fabricação de cachaça, aguardente

Atualmente quase toda a produção da cachaça se faz em destilarias independentes dos antigos engenhos e das atuais usinas de fabrico de açúcar. Incontáveis são os alambiques de pequeno porte, espalhados pôr todo território.
À nível mundial, em termos de produção e consumo de bebidas destiladas, sem dúvida a cachaça ocupa um dos primeiros lugares.

Equipamentos – Fabricação de cachaça, aguardente

As máquinas e equipamentos usados para a fabricação de aguardente são o alambique de cobre, engenho (moenda), dornas de aço carbono e tonel de madeira.

Matéria Prima – Fabricação de cachaça, aguardente

A matéria-prima principal e mais tradicional para a fabricação de aguardente é a cana-de-açúcar madura, sadia, recém-cortada e limpa. Se for usada cana-de-açúcar azeda, a quantidade de aguardente resultante será menor que a obtida com a cana fresca.

A Cana de açúcar

A safra de cana ocorre de maio a dezembro, e cada variedade tem seu ponto de maturação em determinada época. Não se deve cortar a cana e deixá-la no campo por tempo superior a 24 horas, pois assim, ela começa a fermentar (azedar) antes da moagem. É necessário saber o momento mais adequado de cortar a cana, observando-se o ponto de maturação, ou seja, quando a cana está mais doce.

A Aguardente

A aguardente de cana ou caninha tem sua graduação alcóolica entre 38 a 54º GL obtida do destilado de cana-de-açúcar. Sua quantidade de açúcar é de até 0,6 g por ml – superior a esta quantidade deverá ser denominada adoçada. A aguardente de melaço ou cachaça é obtida do destilado alcoólico simples de melaço ou pela destilação do mosto fermentado de melaço resultante da produção de açúcar de cana. Graduação alcoólica igual a da aguardente de cana. A aguardente de frutas é obtida pelo destilado envelhecido feito de frutas também chamada de brandy que tem seu teor alcoólico igual ao dos outros tipos de aguardentes.

Tipos de Aguardente.

Alguns tipos de aguardente:

  • Aguardente de cana;
  • Aguardente de arroz;
  • Aguardente de aveia;
  • Aguardente de batata.

Processo Produtivo da  fabricação de cachaça, aguardente

O processo produtivo utilizado pelas fábricas de aguardente, de uma maneira geral, é o mesmo já conhecido no Brasil há séculos e consiste na (o):

  • Moagem da cana;
  • Fermentação natural do caldo;
  • Destilação e envelhecimento.

Aguardente de Cana: Comumente chamada cana, caninha ou pinga, estas aguardentes podem ser brancas ou coloridas.
Aguardente de cana brancas:

Para a fabricação da aguardente branca de 48º, procede-se de acordo com a seguinte fórmula:

  • Álcool de 96º – 10 litros;
  • Essência de cana – 40 cm3;
  • Água – 10 litros.

Começa-se por dissolver a essência no álcool. Logo depois de uma boa agitação, junta-se a água. Feito isto, é removido o líquido, deixa-se em repouso durante vários dias, transcorridos os quais se filtra. Com isto, o produto está pronto para ser engarrafado.

Para a fabricação de aguardente branca de 80º, procede-se de acordo com a seguinte fórmula:

  • Álcool de 96º – 8 litros;
  • Essência de cana – 50 cm3;
  • Água – 1,5 litros;
  • Açúcar branco – 200 g

Mistura-se a essência com álcool. À parte, se dissolve o açúcar na água e esta solução se junta com a solução alcoólica antes preparada, mexendo-se bem para que se obtenha uma perfeita mistura. Filtra-se e se deixa em repouso durante uns 2 dias; torna-se a filtrar e se engarrafa.

Aguardente de canas coloridas:

Para a obtenção do colorido se usa caramelo de açúcar queimado, o qual se prepara da seguinte maneira; toma-se ceta quantidade de açúcar (por exemplo, 5 Kg) e se põe a queimar num recipiente de porcelana, de capacidade 3 vezes maior que o volume do açúcar; à parte , se preparam 7 litros de água quente, enquanto se continua queimando o açúcar.

Quando se observa que este faz muita espuma e que tende a sair da vasilha, verte-se o mesmo com rapidez no recipiente onde está a água quente, com a qual se mistura. Este caramelo, além de ser muito apropriado para dar cor à aguardente, resulta nutritivo e de bom sabor ao paladar. A dose de caramelo que se deve por na aguardente varia segundo o grau de coloração que se deseja.

Para a fabricação de aguardente colorida de 48º, procede-se de acordo com a seguinte fórmula:

  •  Álcool de 96º – 10 litros;
  • Essência de cana – 60 cm3;
  • Água – 10 litros;
  • Açúcar branco – 400 g;
  • Caramelo de açúcar queimado à vontade.

Mistura-se a essência com o álcool e bate-se bem. À parte, dissolve-se o açúcar da fórmula, e, uma vez dissolvido, junta-se com o álcool. Mexe-se bem e se junta o calda de açúcar queimado na proporção que se deseja, segundo a intensidade da cor. Filtra-se e depois de um repouso de 2 dias, pode-se engarrafar.

Para a fabricação de aguardente colorida de 80º, procede-se de acordo com a seguinte fórmula:

  • Álcool de 96º – 8 litros;
  • Essência de cana – 50 litros;
  • Água – 1,5 litros;
  • Açúcar branco – 300 g;
  • Caramelo de açúcar queimado à vontade.

Mistura-se a essência de cana com o álcool e depois de agitados deixa-se o líquido em repouso. À parte, dissolve-se o açúcar na água e esta solução se junta à solução alcoólica da cana. Em seguida, se junta o caramelo de açúcar queimado, na quantidade que se precise para a coloração desejada. Mexe-se bem e filtra. Após 2 dias de repouso se engarrafa.

Fabricação de aguardente de arroz

Depois de proceder à fermentação vinosa, procede-se como no fabrico das demais, apenas com a diferença de que o arroz é preciso deixá-lo germinar, secar, reduzir a farinha grossa, como aquele cereal, e seguir o sistema inglês. O fabrico da aguardente de arroz exige as mesmas precauções e temperatura na sua maceração que o da aguardente de cevada.

Fabricação de aguardente de aveia

Fabrica-se como a aguardente de centeio seguindo-se o sistema inglês, obtendo-se para cada 100 kg de cereal 34 a 35 L de aguardente.

Fabricação de aguardente de batatas

Tomam-se 2 kg de cevada germinada, seca ao ar e pisada num moinho, e 50 kg de batatas. Desfaz-se a cevada em água-morna e deita-se ainda umedecida numa tina destinada à fermentação; deitam-se-lhes depois, por cima, 12 litros de água fervendo, mexendo bem, juntam-se-lhes as batatas, que devem ter sido cozidas em água ou a vapor ou esmagadas, misturando-as com a cevada e mexendo. Cobre-se tudo e deixa-se em repouso durante 2 horas.

Seguidamente, adicionam-se-lhes, por partes, 112 litros de água quase fria, a fim de que a massa não atinja temperatura superior a 10 ou 12º Reamur, um copo ou mais de aguardente fina, mexe-se bem e deixa-se repousar. Decorrido algum tempo, começa a fermentar com mais ou menos força, conforme a temperatura a que foi submetida e a quantidade de levedura que contiver. Deve-se advertir que a temperatura nunca deverá exceder 60º. Deixa-se acabar a fermentação, que se prolonga, geralmente, por 3 a 4 dias, e que se conhece que acabou quando as batatas estão no fundo da vasilha. É, então, o momento de se proceder à destilação. Passa-se segunda vez ao alambique o produto da primeira destilação, e, se a fermentação tiver sido boa, esta quantidade poderá dar 5 a 6 litros de aguardente a 50º C. A destilação deverá ser a vapor, a fim de evitar o gosto de queimado; e, destilando terceira vez, obter-se-á o álcool de 84º C.

Observações: Alguns fatores que devem ser levados em consideração no processo de fabricação de aguardente:

– É necessário melhorar o processo de separação das impurezas do caldo extraído, evitando-se até mesmo o arraste do bagacilho para o mosto (nome que se dá ao caldo adicionado de fermento);

– Vários tipos de fermento são utilizados, e deve-se efetuar o acompanhamento da fermentação e do processo de decantação;
– A utilização de técnicas adequadas para a destilação e o envelhecimento da bebida permite uma grande melhoria na qualidade do produto.

Legislação Específica.

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;
– Registro na Vigilância Sanitária local.

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.

Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

A aguardente-de-cana, a bebida mais popular do Brasil é definida pela legislação brasileira como produto alcoólico obtido a partir da destilação do caldo de cana fermentado, devendo apresentar teor alcoólico entre 38º e 54º GL.

A legislação que rege o mercado de bebidas oscila basicamente entre o Min. da Saúde e Min. da Agricultura.
LEI Nº 8918/94 – Dispõe sobre a padronização, a classificação, o registro, a inspeção, a produção e a fiscalização de bebidas, autoriza a criação da Comissão Internacional de Bebidas e da outras providências.

Entidades

AMPAQ – Associação Mineira dos Produtores de Aguardente de Qualidade
Av. do Contorno, 4614 – sl 501 – Bairro Funcionários – Belo Horizonte – (MG)
30.110.090
Tel. (31) 3227 7234 / 3227 6517 / 3227 9883 / 3227 9169

ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas – Regional Leste RJ/ES/BA
Av. Treze de Maio, 13 – 28º andar – Rio de Janeiro – (RJ)
20003-900
Tel. (21) 2210 3122

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária
SEPN 515, Bloco B – Edifício Ômega – Brasília – (DF)
70.770-502
Tel. (61) 448 1326 / 1327 / 1303 / 1321

Ministério da Agricultura e do Abastecimento
Esplanada dos Ministérios, Bloco D – Brasília – (DF)
70043-000
Tel. (61) 218 2000 – Central de Atendimento ao Usuário – 0800.611995

Fornecedores

EQUIPAMENTOS E EMBALAGENS
. Amparo Agrária Agrícola Ltda
Av Bernardino de Campos, 771 – Ribeirão – Amparo – (SP)
13904-010
Tel. (19) 3807 9046

. Associação Tec. Bras. das INDÚSTRIA Automáticas de Vidro
Rua General Jardim, 482 – 16°- Vila Buarque – São Paulo – (SP)
CEP 01223-010
Tel. (0xx11) 255 3033

. METALÚRGICA BARRO BRANCO
Rua Antônio Xavier Maia, 293 – Penha – São Fidélis – RJ
CEP 28400-000
Tel/Fax: (0xx22) 2758.2198
Site:
Endereços na Internet:

Site Informativo

Site da ABNT
http://www.abnt.org.br/

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Categorias
Ideias de negócios

Como montar uma Vidraçaria

Ganhe muito dinheiro com Vidraçaria, veja aqui como montar uma Vidraçaria com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, captação de cliente, financiamento, mão de obra especializada, atendimento e muito mais…

FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Terciário.
Tipo de Negócio: Vidraçaria.
Ramo de atividade: Instalação de vidros temperados, laminados e com proteção termo acústica.

História da vidraçaria

As fontes pesquisadas não trazem ao certo o período e o povo que descobriu o vidro. Sabe-se, no entanto, que egípcios, sírios, fenícios, assírios, babilônios, gregos e romanos, já realizavam trabalhos com o vidro. Devido a isto não é possível atribuir a descoberta do vidro a um único povo e a uma única época. No entanto, numa das fontes pesquisadas, o historiador romano Pliny (23-79 AD), atribui aos fenícios a descoberta acidental do vidro.

A história da indústria do vidro no Brasil iniciou-se com as invasões holandesas (1624/35), em Olinda e Recife (PE), onde a primeira oficina de vidro foi montada por quatro artesões que acompanharam o príncipe Maurício de Nassau. A oficina fabricava vidros para janelas, copos e frascos.Com a saída dos holandeses a fabrica fechou. O Alvará de 1785 de D. Maria I, A Louca , determinou a extinção de todas as manufaturas em qualquer parte onde se acharem, nos (seus) domínios do Brasil . Todo o vidro passou a ser importado de Portugal e posteriormente da Europa e das colônias inglesas.

O vidro voltou a entrar no mapa econômico do país a partir de 1810, quando em 12 de janeiro daquele ano, o português Francisco Ignácio da Siqueira Nobre recebeu carta regia autorizando a instalação de uma indústria de vidro no Brasil.Até o século XX a produção de vidro era essencialmente artesanal, utilizando os processos de sopro e de prensagem, sendo as peças produzidas uma a uma.Foi a partir do início do século XX que a indústria do vidro se desenvolveu com a introdução de fornos contínuos a recuperação de calor e equipados com máquinas semi ou totalmente automática para produções em massa.Um fato marcante para o setor vidreiro brasileiro foi o surgimento, a partir do final do século passado, de importantes empresas, que ainda hoje dominam o mercado. A seguir será abordada a constituição dos principais fabricantes de vidro no país.

Mercado

O consumidor, de modo geral, tornou-se extremamente exigente em termos de qualidade, preços e atendimento, onde somente os mais organizados e eficientes têm condições de ter sucesso. No entanto, dar crédito às avaliações de consumo também é uma atitude inteligente. Foi a partir de um desses estudos que constatou-se uma segmentação no padrão de consumo de vidros de um estado para outro, num comportamento de mercado que não corresponde necessariamente com a situação econômica da região. Por exemplo, vidros laminados são mais bem aceitos nas regiões Sudeste e Sul que nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, portanto, existe um mercado bem segmentado entre as regiões.

Investimento

O investimento inicial para montar uma vidraçaria varia de acordo com o tipo e o volume de serviços oferecidos, como também sua estrutura.

Estrutura, equipamentos e mão de obra para sua vidraçaria

Estrutura

A vidraçaria deve ser divida em dois ambientes: na frente deve ficar o salão de vendas, onde serão expostas as amostras dos produtos e o fundo deve ser reservado para a estocagem e processamento do vidro.

Equipamentos básicos

  • Mesa de madeira para corte;
  • Lixadeira e furadeira elétrica;
  • Diamantes para corte de vidro;
  • Móveis e equipamentos de escritório, etc…

Mão de obra

A mão de obra irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento, porém, operar com um volume maior de vidros e diversos tipos, exigirá mão de obra mais capacitada.

Contar com equipe bem preparada não basta, o próprio empreendedor deve ter conhecimentos técnicos dos materiais com os quais trabalha, isso dá maior credibilidade ao trabalho.

A preocupação com o manuseio dos materiais deve ser estendida ao atendimento da freguesia e isso começa no zelo com o próprio estabelecimento. É recomendável, por exemplo, manter um show room, outra ação aconselhável é ligar para o cliente após o término do serviço, para saber se há queixas.

Cerca de 70% das encomendas de uma vidraçaria são feitas através de telefone. A rotina recomendada é a seguinte: ao receber o chamado, o dono da loja ou um vendedor vai até o cliente, tira as medidas e faz o desenho conforme o serviço solicitado.

É aí que entra a importância de contar com um profissional bem preparado na hora de tirar as medidas, já que se os desenhos não forem precisos a vidraçaria terá de assumir o prejuízo. Quando o vidro a ser instalado for do tipo comum, o corte e os furos necessários serão feitos na própria vidraçaria, que normalmente mantém um pequeno estoque de material. Já o vidro blindado requer um processo mais demorado, pois os cortes e furos são feitos antes da blindagem da peça.

Divulgação da Vidraçaria

A internet e os anúncios em jornais de bairro, segundo afirmam em coro os empresários do setor, são a melhor ferramenta de divulgação nesse ramo.

Alternativa de Mercado

A parceria entre vidreiros é o caminho apontado para que pequenas empresas com interesses recíprocos possam formar blocos, juntando o que cada um tem de melhor; racionalizando gastos e investimentos, ocupando plenamente equipamentos, espaços de mercado. Mesmo composto por um universo muito vasto, com necessidades e teorias diferentes, essa categoria pode estabelecer parcerias entre si. Um exemplo dessa possibilidade é o preenchimento da capacidade produtiva ociosa do concorrente, ao invés de fazer novos investimentos e gerar mais ociosidade.

Tipos de Vidros

Vidro Laminado

Atende às exigências mais específicas de segurança, controle sonoro, controle de calor e de radiação ultravioleta.
É constituído por uma ou mais lâminas de vidro, fortemente ligadas através de calor e pressão, a uma ou mais películas de Polivinil Butiral (PVB), de forma que, quando quebradas, mantém os estilhaços aderidos à película, não devassando o vão e reduzindo drasticamente as chances de acidentes.

Vidro Especial

Possui altíssima tecnologia e foi projetado para atender necessidades técnicas específicas como controle de luminosidade e da irradiação solar, resistência ao impacto, isolamento do calor na presença de fogo, controle de ondas eletromagnéticas, retenção de calor no ambiente ou total envidraçamento de fachadas.

Vidro de Segurança

É o vidro que foi submetido a um tratamento térmico denominado têmpera, tornando-se mais resistente a choques mecânicos e térmicos, mantendo as características de transmissão luminosa, de aparência e de composição química. É a solução ideal e segura para ambientes que necessitem de um vidro que proteja e não prejudique a integração interior / exterior.

Vidro para Controle Solar

É refletivo e adquire esta propriedade após a deposição de material metálico em sua superfície, formando uma fina camada, responsável pelo incremento nas suas propriedades térmicas e ópticas.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Entidades e sites afins

ANDIV – Associação Nacional de Distribuição de Vidros e Cristais Planos: http://www.andiv.com.br
ABIVIDRO – Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro: http://www.abividro.org.br
ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas: http://www.abnt.org.br
Vidraçaria Zona Norte: http://pblvidracaria.com.br
Vitraglass Vidraçaria: http://www.vitraglass.com.br‎

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
Categorias
Ideias de negócios

Como montar uma Vídeo Locadora

Ganhe muito dinheiro alugando Filmes, saiba como montar uma Vídeo Locadora com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, captação de cliente, financiamento, mão de obra especializada, atendimento e muito mais…

Vídeo Locadora

A comodidade de ter o cinema em casa, longe das aborrecidas e estressantes filas, conquistou a classe média urbana.

O mercado de vídeo locadoras requer do empreendedor um acompanhamento periódico no que tange aos lançamentos de DVDs (vídeos), para que o acervo esteja sempre atualizado.

Produto, os filmes e vídeos

É fundamental observar a clientela, para saber escolher o filme certo para os clientes da loja. Também é importante diversificar o material à venda, com a oferta, por exemplo, de videogames, produtos de conveniência (refrigerantes, cervejas, salgadinhos industrializados, etc.).

Localização

Empresas que têm possibilidades de sucesso são aquelas bem localizadas. Na hora da escolha do local para instalar a loja deve pesar o conhecimento do seguinte fato: no Brasil, os clientes geralmente se associam a duas ou mais locadoras, uma perto ou no caminho de casa e outra perto do trabalho.

Informação

É necessário ao empreendedor ter bastante informação sobre o mundo do cinema. É tarefa obrigatória a leitura de críticas e sinopses dos filmes. Com este conhecimento, o proprietário, ou seu funcionário, poderá fazer indicações para os clientes. Há ainda o recurso de inúmeras revistas especializadas no mercado, sendo algumas distribuídas gratuitamente às Videolocadoras.

Fatores de sucesso

Os fatores que influenciam nos resultados do negócio são:
– Administração eficiente;
– Escolha adequada do ponto comercial;
– Conhecimentos profundos de cinema e acompanhamento permanente dos lançamentos do mercado;
– Formação de acervo diversificado e atualizado;
– Funcionários atenciosos e bem treinados, com bons conhecimentos de cinema.
A união de todos os fatores tornou esta opção um dos mais baratos meios de diversão.

Registro Especial

Para abertura de empresa de prestação de serviço, o empreendedor deverá providenciar:

Registro na Junta Comercial ou Cartório;
Caso a empresa somente preste serviço de locação de fitas, o registro poderá ser efetuado no cartório de registro das pessoas jurídicas e nesse caso vai pagar como imposto o ISSQN (Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza), ou, simplesmente, ISS, como é mais conhecido.
Foi estipulado para as videolocadoras o regime de estimativa, ou seja, o ISSQN – ESTIMATIVA, que é uma modalidade de arrecadação/pagamento de ISSQN em que a base de cálculo do imposto devido é fixada previamente através de avaliação/cálculo feita de maneira criteriosa pelo setor competente da Prefeitura Municipal, com a colaboração dos contribuintes.
O ramo de Videolocadoras foi enquadrado no Regime de Estimativa , através da Instrução de Serviço Nº 04/97, de 02/12/97, Decreto nº 10.331, de 19.03.1999.
Os contribuintes incluídos no regime de arrecadação do ISSQN por estimativa poderão ser dispensados, a critério da autoridade competente, do cumprimento de algumas das obrigações acessórias (emissão de notas fiscais de serviços, escrituração de livros fiscais, etc.), desde que escriturem o livro caixa ou os livros da escrituração comercial e que não criem obstáculos à fiscalização da Prefeitura Municipal de Vitória.É necessário frisar que cada município possui uma forma diferente de legislação, principalmente em relação ao ISS, já que é um imposto municipal.
Registro na Secretaria da Fazenda;
Este é o caso das videolocadoras de serviços que comercializam fitas de vídeo, revistas especializadas, alimentos, etc.
Inscrição na Prefeitura do Município, apresentando o Contrato Social e o Contrato de Locação do imóvel (ou escritura de propriedade) devidamente registrado em cartório.
Também será necessário pesquisar junto à Prefeitura do Município onde for se estabelecer quais são as exigências quanto à lei de zoneamento, registro no INSS, confecção de talonários de notas fiscais e registro no Sindicato Patronal.

Sites afins

100% Vídeo: http://www.100video.com.br/
2001 Video: http://www.2001video.com.br/2001.asp
Splash Video Locadora: http://pt-br.facebook.com/splashvideolocadora
Banco de dados sobre todos os filmes lançados: http://www.videobook.com.br

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Categorias
Ideias de negócios

Como montar uma empresa de Reciclagem

Ganhe muito dinheiro reciclagem de produtos em geral, saiba como montar uma empresa de Reciclagem com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais..

Ficha Técnica
Setor da Economia
: Secundário.
Ramo de Atividade: Indústria de Transformação.
Tipo de Negócio: Usina de Reciclagem.
Produtos Ofertados/Produzidos: Reciclagem de produtos em geral.

Mercado da Reciclagem

A Reciclagem é fruto da preocupação com a qualidade de vida, associado a um modelo de desenvolvimento racional e sustentável.
No Brasil, o desenvolvimento da indústria de reciclagem é anterior ao início das discussões relacionadas ao assunto envolvendo meio ambiente. Em sua versão mais artesanal, a semente deste tipo de indústria cresceu a partir da necessidade de aproveitamento do material coletado por determinada parcela da população que encontrava e encontra na coleta de lixo a única opção de renda. Paralelamente, outros setores com maior representatividade econômica, adotaram o reprocessamento de materiais recicláveis.

Com o surgimento da reciclagem, vários tipos de produtos passaram a ser reciclados, criando desta forma novas atividades, atividades estas que atualmente geram um faturamento de  bilhões de dólares anuais no Brasil.  A partir disto, presume-se um mercado bastante promissor e ainda pouco explorado.

Benefícios da Reciclagem

Os principais benefícios gerados pela reciclagem são

  • A diminuição da problemática do lixo;
  • Proteção do meio ambiente;
  • Redução dos desperdícios, etc…

Insumos

Os principais fornecedores de insumos são as indústrias siderúrgicas (uso de sucatas metálicas ferrosas) e a indústrias de papel/papelão (reaproveitamento de aparas de papel das gráficas, por exemplo). Outro segmento importante para a reciclagem é o de vidros, com grande representatividade do refugo de fábricas e engarrafadores, coleta de vidraçarias, especialmente quanto à reutilização de vasilhames inteiros de vidro. Existe também o Lixo Urbano, que representa parcela significativa dos produtos reciclados, partindo então de um processo que envolve obrigatoriamente a coleta seletiva que ocorre na própria fonte geradora.

Produtos Recicláveis

São vários os produtos que podem ser reciclados, sendo que os principais são:

  • Plásticos (Filme e o Rígido);
  • Latas (Alumínio e de Aço);
  • Vidros;
  • Papéis (Ondulado e o de Escritório), etc…

Localização, Estrutura e Equipamentos necessários para abrir sua empresa de reciclagem

Localização

A indústria deverá ser implantada é um local de fácil acesso, de preferência próximo a matéria-prima.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com uma área de 10.000 m2, que abrigará um galpão que será dividido em quatro áreas: galpão industrial, escritório, vestiários e os sanitários.

Equipamentos

Os equipamentos básicos são:

  • Máquinas para reciclagem (irão variar de acordo com o produto a ser reciclado);
  • Caminhão para o transporte;
  • Móveis e utensílios do escritório (computadores, fax, telefone, mesas, etc.);

Investimento inicial

Irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento.

Mão de obra básica

A mão-de-obra básica deve contar com: gerente (empreendedor), auxiliar administrativo, responsável de produção, operários e motorista.

DETALHAMENTO TÉCNICO DE ALGUNS DOS PRODUTOS RECICLÁVEIS.

Importante: como já foi citado vários são os produtos que podem ser recicláveis, para obter maiores informações, consultar o CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem).

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Categorias
Ideias de negócios

Como abrir seu próprio negócio sem cometer erros

Ganhe muito dinheiro abrindo seu próprio negócio com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais.

Como abrir seu próprio negócio

Com um pouco de inventividade, um investimento em geral pequeno, muito bom senso e trabalho duro, você poderá se juntar à classe dos empresários de sucesso dos dias de hoje.

O caminho para o sucesso empresarial não será fácil, mas você pode obter êxito como milhares de outras pessoas que abriram suas próprias empresas.

Com uma ideia comercializável, um pouco de sorte e trabalho físico, você pode ser proprietário de um negócio muito interessante, como aqueles ligados á área de catering, processamento de texto e datilografia, biscoitos caseiros, vendas de balões, imóveis, viagens, computadores, importações e exportações, cosméticos, locação de carros, processamento de informações, cópias e uma variedade de outras opções.

Vamos analisar como criar seu próprio negócio, etapa por etapa.

Como montar seu próprio negócio: Criando uma ideia comercial infalível e visando clientes em potencial

Pensar em uma ideia comercializável é o primeiro passo na direção do empreendimento. Todos os dias, alguém aparece com boas idéias comerciais. Pense em alguma coisa que lhe interessou ou em alguma coisa que você possa fazer bem. Exemplos;

  • Você tem facilidade de relacionar-se com o público? Em caso afirmativo, abra uma firma de relações públicas.
  • Você tem facilidade para redigir currículos? Porque não abre um serviço de elaboração de currículos?
  • Se você sabe coordenar e planejar conferências, abra uma firma de consultoria e planejamento de conferências.
  • Se você é um excelente angariador de fundos, então abra uma empresa de consultoria na área de angariação de fundos.
  • Você sabe como obter sucesso na mudança de carreira? Então mostre às pessoas como fazer isso, em sua própria empresa de consultoria profissional.

O ideal é abrir um negócio de aceitação no mercado, que incorpore alguma coisa que você goste ou saiba fazer bem.

Você acha que a sua ideia é boa e será bem aceita; mas o público, o que acha dela? É hora de descobrir isso fazendo uma pesquisa de mercado. Se você tiver dinheiro, poderá contratar uma empresa especializada. No entanto, a maioria dos empresários em início de carreira não pode se dar ao luxo de contratar serviços de outras firmas e devem eles mesmo fazer o trabalho. Isto pode ser conseguido através de questionários enviados em sistema de mala-direta ou testando-se o produto através da internet ou colocação de anúncios em jornais ou revistas. Por exemplo, você pode colocar um pequeno anúncio no seu jornal de bairro e medir a resposta, ou pode ir de porta em porta colhendo opiniões ou então fazendo entrevistas em centros comerciais para determinar as preferências dos consumidores. Muitos empresários iniciantes tiveram sucesso com esse método.

Independente do método que você usar, não se esqueça de fazer algum tipo de pesquisa de mercado. Isto lhe poupará tempo e dinheiro.

Administrando seu próprio negócio

Depois que você tiver a sua empresa, certifique-se de ter a competência administrativa necessária para mantê-la forte e viva. Muitas empresas falem por causa da incapacidade de seus proprietários de tocar um negócio.

Para ajudar, familiarize-se com os procedimentos básicos de contabilidade, ordens de compra, inventários, manutenção de registros rotatividade de estoque, acúmulo de estoque, remarcações, balanços, lucros e perdas, ou então obtenha a assistência de um contador.

Faça nas escolas ou universidades locais, cursos comerciais nas áreas de contabilidade, administração comercial, vendas, legislação, etc.

Habilidades necessárias para ser um empresário de sucesso

  • Comunicar-se bem oralmente e por escrito;
  • Administrar a empresa;
  • Conhecer o negócio, o produto e o mercado;
  • Vender;
  • Supervisionar pessoas;
  • Delegar responsabilidade;
  • Organizar;
  • Administrar o tempo;
  • Executar procedimentos básicos de contabilidade;
  • Estabelecer prioridades;
  • Ser um bom administrador;
  • Analisar;
  • Avaliar situações;
  • Tomar decisões sólidas;
  • Solucionar problemas;
  • Detectar problemas;
  • Manter registros;
  • Persuadir;
  • Lidar com reclamações;
  • Fazer trabalho detalhado;
  • Ser imaginativo;
  • Ter visão;
  • Elaborar propostas;
  • Entrevistar;
  • Lidar com pressão;
  • Trabalhar durante longas horas;
  • Negociar.

Informações adicionais

Depois que estiver escolhido o tipo de atividade com que vai trabalhar, você precisará tomar outras importantes decisões:

  • Vai trabalhar sozinho?
  • Vai ter algum sócio?
  • Vai pagar algumas pessoas para trabalhar com você?
  • Vai criar uma empresa domiciliar?

Há vantagens e desvantagens em trabalhar sozinho. Leve-as em consideração antes de se decidir.

Vantagens de trabalhar sozinho

  • Os lucros serão todos seus;
  • Você poderá fazer alterações na sua atividade, sem depender de ninguém;
  • Você poderá empregar quem desejar;
  • Você poderá expandir ou reduzir os seus negócios a vontade;
  • Você poderá tomar decisões imediatas, sem ter de esperar por reuniões.

Desvantagens de trabalhar sozinho

  • Você terá de conseguir todo capital inicial;
  • Se você ficar impedido de trabalhar, todo o negócio parará;
  • Em caso de prejuízo, ele será totalmente seu;
  • Você terá de executar e controlar muitas atividades diferentes, tais como: levantar dinheiro em banco, fazer pagamentos, fazer encomendas, solicitar demonstrações, verificar preços, cuidar de escrituras, etc.

Sites afins

Sebrae Nacional: Sebrae
Tenha seu Próprio Negócio Nextel:
Abra uma Franquia‎: http://www.midiapane.com.br

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Minnistério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário,

Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Categorias
Ideias de negócios

Como montar uma um serviço de Tinturaria

Ganhe muito dinheiro com tingimento de tecido, saiba como montar um serviço de tinturaria com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais.

Ficha Técnica:
Setor da Economia: Terciário
Ramo de Atividade: Tinturaria.
Tipo de Negócio: Beneficiamento de tecidos.
Serviços Ofertados: Tingimento.

História da Tecelagem e da Tinturaria

As primeiras fibras têxteis eram feitas de materiais grosseiros tais como gramíneas, juncos e canas. Eram utilizadas nos tempos pré-históricos para fazer telas, cestos, redes de pesca, tapetes e cordas. Posteriormente foram desenvolvidas técnicas para utilizar materiais naturais mais sofisticados como o linho, a juta e o pelo animal. Por volta do terceiro milênio antes de Cristo, outras fibras, tais como algodão, lã e a seda, passaram a ser exploradas. Ao final do século XIX surgiram as primeiras fibras manufaturadas, os raions , obtidos a partir da celulose natural. Na década de 30 desenvolveram-se as fibras sintéticas, baseadas em polímeros, como os nailons, poliésteres, acrílicos e poliolefinas.

As fibras têxteis são convertidas em fios através da fiação. Fibras de tipos diferentes podem ser fiadas conjuntamente – por exemplo, poliéster e algodão, ou lã e náilon. Os fios dão origem aos tecidos através da tecelagem . Processos têxteis de acabamento são então aplicados para conferir ao tecido propriedades particulares. Alguns destes processos, como o tingimento, podem ser aplicados nas fibras cruas, nos fios ou nos artigos acabados.

A cor dos tecidos de uso doméstico é um dos seus mais importantes requisitos. A boa solidez de um tecido tinto vai depender de três fatores principais: o tipo de corante escolhido em função da fibra que compõe o tecido, e do uso que vai se dar ao mesmo; do emprego do processo de  tingimento adequado; e do processo de lavagem.

Tingimento

O tingimento consiste em fixar o corante sobre a fibra. Portanto, a tintura depende da qualidade da fibra e da composição química do corante. Assim, a lã e a seda natural, apresentam afinidade tanto pelos corantes ácidos como pelos básicos.

Para os materiais de fibras mistas, além de se levar em conta o modo como cada fibra se comporta sob a ação dos diversos corantes, também se considera as proporções relativas dos componentes da mescla. Assim, os corantes, dependendo do seu grau de afinidade, poderão ser colocados com algum acréscimo, pois além de proporcionais aos pesos dos componentes da mistura, deve-se levar em conta que se trabalhará em banhos mais longos que os previstos em relação a cada fibra isoladamente, visto ser o banho único calculado proporcionalmente ao peso total do material. Deste modo obter-se-á, ao final da tintura, uma só cor (tingimento tom-sobre-tom) ou duas cores, podendo permanecer uma das fibras em branco, dizendo-se então que a mesma foi reservada.

Para um tingimento é necessária a satisfação de quatro itens:

  • Afinidade: a matéria corante passa a fazer parte integrante da fibra;
  • Igualização: grau de uniformidade na cor aplicada, dependendo do poder de uniformização do corante, da sua velocidade e temperatura de montagem e de dificuldades inerentes ao material;
  • Solidez: grau de resistência aos diversos agentes de alteração e desgaste; e
  • Economia: capacidade de tingir peso relativamente elevado de material.

As principais propriedades que caracterizam as cores são:

  • Matiz: é a propriedade que define a cor. Depende diretamente do comprimento de onda correspondente à cor;
  • Luminosidade: é a capacidade de refletir mais ou menos luz. A luminosidade é independente do matiz;
  • Tonalidade: o preto, o cinza e o branco não sendo considerados como cores (não são matizes), podem ser misturados com qualquer cor, modificando-a, isto é, tornando-a mais escura ou mais clara;
  • Saturação ou Profundidade: Duas cores do mesmo matiz e da mesma tonalidade podem provocar sensações diferentes quanto à sua intensidade. Diz-se então que são de diferentes saturações. As variações na saturação dependem da quantidade do pigmento ou corante presente;
  • Brilho: depende principalmente do substrato sobre o qual a cor for aplicada.

Concluindo, a cor depende do próprio substrato que é iluminado, da fonte de luz e do observador

Corantes

Os corantes, atualmente sintéticos, são compostos orgânicos que quando aplicados às fibras têxteis, têm capacidade de criar uma certa cor, devido à presença de grupos químicos denominados cromóforos. Assim, substâncias que possuem cromóforos em diferentes arranjos, produzirão a sensação de diferentes tonalidades de cor, por exemplo azul claro, azul esverdeado, azul avermelhado, azul marinho, etc.

Embora os cromóforos forneçam cores às substâncias, a sua intensidade ou brilho da cor depende da presença de um ou mais grupos químicos, denominados auxicromos. Estes auxicromos também podem fornecer liga química, que fixa o corante à fibra. Assim sendo, os corantes em si, ou a combinação dos corantes com outros aditivos, contribuem com os cromóforos e auxicromos.

A definição técnica de um corante é portanto um composto químico que pode ser fixado a um material qualquer, por exemplo, numa fibra têxtil, de forma mais ou menos permanente, e que produz na nossa mente a sensação visual de uma dada cor.

Os corantes existentes são:

  • Corantes Reativos: São usados basicamente sobre as fibras celulósicas, como por exemplo lã, seda, algodão e viscose;
  • Corantes Ácidos: Tingem diretamente a lã e a seda em banho ácido ou neutro, e não tem finalidade com as fibras vegetais;
  • Corantes Azóicos: Esses corantes são usados sobre fibras celulósicas e, num grau limitado, sobre fibras sintéticas como polipropileno, poliamida, acrílico e poliéster. As fibras sintéticas requerem métodos especiais de aplicação;
  • Corantes Básicos ou Citadinos: Os corantes catiônicos, freqüentemente chamamos pelo seu nome mais antigo, corantes básicos, são utilizados em fibras acrílicas;
  • Corantes Diretos ou Substantivos: Compreende o maior grupo dos corantes e de maior significação comercial. São Baratos, fáceis de aplicar e produzem uma grande variedade de cores. Normalmente são usados em tecidos celulósicos (algodão, viscose) de baixo a médio preço;
  • Corantes Dispersos: Como estes corantes não se dissolvem no banho de tingimento, é preciso aplicar aos tecidos à temperaturas acima de 100ºC. Os Equipamentos de tingimento e o processo eleva bastante o custo de tingimento. São utilizadas em fibras termoplásticas, como o acetato, o poliester e a poligamia;
  • Corantes à Tina: O tingimento com estes corantes exige maior controle que em outros. As cores obtidas costumam ser opacas. Normalmente utilizados em tecidos celulósicos;
  • Pigmentos: Tecnicamente, os pigmentos não são considerados corantes. Eles não têm afinidade com as fibras, portanto, não penetram e não se combinam com as mesmas. São aplicados superficialmente às fibras ou aos tecidos por processo de estampagem, e fixados através de um adesivo ou resina. As cores resultantes são permanentes, mas sua fixação depende da durabilidade da resina, que pode se destacar facilmente do tecido, no processo de lavagem.

Aplicação dos corantes em diversas fibras

  • Ácido Protéica(lã, seda) e Poliamida;
  • Azóico Celulósica(algodão, viscosa), Acetato, Triacetato, Poliamida, Poliéster, e Acrílica;
  • Básico Acrílica;
  • Tina Protéica(lã, seda) e Celulósica(algodão, viscose);
  • Tina sol Protéica(lã, seda), Celulósica(algodão, viscose) e Poliéster;
  • Direto Protéica(lã, seda), Celulósica(algodão, viscose) e Poliamida;
  • Disperso Acetato, Triacetato, Poliamida, Poliéster e Acrílica;
  • Pigmento Protéica(lã, seda), Celulósica(algodão, viscose), Acetato, Triacetato, Poliamida, Poliéster e Acrílica;
  • Reativo Protéica(lã, seda), Celulósica(algodão, viscose) e Poliamida;
  • Sulfuroso Celulósica(algodão, viscose).

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.