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Como montar um Sex Shop lucrativo

Saiba como montar um Sex Shop  lucrativo gastando pouco e sem cometer erros. Aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Sex shop

Elas não ficam mais à espera da iniciativa dos parceiros para espantar o tédio na vida sexual. Quando a temperatura esfria no relacionamento, as mulheres tratam de ir às compras. Hoje, o público feminino que frequenta as lojas de sex shop, passou de 10% para cerca de 50%. A mudança coincide com a abertura de lojas mais frequentáveis, com um visual menos agressivo.

Mercado

O setor erótico no Brasil movimenta milhões de dólares por ano – um mercado quase virgem em comparação com os vários bilhões nos Estados Unidos – e ainda tem muito espaço para crescer.

Para começar

O empresário deverá ter conhecimento do setor e noções básicas de gestão de estoques, já que uma loja pode ter até 8.000 itens. Outro fator importante é com relação a localização. Como esse tipo de comércio ainda é visto com preconceito por muita gente, o empreendedor deve fazer uma cuidadosa análise do local onde o negócio será instalado, a fim de evitar atritos com a vizinhança.

Comportamento

Os vendedores devem ser muito bem treinados para mostrar o uso e as características dos produtos sem chocar os clientes e vencer a inibição dos frequentadores de primeira viagem. Discrição e facilidade para lidar com pessoas também são importantes.

Produtos

O estoque inicial, com cerca de 400 itens, pode ser composto por miudezas como chaveiros, preservativos, lingeries e DVDs. O segredo é ter sempre novidades, como as cabines individuais em que o cliente usa para assistir a filmes eróticos por oito minutos. Outros produtos como coleiras – com tachas de metal, que jamais poderiam ser aproveitadas pelo cãozinho da família – são itens obrigatórios nas sex-shops. Quando o comprador é mulher, a preferência recai sobre outros itens. O primeiro são calcinhas comestíveis, feitas de um material gelatinoso nos sabores cereja, chocolate e morango. O segundo da loja são as lingeries decotadas e transparentes, nas cores preta e vermelha, explosivamente sensuais.

Comercialização

Confecção de catálogos bem impressos e sites na Internet são importantes canais de vendas.

Fornecedores

Cerca de 70% dos artigos comercializados são importados, podendo ser comprados em importadoras especializadas. Existem fornecedores específicos para o segmento e até mesmo franquia de lojas desse gênero.

Investimento

Reserve capital para adquirir uma linha telefônica e um computador, necessários para entrega em domicílio e venda pela Internet.
O investimento abrange as instalações (balcões, displays, etc.), despesas de abertura da empresa e reserva de segurança, sem considerar despesas com aluguel e ponto comercial.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Sites afins

SexShop Loja Do Prazer: http://www.sexshop.lojadoprazer.com.br
SexToy: http://www.sextoy.com.br/SexShop-SP‎
SexShop do Brasil: http://www.sexshop.sensualsexshop.com.br‎
Catalogo Sexshop:
Distribuidora Sex Shop‎: http://www.distribuidorasexshop.com.br
Sex Shop Atacado Star: http://www.starsexshop.com.br‎

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Como plantar Mamão

Ganhe muito dinheiro cultivando Mamão, saiba como plantar Mamão com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, captação de cliente, financiamento, mão de obra especializada, atendimento e muito mais…

Cultivo do mamão papaya

A origem do mamoeiro se perde nos tempos. O que se pode dizer com segurança é que, quando os europeus aportaram no continente americano, essa planta já era conhecida e seus frutos, folhas, látex e sementes bastante utilizados pelos habitantes da terra. Presume-se que o mamão tenha nascido na América tropical, e dali a fruta teria rapidamente se espalhado por todo o continente, devido a velocidade de seu ciclo vital, a facilidade com que a planta se propaga e se multiplica e a rapidez com que nascem seus frutos.O mamoeiro exige climas quentes e úmidos, não tolerando o frio. O solo deve ser adubado ou fértil, humoso e bem drenado. O mamoeiro cresce rápido e produz bastante, florescendo e frutificando muitas vezes ao mesmo tempo e durante o ano todo. Atualmente, ele pode ser encontrado em praticamente todos os países tropicais do globo.

O mamão papaia

O mamoeiro é uma árvore de pequeno porte cujo nome científico é carica papaya L, pertencente a família botânica Caricaceae, que dura pouco. Os sexos do mamoeiro encontram-se em plantas separadas: mamoeiros-machos e mamoeiros-fêmeas, sua principal peculiaridade. As flores nascidas dos mamoeiros-machos, embora não se transformem em frutos comestíveis, têm a importante função de fecundar as flores do mamoeiro-fêmea. Tais flores ficam dependuradas e distanciadas do caule da árvore, sendo o que permite identificar, com bastante facilidade, o sexo do mamoeiro. Às vezes nascem flores hermafroditas, dando origem a frutas atípicas, os mamões-machos, muito importantes no processo de fecundação dos mamoeiros. A casca do mamão é bastante delicada: quando verde, sua cor é também verde; aos poucos, à medida que o fruto amadurece, ela vai se tingindo de manchas ou faixas de coloração amarela ou alaranjado-clara, até perder completamente o tom esverdeado.

Aproveitamento

As sementes, que ficam ligadas por fibras à extremidade interna da polpa, ocorrem em grande quantidade, que apesar de serem desprezadas, são comestíveis e teriam muitas utilidades medicinas. Com o miolo do caule do mamoeiro também faz-se um doce exótico. Por fim, pode-se ainda utilizar o mamão verde como legume, cortado em pedacinhos e refogado, ou ainda em sopas e ensopados de carne.

Latex Papaina

Do mamão-papaya verde podemos retirar um látex que é muito rico em uma substância chamada papaína, que se encontra espalhada por toda a planta e vai sumindo à medida que a fruta amadurece. É uma substância de muitos usos medicinais e industriais. Em países como Sri Lanka, Tanzânia e Uganda, explora- se o fruto verde do mamão em grandes plantações com  finalidades industriais. Esse látex, convertido em pó, é enviado a laboratórios da Europa e da América do Norte, onde é refinado, transformado, engarrafado, patenteado, rotulado e comercializado em remédios, em amaciantes de carnes, em loções para a pele, em produtos industriais para clarear cervejas, para amaciar couros e lãs.

Produção de Mamão no Brasil

O Brasil é o maior produtor de mamão do mundo. Com excelentes condições de desenvolvimento no País, com possibilidade de cultivo em todas regiões. A Bahia, mais precisamente a região de Teixeira de Freitas, tem o maior foco produtivo, seguido pela região de Linhares, no norte do Espírito Santo. No entanto, o mamão cultivado no Espírito Santo, por se tratar da variedade papaia, é o que tem mais prestígio junto aos consumidores, principalmente entre os estrangeiros.

Cuidados especiais do Mamão

O cultivo e plantio de mamão papaya, atualmente, no Brasil é uma atividade agrícola especializada, que exige dedicação, conhecimentos técnicos de alto nível e utilização de métodos modernos de manejo da cultura (pontos que combinados e conduzidos em bases racionais, proporcionam rendimentos compensadores). É fundamental o acompanhamento de um agrônomo na fase inicial, com objetivo de aprender a lidar com as doenças e evitar a perda da plantio e colheitas. As colheitas ocorrem ente marco e maio. As estimativas preliminares de produção são de 5t/ha.

Solo ideal para o cultivo do Mamão

O cultivo do mamão papaya dá-se bem solos de textura média, profundos, permeáveis e com bom teor de matéria orgânica. Como o mamoeiro é muito sensível ao excesso de água, será preciso utilizar drenagem, sempre que necessário. Prefere os solos neutros e não tolera salinidade, mesmo em níveis baixos. Para produzir bem, o mamoeiro exige que o solo receba calagem com calcáreo dolomítico, que lhe assegura saturação de bases de 80%.

Plantio do Mamão

O plantio ocorre em agosto e setembro, em covas de 30 x 30 x 30cm, cavadas ou feitas com sulcador na profundidade 30cm. São necessários 1.500 a 1.700 laminados ou sacos plásticos/hectare, com três a quatro mudas por recipiente. No plantio, retirar o recipiente para o bom desenvolvimento das raízes e comprimir cuidadosamente o terreno que circunda os torrões para que estes não se desfaçam. Para combater a erosão, recomenda-se o plantio em nível, uso de terraços, patamares e banquetas, capinas em ruas alternadas, etc… Capinas manuais e podas
de limpeza.

Adubações no Mamoeiro

Depende da análise química do solo, mas não se pode esquecer que o nitrogênio deve ser empregado com cautela pois favorece o crescimento excessivo da planta e o aparecimento de doenças do tronco e das raízes; o potássio evita o amolecimento da polpa por excesso de chuvas ou de nitrogênio; o boro e o zinco, indispensáveis, podem ser fornecidos por meio do solo ou de pulverizações. A primeira adubação começa vinte dias antes do plantio. Outras adubações com porcentagens diferentes de fertilizantes  serão aplicadas um mês depois do plantio da muda ou no primeiro desbaste e serão repetidas dois meses depois. Nos meses de setembro, dezembro e março será preciso fazer nova adubação.
A adubação por planta obedece critérios diferentes. No plantio, na cova: 20Kg de esterco de curral; 1Kg de fosfato natural; 150g de cloreto de potássio e 500g de calcário magnesiano; em cobertura : 200g de Nitrocálcio, em quatro parcelas. No pomar em formação: 40 a 60g de cada um dos nutrientes – N, P2O5 e K2O – por ano de idade. No pomar adulto: após a colheita: 8g de esterco de galinha; 1.500g de superfosfato e 600g de cloreto de potássio; na vegetação: três a quatro aplicações de 600 a 800g de sulfato de amônio.

Pragas e doenças do Mamão

O controle de pragas e doenças do mamoeiro é muito complexo porque ele produz continuamente. Por isso é preciso cuidado para que os frutos não absorvam o produto aplicado. A planta também é sensível a certas fórmulas, e o aplicador precisa ter cuidado consigo mesmo. Dentre as doenças merecem atenção especial o mosaico, causado por vírus, sem controle conhecido e que foi a causa do fim das plantações paulistas; varíola ou pinta-preta, causada por um fungo; antracnose; oídio; e a podridão-do-pedúnculo. A varióla é combatida por pulverizações com hidróxido de cobre ou oxicloreto de cobre na superfície inferior das folhas. Combate-se o mosaico pela eliminação das plantas atacadas e das cucurbitáceas (abóboras, melão, etc) existentes nos mamoais e fazendo-se o controle dos pulgões nas culturas vizinhas por meio de pulverizações com calda de fumo. A podridão-do-pé só pode ser prevenida com cuidados no plantio.
Os brotos laterais do mamoeiro devem ser retirados freqüentemente pois prejudicam o desenvolvimento da planta e são focos de ácaros. Além das doenças, existem os ácaros que limitam a produção: o ácaro-branco, ou ácaro-dos-ponteiros ou o ácaro-do-chapéu do mamoeiro eliminam as folhas do ponteiro, paralisam o crescimento da planta e expondo ao sol os frutos, que ficam queimados; o ácaro-da-rasgadura-da-folha que é rajado e produz teias para se proteger; a largata, que em muitos casos provoca o desfolhamento total da planta; o percevejo-verde ou maria-fedida que suga as folhas e os frutos; as cochonilhas, etc.

Culturas consorciadas

Convém utilizar a goiaba, os citrus e algumas culturas em consorciação com o mamão, que produz por cerca de três anos, tempo em que chega a hora de arrancar o mamoeiro, já muito alto. É exatamente então que essas fruteiras começam a produzir. Podem-se também plantar espécies como o guaraná, usando o mamão como sobreamento provisório.

Colheita do Mamão

Quatro a seis meses após a semeadura, começa o florescimento que, em condições favoráveis, pode continuar o ano todo. Os frutos amadurecem cinco a seis meses mais tarde, dependendo do clima e da intensidade de produção da planta. Os frutos devem ser retirados da planta por ligeira torção, sem ferimentos na casca. O colhedor deve usar luvas e mangas compridas para não ter contato com látex da planta.

Embalagem do Mamão

O mamão papaya deve ser protegido por folhas de jornal ao ser embalado; ele é comercializado em caixas de madeira com 37,50 x 30 x 15 cm, que comportam de oito a dezesseis unidades embrulhadas em papel ou protegidas no fundo por fitilho de madeira. Para exportação do papaia, são utilizadas caixas de papelão de 39 x 31 x 15,50 cm, em que cabem de oito a vinte frutos e com 7 Kg de peso líquido. A classificação do mamão no mercado é feita por número: mamão tipo 9, nove por caixa.

Sites relacionados

EMBRAPA:
Rural News: http://www.ruralnews.com.br

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Como montar uma Pizzaria

Ganhe muito dinheiro com Pizza, saiba como montar uma pizzaria com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Pizzaria

Mercado

A pizza é conhecida quase no mundo inteiro, mas nem na Itália é tão popular quanto no Brasil. Gostosa, fácil de preparar, barata e com grande variedade de sabores, é um dos pratos mais procurados no país. Essa preferência fez com que se expandissem os negócios de pizzaria em quase todas as regiões do Brasil.

O consumidor é seu principal alvo e a quem você deve dedicar a sua maior atenção. Mas não é só ele que compõe o que chamamos de mercado . Para planejar o seu negócio, você precisa conhecer também a concorrência e os fornecedores.

Não é difícil conhecer como funciona o mercado concorrente: basta dar uma volta na região que você delimitou como de abrangência do seu negócio e verificar se existem por ali muitos estabelecimentos similares ao seu. Não se limite a conhecer as pizzarias, mas também os bares, restaurantes e lanchonetes voltados para o mesmo público que você pretende atingir. Observe o funcionamento de cada um deles, o grau de conforto e higiene de suas instalações e os preços que praticam. Depois, em breves conversas com os consumidores, você pode identificar seu grau de satisfação com a qualidade dos produtos e do tipo de produto oferecido.

Planejamento

Não basta, no entanto, acreditar que só a pizza é suficiente para garantir o sucesso de seu negócio. É preciso planejar, porque o investimento é alto. Afinal, são muitas máquinas, equipamentos e capital de giro. E o retorno não vem antes de um ano. Por ser um prato apreciado em todas as classes sociais, as oportunidades de negócios surgem em todos os bairros. Mas, cuidado: não dá certo montar uma casa de luxo em bairro pobre, nem o contrário. É preciso saber o que deseja o seu cliente e procurar atendê-lo de todas as formas, montando rodízios, fazendo entregas em domicílio, etc..

Risco

Riscos existem, como em todo negócio. Para diminuir o risco, monte uma pizzaria com algo a mais, que a diferencie da concorrência.

Serviço

Quanto à forma de serviço, ela pode ser em mesas, no balcão ou entrega domiciliar. Ou ainda em pedaços, pizzas inteiras ou pelo sistema de rodízio de sabores. Tudo isso, e muito mais, vai depender do seu consumidor. Do que mais lhe agrada, do seu nível de sofisticação e do quanto ele pode pagar. Para descobrir isso, a fórmula mais eficiente é realizar uma pesquisa de mercado.

Fornecedores

Já a escolha dos fornecedores exige uma pesquisa mais profunda e cuidadosa. Numa primeira etapa, você deve pesquisar os fornecedores das máquinas e equipamentos que vai adquirir. Você pode encontrar a relação de fabricantes ou representantes em listas telefônicas, anuários estatísticos ou catálogos especializados. Antes de tomar qualquer decisão, recolha informações precisas sobre as características técnicas dos equipamentos (freezers, balcões frigoríficos, fornos, máquina registradora, etc.) e além dos preços e prazos de pagamento, certifique-se da garantia e da assistência técnica oferecida pelo fabricante.

Da mesma forma, faça um levantamento dos fornecedores dos ingredientes que você vai necessitar para produzir suas pizzas. Os ingredientes de maior consumo – como farinha de trigo, queijo e bebidas – devem, de preferência, ser comprados diretamente dos fabricantes. O restante dos produtos não perecíveis e os que podem ser armazenados por um prazo mais longo – como milho verde, champignons, presunto, calabresa, azeitonas, queijo catupiry e parmesão, etc. – podem ser comprados em atacadistas; os perecíveis – como tomate, pimentão e frutas para sucos – devem ser adquiridos diariamente, em feiras ou centros de distribuição de hortifrutigranjeiros.

Produto

Com relação ao tipo de produto, você pode optar pela massa fina, grossa ou oferecer as duas opções; se especializar em uma pequena quantidade de sabores ou desenvolver um cardápio mais variado e optar por assar em forno elétrico ou a lenha. A qualidade dos ingredientes que você vai utilizar vai definir o resultado final do seu produto.

Certifique-se, portanto, o que está comprando e que o fornecedor vai manter sempre o mesmo padrão. Essa garantia é tão importante quanto preço, prazo de pagamento e regularidade das entregas. A aquisição das mercadorias deve ser bem planejada e irá variar de acordo com as características do estabelecimento, especialmente hábitos de consumo da clientela.

Especial atenção deverá ser dada ao prazo de validade e estocagem do produto. Muitos são perecíveis (como tomate, cebola, fermento, farinha, frango e verduras), e devem ser adquiridos em quantidades suficientes para o consumo imediato. Os frios podem ser estocados em geladeira ou congelados no freezer, conservando-se, assim, por um período maior. Os enlatados têm validade mais extensa, permitindo compras em maiores quantidades.

Localização

Na escolha do ponto da sua pizzaria observe, inicialmente, os seguintes detalhes de localização: trânsito de pedestres – quanto maior melhor; proximidade de avenidas ou praças de grande movimento de veículos; facilidade de estacionamento, de preferência em frente à loja; facilidade de acesso de clientes, a pé, de ônibus ou metrô e de carro; condições de urbanização, limpeza e infra-estrutura da área.

Além desses pré-requisitos, pesquisas e estudos já realizados aconselham a tomar outros cuidados, quase nunca observados pelo empreendedor iniciante. Por exemplo, o de evitar lojas que fiquem em frente a pontos de ônibus.

A concentração de pessoas pode atrapalhar a visibilidade da sua fachada. Também porque seu negócio deve ficar o mais exposto possível. Evite lojas de fundo ou em galerias, a não ser que você possa se utilizar fartamente de placas indicativas para atrair e orientar sua clientela.

Equipamentos

Os equipamentos básicos para a instalação de uma pizzaria são os seguintes: cortador de frios; forno elétrico ou à lenha; freezer 180 litros; balança de mesa com capacidade de 5 kg; bancada com pia; fogão; geladeiras; prateleiras; balcões; banquetas; telefone; máquina de calcular, etc..

Despesas

As despesas gerais de administração irão variar de acordo com a estrutura adotada pelo empreendedor. Por exemplo, o valor do aluguel do imóvel será diferente em cada região e proporcional às dimensões e tipo de imóvel (casa, loja, sala, galpão, terreno).

As despesas básicas são praticamente padronizadas tais como energia elétrica, água, telefone, honorários do contador, retirada do proprietário. Já outras são específicas de uma Pizzaria, como detetizações periódicas.

Fatores que influenciam no negócio

Os fatores que influenciam nos resultados do negócio são:

  • Recursos financeiros para a instalação e aquisição dos equipamentos e estoque inicial de matéria-prima;
  • Estrutura eficiente de promoção e comercialização;
  • Atendimento ágil e eficaz;
  • Boa apresentação do estabelecimento;
  • Qualidade e preço.

Criando uma pizzaria

Definido o ponto, com base na pesquisa de mercado e na capacidade de investimento, planejamos uma pizzaria de 180m2, onde pretendemos vender três mil pizzas por mês, serviço à la carte, com 80 lugares na própria loja e atendimento para viagem.

Uma pizzaria é, antes de qualquer coisa, um lugar divertido e aconchegante, onde as pessoas se encontram para saborear uma boa massa e para conversar com os amigos. Desses 180m2, 103m2 de suas paredes podem ser pintados com tinta texturizada, procurando imitar o mármore travertino em cores terrosas. O teto será branco e o piso em tábua corrida, granito ou mesmo cerâmica, desde que resistente à abrasão e ao tráfego pesado. Qualquer das opções deve estar condicionada à facilidade de limpeza.

A iluminação no salão deve ser indireta, evitando o ofuscamento e daí o cansaço visual dos clientes. Essa decoração, complementada por uma música de fundo, cria um ambiente alegre e agradável, como se espera de uma pizzaria.

Criamos uma pizzaria com todo o preparo da massa aos olhos da clientela. A finalidade das pizzas, o ato de assar e a sua embalagem também é feita a olho nu, de maneira rápida e asseada. Na cozinha de apoio, abrigada do olhar dos clientes, são preparados os maravilhosos molhos. Para toda esta área temos quase 39m2, sem contar a pequena despensa com pouco mais de 4m2 e de um armário para a guarda de materiais diversos.
O preparo das massas aos olhos do público será a nota de destaque dessa casa e todo esse trabalho será desenvolvido como se fosse um aquário.

Investimento

Do investimento inicial deve-se usar:

  • 50% será disponibilizado para o investimento fixo que será composto de: balcão frigorífico, chopeira, máquina registradora, mesas de madeira com 4 cadeiras, forno de pizza, preparador de alimentos, liquidificador, extrator de sucos, geladeira comercial, freezer vertical, balança mecânica, cilindro elétrico industrial, fogão industrial, exaustores, fôrmas de alumínio para pizzas de diversos tamanhos, estantes, cortador de frios, pizzaiolla com 4 cubas 1/2 padrão e 8 cubas padrão, tulipas para chope, copos de vidro para água, colheres para mesa, facas para mesa, porta-guardanapos, bandejas grandes de alumínio, espátulas, toalhas para mesa, uniformes para funcionários, pratos para mesa, baldes para lixo, etc;
  • 35% do investimento inicial, vai ser reservado para o capital de giro, para a compra das mercadorias, dos materiais diretos, do pagamento da mão-de-obra direta e dos custos fixos;
  • 10% para reserva técnica;
  • 5% para diversos como registro da empresa, divulgação/marketing e outros custos.

Mão de obra e lucratividade

O número de empregados previsto é de 10 funcionários, a lucratividade de 10% e a taxa de retorno 1,3 ano.

Serviço de Entrega a Domicílio

Tal trabalho exige muito do empreendedor, pois será necessário acompanhar de perto toda a rotina, além de se fazer uma estrutura toda voltada para este tipo de serviço, tal como:

  • Os funcionários devem chegar ao local duas horas antes da abertura ao público, para a preparação da massa e do molho, fatiar os frios, etc.. A massa não deve ser feita em grandes quantidades, pois crescerá muito;
  • O atendimento ao consumidor é feito por telefone ou no balcão, e as pizzas são preparadas logo após o pedido. A rapidez no atendimento, bem como o cuidado ao transportar a pizza, são fundamentais;
  • O empreendedor deverá estar no local desde cedo, para o desenvolvimento das atividades de compra e gerenciamento das entregas de materiais, controles financeiros, funcionários e supervisão também no horário de atendimento aos fregueses;
  • O horário de trabalho deverá obedecer às exigências da clientela. A maior parte das empresas trabalham de terça a domingo, a partir do meio da tarde até às 24 horas, deixando as segundas-feiras para o descanso semanal;
  • Uma pizzaria com entrega em domicílio deverá localizar-se preferencialmente em bairros com alta densidade demográfica e com alto ou médio poder aquisitivo, deverá contar com áreas distintas para preparação das pizzas, estoque e atendimento ao público. O arranjo deverá ser feito de forma a facilitar o processo produtivo e a circulação de pessoas.

Registros

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar sua Editora para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
É de fundamental importância que o empreendedor tenha conhecimentos sobre algumas leis que regem esta atividade, tais como:
– LEI Nº 8.078/90. Código de Defesa do Consumidor, devendo desta forma consultar o PROCON para adequar seus produtos.

Sites afins

Pizzaria: http://www.pedidosja.com.br‎
Faronella: http://www.faronella.com.br
Casa da Pizza‎: http://www.casadapizza.com.br
Franquia Pizza Pré Assada: http://www.redelevepizza.com.br
Fornalenha Pizzaria‎: http://www.fornalenha.com.br

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Como montar uma fábrica de Tomate Seco

Ganhe muito dinheiro com produzindo tomates secos, saiba como montar uma fábrica de tomates secos com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Ficha Técnica
Setor da Economia: Secundário
Ramo de Atividade: Indústria
Tipo de Negócio: Produção de tomates secos
Produtos Ofertados/Produzidos: Tomates secos

Tomates secos história

Inicialmente introduzido na Europa como planta ornamental, por suas belas frutas amarelas – que era a cor original dos tomates – daí o nome dado pelos italianos, um dos primeiros povos a utilizá-lo para fins alimentares, de “pomodoro”.

Da família das Solanáceas, que inclui as berinjelas, planta em geral trepadeira e anual, originária das Américas Central e do Sul, a origem do nome “tomate” vem da palavra indígena Tomatl. As plantas desta família são todas venenosas, assim como as folhas e as raízes do tomateiro.

Na Europa, dentre as inúmeras modalidades de consumo, aprecia-se seu consumo como frutas que são. Lá é muito comum comprar tomates em quitandas e consumí-lo como fazemos com uma maçã. Entre nós, os tomates são apreciados à moda dos legumes e consumidos em saladas, cozidos, como tempero ou em molhos.

Outra modalidade de consumo que, originária da Itália, tem ótima aceitação entre os consumidores brasileiros, é o tomate seco, bastante utilizado em pizzas e lanches.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com áreas distintas e definidas:

  • Área de recepção da matéria-prima;
  • Área de lavagem e seleção;
  • Área de processamento;
  • Área de desidratação;
  • Área de envase, rotulagem e armazenamento;
  • Área administrativa.

As áreas de desidratação e de envase, devem apresentar um bom arejamento (ventilação).

Equipamentos

Os equipamentos necessários para montar uma pequena fábrica de tomates secos inclui:

  • Fogões industriais;
  • Lavadores;
  • Secadores;
  • Geladeiras;
  • Utensílios de cozinha;
  • Máquinas seladoras, etc.
  • Móveis e equipamentos para o escritório (mesas, cadeiras, computadores, fax, etc.).

Pessoal

Irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento, sendo que a mão-de-obra básica deve contar com ajudantes e encarregados.
A mão-de-obra para este tipo de atividade não requer qualificação específica, apenas recomenda-se treinamento par uso e conservação dos equipamentos, redução dos desperdícios, higiene do pessoal e local de trabalho.

Matéria prima

Os tomates do tipo industrial, de formato alongado e maduros, porém com polpa firme, com cerca de 6% de sólidos, são os mais apropriados para a desidratação. Para produzir 1 Kg de tomate desidratado são necessários, em média, 12 Kg do produto fresco.

Processo produtivo

Recebimento, Seleção e Classificação

Os tomates devem ser recebidos no local de processamento, classificados por tamanho, lavados com água clorada (3ml de água sanitária por litro de água), removendo as impurezas e só então poderão ser selecionados.
Essa seleção consiste em descartar os frutos deteriorados e imprestáveis para processamento.

Corte e retirada das sementes

Em seguida, corta-se os tomates ao meio, no sentido longitudinal com facas de aço inox, removendo-se suas sementes com colheres apropriadas. As sementes devem ser retiradas com os dedos (com Luvas) e aqueles que apresentarem defeitos na pele devem ser trabalhados de tal forma que estas partes sejam retiradas, caso contrário a qualidade do produto final será comprometida.

Salmoura

Coloca-se o sal num recipiente com água misturando-se até que os cristais fiquem totalmente dissolvidos. Depois de misturada a solução, coloca-se os tomates e agurda-se por 30 minutos. Para cada litro de água, serão adicionados 50 gramas de sal.

Desidratação/Secagem

O tempo de secagem dos tomates é variável. Alguns fatores contribuem para isso, como o tamanho, a espécie e o tipo dos tomates utilizados. O agrupamento por tomates do mesmo porte vai permitir uma secagem uniforme e com mais qualidade.

Tempero par tomate seco

O tipo de tempero a ser utilizado depende do custo final e das exigências do mercado.

Sugestão de tempero

80% de óleo de girassol, 20% de azeite de oliva e orégano a gosto. Mistura-se os produtos numa panela, aquecendo-os até atingir a temperatura de 90 graus centígrados. Durante o aquecimento, deve-se mexer o tempero para que sua mistura fique homogênea.

Embalagem para tomate seco

O produto deve ser acondicionado em vidros previamente esterilizados, colocando primeiro o tempero, depois os tomates e assim alternadamente, tomando cuidado para não quebrar os tomates. Esse procedimento resulta em produto de boa qualidade no sabor, textura e cor, além de proporcionar vida de prateleira mais longa.

Higiene do tomate seco

A higiene do local de fabricação e do pessoal envolvido é fator fundamental para obtenção de um produto de boa qualidade e aceitação pelos consumidores. As pessoas envolvidas nas operações manuais precisam usar luvas de borracha. Os utensílios devem estar sempre em boas condições para que não ocorram contaminações.

Fornecedores

Os fornecedores para esse  segmento são os próprios produtores de tomates “in natura”, mercados atacadistas e Ceasas.

Clientes

Os principais clientes são os restaurantes, flamberias, cantinas, pizzarias, etc.

Divulgação

A promoção do negócio pode ser feita junto à empreendimentos gastronômicos, como restaurantes e lojas de produtos típicos e do campo. Nesse caso, o proprietário pode programar visitas demonstrativas a esses locais. Outra forma de promoção é investir em anúncios nas publicações especializadas e em mala direta, que são ações publicitárias eficientes.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.

Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Algumas legislações que o futuro empreendedor deve ter conhecimento.
– LEI Nº 6.437/77. Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências.
– DECRETO-LEI Nº 986/69. Institui Normas Básicas sobre Alimentos.
– PORTARIA Nº 326/SUS/MS/97. Aprova o Regulamento Técnico; Condições Higiênicos-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos

Entidades

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária: http://www.anvisa.gov.br
EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária: http://www.embrapa.gov.br

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Ideias de negócios

Como montar uma Pousada

Ganhe muito dinheiro com serviço de Hospedagem. Saiba como montar uma Pousada com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Ficha Técnica
Setor da Economia: Terciário
Ramo de Atividade: Prestação de Serviços
Tipo de Negócio: Serviços de Hospedagem
Produtos Ofertados/Produzidos: Alojamento, Alimentação e Lazer

Pousada – história

Inspiradas nas hospedarias do passado, as pousadas são a versão contemporânea daqueles estabelecimentos em que se pode conjugar o aconchego de um lar à isenção de tarefas domésticas proporcionadas pelos hotéis. Elas são fenômenos razoavelmente recentes, mas já estão presentes na maioria das cidades de pequeno e médio porte com vocação turística.

Representam alternativa de hospedagem mais acessível, sem que isso signifique ausência de conforto ou charme. Ao contrário, charme, conforto e personalidade são os primeiros pontos em que o empreendedor da área deve investir.

As pousadas mais requisitadas têm em comum o respeito às tradições da hospitalidade, integradas a modernos conceitos de conforto e serviços. Tudo pelo prazer de bem receber.

Mercado

Até alguns anos atrás, hospedagem com conforto, requinte e boa comida eram sinônimos de cidade grande no Brasil.

Quem quisesse viajar para o interior tinha de se contentar com pousadinhas modestas, de acomodações simples e comida regional sem grande inspiração. Os novos refúgios, que agora oferecem bem mais que isso, seguem uma tendência internacional.

Em alguns países do exterior, é possível encontrar acomodações mágicas que, em meio a paisagens estonteantes, oferecem serviço, conforto e comida que nada ficam a dever aos melhores hotéis cinco estrelas. Aqui, o crescimento do turismo rural abriu novas oportunidades de negócio em cidades de pequeno porte e as pousadas que souberem explorar a oportunidade terão boas chances de sucesso.

Bom projeto e administração enxuta não são suficientes para fazer uma pousada sobreviver além da estação. O negócio exige ampla pesquisa sobre a cidade, a demanda de turistas e a concorrência, porque o desempenho desse tipo de empreendimento oscila segundo a situação econômica e a infra-estrutura da região. Além disso, mesmo com condições favoráveis, o empreendimento só vingará se o empresário tiver afinidade com a área.

Localização

A localização é muito importante porque os clientes procuram lugares bonitos, arborizados, perto de rios, lagos ou do mar, além de silêncio, calma, paz e aconchego. A facilidade de acesso e infraestrutura da região também são aspectos que devem ser levados em consideração por parte do empreendedor.

Estrutura

O ideal é que se procure orientação especializada na definição dos espaços. Um engenheiro ou um arquiteto podem definir o correto aproveitamento do espaço, assim como também a forma mais agradável de apresentá-lo. Normalmente cada quarto apresenta ambientação diferente, porém fiel à mesma linha de decoração. O número de quartos que uma pousada comporta varia entre 06 e 16 apartamentos, isso em áreas que vão de 720 m² a 3 mil m².
Em termos de área mínima, existe definição legal para instalação do negócio e que varia de Estado para Estado.

Equipamentos

Os equipamentos básicos são:
–    Utensílos para cozinha;
–    Móveis (poltronas, camas, armários, etc.);
–    Eletroeletrônicos e eletrodomésticos;
–    Equipamentos e materiais de escritório, etc.

Pessoal

Todos os funcionários terão contato direto com os hóspedes e por isso deverão ser, necessariamente, solícitos, gentis e bem apresentados, proporcionando um ambiente familiar, que fuja da padronização dos hotéis.

O quadro de funcionários deve contar com camareiras, faxineiras, recepcionistas, além do gerente. Parte deles podem ser contratados como autônomos, trabalhando somente nos finais de semana e meses de pico.

O profissional de turismo bem aceito é aquele que atua quase como um relações-públicas, além de ser paciente e estar sempre atento às necessidades dos hóspedes. Fluência em idiomas também é fundamental. O ideal é que o profissional domine pelo menos o inglês. Saber expressar-se em espanhol e francês também está se tornado importante.

Perfil do empreendedor

Disponibilidade de tempo, paciência, gentileza e dedicação intensa são palavras de ordem no dia a dia dos donos de pousadas. Enfim, ter uma pousada é completamente diferente de ter emprego estável, benefícios e dinheiro certo no final do mês.

Estilos de pousadas

Os estilos adotados pelas pousadas vão dos mais exóticos aos mais adequados, passando pelas sofisticadas, as não aceitam crianças, as que fazem de tudo para agradar ao adepto do turismo com adrenalina, ou ainda aquelas que não oferecem luz elétrica (tem gente que acha o máximo).

Estilos à parte, o importante é não esquecer do charme – esse conceito subjetivo que significa genericamente uma união entre bom gosto, atenção com detalhes, paixão de servir, conforto compatível com expectativas dos hóspedes, localização privilegiada, construção adequada ao meio ambiente e à região, enfim, o conjunto de fatores que emprestam personalidade única ao local e ao próprio hotel – já que será ele que imprimirá estilo ao estabelecimento.

O processo de trabalho

Em linhas gerais, as etapas que constituem o dia-a-dia de uma pousada são as seguintes:

– Receber, atender e alojar os clientes;
– Arrumação e limpeza dos quartos e da área exterior;
– Preparação das refeições;
– Atendimento do bar e do restaurante, além do serviço de quartos;
– Lavanderia (pode ser terceirizado);
– Fechar as contas dos clientes e receber;
– Prestar serviços de reservas, etc.

Nichos de mercado novos

Grupos Fechados

Além de turistas avulsos, pousadas podem receber grupos fechados, tais como: maçons, diabéticos, hipertensos, religiosos, estudantes, obesos, e etc.

Turismo com Adrenalina

Investir no “turismo com adrenalina” é uma outra opção. Aventureiros em busca de cachoeiras, trilhas pouco exploradas e muita adrenalina.
Turismo Rural. Oferecer ao visitante programas que valorizem as atividades rurais (levar o visitante a participar de uma comitiva de gado).

Fatores que influenciam no sucesso do negócio:

  • Bom conhecimento do mercado consumidor, fornecedor e concorrência;
  • Estrito controle de estoques, receitas e despesas;
  • Conhecimento do ramo;
  • Qualidade da mão de obra.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;
– Registro da empresa turística na EMBRATUR;
– Filiação à ABAV (para concessão de carta de capacitação técnica);
– Registro no Sindetur – opcional.

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).
– LEI Nº 9.605/98. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências.
– DECRETO Nº 84.934/80. Dispõe sobre as atividades e serviços das Agências de Turismo, regulamenta o seu registro e funcionamento, e dá outras providências.

Registro Especial

Após serem cumpridos os trâmites acima citados, a empresa providenciará seu registro junto à Instituto Brasileiro de Turismo – EMBRATUR, geralmente, cada estado possui uma entidade que responde pela EMBRATUR.

No Espírito Santo, os interessados poderão obter os formulários necessários e maiores informações na Secretaria de Turismo do Espírito Santo. Para obter o registro, basta apresentar a documentação legal da empresa, preencher alguns formulários e pagar uma taxa para adquirir o certificado (que deve ser renovada a cada ano).

Para maiores informações sobre a legislação consultar o site da EMBRATUR.

Entidades e empresas afins:

EMBRATUR – Instituto Brasileiro de Turismo: http://www.embratur.gov.br
Associação Nacional das Agências de Viagens: http://www.abav.com.br
Hotel Urbano: http://www.hotelurbano.com/pousadas
Trivago: http://www.trivago.com.br/Pousada‎
Férias Brasil: http://www.feriasbrasil.com.br/hoteisepousadas

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Ideias de negócios

Como plantar, colher e vender coco

Plantio de coco, plantar, colher e vender sem cometer erros de sucesso, sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Ficha Técnica
Setor da Economia: Primário
Ramo de Atividade: Plantio
Tipo de Negócio: Plantio de coco

Histórico

Seu nome popular é Coco e seu nome científico, Cocos nucifera L., pertencente a família botânica: Palmae.
Tudo indica que foram os portugueses os responsáveis pela introdução do coco no Brasil, era o século XVI, e o fruto do coqueiro, originário da Índia Ocidental fincava suas raízes no país.
Uma das culturas mais características do litoral do nordeste brasileiro e provavelmente originário do sul da Índia e do Sri Lanka, o coqueiro é também uma das mais importantes plantas tropicais.

Plantio de Coco – Mercado

No Brasil, quase toda a produção é utilizada na alimentação humana. Dos coqueirais, 95% se localizam no nordeste, concentrados na região que vai do norte do Ceará ao sul da Bahia.

Segundo levantamentos e estudos feitos por técnicos da Embrapa, os frutos que não servem para o consumo ao natural ou industrial são usados na produção de óleo. Calcula-se que metade da produção seja utilizada pela indústria e o resto no consumo doméstico. Por volta de 10% deles, quando ainda não maduros, servem para o consumo de água (albúmen líquido).

Atualmente o mercado vem tendo um aumento considerável, devido ao aumento no consumo de água de coco, além do pais possuir um clima e solo favorável. No Espírito Santo a região norte vem se destacando no plantio de cocos.

Clientes

Agroindústrias, grandes e médias indústrias de transformação situadas em centros de grande e médio porte são os destinos do produto.

Investimento

O investimento inicial não é muito elevado. Esta cultura possibilita a produção de frutos o ano todo, desta forma é possível manter um fluxo de caixa constante.

Conhecendo o coco

Características: fruto grande, com uma camada externa grossa e fibrosa, tendo no meio uma noz que constitui o coco propriamente dito. Essa noz têm forma ovalada, com uma das pontas mais dura e pontiaguda, na qual existem três olhos . A casca marrom e dura cobre uma camada interna, branca e macia, com cerca de 2 cm de espessura, chamada polpa. Dentro desta última camada há um líquido esbranquiçado, conhecido como a água de coco.

Planta monocotiledonea, da família Palmae, conhecido como Cocus nucífera, o coqueiro é uma planta arbórea, com cerca de 25 m de altura (coqueiro gigante) copa densa e elegante. Raiz fasciculada (vai a 1,8m. para lados e até 0,6m. para baixo), caule indiviso chamado estipe ou espique, com tufo de folhas (30-35) bem verdes na extremidade. Folha constituída de pecíolo curto e por vários pseudo – folíolos, com 6m. de comprimento e 1-2 anos de vida; inflorescência axilar em forma cacho com flores femininas globosas. A planta é monóica (órgãos masculinos e femininos na mesma planta). Fruto de casca (epiderme) lisa, camada fibrosa (mesocarpo) e parte dura (endocarpo).

Na sua parte interna encontra-se a amêndoa e a água-de-coco (albúmen do coco), tem seguinte composição: água (46%), substâncias albuminóides (5,41%), óleos (35,9%), substâncias azotadas (8,06%), celulose (2,9%), cinzas (0,97%). Cada 100 g de coco possui 296 calorias e 30 mg de cálcio.

Aproveitamento do coco

Cultivado em mais de 80 países tropicais, o coqueiro oferece mais de 360 modalidades diferentes de aproveitamento. Só no ramo de alimentos, o coco constitui matéria prima para produção de um leque de 200 itens (água-de-coco, coco ralado, leite de coco, doce, sorvete, outros). População, indústrias e fábricas consomem esses diversos subprodutos. outros ramos da economia o aproveitam beneficiando suas partes. Dentre eles podemos citar:

Raízes: fabricação de balaios;

Caule: utilizado na marcenaria em esteios, pisos de pontes, jangada mourões, palmito (broto terminal comestível);

Folha: como forragem (folhas novas), matéria para balaios, esteiras, peneiras, chapéus;

Fruto: da camada externa fabricam-se capachos, brochas, escovas, e tecidos grossos para sacos, fibras para cordas, tapetes, escovas, amêndoa para copra, para alimentos, para sabões, óleos, farinhas, leite de coco e água de coco.

Em alguns países bebe-se a seiva da inflorescencia (toddy). Além disso, da casca dura da noz, fazem-se objetos caseiros, da parte comestível do fruto, aproveitam-se a polpa branca e a água, e das demais partes, fabricam-se fibras para cordas, tapetes, escovas, etc.

Valor nutritivo do coco

O valor nutritivo do coco varia de acordo com o seu estado de maturação. À medida que a polpa amadurece, aumenta seu teor de gorduras, que são semelhantes às gorduras animais e como tais, é digerida com maior facilidade, além de apresentar sabor mais agradável que as demais gorduras vegetais. Também contém sais minerais, como potássio e fósforo e proteínas importantes para o funcionamento do organismo. A água de coco contém sais minerais (sódio, potássio e cloro) e um tipo de açúcar muito fácil de digerir, a glicose. O leite de côco é rico em gordura e sais minerais, contendo também pequena porcentagem de proteínas.

Conservação do coco

Quando fechado, o coco fresco conserva-se por 2 meses. Depois de aberto, deve ser usado no mesmo dia ou guardado em recipiente tampado, com água, por não mais do que 5 dias. Ralado, o côco pode ser conservado por 2 dias, em saco plástico fechado. Quando seco (com ou sem açúcar), permanece por muito tempo sem se alterar.

Tipos de coqueiros no Brasil

Gigante: menos produtivo, produz entre 30 e 80 frutos por planta ao ano, alcança 35 m (porte alto), é mais utilizado pela indústria de processamento de coco-seco (ralado, leite e flocos). Resultado da polinização cruzada, esse tipo de coqueiro, também chamado de típico, é predominante. Tem fruto verde, cocos destinados à industrialização, amadurece tardiamente (primeira flor aos 6 ou 7 anos), vive de 80 a 100 anos e dá frutos grandes, de mais ou menos 1,5 Kg. Utilizado na indústria e no consumo doméstico, por seu tamanho e polpa (albúmen sólido) mais espessa. Pouco precoce, 6 anos para iniciar a produção.

Anão:  Mais produtivo, rende entre 200 e 250 frutos por planta ao ano, atinge 12 m de altura (porte baixo), é destinado às indústrias de coco-verde, uma vez que a água é mais doce, Representado por tipos com frutos verdes, vermelhos e amarelos, tem autofecundação e frutos destinados ao consumo da água-de-coco. Cresce até 8 ou 12 m, amadurece precocemente (primeira flor aos 2 anos) e produz frutos pequenos, de aproximadamente 1 kg;

Híbrido: obtido por cruzamento entre os tipos anão e gigante, mede 20 m (porte intermediário), gera até 160 frutos por planta ao ano e é usado nas duas indústrias (coco-verde e seco).

Produtividade

Irá variar de acordo com vários aspectos, tais como: qualidade das mudas, clima, solo, etc., sendo que a produtividade média em geral é de: Gigante – 12 cachos ano; Anão – 14 cachos ano.

Condições de plantio

Alguns fatores que devem ser levados em consideração na escolha da área para o plantio.

Solo: os solos mais indicados para o plantio do coqueiro são de aluvião, leves, profundos (profundidade efetiva entre 1 e 2m.), permeáveis, com boa aeração e pH entre 6,0 a 6,5, e em geral os dos terrenos da faixa litorânea. A planta é tolerante a solos arenosos, argilosos e silico-argilosos, requer solos bem drenados, com lençol freático entre 1 a 4m de profundidade, com fertilidade média a alta, ricos em matéria orgânica, potássio, fósforo, cálcio e magnésio. A planta aceita ainda a presença de sais solúveis e de sódio no solo. Os terrenos para coqueirais devem ser planos a ligeiramente ondulados (até 3%).

Clima: o coqueiro é típico de regiões quentes, úmidas e ensolaradas; a água é o fator mais importante para o coqueiro e depois temperatura e radiação solar.

Chuvas: precipitação média anual superior a 1600mm(ótimo entre 1700 e 2200mm) com mínimo de 130 mm/mensais (ótimo em 150mm). Em locais com chuvas abaixo de 1000mm/ano, o ideal é lançar mão da irrigação. O volume de chuvas mais favoráveis gira em torno de 1500 mm ou mais.

Temperatura: o coqueiro requer temperatura média anual acima de 22ºC. Ótimo em 27-28ºC; temperatura elevada com baixa umidade é condição danosa para a planta.

Luminosidade: a radiação solar ou insolação acima de 2000 horas/ano é ideal para o coqueiro; 1800 horas/ano já é nível critico.
Umidade relativa do ar. O coqueiro exige saturação do ar igual ou superior a 80% sem ultrapassar 90%. As mínimas mensais não devem cair abaixo de 60% devendo oscilar entre 80 a 90%.

Ventos: se excessivos podem tombar a planta; além de influenciar na evapo-transpiração o vento desempenha papel importante na polinização do coqueiro.

Processo de plantio

Plantio: o plantio é feito através dos cocos sementes completamente maduros, de tamanho médio e formato arredondado, provavelmente de coqueiros com idades entre 25 a 40 anos, de alta produção. Em cada coco é feito um corte raso de 6 cm de diâmetro na extremidade da inserção do pedúnculo, para facilitar a penetração da umidade no mesocarpo, tornando mais rápida a germinação.

O coco é levado para a sementeira, feita da seguinte forma: cava-se uma vala, em terreno preparado, com 0,5 m de profundidade por 2 m de largura; no fundo, coloca-se uma camada uniforme de metade de cascas de coco com a parte lisa para baixo, recoberta com terra. Os cocos são colocados em filas contínuas, com entalhe voltado para cima, distantes 2 cm entre si, recobertos com terra até a altura de dois terços, focando a parte superior descoberta. Irriga-se abundantemente. Para conservar a umidade, a sementeira é coberta com palhas ou resíduos de fibra. São necessárias duas regas diárias, de manhã e à tarde.

Os cocos germinados, por volta da 16ª semana, são repicados no viveiro ou transplantados em sacos plásticos eliminando-se os que tem brotos defeituosos. Nos sacos, eles permanecem nove meses, em média. Os viveiros são instalados em terreno limpo, próximo a água e a céu aberto. É aconselhável adubação orgânica de fundo, completada eventualmente com adubação mineral.

A transplantação ou a repicagem deve ser feita no início da manhã, seguida de uma rega. Depois, o terreno é coberto com palhas. No ato do plantio se a muda tiver raiz longa deve ser podada, centraliza-se a muda na cova, deixando-se a parte externa do coleto (início do caule) voltada para os ventos dominantes. O coleto deve ficar no nível do solo e a terra ao redor da muda deve ser bem socada mantendo-o na posição vertical. Deve-se colocar terra sobre a noz somente para recobri-la sem que o coleto fique enterrado. Em seguida irriga-se a cova com 15 litros de água e cobre-se em volta da noz, com cobertura morta num raio de 80cm. Irrigação, adubação e controle fitossanitário são indispensáveis.

Espaçamento: os espaçamentos, com traçado de triângulo equilátero, indicados são 9m x 9m (143 plantas para o coqueiro gigante), 8,5m x 8,5m (160 plantas para o híbrido), e 7,5m x 7,5m (204 plantas para o coqueiro anão). As covas podem ter dimensões de 0,8m x 0,8m x 0,8m (ou 0,6m. x 0,6m. x 0,6m.) no caso do coqueiro anão. Para o coqueiro gigante, as medidas são 1,0m x 1,0m x 1,0m.

Complementos: do fundo para a superfície enche-se a cova com casca de coco (voltada para cima) com altura de 30cm, segue-se camada de 20cm de mistura de terra de superfície e matéria orgânica (15 litros de esterco ou 3Kg de torta de mamona), 800g de superfosfato simples e por fim terra de superfície.

Adubação: no segundo e no quarto mês, utiliza-se adubação química em cobertura, de 120g por pé, composta por superfosfato simples, cloreto de potássio e sulfato de amônio, todos na proporção de 40%. A adubação depende da análise do solo e deve ser repetida a cada quatro anos. Diante dos resultados, faz-se a calagem e adubação.

De maneira geral, recomenda-se a seguinte: 20 l de esterco de curral, 555g de superfosfato simples e 170g de cloreto de potássio, sessenta dias antes do plantio; segundo ano, 110 g de uréia, 280 g de superfosfato simples e 170g de cloreto de potássio, por planta e por vez, no início e no final do período chuvoso; terceiro ano, aumentar em 50% as quantidades aplicadas o segundo ano; quarto ano, mesmas quantidades do segundo ano, aumentadas em 100%; quinto ano, idem, mais 150%; pomares safreiros; 335g de uréia, 690g de superfosfato simples e 250g de cloreto de potássio, por planta e por vez, no começo e no final da estação chuvosa.

Em certas regiões do Nordeste, está se fazendo cobertura morta do solo com as folhas do coqueiro, depois de destacadas da raque, que é a parte central da folha. A sólida raque é aproveitada para a construção de cercas. Obs. Se a análise do solo recomendar calagem o calcário deve ser colocado no fundo da cova.

Tratos Culturais. Os tratos culturais são capinas e controle de pragas e doenças. As mudas de coqueiro-anão ficam de quatro a cinco meses no viveiro e as do coqueiro-gigante, de cinco a seis meses. Proveniente do viveiro a muda ideal deve ter 1m. de altura (da noz à folha mais nova aberta em posição normal), com 5 a 7 folhas vivas, coleto com 15-18cm. de circunferência, a planta livre de pragas e doenças. Entre a retirada da muda do viveiro e o plantio não deve permear muito tempo; a muda de raiz viva deve estar abrigada, sob sombra, nesse período.

Plantio do Coqueiro Anão

De acordo com o Boletim 200, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), o coqueiro é planta de regiões tropicais com elevadas precipitações (acima de 1.500 milímetros, bem distribuídas durante o ano), altas temperaturas (média ideal de 27 graus) e luminosidade. O cultivo só pode ser feito, portanto, caso a região escolhida se enquadre nessas condições de clima.

Os coqueiros utilizados para extração de água são os anões (vermelho, verde e amarelo).
O coqueiro vai bem em solo não compactado, leve, profundo e bem drenado. O plantio é feito em nível, na distância de 7,5 x 7,5 x 7,5 metros, em covas de 60 x 60 x 60 centímetros, preparadas pelo menos um mês antes do plantio.

Fazer a calagem do terreno de acordo com a recomendação da análise do solo e pôr em cada cova adubação orgânica, como esterco curtido de curral, misturado com terra da superfície, mais 0,5 quilo de calcário dolomítico, 1 quilo de fosfato natural e 180 gramas de potássio (K2O).

A cada três anos, aplicar por planta, anualmente, 200 gramas de nitrogênio (N), 100 a 200 gramas de fósforo (P) e 140 a 300 gramas de potássio (K). Do quarto ao sexto ano, aplicar, por planta, 500 gramas de N, 300 a 500 gramas de P e 300 a 600 gramas de K.

A partir do sétimo ano, utilizar em cada planta a seguinte dose de adubos: 600 gramas de N, 400 a 800 gramas de K e reduzir, gradativamente, 20% da dose de P aplicada no ano anterior. Segundo os pesquisadores do IAC, o coqueiro responde muito bem à adubação feita com mistura de cinzas, palhas e adubos orgânicos.

Capinar ruas alternadas, utilizar cobertura entre as fileiras e, quando não forem cultivadas plantas intercalares, manter o solo coberto na época das chuvas. Fazer coroamento com raio de 0,5 metro para plantas jovens e 2 metros para plantas adultas.

Quando plantar coco

As mudas são transplantadas na época das chuvas, de preferência pela manhã.

Colheita do coco

O coqueiro começa a produzir a partir do sexto ano, dando uma média de dez frutos por planta. No décimo segundo ano ele chega à estabilidade, com um rendimento de oitenta frutos por planta.

Colhe-se coco para fornecimento da água-de-coco (coco imaturo), para uso doméstico ou industrial (coco maduro seco) e para multiplicação (semente, coco tendendo a secar). A colheita é feita a cada 60 ou 75 ou 90 dias (segundo costumes da região ou da propriedade). Para água de coco colhe-se entre o 6º e 8º mês de vida do fruto, para copra ou semente colhe-se o fruto em plena maturação e não antes do 11º mês de vida.

Colhem-se cocos caídos (maduros) ou apanham-se cocos verdes e maduros subindo no coqueiro (através de peia ). Na colheita aproveita-se para efetuar limpeza da copa (eliminação de restos florais secos, folhas secas).

O coqueiro anão começa a produzir no 2º ano pós plantio e o coqueiro gigante no 4º-5º ano de vida. Em média são colhidos 12 cachos/ano/planta do coqueiro gigante e 14 cachos/planta/ano do coqueiro anão. Aos 10 anos de vida um coqueiro gigante pode produzir 80 frutos/ano e o coqueiro anão 120 frutos/ano. Um tirador de coco (gigante) é capaz de colher 60 plantas/dia.

Mudas

Verificar a procedência da muda é fundamental, uma vez que há casos de produtores que adquiriram mudas sem certificado e que não obtiveram bons resultados.

Antes do produtor comprar as sementes ou mudas, deverá se certificar que se trata realmente do tipo de coqueiro que ele deseja; que o campo aonde as matrizes vivem, deve estar isolado de outras variedades de coqueiro, para não haver contaminação; e exigir toda documentação tais como: nota fiscal, certificado fitossanitário de origem, certificado de garantia, permissão de trânsito para vegetais, após feita a inspeção pelo órgão fiscalizador.

Produção de Mudas

Se preferir a produção própria das mudas deve-se observar:

Planta matriz: fornece a noz semente, deve ser vigorosa, ereta, com copa verde intenso, idade entre 15 e 30 anos, com bom número de folhas e sem pragas. A semente deve ter 11 a 12 meses de idade, pesada, arredondada, casca sem indícios de pragas, deve descansar de 10 a 21 dias após colhida.

Germinador: canteiro com 15cm. de profundidade, 1 a 2m. de largura por comprimento variável (irrigação). As nozes devem receber entalhe na protuberância mais alta do lado que se prende à infloescencia; entalhadas as nozes são colocadas lado a lado, com entalhe para cima e para a mesma direção. Cada m2 de canteiro recebe 22 a 24 nozes. A irrigação deve proporcionar 6 a 7mm./dia ( 6 a 7l/m2 /dia).

Viveiro: como no germinador o terreno é arado gradeado e limpo convenientemente; quando a plantinha da noz alcançar 15cm. de altura deve-se fazer a repicagem para viveiro em terra firme ou em sacolas plásticas. Deve selecionar mudas com um só broto (reto, na vertical) forte, bem fixado na casca; rejeitar nozes com brotos raquíticos, duplos ou triplos, retorcidos, esbranquiçados. Retira-se a muda do germinador (com gancho de ferro) e corta-se as raízes a 1-2cm. da casca. Situado próximo ao germinador o viveiro deve receber 60% das mudas germinadas.

Pragas

Os principais inimigos dos coqueiros são lagartas, baratas do coqueiro, cupins, etc. Há cerca de 48 tipos de pragas que atacam os coqueiros.

Fornecedores

Na compra de mudas de coco deve-se verificar a procedência, fator fundamental, uma vez que há casos de produtores que adquiriram mudas sem certificado e que não obtiveram bons resultados. Desta forma, o produtor deverá se certificar que se trata realmente do tipo de coqueiro que ele deseja, como também exigir toda documentação, tais como: nota fiscal, certificado fitossanitário de origem, certificado de garantia, permissão de trânsito para vegetais, após feita a inspeção pelo órgão fiscalizador.
Diante dos fatos abordados acima, torna-se de fundamental importância que o futuro produtor entre em contato com as instituições de estudos e pesquisas sobre esta atividade, visto que lá, o produtor poderá ter acesso aos fornecedores credenciados, além é claro de esclarecer algumas dúvida

Legislação Específica

Se faz necessário que o futuro empreendedor tenha conhecimento sobre algumas leis que regulam determinada atividade, tais como:
Lei nº 6.507/77 – Dispõe sobre a inspeção e a fiscalização da produção e do comércio de sementes e mudas e dá outras providências.
Lei nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais) – Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente.

Entidades

ABRASEM – Associação Brasileira dos Produtores de Sementes: http://www.abrasem.com.br

EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária: http://www.embrapa.gov.br

Referências:
Sebrae, IBGE, DIEESE, IPT, Instituto Datafolha, Instituto IBOPE, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA, MCTI, MDA, MDIC, MMA, MME, MTE.
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Ideias de negócios

Como montar uma Academia – Passo a Passo

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Como abrir uma academia de ginástica

A palavra ginástica vem do grego gimnos, que quer dizer nu. Mas desde a Grécia a ginástica mudou muito, atualmente todo mundo sabe que ginástica faz bem à saúde e deixa o corpo “sarado”. Mesmo assim muita gente não se mexe por uma razão elementar. Fazer exercícios é chato. Chato, não, chatíssimo. A atividade física na maioria das vezes é repetitiva, o tempo custa a passar e o que não falta é desculpa para desistir logo nos primeiros meses. De qualquer modo, tudo pode ficar suportável quando se tem companhia. Academia de ginástica é a solução.

Mercado

A valorização dos atributos estéticos harmoniosos e a busca por uma vida mais saudável, confirmam a expectativa de que o mercado da atividade física desponta como uma das maiores tendências de comportamento para o século 21. Pesquisas científicas, cada vez mais, confirmam o papel da atividade física no combate a doenças, estresse e sedentarismo, responsáveis pela queda da qualidade de vida, baixa estima e redução do potencial físico e intelectual do ser humano.

Localização

Áreas residenciais ou comerciais onde haja alta concentração de renda são ideais.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com uma área disponível de 300 m², que deverá ser distribuída da seguinte forma:

  • Recepção, secretaria, vestiários, lanchonete, lojinha;
  • Salas de Aula: Deverão apresentar cerca de 60 m², e serão utilizadas para aulas de ginástica, dança e musculação. É fundamental que essas salas tenham iluminação adequada, sistema de ventilação natural, sistema de som, espelhos, apoiadores parta exercícios de barra e piso antiderrapante em superfície totalmente plana. Fuja de carpetes ou forrações escorregadias, bem como superfícies deformadas e ainda de aparelhos de ar condicionado ou ambientes onde haja vedação total;
  • Vestiários: Devem ser instalados próximos às salas de aula e também próximos à sala de natação;
  • Duchas e Armários: A quantidade deles deverá ser proporcional ao número previsto de alunos;
  • Piscina: Optando por oferecer essa atividade, não esqueça que ela deverá oferecer sistema de aquecimento da água, boias e sistema de segurança, bordas da piscina em acabamento antiderrapante e pranchas salva-vidas.

Equipamentos

São vários os equipamentos, lembrando que eles podem variar de acordo com a metodologia adotada pela academia. Alguns deles são:

  • Esteiras abdominais;
  • Bicicletas ergométricas;
  • Supinos(aparelhos para peito);
  • Pec-deck;
  • Cadeiras romanas;
  • Pull-over(aparelhos para costas);
  • Leg press;
  • Halteres;
  • Barras;
  • Anilhas;
  • Porta barras;
  • Steps, entre outros.
  • Móveis e equipamentos de escritório (computadores, fax e etc..).

Investimento

O investimento para implantação de uma academia de ginástica varia de acordo com a estrutura a ser instalada, sendo este em torno de R$ 100 Mil.

Pessoal

O quadro de pessoal deverá contar com:

  • Professores de dança;
  • Professores de musculação;
  • Professores de educação física;
  • Professores de dança;
  • Estagiários (que podem atuar como assistentes dos professores);
  • Secretárias;
  • Faxineiras

Lembre-se que a qualidade de serviço de uma academia decorre do nível de qualificação dos professores. Para a exercer a profissão, todo instrutor de esportes deverá ter concluído, em território nacional, curso universitário de educação física. Especializações em práticas de aeróbica e musculação podem ser adquiridas em treinamentos específicos de mestrado em instituições universitárias (constituem-se em módulos de aperfeiçoamento profissional elaborados especialmente para professores).

Optando por oferecer cursos de natação, não deve-se esquecer da obrigação de que eles devem ter concluído curso de salva-vidas concedido pela prefeitura e órgãos públicos ligados à saúde, lazer e esportes.

Professores de dança, por não terem obrigatoriedade de diploma universitário para prática profissional, devem ter especialização em pelo menos duas modalidades, através de licenciatura obtida em companhias de dança. Importante ressaltar que todos os professores e monitores da academia devem ter curso de Primeiros Socorros, para atendimentos de emergência

Público alvo

São pessoas das mais variadas idades, basicamente das classes média e alta, de acordo com as atividades oferecidas pela academia.

Clientes Alternativos

Públicos específicos também podem estar sendo observados, como por exemplo grávidas e deficientes, lembrando que nestes casos devem ser feitas algumas adaptações.

Atividades

São muitas e o empreendedor poderá oferecer todas ou selecionar apenas algumas, tais como:

  • Ginásticas de Prática Coletiva (aeróbica, ginástica rítmica, localizada, ginástica físico-terapêutica);
  • Ginásticas de Prática Individual (musculação, natação, fisiculturismo), dentre outras.

Atualmente surgiram novas modalidades de exercícios, tais como:

  • Aerodança. Apropriada para quem foge da monotonia , a idéia é queimar calorias dançando. Os ritmos vão do axé ao tecno e, última novidade, às músicas country;
  • Aeroboxe. Mistura aeróbica com movimentos inspirados nas lutas de boxe e nas artes marciais, os alunos simulam combates, desferindo socos e pontapés no ar;
  • Body Pump. Repetição dos movimentos das aulas de musculação ao ritmo de músicas sempre muito agitadas. Os exercícios, padronizados, não variam de uma academia para outra;
  • Deep Water. Suspensos por um colete flutuante na parte funda de uma piscina, os alunos desta modalidade de hidroginástica fazem movimentos totalmente livres de impacto. É recomendada para pessoas com problemas nas articulações e contribui para a melhoria da postura;
  • Fit-Ball. É uma das modalidades mais apropriadas para os iniciantes, combina movimentos que aprimoram a capacidade de alongamento dos músculos com exercícios de ginástica localizada;
  • Spinning. São aulas de ciclismo em ambientes fechados nas quais bicicletas ergométricas simulam as condições dos percursos ao ar livre (as bicicletas são programadas para alternar os níveis de esforço correspondentes a subidas, retas e descidas).

Estratégias de Marketing

A grande concorrência faz com que as academias procurem ofertar os mais diversos tipos de atividades, além é claro a busca constante de novidades, desta forma o empreendedor deve estar sempre buscando novidades atrativas, tais como:

  • Incentivar a Matrícula de Duplas: Onde o aluno e uma pessoa indicada vão pagar uma mensalidade e meia, e não duas;
  • Estimular o “ALUNO SAZONAL”: Adotando estratégias para manter alunos no inverno, já que neste período começada a baixa temporada.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.

Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Algumas outras leis devem ser de conhecimento do futuro empreendedor, tais como:

– Lei nº 9.696 DE 01/07/98. Dispõe sobre a regulamentação da Profissão de Educação Física e cria os respectivos Conselho Federal e Conselhos Regionais de Educação Física.
– Resolução nº 218 DE 06/03/97. O Conselho Nacional de Saúde reconhece os Profissionais de Educação Física como Profissionais de Saúde.

Para maiores informações consultar o Conselho Federal de Educação Física:

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

 

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Ideias de negócios

Como abrir um Abatedouro de Frango – Passo a Passo

Ganhe muito dinheiro com abate de frangos, saiba como abrir um Abatedouro de Frango com pouco dinheiro e sem cometer erros. Aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Ficha Técnica
Setor da Economia: Secundário (Indústria).
Ramo de Atividade :Beneficiamento de Aves.
Tipo de Negócio : Abatedouro de Frango.

Como abrir um abatedouro de frango

O frango já não é mais aquele prato raro que só vinha à mesa aos domingos. Ultimamente o consumo dessa ave tem aumentado muito, principalmente após a implantação do Plano Real (1994), quando essa ave era oferecida a preços muito baixos, sendo inclusive alçado ao posto de primeiro símbolo do Plano.

Caracterizada por ser uma carne “magra” – já que tem menos gorduras – a carne de frango cativa um número cada vez maior de consumidores preocupados com saúde e estética, contribuindo assim para o crescimento dos negócios que envolvem esta ave.

Criação de frango

A criação, por mais elementar que seja, apresenta sempre algumas dificuldades. Desse modo, contar com orientação técnica permanente é recomendável.

São fatores determinantes para uma boa criação:

Local:

O local deve ser seco e alto, sem correntes de vento e de fácil acesso, a no máximo 70 km de centros de consumo ou pontos de distribuição, contando com pavimentação que propicie o trânsito de veículos. Além disso, água de boa qualidade e abundante, com energia elétrica em rede acessível;

Matrizes:

Adquirir aves de alta qualidade, plenamente saudáveis e com grande potencial genético, são providências que se não forem tomadas, neutralizarão todos os esforços no sentido de obter uma boa produção, podendo redundar em desperdício de recursos financeiros.

Produção

As fases do abate das aves são:

  • abate da ave e recolhimento do sangue;
  • remoção das penas a frio ou a quente;
  • evisceração;
  • lavagem da ave inteira com água potável e eliminação dos resíduos, substâncias estranhas e possíveis manchas de sangue;
  • arejamento natural ou refrigerado, durante todo o tempo preciso, até que as carnes adquiram maturação necessária;
  • cortes para separar o pescoço , os tarsos e as asas, dividindo o corpo da ave em metades, quarto ou pedaços, conforme os tipos de apresentação ao público;
  • recolhimento de penas, intestinos, resíduos não comestíveis e rejeitados.
  • Conservação

Para a distribuição e comercialização segura desses produtos, é importante que sejam bem entendidos a avaliados os fatores que afetam a qualidade e a preservação dos alimentos refrigerados. Especial ênfase deverá ser dada à deterioração microbiológica e à possibilidade de crescimento de microorganismos patogênicos. As principais técnicas de conservação de aves e derivados incluem o uso de aditivos antimicrobianos, irradiação e técnicas e acondicionamento, à exemplo da embalagem com atmosfera modificada.

Produto

As aves abatidas serão apresentadas ao consumidor depenadas, livre de canos de penas proeminentes e praticamente livre dos não proeminentes. Sem ossos quebrados, nem ferimento, cortes ou arranhões. A pele será de cor rosa claro e os músculos de consistência firme, cheiro e sabor característicos.

1.Carnes

As carnes das aves podem ser apresentadas de três maneiras:

  • Frescas. São aquelas que sofreram apenas o processo de aragem natural ou uma ligeira refrigeração;
  • Refrigeradas. São aquelas que foram submetidas à ação do frio até alcançar , na parte mais profunda da massa muscular, temperatura máxima de 0ºC num período de tempo inferior a vinte e quatro horas, e um grau de umidade de 85% no ar frio de circulação pela câmara;
  • Congeladas. São as carcaças submetidas à ação do frio até alcançar,na parte mais profunda de sua massa muscular, à temperatura de 18º C negativos.

2. Despojos

Como as carnes, também podem ser apresentados frescos, refrigerados e congelados. São classificados em dois grupos:

  • Internos  – São as partes comestíveis, extraídas das cavidades pulmonar e abdominal das aves (pulmão, coração, fígado, baço, moela e ventrículo subcenturiado e intestino). Também são conhecidos pela denominação de “miúdos de carne”;
  • Externos – São as partes comestíveis procedentes da preparação do corpo das aves, que compreendem cabeça, pescoço, asas e pés.

Embalagem

A embalagem das carcaças de aves pode ser feito de diversas formas:

  • em sacos de papel parafinado ou encerado;
  • em sacos de celofane ou polietileno;
  • em embalagens de cloreto de vinila com vácuo;
  • fecho automático e posterior imersão em água a 100º C durante um máximo de dois segundos.

Volume de produção

Neste tipo de negócio é evidente a importância que o empreendedor deve dar à proporção entre o volume produzido e o potencial de absorção do mercado local. Além disto, identificar fatores que influenciarão nas estratégias de comercialização é fundamental.

Comercialização

São pontos de venda ou compradores: supermercados, bares, padarias, restaurantes, hotéis, bufês, salgadeiras, feiras livres e varejões.

Controle de qualidade

Um controle de qualidade rígido e o conhecimento por parte do criador das principais características e vantagens dos produtos (carne e ovos), em relação às demais alternativas disponíveis no mercado, podem constituir fator de estímulo ao consumo.

Notícias “Frango Brasileiro é Consumido em mais de 80 Países”

A carne de frango é o produto mais destacado nas exportações do complexo de proteína animal do Brasil. Chega em mais de 80 países –inteiros, em cortes e/ou industrializados. “Nos últimos 25 anos, a avicultura brasileira consolidou seu crescimento e hoje é o segundo maior exportador de frango do mundo”, celebra o presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (Abef), Nildemar Secches.

No mercado mundial, o Brasil respondeu por pouco mais de 18% de participação de acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os Estados Unidos são os maiores exportadores de carne de frango, com mais de 3 milhões de toneladas anuais.

A maior parte das exportações de frango é na versão congelada, fresca ou refrigerada (inclusive miúdos). O produto está entre os nove principais itens exportados pelo Brasil no ano passado, segundo a Secex. No entanto, os industrializados vêm apresentando taxas de crescimento significativas.

Apesar de pouca tradição de compra de frangos em cortes, o Oriente Médio aumentou em 44,5% as importações do segmento do Brasil. No entanto, Cuba foi o importador de frango em cortes que mais se destacou em crescimento, com uma expansão de 1.124%; em seguida, vieram a Rússia, com 441%; e África, com 168%, segundo a Abef.

O Brasil envia frangos inteiros para 42 países. As demais regiões que aumentaram as compras do produto foram a Europa, com 46%; Oriente Médio, 21%; e Ásia, 16%. De outro lado, o Mercosul foi exceção no quadro de exportações de carne de frango do Brasil.

Legislação e Entidades Específicas, Fornecedores 

Legislação Específica:

Decreto 3999-N/96, em nível Estadual, regula o funcionamento de estabelecimentos da natureza semelhante aos abatedouros.

Fornecedores:

Máquina depenadeira de aves

Greco Máquinas Ltda: www.grecomaquinas.com.br

Entidades e revistas do setor

ABEF – Associação Brasileira dos Produtos e Exportadores de Frangos: www.abef.com.br
ABPA – Associação Brasileira de Proteína Animal: http://www.ubabef.com.br
Revista Especializada em Exposições: http://www.feiraecia.com.br
Abatedouro de frangos:
Site de notícias rurais:
Associação Paulista dos Avicultores: http://www.apa.com.br
Revista Agrícola: http://www.agranja.com

Referências: Sebrae, IBGE, DIEESE, IPT, Instituto Datafolha, Instituto IBOPE, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA, MCTI, MDA, MDIC, MMA, MME, MTE.
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Como montar uma fábrica de Batata Chips

Ganhe muito dinheiro fazendo batata chips, saiba como montar uma fábrica de Batata Chips com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, captação de cliente, financiamento, mão de obra especializada, atendimento e muito mais…

Conhecer o mercado de alimentos extrusados e contar com a assistência técnica de profissional capacitado para pesquisar, desenvolver e aprimorar os produtos é fundamental para quem iniciar no ramo de alimentos chips.

O que fazer para abrir sua fábrica de batata chips

Para o funcionamento de uma indústria de alimentos necessita-se de alvará sanitário emitido pela Secretaria de Estado da Saúde. Os requisitos básicos para a liberação deste alvará referem-se à localização, arranjo físico, construção, etc. que deve ter a orientação técnica de profissional habilitado para elaboração de projetos de agroindustriais.

Após o atendimento dos requisitos para a obtenção do alvará sanitário, inicia-se o processo de registro do produto industrializado. Existem dois registros que permitem a comercialização:

– CEAL (Controle Estadual de Alimentos) – registro que permite a comercialização no Estado do Espírito Santo;
– MS (Ministério da Saúde) – registro que permite a comercialização em todo território nacional.

A operação da indústria deve ter rígidos controles de higiene sendo exigido o uso de uniformes adequados pelos operários e provisão de água para higienização da instalação/equipamentos.

Ingredientes para produção de batata chips

No Brasil, estes produtos ainda são fabricados quase que unicamente à base de milho, mas que em outros países tem sua base de fabricação com diversos cereais e entra na composição alimentar diária, consumido em conjunto com leite, sucos, frutas, etc.. Portanto, descortina-se, assim, uma oportunidade de investimento na produção desses produtos.

Os ingredientes para produção de chips são disponíveis no mercado nacional e a tecnologia de fabricação dos equipamentos é perfeitamente dominada pela indústria nacional.

Embalagem

A embalagem adequada para uma validade do produto para 28 dias é de polipropileno, que é fabricado no Estado e de fácil aquisição.

Público alvo

O principal público consumidor está na população infantil e juvenil. Os produtos devem ser acondicionados em embalagens coloridas e atrativas, para tornarem-se conhecidas do consumidor.

A tendência é de crescimento do consumo desse tipo de produtos, exigindo-se produtos de boa aparência e sabor agradável.

Localização

No momento de se decidir o local para a implantação de uma indústria de alimentos Chips, deve-se analisar alguns aspectos essenciais como a disponibilidade de infraestrutura (água, energia elétrica, esgoto, comunicação, acesso) adequada à produção.

A água deve ser potável e com garantia de fornecimento. Deve-se prover a instalação com reservatório. A água é um insumo básico e é, também, utilizada para a higienização permanente das instalações.

A energia elétrica deve estar disponível para acionamento dos equipamentos elétricos (extrusora, transportadores, secador, etc,) e para a iluminação ambiental.

O esgoto deve ser adequadamente projetado para receber a água utilizada para lavagem das instalações.

O acesso deve ser compatível com as necessidades para o transporte da matéria-prima, ingredientes e embalagens para a instalação de beneficiamento, bem como para o transporte do produto final aos centros consumidores.

A remoção de resíduos sólidos deve ser eficiente visando a não formação de focos de insetos e roedores.

Instalações fabris

Uma indústria de alimentos chips deve contar com as seguintes áreas: recepção/estocagem de matéria-prima básica, e ingredientes; depósito de embalagens; área de produção e empacotamento; área de estocagem do produto acabado; expedição; áreas de apoio (vestiários, sanitários, refeitórios e administração).

A instalação deve ser projetada buscando-se estabelecer um fluxo integrado das áreas de recebimento, preparação de matéria-prima, produção, estocagem e expedição.

No recebimento da matéria-prima (gritz de milho) bem como dos ingredientes (sal, aroma, glutamato monossódio, gordura vegetal hidrogenada e corante) deve-se observar o estado da embalagem bem como a data de fabricação e validade do produto. Todo produto deve ter registro no Ministério da Saúde (para produto vindo de outro Estado) ou na Secretaria de Estado da Saúde, para aqueles industrializados no próprio Estado.

A área de recebimento deve ter uma balança tipo plataforma para pesagem da matéria-prima e ingrediente, visando controlar o rendimento do processo e conferência do peso.

Nesta área devem estar dispostos de forma adequada os equipamentos de produção que consiste de: misturador de matéria-prima, rosca transportadora, extrusora, transportador pneumático, dosador de temperos, recobridor rotativo contínuo, secador rotativo, máquina de fechar embalagens, caixa plástica e balança de pequena capacidade para conferência dos pesos dos pacotes.

Deve ser destinado um espaço para a estocagem do produto acabado e na estocagem deve ser bem controlada a data de fabricação do produto.

O alimento chips é um produto obtido através da extrusão do “Gritz de milho”, que através do atrito a alta temperatura e pressão, provoca o aumento do tamanho das moléculas que compõem o grão de milho.

A matéria-prima (Gritz de milho) é umedecida dentro de um misturador, visando adequar a umidade para a extrusão ser perfeita, obtendo um produto com boa crocância e uniformidade de tamanho.

Na extrusora, o produto é submetido a alta temperatura e pressão, provocando a expansão das moléculas que compõem o gritz.

Uma vez extrusado, o produto é transportado por ação pneumática para o ciclone que alimenta o secador rotativo.

No secador, o produto eliminará o excesso de umidade, garantindo a vida útil do produto acabado.

Após o processo de secagem, o produto flui para um temperador rotativo onde serão aplicados todos os ingredientes necessários, de acordo com o sabor desejado.

Neste ponto, o produto já acabado é acondicionado em grandes sacos de polietileno, que abastecerão as caixas plásticas, onde estarão os funcionários procedendo de forma manual o empacotamento em sacos de polipropileno. O produto após ser acondicionado será pesado e fechado em máquina apropriada de selar embalagem.

Os pacotes contendo o produto serão acondicionados em fardos de polietileno para facilitar as operações de manuseio e transporte.

As formulações devem ser pesquisadas e aprimoradas pelos fabricantes de alimentos chips. Apresenta-se a seguir, para orientação, formulações de alguns produtos de grande aceitação pelo mercado consumidor.

RECEITAS

Chips Sabor Queijo:

Gritz de milho 100,00 kg
Gordura Vegetal Hidrogenada 10,00 kg
Corante Concentrado 0,01 kg
Sal Refinado 3,50 kg
Aroma Pó Sabor Queijo Suíço 2,00 kg
Glutamato Monossódico 0,20 kg

Chips Sabor Pizza:

Idem formulação anterior, substituindo-se o aroma em pó para o sabor pizza, também na mesma quantidade (2,00 kg).

Chips Sabor Cebola:

Idem formulação anterior, substituindo-se o aroma em pó para o sabor cebola, também na mesma quantidade (2,00 kg).

Instituições e fornecedores

Instituto Mauá de Tecnologia – Divisão Técnica de Engenharia Bioquímica e de Alimentos: www.maua.br

ITAL – Instituto Tecnológico de Alimentos: www.ital.sp.gov.br

INBRAMAQ – Indústria Brasileira de Máquinas Ltda.

 Referências:
Sebrae, IBGE, DIEESE, IPT, Instituto Datafolha, Instituto IBOPE, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA, MCTI, MDA, MDIC, MMA, MME, MTE.
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Como montar uma fábrica de canudos de plástico

Ganhe muito dinheiro fabricando canudos (canudinho) plástico para refrigerantes, sucos, etc. Saiba como montar uma fábrica de canudos de plástico com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, captação de cliente, financiamento, mão de obra especializada, atendimento e muito mais…

FICHA TÉCNICA
Setor da economia: Indústria
Ramo de atividade: Plásticos e seus processos de conformação
Tipo de Negócio: Fabricação de canudos (canudinho) plástico para refrigerantes, sucos, etc..

Mercado de canudos plásticos

Num país de clima predominantemente tropical onde o consumo de refrigerantes, sucos é grande, identifica-se a utilidade do canudinho com freqüência. Bares, restaurantes, lanchonetes, sorveterias: em qualquer um deles lá está o útil e muitas vezes indispensável canudinho, já que pode significar a alternativa mais higiênica para consumo da bebida preferida.

Quem deseja fabricar esse produto deve estar sempre atento aos potenciais compradores, procurar se adequar às tendências mundiais, novos modelos, cores, etc.

Processo de fabricação da canudos plásticos

O processo de fabricação de canudinhos exige a orientação de profissional que detenha o conhecimento na área de plásticos. Sua presença é questão imprescindível para que seja alcançada um produto com qualidade, garantindo assim sua consolidação no mercado.

Os canudinhos são fabricados através de um processo semelhante ao da fabricação de tubos em geral, que é o processo de extrusão – a característica principal deste processo é a da passagem forçada de um metal ou plástico através de um orifício a fim de se obter uma forma alongada ou filamentosa.

Desenvolvido com o objetivo de converter qualquer material termoplástico em objetos de forma definida, o processo de extrusão é um processo extremamente versátil que viabiliza a produção de uma infinidade de itens como por exemplo, mangueiras, filmes, folhas, chapas, fibras perfilados, revestimento de papel ou outros substratos e a re-cobertura de condutores e cabos elétricos.

Máquinas de extrusão podem ser adaptadas para produzir garrafas e outros objetos vazados utilizando-se o método de sopro, que é uma variação do processo fundamental de moldagem por extrusão (e por injeção). A sequência básica do processo de um termoplástico em máquina de extrusão é a que segue:

  1. Fluidificação da matéria-prima, em geral em forma granular (contendo ou não apenas polímero ou polímero mais aditivos, e etc);
  2. Vazão controlada do produto fluidificado através de uma matriz que o molda na forma desejada;
  3. Solidificação do produto com o tamanho e as formas finais;
  4. Enrolamento ou cortes finais;

As fases 1 e 2 são realizadas realmente na máquina de extrusão, enquanto que as fases 3 e 4 podem ser chamadas de acabamento e se realizam em equipamento auxiliar.

Equipamentos

A máquina de extrusão em si consiste fundamentalmente num parafuso de Arquimedes, que roda dentro de um cilindro aquecido em relação ao qual mantém uma folga muito pequena. Os grânulos de material termoplástico são alimentados através de um funil na sua extremidade e levados adiante, ao longo do cilindro, pela ação de rotação do parafuso.

Assim que os grânulos se movem ao longo da distância que separa a alimentação da matriz, eles vão gradualmente sendo fluidificados em contato com as paredes aquecidas do cilindro e pela geração de calor de atrito da massa viscosa. A ação final do parafuso é forçar o polímero fundido através da matriz que determina de maneira aproximada a forma final do produto.

Este processo aparentemente simples é, de fato, muito mais complicado do que se pensa , e para obter os melhores resultados é necessário até projetar a máquina adequada dentre as existentes no mercado.

Extrusão de tubos

A matriz usada para a extrusão de tubos consiste de um corpo de matriz com uma matriz circular (mandril) e um anel externo que controla as dimensões dos diâmetros internos e externos respectivamente. O mandril é ajustado no corpo por uma peça de 3 a 4 abas chamada, spider (ou torpedo), enquanto o anel externo da matriz é mantido em posição por 4 parafusos de ajustagem que permitem sua centragem durante a montagem e durante a extrusão.

Geralmente existe, num dos tubos do torpedo, um orifício para a passagem de ar que se liga a um orifício central no mandril. Fechando a extremidade inicial do tubo formado na extrusão com um plugue, a peça pode ser mantida em pressão da forma desejada por meio de ar comprimido que sai do torpedo e do centro do mandril.

Após o tubo ter deixado a matriz, o procedimento consiste em calibração, resfriamento e retirada do tubo. A passagem da massa em fusão através da matriz já causa uma certa orientação molecular no polímero. A perda de orientação após deixar a matriz causa o inchamento do material.
Ligado à matriz, existe um tubo com camisa de água que tem um diâmetro interno igual ao diâmetro externo do tubo acabado.

A pressão interna mantida no tubo provoca uma pequena contração na circunferência. Faz-se então o contato com a superfície interna resfriada do calibrador de camisa de água.

A superfície externa é resfriada de forma que possa manter o seu tamanho enquanto estiver passando no banho de resfriamento.

No caso de extrusão de tubos coloridos, ou seja no seu sentido longitudinal, aparecerem outras cores como por exemplo, um tubo amarelo com raias azuis, que é o processo de co-extrusão , só que na co-extrusão cada material é plastificado numa extrusora específica.

Cada extrusora homogeniza e plastifica o seu material em condições individuais de trabalho e o introduz no único cabeçote que receberá também todos os outros materiais. Estes sairão juntos da matriz em camadas de cores separadas no seu sentido longitudinal.

Matéria prima

A fabricação de canudinhos e similares demanda utilização dos seguintes produtos: EVOH Copolímero etileno vinil álcool, PVC Policloreto de vinilideno, PAN Poliacrilonitrila, PP Polipropileno *, PE Polietileno* ( de alta e de baixa densidade ).
*Estes são os mais utilizados.

Registro Especial para abrir sua fábrica de canudos plásticos

O exercício deste tipo de atividade exige uma autorização especial da Secretaria Estadual para Assuntos de Meio Ambiente – SEAMA, denominada Licença Ambiental.

Instituição:

ABIPLAST: http://www.abiplast.org.br

Referências:
Sebrae, IBGE, DIEESE, IPT, Instituto Datafolha, Instituto IBOPE, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA, MCTI, MDA, MDIC, MMA, MME, MTE.