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Empreendedorismo e o Parque Tecnológico de Sergipe

Empreendedorismo e o Parque Tecnológico de Sergipe

Há pouco tempo, manifestei interesse em investigar a aplicação de recursos tangíveis e intangíveis dos clusters e ecossistemas de startups portuguesas, como alternativa de benchmarking para o Parque Tecnológico de Sergipe.

Os objetivos partiam da obtenção da visão relacional, da gestão, de clusters, ecossistemas, incubadoras, aceleradoras e startups, para que pudéssemos estabelecer um paralelo de experiências Brasil – Portugal, de modo a identificar como ocorre as estratégias e ações em nível de recursos e de gestão, visando uma possibilidade de propor um framework de um ecossistema de startups.

O momento seria oportuno para relacionar as experiências e agregá-las às estratégias de gestão adotadas no Parque Tecnológico de Sergipe, como um campo privilegiado de startups. Não podemos esquecer que estamos presenciando novos modelos de negócios nas últimas décadas, a exemplo das startups que tiveram sua origem nos EUA, desde os anos 1950, e as inovações que surgiram no Vale do Silício, onde estão situadas várias empresas de tecnologia.

O crescimento de startups aumentou consideravelmente nos últimos anos, e isso interfere positivamente no desenvolvimento econômico de qualquer nação. Diante desse fato e conectado com esse cenário, Portugal nos últimos anos tem investido consideravelmente nesse segmento de inovação e tecnologia.

Não deve ser por acaso ou mera coincidência a saída da crise financeira que sufocou a economia portuguesa há bem pouco tempo atrás. Será que não seria interessante para o Brasil observar melhor o que está acontecendo além mar?

O sonho português, para os brasileiros, começou a crescer bastante nos últimos dois anos. Brasileiros planejando morar e trabalhar nas terras de Camões começaram a surgir de forma exagerada, impulsionados pela crise econômica pela qual atravessa o Brasil e pela recuperação da economia portuguesa.

O fato é que existe legislação que motiva empreendedores de várias nacionalidades a abrir negócios que sejam considerados inovadores, e tal ação pode resultar em visto de residência em Portugal. Diante disso, é possível criar ou transportar uma empresa já existente para aquele país via adesão à startup Visa, por exemplo.

Diante deste cenário altamente desafiador e promissor, torna-se necessária uma investigação para descobrir quais os recursos estratégicos que são usados nesses ambientes para atrair, por exemplo, investidores, empreendedores com visão inovadora, gestores e modelos de gestão, capital de risco, sistemas e tecnologia da informação, e/ou outros elementos que levam a alimentar o sistema e o nível de competição em determinado ambiente.

Apesar de saber que não se pode replicar literalmente modelos de um lugar para outro, a possibilidade de compreender as alternativas de benkmarking, ou seja, de boas práticas para o Parque Tecnológico de Sergipe (SERGIPETEC), inspira a obtenção de possíveis resultados, respeitando, é claro, os devidos contextos. O SERGIPETEC atua no fomento à criação de empresas de base tecnológica e à construção de redes de relacionamentos que envolvem agentes do processo produtivo da geração do conhecimento, do ensino, da pesquisa e da inovação. Trabalha em conjunto com a Secretaria Estadual do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia – SEDETEC, fazendo parte do sistema de inovação do Estado de Sergipe.

O fato é que podemos refletir acerca dos impactos e das transformações que os clusters e ecossistemas já estão promovendo nas startups portuguesas e suas repercussões em modelos de negócios e de gestão. Portanto, vislumbrar para Sergipe as alternativas exitosas do modelo português pode permitir que nosso pequeno Estado tenha o destaque que as boas práticas sempre inspiram e posicione as startups sergipanas ao lugar de destaque que elas merecem e que nossos empresários tanto se esforçam para atingir.

JORGE CABRAL Administrador (CRA 2166-01), Palestrante, Educador, Empreendedor, Estrategista, Coach, Mestre pela UFPE, Especialista em Gestão Empresarial, Especialista em Docência Universitária, Master Practitioner em PNL AV*NLP/EUA. Possui mais de 30 anos de experiência em Gestão, Estratégia, Liderança e Educação. Conselheiro Efetivo e Diretor de Fiscalização do Conselho Regional de Administração de Sergipe. Coordenador do curso de Administração da Estácio Sergipe. Gerente técnico da unidade do Senar em Sergipe
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Negócios inovadores impõem desafios para tributação no Brasil

Airbnb, Uber, Netflix, Spotify, dentre outros negócios inovadores – que começaram como Startups, entretanto hoje estão se consolidando com uma base de usuários exponencial – estão mudando a forma como as pessoas enxergam o mundo.

A economia compartilhada – onde oferta e demanda se equalizam resolvendo problemas básicos como mobilidade, estadia, entretenimento, estacionamento – não é mais paradigma e sim realidade. Segundo uma projeção da consultoria PwC feita em 2017, o setor deve movimentar mundialmente US$ 335 bilhões no ano de 2025.

A agressividade inovadora, na contramão, desperta a fúria das empresas e conglomerados econômicos consolidados nos mercados, a exemplo da hostilidade existente ainda hoje entre taxistas e motoristas de aplicativos.

A hostilidade também surge sob outro aspecto que parece em segundo plano, porém vem ganhando cada vez mais notoriedade na mídia: estes novos negócios terão a incidência de impostos? Se sim, quais? Na Europa e nos EUA o debate está muito adiantado e resvala principalmente nas sofisticadas operações utilizadas por essas empresas para reduzir o pagamento de impostos.

Manobras possíveis por causa da própria natureza destes negócios: grande parte do seu valor está em sua propriedade intelectual e os sistemas tributários em todo mundo ainda não estão preparados para lidar com isso. Desta forma, remessas de dinheiro que poderiam ser consideradas lucros, e sofrer taxação, são movimentadas como royalties sobre o uso de propriedade intelectual sem que sejam taxadas.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima, em 2017, que 240 bilhões de dólares foram evitados em impostos todos os anos em operações como essas. O valor é quase metade de toda a arrecadação do Brasil em 2016. Apesar disto, seria impróprio dizer que estas empresas atuam na ilegalidade.

Pelo contrário, a engenhosidade e a arrojo são marcar registradas dos negócios inovadores e, infelizmente, os governos ao redor do globo são lentos e burocráticos, enquanto as Startups são ágeis e adaptáveis.

A intangibilidade destes negócios propõe uma releitura e um refino jurídico e interpretativo no qual os órgãos do Estado ainda não preparados, a começar que muitos sequer compreendem a natureza deles. Afinal, um serviço realizado na nuvem como definir onde recolher o ISS, por exemplo? Entre estas e outras dúvidas, surgem iniciativas a exemplo do Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 748/2015 que visa regulamentar o compartilhamento de imóveis residenciais por meio de sítios eletrônicos ou aplicativos, a exemplo do Airbnb.

Desde 23/02/2017 o projeto está com a relatoria e, enquanto isso, seguimos em meio a mudanças cada vez mais agressivas. Talvez, quando o PLS se tornar lei, a economia compartilha já tenha sido substituída por outra inovação. Afinal, como diz o bom e velho latim, tempus fugit.

THIAGO NORONHA Advogado. Sócio do Álvares Carvalho & Noronha – Advocacia Especializada (ACNLaw). Pós-Graduando em Direito Empresarial pela PUC/MG. Diretor Jurídico do Conselho de Jovens Empreendedores de Sergipe (CJE/ SE). Membro da Escola Superior de Advocacia (ESA/SE).
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Feira do Empreendedor, inscrições para Visitantes e Expositores

Abrir um novo negócio não é tarefa fácil. É preciso estudar o mercado, definir preços, logística e reunir uma infinidade de outras informações. Felizmente os empreendedores brasileiros não estão sozinhos nessa missão.

O Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) realiza todos os anos, gratuitamente, uma feira que reúne boa parte das informações necessárias a quem deseja empreender. Trata-se da Feira do Empreendedor.

feira do empreendedor

A Feira do Empreendedor conta com palestras, consultorias e oportunidades de negócio. Trata-se de um ambiente incrivelmente rico de aprendizado e network. Para quem já está mais avançado na missão de empreender, é possível sair da feira até mesmo com um negócio já montado, por meio de franquias.

A Feira

A Feira do Empreendedor Sebrae acontece em várias cidades do País, a exemplo de São Paulo (a maior de todas, com cerca de 150 mil visitantes), Belo Horizonte, Palmas, Joinville, Rondonópolis, Maceió e Salvador.

Desde sua criação, há mais de vinte anos, já foram realizadas mais de 140 edições do evento. Trata-se da maior exposição de empreendedorismo do mundo, com um total de 2 milhões de visitantes.

As edições locais sofrem pequenas mudanças para atender ao perfil do empreendedor de cada estado, mas todas as Feiras têm algo em comum: oferecem a empreendedores a possibilidade de adquirir equipamentos ou abrir negócios com baixo investimento inicial.

Durante o evento os empresários podem obter informações sobre diferentes segmentos da economia local, entrar em contato com fornecedores e avaliar como funciona a abertura de franquias, dentre outros benefícios.

Os espaços são gigantescos. A Feira realizada em São Paulo, por exemplo, tem em média 40 mil m² e mais de 400 expositores.

Números relevantes da Feira do Empreendedor

  • Quase 200 mil inscritos online
  • R$ 15 milhões em negócios gerados
  • 50 mil pessoas capacitadas
  • Retorno de Investimento de 35% para os expositores
  • Mais de 400 expositores.
  • Investimento de R$ 12 milhões para a montagem da Feira

Oportunidades de aprendizagem

Oportunidades Feira do Empreendedor

Cada Feira tem sua própria programação, que respeita as diferenças entre os mercados. Mas alguns temas são de interesses universais e recorrentes.

  • Franquias

No segmento de franquias, por exemplo, há palestras sobre como comprar, passos para escolher uma franquia e dicas de como avaliar uma franquia.

  • Exportação e internacionalização

Quem deseja vender fora do País pode encontrar palestras sobre oportunidades de negócios no exterior, métodos e ferramentas para a internacionalização das micro e pequenas empresas, plano de ação para exportações, além de aulas sobre exportações e importações através de comerciais exportadoras e importadoras.

Outras palestras ensinam a estruturar um departamento de exportações ou logística internacional e a planejar a entrada em um mercado internacional.

Informações importantes são passadas em aulas sobre macrotendências globais de consumo, construção de marcas internacionais; tendências do varejo em 2017 nos EUA, América Latina, Europa, Ásia e África; e como obter sucesso no maior mercado consumidor do mundo, os Estados Unidos.

Outros temas comuns nas Feiras do Empreendedor são oportunidades para o produto brasileiro no mercado mundial, vantagens do processo de internacionalização de empresas para os Estados Unidos e ações para ampliar a competitividade da sua empresa no exterior.

  • Comércio eletrônico

É bastante provável que em sua cidade aconteça uma palestra sobre estratégias digitais para acessar o mercado internacional, mas elas são bastante disputadas e com vagas limitadas.

  • Startups

Se você está começando um negócio novo, não deixe de assistir às palestras direcionadas às startups. Há mentorias, programas internacionais, dicas para captação de recursos; análises de oportunidades, novos mercados e cases de startups inovadoras; oportunidade para startups em IoT, serviços em nuvem, inteligência artificial e educação; dicas de como aproveitar oportunidades em negócios digitais, e ensinamentos sobre como escolher uma plataforma de loja virtual.

  • Sustentabilidade

No âmbito da sustentabilidade destacam-se as palestras sobre plano de negócios circular, oportunidades de negócio com hortas urbanas e conceitos de sustentabilidade aplicados ao sistema-produto.

  • Outras capacitações

Não encontrou sua área de atuação? Não se preocupe. A Feira do Empreendedor conta ainda com palestras sobre gestão de restaurantes, oficinas mecânicas, salões de beleza, papelarias, minimercados e passos para montar um ecommerce.

Há ainda capacitações mais genéricas. Exemplos incluem aulas de como construir um plano de ação financeira ou como vender para os governos federal e estadual.

  • Lazer

A Feira se preocupa também em oferecer momentos de lazer aos visitantes, mas sempre tendo o empreendedorismo como pano de fundo. Uma das atrações é uma sala de cinema que exibe filmes inspiradores, como “Jobs”, “Na natureza selvagem”, “O homem que mudou o jogo” e “Perdido em Marte”.

Como participar da Feira do Empreendedor – visitante

Todas essas capacitações estão disponíveis gratuitamente para os empreendedores. Para participar de cada aula ou exposição, basta se inscrever no site do Sebrae. Mas atenção: as vagas de cada palestra são limitadas e respeitam à ordem de chegada na Feira, mesmo para quem se inscreveu online. Chegue cedo ou corre o risco de não encontrar lugar.

Como participar da Feira do Empreendedor – expositor

Quem já tem um negócio consolidado pode aproveitar a Feira do Empreendedor para ampliar a empresa, adquirir novos clientes ou se tornar mais conhecido. Os expositores devem atender aos objetivos do Sebrae, que são:

  • Estimular o surgimento de novos empreendimentos
  • Difundir o empreendedorismo;
  • Prestar esclarecimentos e orientação;
  • Expor soluções e inovações visando a sustentabilidade e competitividade da micro e pequena empresa

Os espaços na Feira são vendidos pelo Sebrae. Mas não basta ter recursos. É preciso também se adequar aos critérios exigidos. Esses critérios são formulados de modo a obrigar cada expositor a fornecer, no evento, uma oportunidade de negócio.

Critérios para ser expositor na Feira do Empreendedor

ParticipParticipe da Feira do Empreendedor

O Sebrae define “oportunidade de negócio” como uma ação que gera uma oportunidade de implementação ou aperfeiçoamento de uma atividade econômica, de forma a viabilizar o surgimento de novos empreendimentos ou a gerar o crescimento das micro e pequenas empresas.

Os expositores da Feira devem, dessa forma, incentivar empreendimentos nos ramos da indústria, comércio, franquias, serviço e agronegócio.

Podem se candidatar aos espaços empresas que, por exemplo, vendam equipamentos que propiciem geração de renda, criação de uma nova empresa ou a ampliação da empresa existente.

Outros postos estão abertos a empresas que estejam em busca de representantes, revendedores e distribuidores; franqueadoras e licenciadoras de marcas e produtos.

O Sebrae abre espaço também para companhias que desejam formalizar parcerias, joint-ventures, prospectar novos sócios ou expandir sua rede. Por fim, há uma área especial dedicada às empresas focadas em sustentabilidade.

Se você se encaixa nesse perfil, fique de olho no site do Sebrae para saber quando começam as inscrições. Os expositores devem ter uma empresa legalmente constituída, com sede no Brasil.

Lembre-se: as propostas precisam ciar oportunidades de negócios para micro e pequenas empresas. Empresas com oportunidades de negócios que beneficiem mais de um setor (indústria, comércio, serviço, agronegócios) terão preferência.

Preços

Pequenas e microempresas que tiverem a sorte de ter sua proposta aceita pelo Sebrae precisarão pagar cerca de R$ 5 mil para um estande de 12 m ². No caso de empresas médias ou grandes, o valor é de R$ 11 mil.

Esse é o preço de referência para a edição de São Paulo, a maior do Brasil. Edições em mercados menores contam com preços mais baratos.

Em média, cerca de 42% dos expositores fecham algum negócio na Feira. A maior parte dos negócios fechados estão relacionados a franquias, seguida por expositores de máquinas e equipamentos e, logo depois, o segmento de negócios online. É importante ressaltar que o setor de serviços é o que menos gera negócios.

Pesquisa realizada pelo próprio Sebrae revelou que 81% dos expositores voltariam a expor ou patrocinar o evento. A nota média da Feira é de 8,5 (em uma escala de zero a dez). Cerca de 92% dos expositores recomendariam a Feira do Empreendedor.

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O que é Empreendedorismo, definição e exemplos

Você, a qualquer momento, pode virar um empreendedor. Duvida? Imagine que hoje seu chefe te chame para conversar e te demita, por algum motivo qualquer. O que você vai fazer? Existem apenas duas opções: procurar um novo emprego ou abrir seu próprio negócio. Se você optar pela segunda opção, então você precisa saber o que é empreendedorismo.

o que é empreendedorismo

Definições para Empreendedorismo

  1. Empreendedorismo é o processo de iniciativa ou habilidades para implementar novos negócios ou mudanças em empresas já existentes. É um termo ligado a inovação onde têm determinado objetivo de criar algo novo. Muito usado no âmbito empresarial e muitas vezes está relacionado com a criação de empresas ou produtos novos, normalmente envolvendo riscos.
  2. Empreendedorismo é a disposição ou capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos, serviços e negócios. É a inciativa de implementar novos negócios ou mudanças em empresas já existentes, gerir com alterações que envolvem inovação e riscos.
  3. De acordo com o dicionário Houaiss, empreendedorismo é a realização de tarefas difíceis e trabalhosas. Dito assim, não parece muito animador. Em linguagem mais popular, empreendedorismo é a prática de criar empresas e negócios.

Embora exista mais de uma definição para empreendedorismo, o certo é que para ser um empreendedor ou uma empreendedora requer inteligência emocional. Isso porque, a rotina de trabalho é intensa e muitas vezes é preciso cuidar de vários problemas e resolver muitas situações ao longo do dia.

empreendedorismo está muito relacionado na questão de inovação, onde têm determinado objetivo de criar algo novo dentro de um setor ou criar um novo, diversas startups por exemplo, inovam dentro de um setor existente.

A definição do dicionário Houaiss está correta. Empreender é realmente bastante desafiador. Uma pesquisa do IBGE calcula que apenas metade das novas empresas consegue passar dos primeiros quatro anos de vida. Isso acontece, em grande parte, por conta do despreparo dos administradores.

Além disso, saber lidar com cobranças, clientes, metas, enfim, tudo isso e muito mais são até mesmo motivos suficientes para fazer com que muitos donos ou sócios de empresas acabem desistindo do empreendedorismo.

Mas atenção! Fechar uma empresa não é sinal de fracasso. É sinal de que um empresário está aprendendo lições da maneira mais difícil. É um aprendizado que o deixará mais preparado para as etapas seguintes de sua carreira.

Ao mesmo tempo em que metade das empresas fecham as portas, outra metade consegue vencer e durar por muitos anos. Esses empresários vencedores – muitos dos quais têm histórias prévias de fracasso – realizaram o sonho de ter o próprio negócio.

Mas, nenhuma dessas sobrecargas no seu dia a dia é motivo para te impedir de trabalhar e de ser muito bem sucedido e ainda ter muito sucesso. Pois, com a inteligência emocional, todo empreendedor pode seguir a rotina de trabalho com muito mais leveza e sem enlouquecer.

Ser inteligente emocionalmente é saber lidar com os próprios sentimentos e pensamentos. É não se cobrar demais e nem desleixar ao ponto de não trabalhar. Mas, saber ter autocontrole e trabalhar com todos esses quesitos de uma maneira mais saudável. Para isso, é essencial não seguir apenas a rotina de trabalho, relaxar a mente e colocar em prática as dicas desse artigo.

Quem nunca sonhou em deixar de ser empregado e passar a ser patrão? O empreendedorismo não é fácil, mas está longe de ser uma tarefa impossível. Se você não aguenta mais receber ordens, e se você deseja ter clientes e não chefes, chegou a hora de se preparar.

Ser o seu próprio chefe, ter maior flexibilidade de horário e maiores lucros são as principais razões pelas quais ter o próprio negócio soa atraente.

Neste artigo, você vai eentender o que é a inteligência emocional, dicas para colocá-la em prática no dia a dia e se você é uma empreendedora, vou informar quais são as características mais pedidas no mercado. Afinal de contas, o número de mulheres empreendedoras aumenta a cada ano e elas estão arrasando nos negócios!

Cenário brasileiro para empreendedores

Empreendedorismo Brasil

Como vimos, metade das empresas fecha antes de completar 48 meses de atividade. Boa parte da culpa é dos empreendedores. Trata-se, em muitos casos, de pessoas que perderam seus empregos e tiveram de abrir o próprio negócio mesmo sem saber o que é empreendedorismo.

Há alguns perfis de empresas, entretanto, que tendem a ter uma maior expectativa de vida. Quanto mais funcionários tem uma companhia, menor as chances de ela fechar. Isso acontece porque demitir funcionários, no Brasil, é muito caro.

No País, empresários que investem nos segmentos de saúde, serviços sociais e atividades imobiliárias têm mais chance de sucesso. Por outro lado, os ramos mais difíceis para os empreendedores são o de comércio e serviço de oficina mecânica.

Apesar das dificuldades de empreender, milhões de brasileiros sonham em ter o próprio negócio. Uma pesquisa da Endeavor revelou que 76% da população nacional quer ter o próprio negócio. Porém a maioria da população não corre atrás de seus sonhos. Apenas 19% dos entrevistados pretende abrir um negócio nos próximos cinco anos.

A burocracia é uma das culpadas por essa falta de ação. Em São Paulo, por exemplo, pode-se levar até 100 dias para conseguir abrir uma empresa. Além disso, o Brasil tem mais de 11.500 normas tributárias. É impossível conhecer todas essas leis. Portanto, para saber o que é empreendedorismo, é preciso também saber o que é burocracia.

Tipos de empreendedorismo

Tipos de Empreendedores

Para aumentar as chances de o negócio ter sucesso, o empresário deve apostar suas fichas em empreendimentos que tenham mais o seu perfil. Portanto, antes de começar a empreender, conheça os tipos mais comuns de empreendedorismo:

  • Digital

empreendedorismo digital consiste em um modelo de negócios baseado na oferta de serviços e produtos essencialmente digitais, sua maior vantagem é poder abrir negócios investindo pouco e com equipe bastante enxuta. As oportunidades atuais estão relacionadas ao crescimento do acesso à internet e o alcance da rede. O e-commerce cresce entre 20% e 30% ao ano, índice muito superior ao da economia “real”.

Sendo assim, no empreendedorismo digital todo o ato de empreender ocorre via internet/tecnologia digital: desde o desenvolvimento do modelo de negócios, a criação dos produtos e serviços, disseminação, divulgação e até mesmo comercialização e uso dos mesmos.

Alguns produtos Digitais

Entre os principais infoprodutos (ou seja, produtos que resultam do trabalho do empreendedor digital) podemos destacar: e-books, podcasts, vídeos-aula, cursos-online, infográficos e outros formatos utilizados e distribuídos unicamente em formato digital.

Um dos grandes benefícios do empreendedorismo digital é a possibilidade de trabalhar no conforto de casa – o que dá ao indivíduo uma flexibilidade de tempo ainda maior. Mas lembre-se: para a internet, não há mais, necessariamente, a premissa do “horário comercial e de segunda a sexta”. Se o seu cliente tiver um problema às 23h da noite em um domingo, você terá que solucionar.

  • Informal

Você sabe o que é empreendedorismo informal? É o empreendedorismo por necessidade. São pessoas que tiveram de migrar para o mercado informal a fim de sobreviver. Há desde profissionais liberais com escolaridade superior até vendedores ambulantes com baixa qualificação.

A concorrência é altíssima. Uma saída para quem deseja migrar para esse tipo de empreendedorismo é se tornar microempreendedor individual.

  • Cooperativo

Quem não tem condições de empreender sozinho ou com poucos sócios pode realizar um empreendedorismo cooperado. São grupos de pessoas que se reúnem em prol de um negócio, compartilhando custos e lucros. A grande vantagem é a diminuição dos riscos.

Quando os negócios melhoram, esses empreendedores costumam se separar da cooperativa e atuar de forma independente. Pode ser uma boa estratégia para quem está começando.

  • Individual

Perfil de quem trabalha sozinho ou com apenas mais uma pessoa. É similar ao empreendedorismo informal, mas com a grande diferença de haver uma melhor organização e receber proteção dos aparelhos do estado.

Os empreendedores individuais se formalizam como MEI (microempreendedores individuais) e, com o tempo, abrem suas próprias pessoas jurídicas.

  • Franqueador

O empreendedorismo franqueador tem dois subtipos: o franqueado e empresarial. O franqueado são pessoas que já tem os recursos necessários para investir em um negócio próprio, mas pouca experiência. Já o empresário franqueador é aquele que já tem sua marca bem consolidada no mercado e deseja expandir.

Esses são empreendedores no sentido mais clássico da palavra. Exige muita dedicação e recursos em troca de um bom retorno financeiro no longo prazo.

  • Social

Quem pensa que empreender é colocar o retorno financeiro acima de tudo está enganado. O empreendedorismo social está em alta, principalmente entre os jovens. Trata-se de empresas criadas para melhorar a vida de pessoas ou comunidades ao mesmo tempo em que obtém lucro suficiente para dar um padrão de vida confortável aos seus sócios.

  • Sustentável

empreendedorismo sustentável é aquele que tenta combinar (ao mesmo tempo) responsabilidades sociais, econômicas e ambientais. Sendo assim, os lucros da empresa aqui são baseados em técnicas, normas e missões sociais sustentáveis, que sejam importantes para a sociedade como um todo.

Dessa forma, na hora de definir o que é empreendedorismo sustentável cabe destacar que ele está diretamente atrelado a necessidade de empresas de diferentes portes e segmentos do mercado de atuarem a favor da sociedade, principalmente no sentido de diminuir (ou eliminar de vez) o mau uso dos recursos naturais pelo homem. Por isso, o empreendedorismo sustentável é considerado um aliado do meio ambiente.

  • Corporativo

Empreender não implica em necessariamente pedir demissão e abrir o próprio negócio. Empreendedores corporativos são aqueles funcionários que empreendem dentro de uma empresa da qual ele não é sócio, mas apenas um funcionário.

Esses empreendedores pensam em modelos de negócios diferentes para aumentar o lucro dos seus contratantes. São o sonho de qualquer companhia.

  • Público

Apesar da má fama dos servidores públicos, alguns são verdadeiros empreendedores que buscam melhorar serviços públicos básicos. Suas ambições são nobres: melhorar a qualidade de vida da população por meio do próprio trabalho e com os recursos dos governos municipal, estadual ou federal.

 

  • Negócio próprio

Por fim, há o empreendedor de negócio próprio. São pessoas que têm um emprego estável, mas pedem demissão para poder ganhar mais ou obter mais reconhecimento, ainda que para isso precisem trabalhar em dobro.

Todos esses tipos de empreendedores têm uma coisa em comum: o desejo de satisfação pessoal, melhoria no padrão ou estilo de vida, e a vontade de deixar um legado.

Empreendedorismo e Ideias inovadoras

Se você é um homem ou uma mulher de negócios, certamente sabe o quanto a rotina é exaustiva, portanto, relaxar a mente e tirar o foco do trabalho em alguns momentos do dia é o primeiro passo da inteligência emocional.

Isso porque, é muito comum vermos empreendedores que trabalham o dia inteiro e nem se quer dão um tempo para si mesmo. Portanto, reserve um tempo para si e depois você verá como vai retornar as atividades com menos estresse e cansaço.

Além disso, outro motivo que deixa muitos empreendedores de cabelo em pé é o estresse no trabalho. Saber lidar com inteligência nos desafios diários nem sempre é uma tarefa simples.

Por isso, a dica é respirar fundo na hora de resolver problemas mais graves e colocar a sua saúde em primeiro lugar. Somente quem tem inteligência emocional no trabalho sabe o quanto é importante manter uma boa saúde para depois poder trabalhar com dedicação.

Bons Negócios para uma mulher Empreendedora

E para você que quer ser ou já é uma mulher empreendedora, vou te mostrar agora o porquê continuar na profissão e explorar toda a sua feminilidade no universo dos negócios!

Mais confiança: Quando uma mulher parte para o empreendedorismo, ela sabe que pode confiar em si e que tem muito poder de assumir o comando de um negócio.

Sentir-se útil: Muitas mulheres que apenas cuidam da casa e dos filhos não se sentem realmente úteis, isso porque, nos dias de hoje, elas querem cada vez mais pertencer também ao ambiente de trabalho. Por isso, ser uma mulher empreendedora te fará se sentir muito bem e motivada!

Agora você já sabe o que é empreendedorismo. Conhece outras pessoas que também sonham em empreender? Então compartilhe esse artigo nas redes sociais.

Como abrir uma empresa do Zero

MEI – Microempreendedor Individual, impostos, taxas e contribuições

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Uma breve conversa sobre crimes cibernéticos

Com o advento da internet, sistema global de redes de computadores interligadas, inúmeros acontecimentos benéficos à humanidade ocorreram deste então, assim como disseminação da Educação através das plataformas EAD, compartilhamento de conhecimento, cultura, globalização, comunicação, relacionamento, informação, compras, o mundo a um clique de distância.

Porém, tão certo quanto, o fogo que pode ser utilizado para nos aquecer do frio ou cozer um alimento, também pode devastar e destruir quase tudo o que toca.

Assim são os resultados através da internet, só depende de como usá-la. De tal forma um lápis na mão de um funcionário pode ser ferramenta para escrever um lindo texto motivacional ou um texto que possa ser uma tormenta psicológica, assédio moral ou sexual a um colega de trabalho.

Não há dúvidas quanto à classificação da tecnologia conhecida como internet, é uma ferramenta poderosa. Trouxe consigo um desafio ao legislador de fazer com que o ordenamento jurídico acompanhe a evolução tecnológica da sociedade.

E a atual legislação brasileira é insuficiente e branda para coibir a crescente gama de modalidades e práticas de crime cibernéticos. Entretanto não se pode propagar a ideia de que a internet é uma ferramenta que deva ser marginalizada.

O Marco Civil da internet lei 12.965/14 cria ponto de referência sobre web no Brasil, prevê inviolabilidade e sigilo de suas comunicações, regula monitoramento, filtro, análise e fiscalização para garantir o direito à privacidade.

Somente por meio de ordens judiciais para fins de investigação criminal será possível ter acesso a esses conteúdos, gerando princípios norteadores. Ainda assim, é insuficiente para impedir a impessoalidade, ou seja, habilidade que determinados usuários possuem de serem capazes de esconder seus rastros virtuais no mundo cibernético.

Conseguir chegar ao autor e comprovar uma ligação entre o autor do crime com a materialidade do próprio crime é muito difícil. A ONG SaferNet Brasil que combate e recebe denúncias de crimes e violação contra Direitos Humanos na internet em 11 anos recebeu 3.861.707 denúncias.

Já a Lei Carolina Dieckmann Lei 12.737/12 tipifica criminalmente os delitos informáticos que inseriu o Artigo 154-A do Código Penal, que trata da invasão de um dispositivo alheio conectado ou não à rede de computadores mediante violação de segurança para adulterar ou destruir dados sem autorização para obter vantagem ilícita.

Muitos usuários ou colaboradores, utilizam seus dispositivos eletrônicos, ou empresarias de forma intuitiva e ingênua. E acabam caindo nas sedutoras armadilhas das falsas propagandas virtuais, e-mails ou aplicativos maliciosos.

Empresas e industrias podem sofrer espionagem cibernética e acabam perdendo propriedade intelectual e industrial, gerando em alguns casos prejuízo de milhões de dólares.

Parece simples, porém existe uma diferença enorme, alguns crimes penais são praticados através da internet e não devem ser confundidos como crime cibernético pois, a internet é um instrumento, ferramenta par realização do crime. E o ato de tipificar determinada conduta comparado com outra já tipificada uma analogia perigosa que pode causar nulidade e chegar até uma absolvição do criminoso.

Segundo o Ministério Público Federal os principais crimes cibernéticos que ocorrem no Brasil são: Estelionato e Furto eletrônicos (fraudes bancárias), Invasão de Dispositivos, Armazenamento e Publicação de imagens com pornografia infanto-juvenil, Assédio e Aliciamento de crianças, Ameaças cyberbullying, Interrupção de Serviços, Crimes contra Propriedade Intelectual e Venda de medicamentos.

De fato eletrônicos chegaram para facilidade a vida, transformar e conectar empresas e pessoas do mundo inteiro. Mas vale salientar que todo cuidado é pouco, arquivos e dados podem guardar o segredo do seu coração ou da sua empresa.

GERSON BATISTA TELES JUNIOR Graduando em Direito, colaborador do Sistema S, palestrante e músico.
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Aprenda o modelo de Tuckman com “Os Vingadores: Guerra Infinita”

Um gancho que podemos utilizar do filme “Os Vingadores: Guerra Infinita” para o mundo dos negócios é o trabalho em equipe. Bruce Wayne Tuckman (quase um Batman da vida real) desenvolveu um modelo que apresenta os estágios de desenvolvimento enfrentados durante a formação de pequenos grupos, chamado de Modelo de Tuckman.

São eles: Forming (Formação); Storming (Confronto); Norming (Normatização) e Performing (Alto Desempenho). O filme nos apresenta alguns pequenos grupos de heróis que estão espalhados pelo universo, com missões diferentes mas um objetivo em comum, salvar a terra.

Uma maneira genial dos diretores colocarem todos os heróis na tela, sem gerar tumulto ou amontoado de gente, além de ter criado um dinamismo incrível no filme.

1) FORMING (FORMAÇÃO)

Nesse primeiro momento, as metas são traçadas, existe um certo ânimo por parte dos integrantes e pouco é mostrado de suas reais intenções e personalidade. O líder sinaliza as normas, testes são feitos e cada um do grupo começa a procurar seu lugar.

Grupo: Thor, Groot e Rocket

Um pequeno e inusitado grupo formado no filme, que possui um objetivo bem claro: forjar a arma para matar Thanos. Vemos várias partes cômicas desses heróis e pouco atrito entre eles. Thor não conhece seus companheiros e virse-versa e Groot está cada vez mais indiferente (por causa da aborrecência) com seu companheiro Rocket. Uma equipe fria que ainda está se descobrindo e enfrentará situações que ainda fortalecerão seus laços.

2) STORMING (CONFRONTO)

Podemos resumir essa segunda fase com uma frase bem popular: É quando as pessoas botam as garras para fora! Depois de um entusiasmo inicial, surgem problemas com a equipe e com o projeto quando as atividades realmente se iniciam. Mudança de prazos, pessoas entrando e saindo do grupo, dificuldades de execução nas tarefas, personalidades distintas e vários outros motivos levam à discórdia inevitável.

Grupo: Homem de Ferro, Doutor Estranho, Hulk, Homem Aranha e Wong

Um dos primeiros grupos a ser formado (e permanece assim até quase o final), é marcado pela troca de “elogios” entre quase todos. Um grupo desorganizado e repleto de ingratidão: Homem de Ferro lidera a má gestão de relacionamento, brigando pela liderança com o Dr Estranho, dando carão de pai no Aranha e sendo indiferente com os outros dois.

Não dá para listar todos os estranhamentos desse grupo, mas quem viu o filme sabe que a tensão rolou solta com esse pessoal.

3) NORMING (NORMATIZAÇÃO)

Um momento posterior à agitação dos confrontos, processos foram redefinidos, todos começam a entender seu objetivo e do seu colega também, reuniões e alinhamento de expectativas foram realizados e tudo agora caminha para um período de paz. Muitos consultores só conseguem trabalhar o alto desempenho de equipes apenas quando elas estão nesse estado, pois agora que vários problemas foram resolvidos, eles podem agora pensar em organizar a casa (norming) e partir para o alto desempenho (performing).

Grupo: grande grupo em titã lutando contra Thanos

Neste momento, podemos identificar a junção de 2 grupos de heróis, uma parte dos Guardiões da Galáxia e o grupo citado acima, liderados pelo Homem de Ferro e Doutor Estranho. Ambos vêm com conflitos prévios. Entretanto, depois de muitos debates engraçados e reflexões, eles conseguem bolar um plano para retirar a manopla de Thanos, e apesar de não terem sucesso, conseguem executá-lo muito bem.

Sincronizados e utilizando o melhor de cada um, surpreendendo a todos no cinema, eles demonstram características de um possível futuro alto desempenho, um grupo recém formado, que depois de muitas brigas acaba por cooperar e começar a trabalhar juntos em prol do bem maior.

4) PERFORMING (ALTA PERFORMANCE)

Como o próprio nome já denuncia, neste momento a equipe começa a trabalhar com seu maior potencial! Sincronizados, profissionais, respeitadores e geradores de resultados, são algumas palavras que definem esse momento. Muitos grupos nunca atingem esse patamar, já outros o fazem rapidamente. Tudo depende, a meu ver, da liderança.

Um grupo de pessoas fantásticas pode empacar um projeto por falta de um direcionamento assertivo, enquanto uma equipe com profissionais mais “humanos” sob a tutela de um grande líder e balizados em processos, ferramentas e capacitação, pode atingir grandes resultados.

Grupo: Sociedade de Wakanda e grupo do Capitão América

Perto do final do filme, vemos o grande confronto entre a turma de Thanos e os terráqueos. Nesse momento vemos um exército organizado e impecável, liderado pelo Pantera Negra e que ainda conta com a ajuda de um supergrupo.

Existe um plano a ser executado e todos conhecem seu papel, oferecendo suporte sempre que precisam uns aos outros, não existe atrito entre eles, mas sim um sentimento de necessidade de atingir o objetivo custe o que custar. O grupo do capitão, que salva o Visão e a Feiticeira também demonstra sincronismo e eficiência durante o resgate.

JORGE ALBUQUERQUE Graduado em Administração pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) . Articulista do portal Administradores.
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Escritórios virtuais e coworkings para inovação nas startups

Os Escritórios Virtuais e Coworkings de hoje se tornarão a base da nova economia compartilhada do século XXI, desconstruindo conceitos, processos e legislação e provocando o repensar das estruturas empresariais e sua logística.

Inicialmente o conceito de escritórios virtuais girava apenas em volta da utilização de espaços de trabalhos fora da sede da empresa ou um grande galpão onde adolescentes compartilhavam seus espaços para desenvolverem seus softwares, a exemplo do que ocorreu no Vale do Silício, movimento estimulado com o desenvolvimento da informática e da internet.

Na década de 90 algumas multinacionais aportaram no Brasil trazendo esse novo tipo de serviço, à exemplo da HQ Business Center, adquirida posteriormente pela Regus e da PostalNet, a qual oferecia vários serviços de escritórios além de salas para uso. O que foi logo absorvido pelo mercado brasileiro, tanto pelos usuários quanto por novos empresários que estavam se iniciando no empreendedorismo, grande parte deles oriundos de programas de demissão voluntária.

A ideia de compartilhamento de um mesmo espaço para utilização por várias empresas foi absorvida facilmente diante da visível economia que proporcionava para seus usuários, o que contribuía para que as empresas reduzissem de forma significativa os seus custos fixos.

Como toda nova ideia vem acompanhada de desafios, o principal deles foi conscientizar o poder público da viabilidade econômica e legal de permitir que fosse criada em um mesmo endereço mais de uma empresa, o que era, até então, inviável. Assim com a percepção futurista de algumas Prefeituras, o poder público decidiu permitir que esse compartilhamento de um mesmo espaço por várias empresas pudessem acontecer, regulamentando esse novo segmento que estava surgindo.

Entre as Prefeituras pioneiras nessa regulamentação é justo citar a Prefeitura de Aracaju, que regulamentou as atividades de escritório virtual no final de 2009, muito embora o primeiro escritório virtual do estado de Sergipe tenha sido instalado no segundo semestre do ano de 2003, o Portal Escritório Virtual que completa quinze anos.

Em 2012 os escritórios virtuais ganharam novo destaque na mídia de muitos países da Europa e nos Estados Unidos com o surgimento do termo “Coworking”, terminologia utilizada pela primeira vez por Brad Neuberg, em São Francisco na Califórnia, serviços já prestados pelos escritórios brasileiros com o nome de “estações de trabalho”.

Várias mudanças passaram a acontecer a partir de então:

1. O executivo poderia atender ligações de sua empresa em qualquer lugar através do serviço de Atendimento Personalizado;

2. Em um prédio, contendo apenas dez salas, já poderiam funcionar mais de trezentas empresas;

3. Encomendas poderiam ser encaminhadas pelo escritório para o endereço que o executivo determinasse; as correspondências poderiam ser entregues por motoboys ou simplesmente escaneadas e encaminhadas por e-mail;

4. Secretárias poderiam ser compartilhadas com várias outras empresas, sem onerar em suas despesas fixas;

5. Relacionamento interpessoal com sua equipe de trabalho e parceiros, restritos aos momentos agendados;

6. Menos deslocamento para o percurso trabalho x empresa, gerando economia com combustível e custo de manutenção com seu veículo, entre tantas outras.

Agora, surge uma nova realidade. A necessidade de se conectar, formar parcerias, compartilhar valores, aumentar sua rede de relacionamento e aí entra os escritórios virtuais e coworkings como elo necessário e indispensável para viabilizar esse processo.

Os escritórios virtuais deixarão de ser meros cabides de empresas, como muito deles são hoje, para se tornarem corresponsáveis pelo sucesso das empresas. Informando, fomentando, buscando novas ideias, oferecendo mentorias, para que cada uma das empresas cresçam de forma sustentável, estimulando-as a utilizar tecnologia de ponta em gestão à exemplo de ferramentas e metodologias como Busines Model Canvas, Design Thinks e Scrum, tornando-as mais competitivas.

ROSIVALDO ANDRADE DO NASCIMENTO Professor de Empreendedorismo da UNIT, Consultor credenciado do SEBRAE, Diretor-Presidente do Portal Escritório Virtual e Diretor Regional para o Nordeste da ANCEVA (ssociação Nacional de Coworking e Escritório Virtual.GoTeam).
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Tem poder quem age

Tem poder quem age

É comum sentir insatisfação em algum momento da vida, seja com o trabalho, os estudos, os relacionamentos amorosos, o corpo, com as pessoas com as quais você convive, etc. Porém, é errado que essa insatisfação permaneça por muito tempo. Interessante ler o livro do Coach Paulo Vieira, Phd “O Poder da Ação”, que promete fazer sua vida ideal sair do papel.

A obra mostra pesquisas e ampla investigação científica, realizada pelo próprio autor, que visa auxiliar os leitores a realmente mudarem de vida. Nele você encontra incentivos, desafios e até exercícios que podem ajudar a começar uma nova etapa e, consequentemente, atingir o sucesso profissional e pessoal.

O livro tem o objetivo claro de provocar mudanças. Ao invés de outros livros em que o autor apenas dá conselhos e exemplos de casos, neste ele resolveu inovar e usar uma metodologia diferenciada, que realmente estimula a ação. O que ele fez? Criou o Coaching Integral Sistêmico (CIS) e o juntou com desafios e provocações para a pessoa ficar estimulada a agir e ir em busca dos seus ideais, objetivos e sonhos.

Esse método foi o responsável por impactar 250 mil pessoas ao longo da carreira do autor, e pode impactar você também! Quando for ler “O Poder da Ação”, a dica é aceitar o que é proposto e dizer sim aos desafios. Até porque, por melhor que a metodologia seja, o único que responde por suas ações e que pode mudar sua vida, é você!

O LIVRO

Quando terminei a leitura do livro “O Poder da Ação”, editado pela Editora Gente, fiz algumas observações sobre: Ele tem 252 páginas com seu conteúdo dividido em 7 capítulos, cada um deles tratando sobre um aspecto fundamental para que o leitor possa tirar a vida ideal do papel e fazer acontecer. (Sair do estado atual – hoje – para um estado desejável – amanhã).

De modo direto e claro, o autor traz questionamentos e exercícios que nos fazem parar, pensar e reconhecer onde estamos errando, onde estamos acertando e principalmente onde estamos nos boicotando. Ele consegue deixar evidente que, se queremos que algo aconteça, precisamos realizar mudanças em nós, e essas mudanças podem ser drásticas, mas. Ao mudarmos o modo de pensar, de falar, de ser, de viver, de agir somos capazes de mudar os resultados de tudo o que pode acontecer na nossa vida, potencializando as chances de realizar os nossos sonhos. A regra é: AGIR, E AGIR CERTO.

Para isto há que colocar em prática os ensinamentos para dar ao leitor o poder da ação, da realização, da vida plena, feliz e saudável, inclusive financeiramente. Veja- -se seu Capítulo 3, sobre a Autor responsabilidade. É comum a pessoa ficar arrumando desculpas e culpados para as coisas negativas que lhe acontecem, quando na verdade só existe um culpado: ela própria. Criticar, reclamar das circunstâncias, buscar culpados, se fazer de vítima, justificar os erros e julgar as pessoas são pontos-chave para uma mudança na autor responsabilidade.

Ao fazer a leitura do livro em um ambiente calmo, propício à reflexão a cada toque mais profundo das palavras e principalmente realizar os exercícios que o autor propõe ao longo de cada capítulo, ao final será possível sentir algo diferente em você.

Haverá momentos em que o leitor vai achar que o autor está falando diretamente para ele pelas situações pelas quais todos nós passamos na vida. Com base no livro, o autor criou o curso “O Poder da Ação”, que é uma versão prática de todo o conteúdo, onde o participante passa por um verdadeiro processo de imersão, não só aprendendo mas também vivenciando o poder da ação.

MINHA EXPERIÊNCIA NO MÉTODO CIS

Participei, durante três dias no mês de abril de 2018, de forma intensiva, do curso Método CIS 188 (Método Coaching Integral Sistêmico) – Inteligência Emocional (I.E.), o maior treinamento de I.E. do mundo que representa um grande processo de transformação através dos conceitos de Coaching (sair do estado atual para o estado desejado), basicamente sobre Administração, Psicologia Positiva, Neurociência, Mente (Mind), entre muitos outros conceitos.

Por que CIS 188? Simples! Já foram ministrados mais de 187 treinamentos com esta metodologia. Durante o processo (50 horas de pura imersão em três dias) o Ph.D. Paulo Vieira liderou o treinamento para mais de 3.600 pessoas. Ele se constitui no maior treinamento de Inteligência Emocional com ferramentas de coaching da América Latina e ajuda a pessoa a eliminar obstáculos emocionais para que alcance seus objetivos. Criado pelo PhD e Coach Paulo Vieira, o curso é totalmente baseado em técnicas comprovadas cientificamente.

Abrange as mais diversas áreas da vida ao mesmo tempo e faz a pessoa ter acesso a técnicas para melhorar seu dia, aumentar sua produtividade, melhorar o diálogo com a família, seja esposa, filhos, pais, etc, assim como colegas de trabalho e seus colaboradores.

O método é promovido pela Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico e aplicado pelo referido Master Coach Paulo Vieira.Com mais de 100 mil pessoas impactadas em três continentes, o Método C.I.S. tem como objetivo ajudar as pessoas a aumentarem sua efetividade em tudo o que fazem assim como promover o bem estar e a felicidade do indivíduo.

Benefícios pessoais:

  1. Equilíbrio e Força Emocional;
  2. Reprogramação de Crenças;
  3. Alta performance Profissional;
  4. Preestabelecimento do Autocontrole Emocional;
  5. Autoestima e Eliminação de Autossabotagem;
  6. Realização de Metas e Objetivos;
  7. Eliminação dos Sintomas de Traumas e Vícios;
  8. Restauração de Relacionamentos;
  9. Quadros Mentais e Matriz de Mudança Humana;

Benefícios empresariais:

  1. Acréscimo de Competências;
  2. Fortalecimento do poder de liderança;
  3. Capacitação de gestores;
  4. Contribuição para o trabalho em equipe;
  5. Facilidade na realização de metas e objetivos;
  6. Aumento da lucratividade. Você pode fazer o que deseja.
DIEGO CABRAL FERREIRA DA COSTA Administrador (CRA-SE 2035-01), coach ISOR, consultor e mentor. Pós-Graduado em Gestão de Marketing. Experiência em gestão de empresas, formação de times, planejamento estratégico e marketing. Conselheiro federal de Administração.
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Programação Neurolinguística e Vendas

PNL e Vendas como a união dessas duas coisas pode transformar sua vida. PNL e vendas se tornou uma combinação fantástica para o desenvolvimento das habilidades em vendas.

Não estamos falando apenas dos vendedores, mas também de todos os profissionais que de alguma forma vendem algo todos os dias – seja compartilhando uma ideia inovadora ou convencendo alguém de que o seu projeto vale a pena.

Muito além do ambiente profissional, aliar a programação neurolinguística (PNL) com a prática de boa comunicação e negociação, é um recurso importante para qualquer pessoa.

A geração de influência e a satisfação com os resultados começam a partir daí.

Quer saber o que a união de PNL e vendas tem de tão especial? Continue lendo e descubra como essas ferramentas podem transformar a sua vida!

Como combinar PNL e vendas?

Aprender a usar PNL e vendas é um desafio gratificante. Primeiro, é preciso entender quais são as motivações, necessidades e valores do cliente. Analisando o que ele quer, você consegue usar uma abordagem adequada e desenvolver melhor o processo de venda.

Portanto, a PNL em vendas pode ser usada a partir da identificação e análise do perfil da pessoa que está se comunicando com você.

Legal, você já entendeu que esse recurso é importante para entender as necessidades dos clientes e vender melhor, mas…

Entenda todos os tipos de clientes

Visuais

Na modalidade visual, o cliente usa figuras para explicar o seu ponto de vista. Para acompanhar os quadros mentais que possuem, acabam falando mais rápido a fim de transmitir suas ideias na velocidade em que eles visualizam essas figuras.

Ou seja: usar gráficos, vídeos, imagens, apresentações, investir em design, ou qualquer outro recurso visual, pode ser determinante para esse cliente fechar negócio com você.

Auditivos

O cliente auditivo condiz às pessoas que falam mais pausadamente, buscando se comunicar de forma mais clara e ouvir algo pertinente do outro. Possuem um perfil mais observador e crítico.

Neste caso, a melhor maneira de conquistar o seu cliente é falar de maneira mais clara, procurar ter uma boa dicção, usar recursos de áudio e ter certeza de que o cliente está entendendo o que você está explicando.

Sinestésicos

Os sinestésicos são aqueles que se baseiam no tato. É muito raro conversar com um cliente deste perfil e não ser tocado por ele em algum momento. Eles sentem a necessidade de toque para se comunicarem e conhecerem um produto, por exemplo.

Você pode garantir a venda se não demonstrar incômodo sempre que esse cliente te tocar, deixar que ele mesmo segure, olhe e teste os produtos. Você pode usar esta necessidade ao seu favor; descrever as qualidades do produto, enquanto ele mexe é uma boa ideia.

As vantagens dessa união

A junção entre PNL e vendas garante diversos benefícios para você, entre eles:

  1. Aprender sobre linguagem corporal e desenvolvimento humano;
  2. Compreender as necessidades e motivações do interlocutor;
  3. Transformar a sua comunicação e visão de mundo;
  4. Atender às expectativas do interlocutor;
  5. Entregar algo de valor aos clientes;
  6. Vender cada vez mais.

Transformando a sua vida com PNL e vendas

Como você deve ter percebido, aplicar as técnicas de PNL em vendas pode trazer inúmeros benefícios para o desenvolvimento da comunicação, negociação e fidelização de clientes.

PNL e vendas envolve:

  1. Entender o seu interlocutor;
  2. Compreender as suas preferências;
  3. Escolher um meio de comunicação adequado para influenciá-lo.

E, assim, dar as condições para que ele associe a venda com uma sensação positiva, solucionando um problema ou favorecendo o seu prazer.

JORGE CABRAL Administrador (CRA 2166-01), Palestrante, Educador, Empreendedor, Estrategista, Coach (comportamental, executivo e de carreira), Mestre pela UFPE, Especialista em Gestão Empresarial, Especialista em Docência Universitária, Master Practitioner em PNL AV*NLP/EUA. Possui mais de 30 anos de experiência em Gestão, Estratégia, Liderança e Educação. Conselheiro Efetivo e Diretor de Fiscalização do Conselho Regional de Administração de Sergipe. Coordenador do curso de Administração da Estácio Sergipe.
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A nova era das maquininhas de cartão e dos pagamentos digitais

A maioria das pessoas já sabe que aceitar cartão não é mais uma opção dos empreendedores, e sim uma necessidade que vem aumentando a cada dia, ainda mais nessa era moderna onde ficou muito mais prático e seguro andar com cartão no bolso.

Mas, o que muita gente não sabe é que por traz de todas as empresas de maquininhas de cartão, conhecidas também por Adquirente ou Subadquirente, Credenciadora ou Sub Credenciadora, existe uma grande estrutura tecnológica com vários envolvidos para que o comprador (dono do cartão) e vendedor (dono de empresa) consigam realizar a transação de forma segura e rápida.

Tudo começa pela famosa maquineta ou maquininha, conhecida tecnicamente como POS (point of sale) ou ainda modelos chamados de PIN Pad. Eu explico a diferença:

PIN Pad é um dispositivo utilizado apenas para informar o PIN ou a “senha” de forma segura (criptografada). Ele é utilizado geralmente plugado a um computador e nesse caso quem faz o processo de transmissão dos dados da venda é o software da empresa que depende da internet para que esses dados cheguem protegidos ao destino final.

É muito fácil diferenciar esse tipo de equipamento. O PIN Pad não consegue resolver todo o processo de venda sozinho. Ele depende de um computador ou outro dispositivo como Smartphones ou Tablets com acesso à internet, além de software específico (homologado) e de impressora para o comprovante. Nos dispositivos móveis, o comprovante pode ser enviado via SMS e outros meios.

O PIN Pad obedece a regras de uso que me parece ser instituído pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ou ainda pela Abecs – Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços. Nele, existem chaves criptográficas de cada Credenciadora, também chamado de mapa de chaves da ABECS (Master Keys).

A vantagem do mapa de chaves é permitir que o estabelecimento escolha livremente mais de uma Adquirente ou Credenciadora para trabalhar usando o mesmo PIN Pad, o que deixa o mercado mais competitivo e favorece o comerciante.

Já o POS é bem diferente, pois ele é totalmente independente e consegue resolver o processo da venda sozinho, sem precisar de mais dispositivos plugados e na sua grande maioria dispõe de tecnologia GPRS, que permite o transporte de dados por pacotes, através do uso de CHIP de operadora de telefonia.

Também possui um software de venda dentro dele e impressora para o comprovante. A indústria já tem investido em vários modelos mais modernos e tecnológicos, proporcionando mais serviços aos comerciantes a exemplo de alguns modelos de maquininha em formato de Smartphone com sistema operacional Android, permitindo a instalação de aplicativos para uso do comércio.

Na maquininha POS, o comerciante não consegue usar mais de uma Credenciadora, já que o equipamento não vem com as chaves criptográficas compartilhadas como no PIN Pad e isso pode afetar futuramente de forma muito negativa. Considerando que hoje em dia boa parte das empresas estão vendendo os equipamentos para os comerciantes, quando o comerciante compra, ele fica preso a uma única Credenciadora e caso ele queira mudar, terá que fazer outro investimento.

Ele nem imagina que poderia ser diferente se na máquina tivesse o mapa de chaves Abecs, pois ele teria a livre escolha para decidir qual Credenciadora é a melhor para seu estabelecimento ou ainda poder trabalhar com mais de uma, já que o equipamento é dele.

A compra dessa forma não favorece muito o comerciante, pois caso ele decida trocar de Credenciadora, ele precisa trocar de equipamento. Já para a Credenciadora, fica muito interessante, pois é uma maneira quase que forçada de garantir a fidelidade do comerciante.

Até certo tempo atrás, as gigantes Credenciadoras alugavam as maquininhas POS e tinham uma receita bem positiva sobre os alugueis. Porém, o mercado mudou e ainda vai mudar muito daqui para frente, basta observar a guerra de preço por taxas que tem acontecido.

No futuro, creio que vai sair na frente quem entregar pacote de soluções para os comerciantes que os ajudem a diminuir custos operacionais e aumentar as suas vendas, pois o custo operacional de um estabelecimento comercial ainda é elevado e para isso o comerciante que estiver atento, vai em busca de soluções que lhes dê melhor suporte.

Quando participei de um evento promovido pelo Banco Central, foi relatado claramente que eles vão apoiar modelos de pagamentos instantâneos, onde o pagador faça o pagamento e o recebedor receba esse recurso de forma instantânea, podendo usar o recurso imediatamente.

Aos poucos, o varejo deva se acostumar com os novos termos a exemplo: Fintech, Startup, Bitcoin, Criptomoeda, Pagamento Digital, Conta Digital, Adquirente, Subadquirente, Credenciador, Subcredenciador, Arranjo de Pagamento, InsurTech e outros.

Esse mercado está em uma fase nunca vista antes e, caros leitores e amigos especialistas, vamos ter que arregaçar as mangas e trabalhar muito se quisermos conquistar e não perder espaço dentro desse mercado.

LUCIANO MAYNARD Sócio da Serveloja Soluções Empresariais, especialista em meios de pagamentos, mercado financeiro, mercado de cartões e Fintech.