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Montar confecção de Uniformes Profissionais – Passo a Passo

Saiba como montar uma confecção de Uniformes Profissionais lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro produzindo uniformes de vigilantes, jalecos, aventais, macacões, etc. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Uniformes profissionais

Ficha Técnica
Setor da Economia: Secundário
Ramo de Atividade: Indústria
Tipo de Negócio: Confecção de Uniformes Profissionais
Produtos ofertados/Produzidos: uniformes de vigilantes, jalecos, aventais, macacões, etc…

Apresentação

Foi-se o tempo em que usar uniformes era constrangedor. Por causa do aspecto rústico dos materiais utilizados na confecção e pelo caimento não muito perfeito, vestir uniforme era a última alternativa. Hoje, as roupas profissionais ganharam sofisticação e status de moda, graças a novos desenhos, modelagens, cores e tecidos. Além disso, conforme estudiosos, o uniforme impressiona o cliente.

Mercado

O aperfeiçoamento dos materiais, aliado a uma mudança na mentalidade do empresariado que percebeu a importância da imagem interna e externa da empresa, colaborou para a ampliação do mercado, viabilizando a criação de produtos específicos para vários segmentos da indústria, comércio e serviços. A tendência do setor é de crescimento, beneficiando-se dos elevados preços dos artigos de vestuário, fator que estimula a adoção de uniformes.

Localização

A confecção deve ficar próxima dos fornecedores, além é claro, ser de fácil acesso para os clientes.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com salão de produção, depósito (matérias primas e peças acabadas) e escritório.

Equipamentos básicos para abrir uma fábrica de roupas profissionais

– Overloques;
– Interloque  (para fechamento da peça);
– Retas (para acabamento);
– Caseadeiras;
– Máquinas para pregar botões e de corte, etc…
– Móveis e utensílios de escritório (computadores, fax, mesas, cadeiras, etc).

Investimento

É variável de acordo com a estrutura da empreendimento, sendo que este pode variar em torno de R$ 110 mil.

Pessoal

É variável de acordo com a estrutura do empreendimento, sendo que este deve contar com funcionários responsáveis pela elaboração de uma amostra (modelistas), recepcionistas, vendedores externos, costureiras, etc. Alguns podem ser terceirizado.

Clientes

Os principais clientes das confecções de uniformes profissionais são: condomínios, bancos, empresas de segurança, indústrias e cada vez mais, empresas prestadoras de serviços em todas as áreas. Sem contar os ramos em que o uniforme é obrigatório, como o alimentício e o hospitalar.

O Produto

A ideia é que o empresário da confecção venda um conceito novo de uniforme (curiosamente, baseado na personalização), que deverá estar de acordo com os produtos ou serviços oferecidos pelo cliente.
Mais confortáveis, os materiais – algodão com poliéster, gabardine, crepe, acetato com viscose, poliéster com lã e micro fibra – oferecem também melhor caimento.
A qualidade do tecido determina a durabilidade da roupa. Por isso, segundo os empresários, não compensa usar materiais de segunda linha, que desbotam muito ou encolhem na primeira lavada. Com todos estes cuidados o objetivo principal será atingido: uma roupa que não parece uniforme.

Linha de produtos

– Kits femininos: blazers, saias, calças, blusas, vestidos, aventais, echarpes e laços;
– Kits masculinos: blazers, calças, camisas e gravatas.

O Processo

A atividade da confecção engloba, basicamente, as seguintes etapas:

– Modelagem;
– Corte;
– Costura;
– Aviamento;
– Acabamento;
– Controle de qualidade;
– Embalagem.

Alternativas de produção

A terceirização é um ponto controverso entre os fabricantes de roupas profissionais. Para alguns, ela é prejudicial à qualidade, para outros, dá agilidade à produção. Nestes casos, as peças são cortadas na fábrica e então enviadas para a oficina terceirizada que efetua as “costuras gerais”.

Na fase de acabamento, voltam para a fábrica, onde será finalizado o processo. Detalhes como bordados especiais também podem feitos fora.
As vantagens observadas pelos empresários adeptos da idéia, são uma administração mais fácil, mas com uma atenção redobrada com a qualidade.

Esta qualidade é resultado da observação na produção aliada a treinamentos constantes. Empresários que não acreditam na alternativa de terceirização, afirmam que a perda de qualidade é inevitável.

Matéria prima

Aconselha-se a escolha cuidadosa dos tecidos, porque existem materiais alternativos que não oferecem qualidade. Nestes casos, mesmo com preços mais altos, compensa adquirir um brim de qualidade, bem mais durável, que conferirá ao produto final melhor qualidade e consequentemente,mais credibilidade à empresa.

Período de criação

Nas indústrias, as renovações nos desenhos ocorrem em prazos médios de um ano. Nas companhias aéreas o prazo pode chegar a oito anos, dependendo da estratégia de marketing e do investimento na criação da roupa, que atualmente inclui projetos assinados por estilistas famosos. As confecções especializadas aumentaram a quantidade de modelos, e de tecidos utilizados, indo do algodão com poliéster à microfibra.

Porque é bom usar

A padronização da roupa é vantajosa porque além de transmitir impressões como organização, seriedade e competência, determina aumentos visíveis na produtividade e na qualidade. É uma demonstração clara, por parte dos funcionários, de que seu fornecimento é um benefício a mais proporcionado pela empresa que os faz sentir-se valorizados, parte importante da equipe.

Alguns lembretes importantes

  • Se o empreendedor pretende atuar nesse segmento diferenciando-se da concorrência, deverá, logo de início, especializar-se em roupas profissionais de uso específico ou optar pela venda só no atacado ou só no varejo;
  •  Nunca se deve recusar pedidos;
  • Para iniciar o negócio são imprescindíveis noções da parte comercial, do mercado, de produtos (tecidos e aviamentos) e de modelagem. Conhecer o segmento como um todo é importante para não criar expectativas demais, pois o retorno virá a longo prazo;
  • O empresário não pode ficar à espera dos clientes, deve tomar a iniciativa de visitar empresas.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Entidade

ABIT – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção: http://www.abit.org.br/

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Montar confecção de Roupas em Tricô – Passo a Passo

Saiba como montar uma Confecção de Roupas em Tricô lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro confeccionando roupas. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

CONFECÇÃO DE ROUPAS EM TRICÔ

História

O tricô é um artesanato que remonta ao Egito antigo. No passado, o tricô à mão era muito usado tanto para roupas funcionais quanto para roupas decorativas, em regiões rurais, onde a lã era abundante. No século XIX, já se empregavam máquinas de tricô.

Mas somente no final daquele século (quando surgiu o culto de saúde relacionado à lã) as peças de lã adquiriram grande popularidade. Na virada do século, as mulheres teciam à mão ou à máquina, trajes tricotados elegantes, para serem usados fora de casa. Suéters, que antes eram apenas Sportswear, entram em moda na década de 20 e continuaram na de 30.

Durante as duas grandes guerras, as mulheres tricotavam peças para os soldados, algumas das quais se transformaram em moda (a balaclava, por exemplo). Nos anos 50 a malharia voltou-se para a moda: fibras novas e mais flexíveis foram misturadas à lã para criar uma gama mais ampla de desenhos, cores, texturas e possibilidades de uso.

Nos anos 60, o tricô estabeleceu-se fortemente no mundo da moda e, no final da década de 60 e início da de 70, houve um retorno do tricô artesanal, em grande parte devido à disponibilidade de fios em cores vivas e padrões atualizados. Essa volta particularmente nos anos 70, associou-se à moda étnica, tão usada neste final de milênio!

Vantagens

O tricô é uma técnica manual, artística e sobretudo atraente, constituindo-se numa excelente fonte para o desenvolvimento criativo de quem o executa. O grande atrativo, é que o empreendedor pode começar seu negócio em casa com um investimento baixo. Mas, quem não tem experiência no ramo deve se informar bem antes de escolher a máquina e frequentar os cursos dados pelos próprios fabricantes.

Investimento

O valor estimado, para o empreendedor iniciar esse tipo de negócio, está em torno de R$ 5 mil. Esse valor inclui despesas com equipamentos e instalações: máquina semi-industrial completa, telefone .

Concorrência

Como a concorrência é grande, deve-se investir no aperfeiçoamento e na variedade dos modelos de artigos produzidos em linha ou lã.

Diversificação

Dar aulas de tricô. Essa pode ser uma opção para a empresa diversificar suas atividades, incrementar o faturamento ou, ainda, garantir a renda em períodos de menor movimento, como no verão.

Comercialização do produto

Contratar vendedores autônomos é uma forma eficiente de aumentar as vendas à medida que a produção cresce.

Dicas para conservar os artigos de tricô

O tricô tornou-se um clássico na moda. Porém, para que ele torne-se realmente eterno em seu guarda-roupas, o tricô merece cuidado especiais. A lavagem à seco é a ideal, porém em caso de impossibilidade siga os seguintes conselhos:

Para lavar

. Lave-o manualmente com água na temperatura ambiente e enxague bem até tirar todo o excesso de sabão.
. Para se lavar uma malha, mesmo que branca, nunca se deve usar alvejantes a base de água sanitária ou cloro.
. O uso da máquina de lavar deforma a peça, por isso use-a apenas para centrifugar.
. As peças de cores escuras podem soltar tinta ao serem colocadas de molho. Tome o cuidado de lavá-las separadamente. A dica é enxaguá-las com um pouco de vinagre para não soltar a tinta.

Para secar

. O tricô nunca deve ser torcido; apenas esprema com as mãos o excesso de água. . Para secar, deixe seu tricô sempre à sombra, pois as cores desbotam e o branco toma uma coloração amarelada se expostas ao sol durante o período de secagem.
. Para não haver deformação, a peça deve ser estendida sobre uma toalha em uma superfície plana e horizontal.
. Nunca use secadora, pois além de deformar as peças, o calor produzido encolhe a peça.

Outros conselhos

. As peças de tricô não precisam e não devem ser passadas a ferro.
. Para melhor conservação guarde seu tricô dobrado no avesso e mantenha-o dentro de um saco plástico.
. Nunca pendure-o no cabide.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no Sindicato Patronal;
O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar a sua confecção para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Montar uma confecção de Roupas Descartáveis – Passo a Passo

Saiba como montar uma confecção de Roupas Descartáveis lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro produzindo aventais, gorros, propés, jalecos, máscaras,coberturas de óbito, etc. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Confecção de roupas descartáveis

FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Indústria
Ramo de Atividade: Confecção
Tipo de Negócio: Confecção de Roupas Descartáveis
Produtos ofertados/produzidos: Aventais, gorros, propés,jalecos, máscaras,coberturas de óbito, etc.

Apresentação

Confortáveis para quem não quer sujar a roupa no dentista e imprescindíveis em ambientes hospitalares, as roupas descartáveis surgem como representantes da modernidade, higiene, conscientização e respeito às leis.

Desenvolvido por norte americanos na década de 60, o que se convencionou chamar “não tecido”é matéria prima para confecção de roupas cirúrgicas.

Esse material revolucionou várias áreas principalmente a de higiene pessoal e a de produtos cirúrgicos e viabiliza a produção das roupas descartáveis em escala industrial.

Pontos críticos

O ramo de artigos de “não tecido” para hospitais apresenta algumas peculiaridades que exigem muita cautela do investidor:

  • Reaproveitamento: este é, segundo fabricantes de roupas descartáveis de uso hospitalar, o principal empecilho é a resistência em massificar sua aplicação. Um dos maiores desafios é convencer o consumidor da ineficiência e do perigo da reutilização, bem como das vantagens do emprego das roupas cirúrgicas descartáveis, que garantem economia de até 30% em relação ao tecido convencional;
  • Oferta de produtos de baixa qualidade: do outro lado estão as empresas de confecção em “não tecidos” que, além de viver na informalidade, prejudicam a imagem do segmento e entravam a disseminação de seu uso ao oferecer produtos de gramaturas mais leves para aplicações que pedem maior durabilidade.

Marketing

Comm o objetivo de ampliar o mercado, empresários do setor vêm investindo no treinamento da equipe de vendas e no marketing de seus produtos. Neste segmento não basta ter um bom produto, é preciso praticar um marketing agressivo, ser criativo, manter-se atualizado e buscar novas alternativas econômicas de produção capazes de gerar um preço atraente no varejo.

Criatividade

Mais do que máquinas especiais, o que pesa é a criatividade, agilidade nos lançamentos e muita variedade.

Consumidor

Ao mesmo tempo que identificam novas estratégias de marketing, as empresas do setor têm procurado abrir novas frentes de consumo e buscam contato com as indústrias farmacêutica e alimentícia, sem falar nos hotéis e companhias aéreas. De modo geral, o público-alvo envolve hospitais, consultórios odontológicos e laboratórios clínicos, que empregam as roupas descartáveis tanto em pacientes como em profissionais da área.

O universo de consumidores é amplo, mas fica um alerta para quem está começando: o ideal é determinar sua área de concentração, evitando a diversificação da linha de produtos e a quem se destina. Esse é um passo que exige cuidado e deve ser feito de maneira ordenada.

Lembre-se que um dos segredos do bom desempenho nesse mercado é conhecer profundamente o nicho no qual está atuando e estar atento para as possíveis variações na oferta de artigos.

Linha de produtos

Aventais para uso de paciente; aventais manga curta para uso de pacientes ou profissionais; aventais manga longa para uso dos profissionais; toucas (turbante) para uso de pacientes ou profissionais; gorros para uso de pacientes ou profissionais; macacões para uso profissional; propés para uso de pacientes ou profissionais; máscaras simples com ou sem clips; máscaras duplas com ou sem clips; máscaras tripla com três camadas com ou sem clips e filtros; máscaras ovais para uso de pacientes ou profissionais; máscaras faciais para proteção de barba/bigode; pijamas para uso de pacientes; calças e blusa; coberturas de óbito, campos cirúrgicos e protetores de leito.

Equipamentos

Com uma máquina de costura comum, é possível ingressar no ramo de confecções de descartáveis de TNT. Existem vários fabricantes que podem orientar nessa escolha, dentre eles a Elgin e a Singer.

Matéria prima

A principal é o “não tecido”. Estrutura formada por fibras ou filamentos naturais, artificiais ou sintéticos dispostos em várias direções e solidificados através de processos químicos, mecânicos ou físicos (calor e pressão, jatos de água e ar). O “não tecido” diferencia-se do tecido convencional unicamente pela maneira como são tecidas suas linhas, ato que definirá a gramatura do tecido. Ele pode ser leve ou pesado, macio, flexíveis ou rígidos. Coloridos ou estampados. Absorventes, impermeáveis, porosos, etc.

São escolhidos para uma determinada aplicação, de acordo com a característica que se deseja, do mais leve ao mais pesado. Por exemplo, a cobertura de fraldas exige maciez, porosidade, resistência a líquidos e serem anti-alérgicos. Ou os carpetes agulhados que necessitam resistência ao desgaste, serem anti-alérgicos, imputrescíveis e anti-estáticos.

O conhecido “perfex” (que possui forma agulhada) e o tecido de roupa cirúrgica são exemplos de produtos elaborados a partir dos “não tecidos”.

O tipo de tecido a ser empregado deverá ser definido conforme o tamanho e textura adequada à sua linha de produção e os próprios fornecedores podem ajudar nessa escolha. Comercialmente ele é conhecido como TNT (tecido não texturizado) ou ainda “No Woven” (do idioma inglês).

Tipos de “não tecido”

– Leve: menor que 25g/m2;

– Médio: entre 26 e 70g/ m2;

– Pesado: entre 71 e 150g/ m2;

– Muito pesado: acima de 151g/ m2.

Entidades/Empresas do ramo

CETIQT (Centro de tecnologia da Indústria Química e Têxtil), instituição que oferece serviços educacionais, técnicos e tecnológicos compatíveis com a evolução da cadeia têxtil: http://www.cetiqt.senai.br/cetiqt.htm

DESCLIN, empresa de confecção de vestuário descartável: http://members.xoom.com/marcochella/desclin/index.htm

ANADONA, empresa de confecção de vestuário descartável:http://www.anadona.com.br

INTERFITAS, fornecedor de bobinas de nãotecido (tnt / no woven): http://www.interfitas.com.br/principal.htm

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Minnistério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário,

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Ideias de negócios

Ganhe dinheiro fazendo lembrancinhas de Aniversário Infantil

Saiba como montar uma confecção de lembrancinhas de aniversário Infantil lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro fazendo lembrancinhas e decorações de aniversário. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Confecção de lembrancinhas de aniversário infantil

FICHA TÉCNICA
Setor da economia: Secundário
Ramo de atividade: Indústria
Produtos: jogos americanos, jogos-da-velha, copos personalizados, porta-trecos, minivasos, saquinhos porta-biquíni, risque-rabisque e pranchetas decoradas

Apresentação

Aniversário de criança é um acontecimento que passa imune às piores crises econômicas, afinal, qual pai e mãe não quer fazer uma festa inesquecível para seu pimpolho? Agora, só para colocar mais um pouquinho de “lenha nessa fogueira”, é bom lembrar que para a maioria das crianças, ir a uma festa e não sair com uma lembrancinha é o mesmo que cantar parabéns e não comer bolo. Haja criatividade para descobrir algo que seja, ao mesmo tempo, atraente e se ajuste ao orçamento.
Felizmente, hoje já existem pessoas que dedicam-se à essa árdua tarefa. São empreendedores que viram na confecção de lembrancinhas um boa oportunidade de negócios. Alguns inclusive já alçam vôo no atendimento à empresas, mas as maiores inovações têm acontecido nos convites e nas lembranças. A imaginação impera nesse ramo e o céu é o limite. Só para ter uma idéia, existem festas em que os convidados recebem lembrancinhas antes e depois.

Mercado

Embora esse seja um mercado bastante concorrido, acredita-se que ainda há espaço, principalmente fora dos grandes centros, para quem desenvolver peças baratas e lúdicas.

Estrutura

Este empreendimento não exige uma área muito grande, 10 m² é o suficiente para se manter a linha de produção.

Equipamentos básicos

  • utilizados na confecção das lembranças (colas, tesouras, estiletes, etc.),
  • de apoio administrativo (telefone, computadores, etc).

Investimento

Irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento.

Os produtos

Vão de jogos americanos, mochilas, porta-lápis, quebra-cabeças, jogos-da-velha, porta-trecos, mini vasos, saquinhos porta-biquíni, risque-rabisque e pranchetas decoradas, etc.

Matéria prima

Usa-se os mais variados produtos na confecção das lembrancinhas, tais como: Borracha EVA colorida, papéis, alumínio, vidro e tecidos, etc.

Público

São bufês (infantis e de casamento), pessoas que oferecem chás-de-cozinha e de bebê e até mesmo brindes personalizados para empresas.

Propaganda

A principal é a feita boca-a-boca, mas pode ser reforçada com a inscrição do nome e do telefone da empresa em algum cantinho discreto da lembrancinha.

Vantagens

Algumas vantagens que este empreendimento apresenta

  • Facilidade e custo, relativamente baixo, para abrir uma empresa no ramo;
  • Os pequenos empresários tem a possibilidade de poder começar a fazer os produtos artesanalmente para, depois de conquistar o mercado, industrializar-se.

Idéias

Cada uma das etapas da festa pode ser inédita e o empreendedor voltado para esse ramo de negócio deve estar atento para cada uma dessas oportunidades. Abaixo estão listadas algumas sugestões de lembrancinhas:

  • Lembrança Viva. Inovar nas lembrancinhas também pode ser uma boa idéia. Um exemplo são as festas baseadas nos temas relacionados aos animais, como por exemplo a “Pequena Sereia”, onde cada convidado infantil leva para casa, num aquário (também vale no saquinho plástico), um peixinho para recordar da festa, a também o tema “Fazenda”, a sugestão é oferecer como lembrancinha pintinhos devidamente “engravatados” ou com laços de fita.
  • Convites. É certo que muitos temas se repetem, mas cada festa é diferente, um bom exemplo dessa exclusividade são os convites. Trabalhando ainda com o tema “Fazenda”, a sugestão é o convite quebra-cabeça que ao ser montado, vai formar os dizeres do convite (também exclusivo para cada aniversariante) e deverá ser entregue numa cesta de vime (como se fosse um cesto para ovos) com seu nome.
    A entrega, por exemplo, pode ser transformada em produto. Numa festa em que o tema é “Dálmatas”, pode-se contratar atores que entregam os convites vestidos como dálmatas. O único problema será descobrir o horário em que cada uma das crianças convidadas estará em casa para receber o convite das mãos do personagem. A idéia é criar expectativa e fazer com que o convidado aguarde ansiosamente o momento da festa, que tem tudo para ser marcante.
  • Fantasia. Fantasiar os convidados de acordo com o tema da festa é outra idéia, como por exemplo, ainda seguindo com o tema “Fazenda”, a sugestão é criar uma fantasia para cada um dos convidados mirins. Serão porquinhos, vaquinhas ou cavalinhos, todos marcando presença graças a um inventivo boné, com aplicações de espuma. Festas inspiradas em super-heróis também entram nesse clima. Na festa do Batman, meninos podem receber, já na entrada, uma fantasia de batman e as garotas de mulher-gato.
  • Salgados. Os salgados também não escapam da fúria temática e aí também inovação é a palavra-chave. Neste caso, os salgados deverão seguir a tema, como por exemplo, com o tema “Dálmatas”, os salgadinhos e sanduíches deverão ter formatos de ossos, tina de banho ou dos próprios dálmatas.
  • Antes e Depois. Os convidados recebem lembrancinhas antes e depois.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Minnistério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário,

Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

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Ideias de negócios

Montar fábrica de lembranças e artigos para bebês

Saiba como uma fábrica de Lembranças e Artigos para Bebês lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro fazendo decoração e artigos para bebês. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Confecção de lembranças e artigos para bebês

Apresentação

Um país com altas taxas de natalidade (vêm diminuindo, mas ainda são altas), o Brasil é um bom mercado para investir na produção de artigos que atendam às necessidades iniciais da chegada de um bebê. Bem conduzido, este tipo de empreendimento é bastante promissor. A pequena confecção não exige investimentos pesados em equipamentos e o custo de pessoal é relativamente baixo, pois a mão-de-obra é abundante e não necessita de grandes especializações. Outro ponto favorável ao investimento é que não é difícil obter matéria-prima e materiais secundários, além do processo de produção ser bem simples. Enfim, com uma produção de qualidade e preço competitivo, o empreendedor conquistará sua fatia do mercado.

Mercado

Sugerimos ao novo empresário que consulte o mercado local para verificar qual a estrutura de preços e de comércio mais adequada ao seu caso. Hoje o bom atendimento é o maior segredo para o empresário alcançar o sucesso de seu empreendimento, não importando o tipo de negócio que pretenda montar. Os estudos de marketing e publicidade indicam que este é o diferencial que mantém o cliente cativo. Quem se sente valorizado e bem-atendido sempre volta, e garante a fonte de lucro da empresa.

Concorrência

O empreendedor que pretende investir no setor de produção de artigos para recém nascidos deve saber que ele é dominado por grandes empresas, que investem muito em pesquisa, tecnologia e marketing e por uma grande quantidade de médias e pequenas empresas, que constituem a maior concorrência. Portanto, é fundamental fazer uma pesquisa sobre as empresas que atuam na mesma área onde se pretende montar o negócio. O empresário tem que verificar o tamanho, o porte, a localização e se os produtos destas empresas concorrentes são de qualidade e bem aceitos pelo mercado.Para se firmar nesse negócio o empresário vai precisar ter muita criatividade, bom conhecimento do ramo e um acompanhamento permanente de mercado para conhecer as preferências das futuras mamães.

Análise dos riscos

Os riscos são o pequeno volume de produção, o que reduz a margem de negociação na compra de matéria-prima, e a elevada rotatividade da mão-de-obra. Nunca é demais repetir: as principais armas do pequeno empresário neste ramo são a qualidade, a criatividade e o design do produto.

Cliente

O consumidor de artigos para recém nascido está no público de média e alta rendas. Se o produto for bonito, bem acabado e resistente terá demanda certa. A distribuição dos produtos pode ser feita em lojas especializadas, supermercados, feiras-livres e comércio em geral.

Linha de produto

A variação de produtos a oferecer nesse ramo de negócio é grande, podendo ir desde o conjunto de cama e banho para o recém nascido até a mala que a futura mamãe levará para a maternidade. Alguns itens que compõem a linha são: sacola de bebê, moisés (cesto para carregar o bebê), mala de maternidade, lençol, fronha, toalha-capuz, fraldão, edredom (coberta acolchoada), babador, protetor de laterais do berço, mosquiteiro de tela,lembrancinhas, etc. A definição de produtos a serem fabricados toma como base três fatores: o mercado consumidor que se pretende atingir, a disponibilidade dos fornecedores e a atuação da concorrência.

Equipamentos e insumos

– Máquina de costura reta,
– Máquina de overloque,
– Mesa de corte,
– Máquina de corte,
– Tecidos,
– Aviamentos,
– Telefone e computador

Estrutura física

Uma confecção de artigos para recém nascido exige infraestrutura mínima de água, luz, telefone e boas vias de acesso. O imóvel ideal é um galpão ou barracão de alvenaria, localizado em área industrial. A pequena escala de produção, no início, não requer uma grande área física e uma área útil de 50 a 80 m2 será suficiente para abrigar as máquinas, os equipamentos e as instalações. Nesse caso, esta área mínima de deverá estar dividida por setores: corte, costura, expedição e escritório.

Fornecedor

As matérias-primas ou materiais secundários podem ser comprados de atacadistas ou representantes especializados, representantes industriais ou diretamente da fábrica. Neste último caso, entretanto, é necessário ter um volume de encomendas muito alto, o que nem sempre pode ser suportado por uma pequena confecção.

Legislação Específica

Como Pessoa Jurídica:
Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretaria da Receita Federal;
– Registro na Secretaria da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar a sua Confecção de lembranças e artigos para recém-nascidos para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização), e também o Alvará de Funcionamento.

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Ideias de negócios

Montar empresa de Confecção de Crachás – Passo a Passo

Saiba como montar empresa de Confecção de Crachás lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro fazendo crachás. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Confecção de crachás

Apresentação

Cartão com dados pessoais que se usa para fins de identificação ou controle, em empresas, congressos, feiras, os crachás, em suas versões mais atuais, são a vanguarda da tecnologia de identificação, eles caracterizam a solução mais segura para todos os segmentos que necessitam de controle de acesso de identificação.

Mercado

O mercado é amplo e inclui cidades de qualquer porte, desde que abriguem um número expressivo de empreendimentos.

Estrutura

Este empreendimento não exige uma área muito grande, 20 m² é o suficiente para se manter a linha de produção.

Equipamentos básicos

– Computadores;
– Câmeras digitais fotográfica ou de vídeo;
– Software para produção de carteira;
– Impressoras de termotransferência;
– Prensas tipográficas;
– Móveis e equipamentos do escritório (Fax e telefone), etc.

Investimento

Irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento.

Pessoal

O número mínimo de pessoas trabalhando é de 2 pessoas: o dono e 1 ajudante com conhecimentos de informática.

Matéria prima

Os cartões magnéticos são fabricados a partir de lâminas de PVC, abs ou poliéster com a aplicação de uma fita magnética, semelhante as fitas cassetes.

Clientes

Os principais clientes são : bancos, hotéis, indústrias, clubes, academias de ginástica, magazines, agências, hospitais, escolas e universidades, bares e restaurantes etc.

Perfil do empreendedor

A confecção de crachás e cartões é uma boa ideia para quem tem conhecimentos de editoração eletrônica, pois há programas de computador específicos para a criação dessas peças de identificação pessoal.

Processo de confecção

A duas formas de confecção de crachás, que pode ser através da impressão em relevo, que é feita com prensas tipográficas próprias para cartões de crédito, ou através da impressão sem relevo, que é feita através de trabalhos gráficos com impressoras (fargo) de transferência térmica para impressão a cores ou PB sobre cartões em pvc, abs ou poliester, sendo este último o mais utlizado atualmente e por isso merece destaque.
No processo informatizado de confecção de crachás, uma câmera de vídeo ligada a um computador, por sua vez ligado a uma impressora de termotransferência compõem o equipamento básico. Uma vez definido o layout da identificação, as fotos são digitalizadas e as informações variáveis (nome do funcionário, cargo, departamento, etc.) são importadas do banco de dados que o cliente já possui. Então, todos esses dados são impressos em cartões de PVC, finalizando o crachá.

Propaganda

É preciso investir em divulgação, inclusive mandando amostras para os interessados.

Lembretes importantes

  • Para garantir a qualidade e atrair clientes, será necessário investir em equipamentos modernos e no acabamento final dos produtos;
  • Oferecer diferenciais, tais como: Colocação de fotos digitalizadas em crachás e cartões de clubes, escolas, planos de saúde, etc., e criação de layouts personalizados.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Montar confecção de Bichos de Pelúcia – Passo a Passo

Saiba como montar confecção de Bichos de Pelúcia lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro com fabricação de animais de pelúcia. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Confecção de bichos de pelúcia

FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Indústria
Tipo de Negócio: Fabricação de animais de pelúcia
Pessoal : 1 ajudante.
Área : 30 m²

Apresentação

Quem nunca ganhou, quis ganhar ou já deu algum bicho de pelúcia? A resposta serve como estímulo ao empreendedor. Mas nesta atividade, diversificação é a palavra-chave para faturar. Para isso, é fundamental contar com a criatividade e alguns conhecimentos de técnicas de desenho. A ideia principal é criar modelos que escapem do lugar -comum.

Temporada

Aproveitar datas especiais para calcular a produção e comercializá-los são pontos vitais. Programar uma agenda de lançamentos conforme as diversas festas e datas comemorativas do ano é uma sugestão a ser considerada. Por exemplo, no Dia dos Namorados, aposte nos ursinhos. Mas se o seu público-alvo é o adolescente, invista na novidade dos bonecos malcriados: os “meanies” . Coleção de criaturas que usa a repelência como atrativo – algo na linha “os nojentos também amam”.

Quem compra

Os bichos devem ser destinados a lojas de produtos infantis de pequeno porte e bazares.

Produção

As fases de produção dos bichos envolvem desde a criação até o acabamento, passando por corte costura e enchimento das peças. A confecção de bichos de pelúcia é muito semelhante à confecção de roupas, utilizando as mesmas máquinas de costura e de corte. Nessa hora, a experiência na área de confecção caracteriza um diferencial no gerenciamento eficiente do negócio. Fabricados com tecido próprio (pelúcia), os bichinhos tomam forma a partir de costuras definidas conforme o desenho do produto. Recheá-los é um trabalho para as máquinas “enchedeiras” devidamente adaptadas e ajustadas conforme o perfil do boneco. A matéria-prima utilizada para se encher os bonecos, podem ser sobras de materiais não tóxicos.
Os bichos de pelúcia são confeccionados de forma bem manual. Os moldes para a confecção deste podem ser escolhidos inspirados em desenhos de papéis de presentes, cartões, fotografias, filmes etc.

Etapas da Confecção de Urso

1. Copie os moldes na cartolina e corte. Coloque-os sobre a pelúcia e corte as peças que compõem a parte da frente do bicho;
2. Faça o mesmo para obter as peças da parte de trás;
3. Comece pelas orelhas. Costure sempre pelo lado avesso. Costure as duas partes de cada orelha, direito sobre direito. Deixe o lado reto sem costurar. Desvire para o lado certo;
4. Coloque a lateral do rosto sobre a orelha, direito sobre direito, e costure. Repita o mesmo processo para o outro lado;
5. Pelo avesso, costure a mancha entre as duas peças;
6. Costure o focinho abaixo da mancha entre as duas laterais do rosto. Mesmo depois de costurado em toda a volta, o focinho ficará com uma abertura. Costure essa abertura, unindo as duas pontas;
7. Emende as duas peças que compõem a parte de trás da cabeça, direito sobre direito, costurando pelo lado reto;
8. Una a parte da frente com a de trás da cabeça, direito sobre direito, costurando em toda a volta. Deixe aberta, sem costurar, apenas a parte reta;
9. Desvire pela abertura e encha com plumante;
10. Una as duas partes de cada braço, costure, direito sobre direito, em toda a volta, deixando uma abertura na parte reta;
11. Desvire pela abertura e encha com plumante. Costure a parte aberta com pontos feitos à mão;
12. Costure as duas extremidades (lado menor) da pata;
13. Centralize o solado do pé na parte reta da peça, direito sobre direito;
14. Costure em toda a volta;
15. Costure os braços nas aberturas indicadas na parte da frente do urso;
16. Prenda as patas nas aberturas inferiores da parte da frente do urso e encha as patas com plumante;
17. Una a parte de trás com a da frente do urso pelo avesso, deixando apenas uma abertura na parte de cima, por onde será colocado o plumante e onde será presa a cabeça;
18. Desvire, coloque o plumante e costure a cabeça no corpo com pontos invisíveis feitos à mão;
19. Nos olhos, enfie a agulha com linha preta grossa e dê um ponto apertado, passando internamente até a parte de baixo do focinho. Volte e arremate com um nó, aprofundando o local dos olhos;
20. Borde o focinho com a mesma linha, formando um triângulo;
21. Se guindo a linha da costura do focinho, vá bordando com o fio preto e faça o desenho da boca com sorriso;
22. Borde as garras com fio duplo, fazendo essas marcas por três vezes em cada pata;
23. Cole os olhos com cola quente ou use olhos com trava, se o urso for para crianças com menos de 3 anos;
24. Faça um laço e cole-o com cola quente, em cima da costura da cabeça com o corpo e está pronto um urso de pelúcia.

Material necessário para confeccionar um ursinho

  • 1/2 metro de pelúcia de pêlo curto ou médio;
  • 600g de plumante para enchimento;
  • Olhinhos próprios para bichinhos tamanho médio;
  • Linha para bordar cor preta;
  • 1 meada de linha de crochê preta;
  • 2 folhas de cartolina para o molde;
  • 1/2 metro de fita de cetim para o laço;
  • Cola quente;
  • Acessórios de costura (inclusive a máquina de costura).
Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Ideias de negócios

Montar empresa de Comunicação Visual – Passo a Passo

Saiba como montar empresa de Comunicação Visual lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro produzindo logotipos, cartões de visita, material de escritório, etc. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Comunicação visual

Ficha Técnica
Setor da Economia: Terciário
Ramo de Atividade: Prestação de Serviços
Tipo de Negócio: Empresa de Comunicação Visual
Produtos Ofertados/Produzidos: logotipos, cartões de visita, material de escritório, etc.

Apresentação

Entenda-se por comunicação visual, o trabalho de criação visual dentro de critérios técnicos e estéticos, para facilitar a relação entre o homem e a informação, quer seja no âmbito das artes gráficas (identidade visual de uma empresa) ou dos logotipos.
Verifica-se então, o infinito campo da comunicação. Para tudo que olhamos, algo foi criado para chamar nossa atenção, mas para que nossa atenção seja despertada, e assim o que vemos não seja esquecido, qualquer comunicação visual deve de um modo geral, ser executada após pesquisa e estudo criterioso de como será aplicada e a quem se destina, através do estudo da força psicológica das cores e imagens, para que se obtenha resultado.

Mercado

É um ramo extremamente concorrido, principalmente no que diz respeito ao atendimento das chamadas grandes contas (empresas de maior porte). Em contrapartida,
as oportunidades no segmento são vastas – principalmente no atendimento às micro e pequenas empresas que precisam de apoio profissional para desenvolver material de apresentação (logotipos, cartões de visita, material de escritório), de campanhas publicitárias completas, dentre outros.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com uma área com espaços bem distintos para recepção, atendimento aos clientes, administração e criação.

Equipamentos básicos

– Computadores;
– Scanners de mesa e impressoras;
– Materiais e ferramentas para desenho;
– Telefone, fax;
– Material de expediente, etc…

Investimento

Irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento, sendo que este, deverá cobrir gastos com equipamentos, móveis, telefones e todo o aparato de informática.

Pessoal

O número de funcionários irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento, porém, deverá se contar com uma equipe composta pelo responsável de criação, auxiliar/estagiário da área de publicidade e propaganda, secretária e o proprietário.

Clientes

Os clientes são empresas dos mais diferentes ramos, mesmo assim é bom estar preparado para uma queda significativa de pedidos nos períodos de férias. Além de propaganda em revistas e jornais, é bom investir em mala direta para a divulgação dos serviços.

Principais serviços

– Outdoors;
– Papéis de carta e administrativos;
– Decoração do escritório;
– Efeito visual da frota de caminhões;
– Placas, etc..

Fluxo de trabalho

O fluxo do trabalho se inicia com a tradução das necessidades do cliente, apresentadas geralmente de forma verbal e permeada de incertezas quanto à sua finalização, aí entra o “feeling” do empreendedor. Superado esse primeiro contato, definidas as primeiras características do trabalho, elabora-se um “rascunho” que é apresentado ao cliente, é neste “rascunho” que são anotadas e/ou feitas as sugestões de modificações ou adequações às expectativas daquele. Por fim, conclui-se o trabalho com a apresentação do “layout” final. Posteriormente, dá-se prosseguimento à estratégia de marketing, idealizada previamente pelo cliente, disponibilizando-se o material confeccionado à mídia impressa, televisiva, direta (panfletagem, mala direta, etc.), conforme o tipo de material elaborado.

O sucesso do empreendimento requer

  • Criatividade: Disso vai depender a consecução das expectativas das empresas clientes que, invariavelmente, procuram os especialistas em programação visual para conseguirem um diferencial para seus produtos ou serviços;
  • Qualidade do trabalho: Necessária em qualquer ramo de negócio. Pode ser conseguida mais facilmente com a utilização da tecnologia embarcada na informática, que dispõe de softwares específicos para o designe gráfico;
  • Bom atendimento: Que conquista e mantém boa parte da clientela e costuma ser um referencial respeitado inclusive pela concorrência;
  • Pontualidade: Imprescindível nesse tipo de negócio, pois dela dependerá, em muitos casos, o sucesso da estratégia preparada pelas empresas clientes.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).
Algumas legislações que o empreendedor deve ter conhecimento.
– LEI 4.680/65 e o DECRETO 57.690/66. Regulamentam o exercício da profissão de publicitário, as agências de propaganda e os negócios publicitários no Brasil, além das Normas Padrão para apresentação de serviços pelas agências e do Código de Ética dos Profissionais da Propaganda, documento este que através de 50 artigos e 19 anexos disciplina as normas éticas a serem obedecidas pelos anunciantes e agências de publicidade.
– LEI 9.610/98. Lei de Direitos Autorais.
Ainda existe o CONAR – Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária, composto de uma Câmara central e de outras espalhadas pelo Território Nacional, formadas por anunciantes, representantes de veículos e publicitários.

Entidades

Assoc. Bras. Das Agências de Publicidade: http://www.abap.com.br

Cons. Nacional de Auto-regulamentação Publicitária: http://www.conar.org.br

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Minnistério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário,

Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

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Ideias de negócios

Como ser um Comerciante de Sucesso

Saiba como ser um Comerciante de Sucesso  gastando pouco e sem cometer erros. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Como ser um comerciante de sucesso

A legislação que rege o Comércio é vasta e complexa. A seguir, teceremos considerações gerais sobre as questões fundamentais da criação e do funcionamento das empresas no que se refere aos aspectos legais.

Comerciante

  • Para ser um comerciante é preciso ter capacidade para comerciar que exerça o comércio em seu próprio nome, como profissão habitual. nada impedindo que a pessoa exerça outra profissão.
  • Ato de comerciar pode ser exercido pôr uma só pessoa ou pôr mais de uma pessoa: quando exercido pôr uma só pessoa, juridicamente damos o nome firma individual, quando exercido por mais de uma pessoa, damos o nome de sociedade comercial.
  • Também é considerado comerciante aquele que exerce o comércio por conta de terceiros, mas em seu próprio nome, como procedem os comissários. São considerados portanto, comerciantes apenas aqueles que e estabelecerem para a prática do comércio em seu nome individual ou em sociedades comerciais.

Quem pode comercializar

De acordo com os termos do artigo 1º do Código Comercial e do artigo 92 do Código Civil, podem exercer o comércio no Brasil:

  1. Todas as pessoas maiores de 21 anos, que se acharem na livre administração de sua pessoa e bens e não forem proibidas pelo Código Comercial;
  2. Os menores de 21 anos e maiores de 18 anos, que estiverem legitimamente emancipados;
  3. Os menores de 21 anos e maiores de 18, que tiverem autorização dos pais ou tutores por escritura pública;
  4. As mulheres casadas que tiverem de seus maridos autorização por escritura pública.

Os menores de 18 anos não podem ser emancipados, nem autorizados a comerciar. A emancipação se dá:

  • Pelo casamento;
  • Pelo exercício de emprego público efetivo;
  • Pela colação de grau em curso superior;
  • Pelo estabelecimento, civil ou comercial, com economia própria.

QUEM NÃO PODE EXERCER O COMÉRCIO

De conformidade com os termos do artigo 5º e 6º do Código Civil e 2º do Código Comercial, não podem comerciar no Brasil:

  1. Os menores de 18 anos;
  2. Os menores de 21 anos, não autorizados e não emancipados;
  3. Os loucos de todos os gêneros;
  4. Os surdos-mudos que não possam exprimir sua vontade;
  5. Os pródigos;
  6. Os presidentes e governadores de Estado;
  7. Os magistrados e os funcionários da Fazenda, dentro dos distritos em que exerçam as suas funções;
  8. Os oficiais militares de 1ª linha mar e terra, salvo se forem reformados e os dos corpos policiais;
  9. Os corretores e os agentes de leilões.

Também são proibidos de comerciar os falidos, enquanto não reabilitados legalmente e os médicos para exploração da indústria ou do comércio de produtos farmacêuticos, salvo sob a forma de sociedade anônima.

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Minnistério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário,

Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.