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Cargos e salários

Professor de Economia – O que faz, Salário, Formação, CBO

Veja o que faz, quanto ganha um Professor de Economia, as melhores empresas e vagas de emprego para professor de economia, informações completas do Ministério do Trabalho e Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp com a participação de empresas e profissionais do setor de economia e Recursos Humanos.

A seguir, as informações sobre Professor de economia do ensino superior:

  • Quanto ganha;
  • Jornada de trabalho;
  • Piso salarial;
  • Salário médio;
  • Maior salário;
  • Salário hora;
  • Código da Profissão;
  • Atribuições / descrição do cargo;
  • Formação e experiência;
  • Condições gerais para exercício do cargo;
  • Descrição das atividades;
  • Recursos para exercício do cargo;
  • Cargos relacionados;
  • Participaram da pesquisa;
  • Instituições.

Quanto ganha um Professor de economia

  • Jornada de trabalho: 30h
  • Piso salarial: R$6.301,66
  • Salário médio: R$8.875,58
  • Maior salário: R$13.413,04
  • Salário hora: R$58,66
  • Código da Profissão: CBO 234805

Atribuições do cargo de professor de economia

Ministram aulas, preparam cursos, programas, disciplinas e aulas, na área de ciências econômicas, administrativas e contábeis, do ensino superior; assistem e avaliam alunos; produzem trabalhos acadêmicos e orientam a elaboração de teses, monografias, dissertações e trabalhos de uso. Participam de atividades administrativas, bancas examinadoras e eventos acadêmicos; administram departamentos de ensino; realizam atividades de extensão e comunicam-se oralmente e por escrito.

Formação e experiência para professor de economia

Essas ocupações são exercidas por pessoas com escolaridade de ensino superior ou com formação profissional em nível técnico (cursos técnicos). O pleno exercício das atividades ocorre após o período de um a dois anos de experiência profissional.

Condições gerais para exercício do cargo

Os profissionais dessa família ocupacional exercem suas funções em instituições e entidades de ensino; trabalham de forma individual, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e no período diurno. São contratados na condição de trabalhadores assalariados, com carteira assinada. Podem estar sujeitos a estresse constante, devido à condição de trabalhos sob pressão.

Código internacional CIUO88
2310 – Profesores de universidades y otros establecimientos de la enseñanza superior

Descrição das atividades do professor de economia

Ministrar Aula

1 – Expor conteúdos referentes a disciplinas de economia, administração e contabilidade;
2 – Adequar o conteúdo programático à realidade;
3 – Aplicar recursos didáticos;
4 – Utilizar recursos técnicos para exposição;
5 – Esclarecer dúvidas de alunos;
6 – Indicar uso de softwares específicos e calculadoras;

Preparar cursos, programas, disciplinas e aulas

1 – Definir conteúdo programático;
2 – Atualizar o conteúdo programático;
3 – Preparar material didático;
4 – Definir bibliografia;
5 – Preparar conteúdo da aula;
6 – Preparar exercícios relativos a economia, administração e contabilidade;
7 – Selecionar recursos técnicos para exposição;
8 – Preparar exames;

Assistir Alunos

1 – Auxiliar na escolha da disciplina;
2 – Fornecer orientação acadêmica e profissional;
3 – Orientar na publicação de trabalho;
4 – Direcionar na obtenção de bolsas de estudo;
5 – Auxiliar na obtenção de estágio;
6 – Orientar monitores;

Avaliar Alunos

1 – Avaliar participação em aula;
2 – Aplicar prova escrita e oral;
3 – Aferir provas e trabalhos;
4 – Avaliar teses, monografias e dissertações;
5 – Registrar freqüência dos alunos;

Produzir trabalhos acadêmicos

1 – Elaborar artigos científicos e acadêmicos;
2 – Elaborar relatórios;
3 – Divulgar resultados de pesquisas;
4 – Elaborar teses e dissertações;

Orientar teses, monografias, dissertações e trabalhos de uso

1 – Auxiliar na definição de temas de pesquisa;
2 – Orientar aluno quanto à estruturação do pensamento;
3 – Auxiliar na definição de metodologias;
4 – Orientar pesquisa bibliográfica;
5 – Orientar pesquisa teórica;
6 – Orientar pesquisa de campo;
7 – Orientar coleta de dados;
8 – Orientar utilização de normas e formas de apresentação;
9 – Criticar versões dos trabalhos;
10 – Sugerir composição da banca examinadora;

Participar de atividades administrativas

1 – Analisar propostas de pesquisa;
2 – Definir temas e escopo da pesquisa;
3 – Elaborar projetos;
4 – Definir metodologia;
5 – Pesquisar bibliografia;
6 – Definir cronograma;
7 – Organizar equipes;
8 – Atribuir tarefas;
9 – Coletar dados;
10 – Classificar dados;
11 – Analisar dados;
12 – Coordenar execução do projeto;

Participar de Bancas Examinadoras

1 – Julgar trabalhos acadêmicos e científicos;
2 – Propor alterações em teses e dissertações;
3 – Dar parecer em publicações científicas e acadêmicas;
4 – Propor trabalhos para publicação;
5 – Participar de comissões editoriais;

Participar de eventos acadêmicos

1 – Selecionar trabalhos acadêmicos para eventos;
2 – Apresentar trabalhos, artigos e comunicações;
3 – Debater trabalhos;
4 – Coordenar mesas de debates;
5 – Participar de painéis;
6 – Proferir palestras;
7 – Assistir a eventos;

Administrar departamentos de ensino

1 – Participar de atividades administrativas;
2 – Organizar grade curricular e horária;
3 – Indicar professor para contratação;
4 – Organizar eventos;
5 – Elaborar prestação de contas;
6 – Procurar fontes de financiamentos;
7 – Participar da avaliação de cursos;

Realizar atividades de extensão

1 – Elaborar propostas de projetos técnicos em economia, administração e contabilidade;
2 – Assessorar projetos técnicos de economia, administração e contabilidade;
3 – Participação de programas de orientação profissional;
4 – Orientar empresa júnior e incubadoras de empresas;
5 – Auxiliar elaboração de base de dados;
6 – Propor parcerias de pesquisas com instituições privadas e públicas;

Demonstrar competências pessoais

1 – Demonstrar raciocínio lógico;
2 – Manter-se atualizado;
3 – Demonstrar capacidade de análise crítica;
4 – Interpretar textos em línguas estrangeiras;
5 – Adaptar-se a circunstâncias e situações variadas (flexibilidade);
6 – Cumprir deveres e compromissos com pontualidade;
7 – Agir com responsabilidade;
8 – Motivar;
9 – Demonstrar dinamismo;
10 – Expressar-se oralmente;
11 – Expressar-se com fluência verbal em língua estrangeira;
12 – Expressar-se por escrito com fluência;

Recursos para exercício do cargo

  1. Quadro-negro;
  2. Vídeo;
  3. Material de escritório;
  4. Legislações federais, estaduais e municipais;
  5. Bases estatísticas;
  6. Equipamentos e recursos para videoconferência;

Cargos Relacionados

  1. Professor de economia – Professor de desenvolvimento econômico, Professor de econometria, Professor de economia brasileira, Professor de economia internacional, Professor de finanças públicas, Professor de história do pensamento econômico, Professor de história econômica, Professor de macroeconomia, Professor de matemática financeira (economia), Professor de microeconomia, Professor de pesquisa econômica, Professor de teoria econômica;
  2. Professor de administração – Professor de administração financeira, Professor de administração pública, Professor de finanças (administração), Professor de gestão (administração), Professor de marketing, Professor de matemática financeira (administração), Professor de organização e métodos (administração), Professor de planejamento e desenvolvimento, Professor de planejamento empresarial, Professor de teoria da administração;
  3. Professor de contabilidade – Professor de análise de custos, Professor de auditoria contábil, Professor de contabilidade bancária, Professor de contabilidade financeira, Professor de contabilidade industrial, Professor de contabilidade internacional, Professor de contabilidade pública, Professor de contabilidade societária, Professor de perícia contábil;

Participaram da pesquisa

  • Alberto Weimann Gergull;
  • Alexis Toribio Dantas;
  • André Maia Gomes Lages;
  • Antonio Gledson De Carvalho;
  • Carlos Frederico Leão Rocha;
  • Celso Fernandes De Carvalho;
  • Cleonice De Oliveira Dias;
  • Cristiane Soares;
  • Edison Ryu Ishikura;
  • Francisco José Dos Santos Alves;
  • Francisco Manoel Garcia De Freitas;
  • Jorge Nogueira Brito;
  • Synval Reis Neto;
  • Valéria Pero;
  • Vitória Maneia Da Silva;

Instituições

  • Centro De Políticas Sociais Da Fundação Getulio Vargas (Fgv);
  • Conselho Regional De Contabilidade;
  • Fundação Instituto De Pesquisas Contábeis, Atuariais E Financeiras (Fipecafi);
  • Instituto De Economia Da Ufrj;
  • Prefeitura Da Cidade Do Rio De Janeiro;
  • UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE (UFF);
  • Universidade Cândido Mendes – Ipanema;
  • Universidade De São Paulo – Departamento De Economia;
  • Universidade Estácio De Sá;
  • Universidade Federal De Alagoas;
  • Universidade Federal Do Rio De Janeiro (Ufrj);

Instituição Conveniada Responsável

Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp

Fonte: Ministério do Trabalho

Glossário:

O que é Economia

Economia (ciência económica (português europeu) ou ciência econômica (português brasileiro)) é uma ciência que consiste na análise da produção, distribuição e consumo de bens e serviços.

É também a ciência social que estuda a atividade económica, através da aplicação da teoria económica, tendo, na gestão, a sua aplicabilidade prática.

O termo economia vem do grego οικονομία (de οἶκος, translit. oikos, ‘casa’ + νόμος , translit. nomos, ‘costume ou lei’, ou também ‘gerir, administrar’: daí “regras da casa” ou “administração doméstica”.[1]

Os economistas estudam as decisões de produção, troca e consumo, como aquelas que ocorrem em um mercado tradicional.

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Cargos e salários

Professor de artes cênicas no ensino superior – O que faz, Salário, Formação, CBO

Veja o que faz, quanto ganha um Professor de artes cênicas no ensino superior, onde estão as melhores vagas de emprego para professor de artes cênicas, informações completas do Ministério do Trabalho e Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp com a participação de empresas e profissionais do setor artes cênicas e Recursos Humanos.

A seguir, as informações sobre Professor de Artes do Ensino Superior:

  • Quanto ganha;
  • Jornada de trabalho;
  • Piso salarial;
  • Salário médio;
  • Maior salário;
  • Salário hora;
  • Código da Profissão;
  • Atribuições / descrição do cargo;
  • Formação e experiência;
  • Condições gerais para exercício do cargo;
  • Descrição das atividades;
  • Recursos para exercício do cargo;
  • Cargos relacionados;
  • Participaram da pesquisa;
  • Instituições.

Quanto ganha um Professor de artes cênicas no ensino superior

  • Jornada de trabalho: 36h
  • Piso salarial: R$6.393,27
  • Salário médio: R$9.004,61
  • Maior salário: R$13.608,03
  • Salário hora: R$50,27
  • Código da Profissão: CBO 234905

Atribuições do cargo de Professor de artes cênicas no ensino superior

Atuam no ensino superior, nas áreas de artes; planejam cursos; desenvolvem pesquisas e criações artísticas; coordenam atividades de extensão e divulgam conhecimentos específicos em artes. Exercem e assessoram atividades artísticas, pedagógicas e acadêmico-administrativas.

Formação e experiência para Professor de artes cênicas no ensino superior

Essas ocupações são exercidas por pessoas com escolaridade de ensino superior ou com formação profissional em nível técnico (cursos técnicos). O pleno exercício das atividades ocorre após o período de um a dois anos de experiência profissional.

CONDIÇÕES GERAIS PARA O EXERCÍCIO DO CARGO

Trabalham em instituições de ensino superior, nos institutos ou escolas dedicadas ao ensino das artes. De forma geral, são contratados com carteira assinada, em tempo integral ou ainda como professor horista. Trabalham de forma individual, sem supervisão, em ambientes fechados, nos períodos diurno e noturno. Podem permanecer em posições pouco confortáveis durante longos períodos, estar expostos à ação de materiais tóxicos e ruído intenso e estar sujeitos a estresse devido a trabalho sob pressão.

Código internacional CIUO88
2310 – Profesores de universidades y otros establecimientos de la enseñanza superior

Nota
Há professores de artes que também atuam como artistas, seja na criação como na execução de obras de artes.

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

ATUAR NO ENSINO DA ARTE

  1. Preparar aulas teóricas e práticas
  2. Ministrar aulas teóricas e práticas
  3. Orientar alunos em pesquisas e produções artísticas
  4. Supervisionar alunos em estágios
  5. Prestar atendimento a alunos
  6. Avaliar alunos
  7. Coordenar grupos de estudo

PLANEJAR CURSOS

  1. Definir objetivos de cursos
  2. Elaborar ementas
  3. Identificar pré-requisitos
  4. Definir carga horária
  5. Encaminhar pedido de aprovação de novos cursos
  6. Definir grades curriculares
  7. Definir programas de cursos

DESENVOLVER PESQUISA EM ARTES

  1. Sistematizar conhecimentos em artes
  2. Analisar arte, obra de arte e experiência estética
  3. Pesquisar a história da arte, a sociologia da arte e a estética
  4. Analisar processos de criação artística
  5. Analisar processos de recepção artística
  6. Desenvolver novas abordagens de criação artística
  7. Articular a arte com outras áreas do conhecimento
  8. Definir metodologias de pesquisa em artes
  9. Elaborar projetos de pesquisa
  10. Coordenar grupos de pesquisa
  11. Concretizar, em trabalhos acadêmicos, os resultados de pesquisas
  12. Concretizar, em realizações artísticas, os resultados de pesquisas
  13. Difundir resultados de pesquisa

DIVULGAR CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS EM ARTES

  1. Dar palestras e conferências
  2. Publicar textos teóricos, críticos e de divulgação
  3. Apresentar trabalhos em seminários, colóquios e congressos
  4. Dar entrevistas
  5. Participar de debates na mídia
  6. Coordenar publicações
  7. Participar de conselhos editoriais

COORDENAR ATIVIDADES DE EXTENSÃO EM ARTES

  • Organizar exposições
  • Organizar festivais e mostras
  • Organizar concertos e recitais
  • Programar espetáculos
  • Organizar seminários, colóquios e congressos
  • Organizar oficinas e mini-cursos
  • Ministrar oficinas e mini-cursos
  • Constituir equipes de trabalho
  • Participar de comissões julgadoras de concursos artísticos
  • Realizar curadoria
  • Programar palestras e conferências

EXERCER ATIVIDADES ACADÊMICO-ADMINISTRATIVAS

  1. Participar de bancas de defesa de tese e dissertação
  2. Participar de bancas de concurso
  3. Coordenar comissões
  4. Participar de comissões
  5. Dimensionar infra-estrutura de apoio
  6. Solicitar infra-estrutura de apoio
  7. Participar de seminários colóquios e congressos
  8. Avaliar currículos, cursos e disciplinas
  9. Elaborar testes de aptidão para seleção de alunos
  10. Elaborar testes de aptidão para técnicos e outros profissionais
  11. Coordenar cursos
  12. Elaborar relatórios

ASSESSORAR ATIVIDADES ACADÊMICO-ADMINISTRATIVAS

  1. Supervisionar produções de natureza artística
  2. Assessorar instituições artístico-culturais
  3. Emitir pareceres
  4. Assessorar organizações governamentais e não-governamentais
  5. Assessorar entidades de ensino
  6. Prestar consultoria
  7. Assessorar a mídia
  8. Assessorar editoras
  9. Assessorar agências financiadoras de pesquisa
  10. Assessorar grupos artísticos
  11. Participar da definição de políticas culturais

DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS

  1. Demonstrar atitude crítica
  2. Demonstrar capacidade de criar soluções novas
  3. Trabalhar de forma multidisciplinar
  4. Demonstrar percepção estética
  5. Demonstrar capacidade de especulação e experimentação
  6. Demonstrar capacidade pedagógica
  7. Demonstrar capacidade de condução de pesquisa
  8. Trabalhar em equipe

RECURSOS PARA EXERCÍCIO DO CARGO

  1. Tanque, pia e fogão
  2. Material de expediente e de consumo
  3. Instrumentos de corda e sopro
  4. Teclado
  5. Instrumentos de percussão
  6. Colchonete
  7. Salas de artes visuais
  8. Salas de artes cênicas
  9. Salas de música, piano, gravador
  10. Bibliotecas, fonoteca, retroprojetor, mapoteca
  11. Equipamentos de marcenaria
  12. Equipamentos de luz, som, vídeo e periféricos
  13. Computador e periféricos, aparelho de som, lousa
  14. Espelho, máquina fotográfica e filmadora

CARGOS RELACIONADOS

  1. Professor de artes do espetáculo no ensino superior
  2. Professor de artes cênicas no ensino superior
  3. Professor de circo no ensino superior
  4. Professor de dança no ensino superior
  5. Professor de performance no ensino superior
  6. Professor de teatro no ensino superior
  7. Professor de teatro-educação no ensino superior
  8. Professor de artes visuais no ensino superior (artes plásticas e multimídia)
  9. Professor de música no ensino superior

PARTICIPARAM DA PESQUISA

  • Berenice Albuquerque Raulino De Oliveira
  • Carlos Fernando Fiorini
  • Daniel Luís Barreiro
  • Geralda M. F. S. Dalglich
  • Gilberto Dos Santos Prado
  • Heloísa Cardoso Villaboim De Carvalho
  • Joana D´arc Bizzotto Lopes
  • Joice Saturnino De Oliveira
  • Luíz Otávio Carvalho Gonçalves De Souza
  • Lygia Arcuri Eluf

INSTITUIÇÕES

  • Escola De Belas Artes Da Ufmg
  • Escola De Belas Artes Da Ufmg
  • Instituto De Artes Da Unesp
  • Unicamp – Departamento De Artes Cênicas – Ia
  • Universidade Estadual De Campinas (Unicamp)

Instituição Conveniada Responsável

Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp

Fonte: Ministério do Trabalho

Glossário:

O que é Arte

Arte é a produção consciente de obras, formas ou objetos voltada para a concretização de um ideal de beleza e harmonia ou para a expressão da subjetividade humana. obra-de-arte: obra em que a utilização da técnica e o uso dos materiais estão a serviço de comunicar a visão pessoal do artista e de suscitar uma emoção estética no receptor.

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Cargos e salários

Professor de educação especial – O que faz, Salário, Formação, CBO

Veja o que faz, quanto ganha um Professor de Educação Especial, onde estão as melhores vagas de emprego para professor de educação especial, informações completas do Ministério do Trabalho e Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp com a participação de empresas e profissionais do setor de educação especial e Recursos Humanos.

A seguir, as informações sobre Professor de Educação Especial:

  • Quanto ganha;
  • Jornada de trabalho;
  • Piso salarial;
  • Salário médio;
  • Maior salário;
  • Salário hora;
  • Código da Profissão;
  • Atribuições / descrição do cargo;
  • Formação e experiência;
  • Condições gerais para exercício do cargo;
  • Descrição das atividades;
  • Recursos para exercício do cargo;
  • Cargos relacionados;
  • Participaram da pesquisa;
  • Instituições.

Quanto ganha um Professor de Educação Especial

  • Jornada de trabalho: 33h
  • Piso salarial: R$1.447,58
  • Salário médio: R$2.038,85
  • Maior salário: R$3.081,17
  • Salário hora: R$12,49
  • Código da Profissão: CBO 2392

Atribuições do cargo de Professor de Educação Especial

Promovem a educação de alunos com necessidades educativas especiais ensinando-os a ler e escrever em português e em braile, calcular, expressar-se, resolver problemas e as atividades da vida diária, desenvolver habilidades, atitudes e valores; desenvolvem atividades funcionais e programas de estimulação essencial e de educação de jovens e adultos, avaliando as necessidades educacionais dos alunos; realizam atividades como: planejar, avaliar, elaborar materiais, pesquisar e divulgar conhecimentos da área; podem dirigir e coordenar estabelecimentos de educação especial.

Formação e experiência para professor de educação especial

O exercício dessas ocupações requer curso superior na área de educação, com cursos ou especializações na área de educação especial.

CONDIÇÕES GERAIS PARA O EXERCÍCIO DO CARGO

Atuam em atividades de ensino, saúde e serviços sociais, pesquisa e desenvolvimento, atividades recreativas, culturais e desportivas e administração pública, defesa e seguridade social. São estatutários ou empregados com carteira assinada; trabalham tanto individualmente como em equipe interdisciplinar, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e em horário diurno. Eventualmente, trabalham em posições desconfortáveis durante longos períodos; em algumas atividades podem trabalhar sob pressão, levando-os à situação de estresse. Também podem estar expostos a ruído intenso, condições insalubres e agressões físicas.

Código internacional CIUO88
2340 – Maestros e instructores de nivel superior de la enseñanza especial

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

ATUAR NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

1 – Ensinar as atividades de vida diária (AVD);
2 – Ensinar as atividades de vida autônoma;
3 – Ministrar aulas de orientação para o trabalho;
4 – Desenvolver atividades profissionalizantes com os alunos;
5 – Orientar estágios dos alunos;
6 – Acompanhar treinamento do aluno em empresas;
7 – Ensinar conteúdos das disciplinas curriculares;
8 – Alfabetizar em braile;
9 – Ensinar o uso do sorobã para cálculos matemáticos;
10 – Corrigir trabalhos dos alunos;
11 – Ensinar conteúdos curriculares em língua de sinais e língua portuguesa;
12 – Desenvolver atividades dos diferentes componentes curriculares em libras e língua portuguesa;
13 – Trabalhar com comunicação aumentativa e alternativa;
14 – Trabalhar com recursos da linguagem da informática;
15 – Participar das atividades do programa de integração sensorial;
16 – Ensinar o uso de objetos de referência;
17 – Ensinar atividades recreativas;
18 – Realizar atividades para orientação e mobilidade;
19 – Ensinar a organizar os objetos de referência para antecipar as atividades diárias;
20 – Ensinar língua portuguesa;
21 – Ensinar a língua portuguesa como segunda língua;
22 – Realizar atividades lúdicas visando interação sócio-afetiva;
23 – Orientar trabalho em sala de leitura;

AVALIAR AS NECESSIDADES EDUCACIONAIS DOS ALUNOS

1 – Identificar as necessidades de aprendizagem dos alunos;
2 – Encaminhar alunos para avaliações específicas;
3 – Avaliar conhecimento do aluno iniciante;
4 – Analisar os resultados das avaliações dos profissionais de outras áreas;
5 – Participar do processo de avaliação dos aspectos psicomotor e cognitivo do aluno;
6 – Avaliar o desempenho linguístico do surdos;
7 – Avaliar estilos e ritmos de aprendizagem dos alunos;
8 – Avaliar comunicação expressiva dos alunos;
9 – Avaliar comunicação receptiva dos alunos;
10 – Participar da avaliação da comunicação expressiva dos alunos;
11 – Participar da avaliação da comunicação receptiva dos alunos;
12 – Elaborar instrumentos de avaliação;
13 – Avaliar rendimento escolar;

PREPARAR MATERIAIS PEDAGÓGICOS E RECURSOS ESPECÍFICOS

1 – Transcrever textos em tinta para o braile;
2 – Gravar textos em diferentes suportes (fitas, multimídia etc);
3 – Transcrever textos em tipos ampliados;
4 – Transcrever à tinta textos em braile dos alunos;
5 – Criar texturas, relevos que transmitam conhecimentos;
6 – Criar material em língua brasileira de sinais (libras) e língua portuguesa;
7 – Elaborar material visual para alunos;
8 – Criar materiais para comunicação alternativa;
9 – Preparar materiais de auto-contraste;
10 – Preparar pistas visuais para contextualização de ambientes;
11 – Criar materiais didático-pedagógicos;
12 – Confeccionar materiais didático-pedagógicos;
13 – Produzir fitas de vídeo com legendas e língua de sinais;
14 – Preparar materiais com adaptações motoras e posturais;
15 – Adaptar jogos pedagógicos em braile e em tipos ampliados;

PARTICIPAR DA ELABORAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA ESCOLA

1 – Participar do planejamento de atividades de integração escola-família-comunidade;
2 – Elaborar plano de aulas;
3 – Participar da elaboração do plano de ensino;
4 – Selecionar atividades e recursos físicos e materiais;
5 – Adequar o currículo às necessidades dos alunos;
6 – Participar da elaboração do currículo escolar;
7 – Planejar programas de intervenção educacional individual;
8 – Planejar componentes curriculares de acordo com ano/ciclo;
9 – Planejar atividades extra-classe;
10 – Planejar a avaliação do processo de ensino-aprendizagem;
11 – Definir conteúdos escolares;
12 – Analisar propostas pedagógicas;
13 – Analisar novas teorias para implementação prática;
14 – Analisar bibliografias sobre síndromes e patologias;
15 – Elaborar projetos de atendimento de jovens e adultos;
16 – Elaborar projetos de estimulação essencial;
17 – Elaborar propostas de ensino da língua portuguesa como segunda língua;
18 – Planejar atividades com base na experiência visual dos alunos;

PARTICIPAR DO DESENVOLVIMENTO DE DIFERENTES PROGRAMAS DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL

1 – Elaborar programas de atendimento educacional;
2 – Implementar programas de atendimento educacional;
3 – Prestar assessoria à comunidade escolar;
4 – Estabelecer parcerias com as famílias;
5 – Elaborar projetos com instituições não escolares;
6 – Desenvolver atividades funcionais que envolvam a comunidade;
7 – Preparar atividades funcionais que envolvam a comunidade;
8 – Estabelecer parcerias com equipes multidisciplinares;
9 – Prestar serviços de apoio pedagógico especializado nas diferentes modalidades de ensino;
10 – Atuar em programas de estimulação essencial;
11 – Atuar em programas de habilitação educacional;
12 – Atuar em programas de reabilitação educacional;
13 – Participar de programas de inclusão escolar;
14 – Realizar atividades pedagógicas e culturais em hospitais;
15 – Elaborar códigos de interação social;
16 – Elaborar programas de atendimento a jovens e adultos;

PESQUISAR SOBRE TEMAS DE INTERESSE DA ÁREA

1 – Estudar as propostas da legislação educacional;
2 – Estudar abordagens de comunicação aumentativa e alternativa;
3 – Pesquisar o uso de tecnologias;
4 – Pesquisar bibliografia sobre síndromes e patologias;
5 – Participar de projetos de pesquisa;
6 – Elaborar projetos de pesquisa;
7 – Pesquisar estratégias de aquisição de língua;
8 – Pesquisar a língua de sinais;
9 – Pesquisar temas de educação especial;
10 – Pesquisar língua escrita de sinais;
11 – Pesquisar experiência visual e espacial de surdos e surdo cegos;

PARTICIPAR DE ATIVIDADES PEDAGÓGICO-ADMINISTRATIVAS

1 – Participar de reuniões pedagógicas;
2 – Elaborar relatórios;
3 – Elaborar registros de avanços dos alunos;;
4 – Avaliar os resultados dos projetos;
5 – Coordenar curso;
6 – Registrar notas e conteúdos em diários de classe;
7 – Participar de conselhos de classe;
8 – Encaminhar o aluno para oficinas protegidas, profissionalizantes ou ocupacionais;
9 – Indicar instituições para práticas de ensino profissionalizante;
10 – Encaminhar o aluno para treinamento em empresas;
11 – Encaminhar aluno para ensino regular;
12 – Encaminhar o aluno para o mercado de trabalho;
13 – Dirigir instituições de atendimento de alunos com necessidades especiais de aprendizagem;
14 – Coordenar pedagogicamente instituições de atendimento de alunos com necessidades especiais de aprendiz;

DIVULGAR CONHECIMENTOS DA ÁREA

1 – Divulgar a língua de sinais para a comunidade;
2 – Ministrar palestras e cursos;
3 – Participar de palestras e cursos;
4 – Participar da organização de eventos sobre prevenção;
5 – Participar de fóruns de saúde e educação;
6 – Participar da elaboração de informativos sobre prevenção;
7 – Participar da elaboração de informativos sobre formas de comunicação;
8 – Trabalhar o tema do preconceito em diferentes tipos de eventos;
9 – Participar da organização de seminários, fóruns e outros eventos;
10 – Conceder entrevistas aos meios de comunicação de massa;
11 – Participar da elaboração de textos sobre temas da área;
12 – Contribuir para a elaboração de revistas, jornais e boletins informativos;
13 – Organizar exposições dos trabalhos dos alunos;
14 – Divulgar os resultados dos projetos de pesquisas;
15 – Divulgar a língua escrita de sinais para a comunidade;

FORMAR PROFISSIONAIS PARA ATUAÇÃO NA ÁREA

1 – Preparar a comunidade para interagir com pessoas com necessidades educacionais especiais;
2 – Orientar voluntários para educação especial em comunidades;
3 – Preparar o intérprete de língua de sinais para atuação nas modalidades de ensino;
4 – Preparar a comunidade para uso do braile;
5 – Preparar professores para classes de inclusão;
6 – Preparar profissionais para atuação educacional em hospitais;
7 – Formar guia-intérprete para surdo cego;
8 – Preparar instrutores surdos para atuação nas modalidades de ensino;
9 – Prepara comunidade para uso de técnicas de orientação e mobilidade;
10 – Preparar instrutores para atuação na formação profissionalizante do aprendiz;

DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS

1 – Demonstrar capacidade de interpretar a língua de sinais;
2 – Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe;
3 – Participar das associações da área;
4 – Demonstrar capacidade de reconhecer as próprias limitações;
5 – Proceder com ética;
6 – Demonstrar tolerância;
7 – Demonstrar flexibilidade;
8 – Demonstrar capacidade de observação;
9 – Demonstrar criatividade;
10 – Demonstrar capacidade de improvisação;
11 – Participar de associações da categoria;
12 – Recorrer a legislação sobre os direitos das pessoas com necessidades especiais de aprendizagem;
13 – Demonstrar capacidade de estudo e pesquisa;
14 – Dominar braile;
15 – Dominar língua de sinais;
16 – Dominar diferentes formas de comunicação;
17 – Demonstrar capacidade de trabalhar com ensino individualizado;
18 – Demonstrar capacidade de articular diferentes realidades;
19 – Demonstrar capacidade de trabalhar com as diferenças;
20 – Demonstrar capacidade de administrar frustrações;
21 – Demonstrar capacidade de planejamento;
22 – Demonstrar capacidade de liderança;
23 – Demonstrar capacidade de motivar o outro;
24 – Dominar conteúdos e metodologias da área;
25 – Demonstrar capacidade de dirigir estabelecimentos de ensino;
26 – Demonstrar capacidade de coordenação pedagógica de estabelecimentos de ensino;
27 – Estudar a língua escrita da língua de sinais;

RECURSOS PARA EXERCÍCIO DO CARGO

  1. Bengala;
  2. Pré-bengala;
  3. Telelupa;
  4. Televisão;
  5. Vídeo;
  6. CCTV;
  7. Softwares – virtual vision, dos-vox;
  8. Aparelho de som;
  9. Filmadora;
  10. Máquina fotográfica;
  11. Otoscópio;
  12. Computador/impressora;
  13. Pranchetas de comunicação;
  14. Cadeiras/mesas adaptadas aos DF;
  15. Materiais para integração sensorial;
  16. Impressora braile;
  17. Máquina xerox;
  18. Utensílios adaptados (Aparador de prato, talheres;
  19. Sorobã;
  20. Teletouch;
  21. Dicionário ilustrado;
  22. Literatura infantil;
  23. Muitas ilustrações;
  24. Recursos para desenvolver materiais em relevo;
  25. Tv com close caption;
  26. Aparelho de amplificação sonora coletiva;
  27. Sucatas;
  28. Material para estimulação visual;
  29. Material para estimulação auditiva;
  30. Jogos pedagógicos adaptados;
  31. Sulfite 40;
  32. Lupa;

CARGOS RELACIONADOS

  1. Professor de alunos com deficiência auditiva e surdos – Pedagogo em educação especial de surdos, Pedagogo especializado em deficientes da áudio-comunicação, Professor de língua portuguesa na modalidade escrita (ensino especial), Professor de alunos com distúrbios da áudio-comunicação, Professor de estimulação da língua portuguesa modalidade oral ( ensino especial), Professor especializado em deficiência auditiva e surdos;
  2. Professor de alunos com deficiência física – Pedagogo especializado em deficiência física, Professor na área de deficiência física;
  3. Professor de alunos com deficiência mental – Pedagogo especializado em deficiência mental, Professor de alunos com deficiências mentais, Professor especializado em excepcionais;
  4. Professor de alunos com deficiência múltipla – Professor de aluno surdo-cego, Professor de ensino especial na área de deficiência múltipla , Professor em educação especial de DMu (deficiências múltiplas);
  5. Professor de alunos com deficiência visual – Monitor de braile, Pedagogo em educação especial de cegos, Professor de braile, Professor de cegos, Professor de orientação e mobilidade de cegos, Professor de reabilitação funcional de cego, Professor de reabilitação visual, Professor de sorobã;

PARTICIPARAM DA PESQUISA

  • Alenita Ramos Pinho Nascimento;
  • Betina De Araújo Caballeria;
  • Celina Ribeiro Motta;
  • Edna Antônia De Mattos;
  • Elisabete Sanches Modono De Oliveira;
  • Emeli M. Costa Leite;
  • Lilia Giacomini;
  • Luciana Stocco De Mergulhão;
  • Maria De Lourdes Campos Ferreira Cruz;
  • Maria Fernanda Pereira De Souza;
  • Monique Regina Del Corto Roncon;
  • Renata Cristina Dos Santos Carneiro;
  • Ronice Müller De Quadros;
  • Rosa De Lurdes Valverde;
  • Shirley Rodrigues Maia;
  • Silvana Lucena Dos Santos Drago;
  • Simone Carvalho Massias;

INSTITUIÇÕES

  • Ahimsa-associação Educacional Para Múltiplas Deficiências (São Caetano Do Sul-sp);
  • Associação De Assistência À Criança Defeituosa (Aacd);
  • Associação De Pais E Amigos Dos Excepcionais (Apae);
  • Casa Da Amizade De São Caetano Do Sul;
  • Clínica Escola Fono (Belo Horizonte);
  • Colégio Gradual (Santo André-sp);
  • Divisão De Educação E Reabilitação Dos Distúrbios Da Comunicação (Derdic-puc-sp);
  • Escola De Educação Especial Sociedade Pestalozzi (São Paulo);
  • Escola Estadual Sylvio Romero (São Caetano Do Sul-sp);
  • Escola Municipal De Educação Especial Anne Sulivan (Emee-pmsp);
  • Faculdade De Educação Da Usp;
  • Instituto Nacional De Educação De Surdos;
  • Universidade Luterana Do Brasil;

Instituição Conveniada Responsável

Fundação de Desenvolvimento da Unicamp – Funcamp

Fonte: Ministério do Trabalho

Glossário
libras: língua brasileira de sinais

Categorias
Cargos e salários

Coordenador Pedagógico – O que faz, Salário, Formação, CBO

Veja o que faz, quanto ganha um Coordenador Pedagógico, onde estão as melhores vagas de emprego para professor pedagógico, informações completas do Ministério do Trabalho e Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp com a participação de empresas e profissionais do setor de pedagógico e Recursos Humanos.

A seguir, as informações sobre Coordenador Pedagógico:

  • Quanto ganha;
  • Jornada de trabalho;
  • Piso salarial;
  • Salário médio;
  • Maior salário;
  • Salário hora;
  • Código da Profissão;
  • Atribuições / descrição do cargo;
  • Formação e experiência;
  • Condições gerais para exercício do cargo;
  • Descrição das atividades;
  • Recursos para exercício do cargo;
  • Cargos relacionados;
  • Participaram da pesquisa;
  • Instituições.

Quanto ganha um Coordenador Pedagógico

  • Jornada de trabalho: 39h
  • Piso salarial: R$1.900,91
  • Salário médio: R$2.677,33
  • Maior salário: R$4.046,07
  • Salário hora: R$13,86
  • Código da Profissão: CBO 239405

Atribuições do cargo de Coordenador pedagógico

Implementam, avaliam, coordenam e planejam o desenvolvimento de projetos pedagógicos/instrucionais nas modalidades de ensino presencial e/ou a distância, aplicando metodologias e técnicas para facilitar o processo de ensino e aprendizagem. Atuam em cursos acadêmicos e/ou corporativos em todos os níveis de ensino para atender as necessidades dos alunos, acompanhando e avaliando os processos educacionais. Viabilizam o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade escolar e as associações a ela vinculadas.

Formação e experiência para Coordenador pedagógico

O exercício dessas ocupações requer curso superior na área de educação ou áreas correlatas. O desempenho pleno das atividades ocorre após três ou quatro anos de exercício profissional.

CONDIÇÕES GERAIS PARA O EXERCÍCIO DO CARGO

Atuam em atividades de ensino nas esferas públicas e privadas. São estatutários ou empregados com carteira assinada; trabalham tanto individualmente como em equipe interdisciplinar, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e em horários diurno e noturno. Em algumas atividades podem trabalhar sob pressão, levando-os à situação de estresse.

Código internacional CIUO88
2351 – Especialistas en métodos pedagógicos y material didáctico

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

IMPLEMENTAR A EXECUÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO/INSTRUCIONAL

1 – Acompanhar o desenvolvimento do trabalho docente/autor;
2 – Assessorar o trabalho docente;
3 – Administrar a progressão da aprendizagem;
4 – Observar o processo de trabalho em salas de aula;
5 – Visitar rotineiramente as escolas;
6 – Acompanhar a produção dos alunos;
7 – Acompanhar a trajetória escolar do aluno;
8 – Elaborar textos de orientação;
9 – Produzir material de apoio pedagógico;
10 – Observar o desempenho das classes;
11 – Analisar o desempenho das classes;
12 – Reunir-se com conselhos de classe;
13 – Observar conselhos de classe e de escola;
14 – Analisar as reuniões de conselho de classe e de escola;
15 – Analisar a execução do plano de ensino e outros regimes escolares;
16 – Sugerir mudanças no projeto pedagógico;
17 – Coordenar projetos e atividades de recuperação da aprendizagem;
18 – Fiscalizar o cumprimento da legislação e do projeto pedagógico;
19 – Coletar diferentes propostas de coordenação, supervisão e orientação como subsídios;
20 – Administrar recursos de trabalho;
21 – Administrar conflitos disciplinares entre professores e alunos;
22 – Intervir na aplicação de medidas disciplinares;
23 – Aplicar sanções disciplinares em consonância com o regimento escolar;
24 – Emitir pareceres para autorização de escolas particulares;
25 – Organizar encontro de educandos;
26 – Interpretar as relações que possibilitam ou impossibilitam a emergência dos processos ensinar;

AVALIAR O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO PEDAGÓGICO/INSTRUCIONAL

1 – Construir sistema de avaliação;
2 – Construir instrumentos de avaliação;
3 – Valorizar experiências pedagógicas significativas;
4 – Detectar eventuais problemas educacionais;
5 – Propor soluções para problemas educacionais detectados;
6 – Assegurar-se da consonância da concepção de avaliação com os princípios do projeto pedagógico;
7 – Possibilitar a avaliação da escola pela comunidade;
8 – Avaliar o desempenho das classes/turmas;
9 – Avaliar o processo de ensino e de aprendizagem;
10 – Verificar o cumprimento das metas;
11 – Avaliar a instituição escolar;
12 – Participar da avaliação proposta pela instituição;
13 – Avaliar o desempenho profissional dos educadores;
14 – Avaliar a implementação de projetos educacionais;
15 – Avaliar os planos diretores;
16 – Participar das avaliações externas;
17 – Avaliar os processos de maturação cognoscitiva, psicomotora, linguística e grafo perceptiva da criança;
18 – Propor ações que favoreçam a maturação da criança;
19 – Elaborar projetos de recuperação de aprendizagem;
20 – Analisar resultados das avaliações;

VIABILIZAR O TRABALHO COLETIVO

1 – Criar mecanismos de participação/interação;
2 – Criar espaços de participação/interação;
3 – Organizar os espaços e os mecanismos de participação/interação;
4 – Estruturar os tempos pedagógicos;
5 – Estimular a participação dos diferentes sujeitos;
6 – Equalizar informações;
7 – Contribuir para que as decisões expressem o coletivo;
8 – Estimular a transparência na condução dos trabalhos;
9 – Organizar reuniões com equipes de trabalho;
10 – Valorizar a participação das famílias e dos alunos no projeto pedagógico;
11 – Estimular a participação nas instituições associativas;
12 – Criar e recriar normas de convivência e procedimentos de trabalho coletivo;
13 – Planejar reuniões com equipes de trabalho;
14 – Formar equipes de trabalho;
15 – Promover estudos de caso;

COORDENAR A (RE) CONSTRUÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO/INSTRUCIONAL

1 – Levantar necessidades educacionais e sociais;
2 – Caracterizar o perfil dos alunos;
3 – Fornecer subsídios para reflexão das mudanças sociais, políticas, tecnológicas e culturais;
4 – Contextualizar historicamente a escola;
5 – Levantar recursos materiais, humanos e financeiros;
6 – Identificar os princípios norteadores da escola/instituição;
7 – Explicitar os princípios norteadores do projeto pedagógico;
8 – Estabelecer sintonia entre a política educacional do país e o projeto pedagógico da escola;
9 – Fornecer subsídios teóricos;
10 – Traçar objetivos educacionais;
11 – Traçar metas educacionais;
12 – Planejar ações de operacionalização;
13 – Articular a ação da escola com outras instituições;
14 – Articular a ação conjunta da escola com as instituições de proteção à criança e ao adolescente;
15 – Assessorar as escolas no planejamento e no atendimento à demanda por vagas;
16 – Administrar a demanda por vagas;
17 – Participar da elaboração e reelaboração de regimentos escolares;
18 – Buscar assessoria para viabilizar o projeto pedagógico/instrucional;
19 – Assessorar as escolas/instituições;
20 – Estabelecer sintonia entre as teorias de aprendizagem e as modalidades de ensino;
21 – Promover o estabelecimento de relações que favoreçam a significação do docente, do discente, da instituição escolar e da família;

ELABORAR PROJETO INSTRUCIONAL

1 – Identificar contexto de aprendizagem;
2 – Identificar público alvo;
3 – Elaborar objetivos;
4 – Mapear competências;
5 – Mapear conteúdo;
6 – Definir estratégias de ensino;
7 – Definir mídias;
8 – Definir abordagem de comunicação;
9 – Descrever atividades;
10 – Dimensionar carga horária;
11 – Propor estratégias de participação/interação;
12 – Propor alocação de recursos (humanos, financeiros, materiais e tecnológicos);
13 – Propor mecanismos de acessibilidade;
14 – Criar mecanismos de usabilidade;
15 – Definir escopo;
16 – Definir processos de avaliação;
17 – Traçar cronograma de execução;

DESENVOLVER PROJETO PEDAGÓGICO/INSTRUCIONAL

1 – Orientar autor sobre projeto pedagógico/instrucional;
2 – Mediar informações entre autor e equipe de produção;
3 – Participar da criação do projeto gráfico;
4 – Roteirizar material;
5 – Elaborar roteiro visual (storyboard);
6 – Adequar linguagem textual e imagética;
7 – Elaborar atividades;
8 – Garantir a integridade instrucional;
9 – Compatibilizar carga horária por atividades;
10 – Orientar equipe de produção;
11 – Acompanhar equipe de produção;
12 – Acompanhar processo de revisão;
13 – Descrever estrutura do ambiente de aprendizagem;
14 – Validar material revisado;
15 – Realizar controle de qualidade;
16 – Validar produto final;

PROMOVER A FORMAÇÃO CONTÍNUA DOS PROFISSIONAIS

1 – Formar-se continuamente;
2 – Atualizar-se continuamente;
3 – Estudar continuamente;
4 – Pesquisar os avanços do conhecimento científico, artístico, filosófico e tecnológico;
5 – Pesquisar práticas educativas;
6 – Aprofundar a reflexão sobre as teorias da aprendizagem;
7 – Aprofundar a reflexão sobre currículos e metodologias de ensino;
8 – Aprofundar a reflexão sobre o desenvolvimento de crianças, jovens e adultos;
9 – Selecionar referencial teórico;
10 – Selecionar bibliografia;
11 – Organizar grupos de estudos;
12 – Promover trocas de experiências;
13 – Orientar atividades interdisciplinares;
14 – Promover cursos, oficinas e orientação técnica na escola e inter escolas;
15 – Participar de cursos, seminários e congressos;
16 – Participar de fóruns: acadêmicos, políticos e culturais;
17 – Registrar a produção do conhecimento sobre a prática educacional;

COMUNICAR-SE

1 – Olhar com intencionalidade pedagógica;
2 – Expressar-se com clareza;
3 – Socializar informações;
4 – Divulgar deliberações;
5 – Elaborar relatórios;
6 – Sistematizar registros administrativos e pedagógicos;
7 – Emitir pareceres;
8 – Entrevistar;
9 – Divulgar resultados de avaliação;
10 – Divulgar experiências pedagógicas;
11 – Publicar experiências pedagógicas;
12 – Organizar encontros, congressos e seminários;
13 – Dominar a língua portuguesa;

DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS

1 – Compreender o contexto;
2 – Respeitar as diversidades;
3 – Criar espaços para o exercício da diversidade;
4 – Respeitar a autoria do educador;
5 – Respeitar a autonomia do educador;
6 – Criar clima favorável de trabalho;
7 – Demonstrar capacidade de observação;
8 – Trabalhar em equipe;
9 – Administrar conflitos;
10 – Intermediar conflitos entre a escola e a família;
11 – Interagir com os pais;
12 – Coordenar reuniões;
13 – Dimensionar os problemas;
14 – Estimular a solidariedade;
15 – Respeitar a alteridade;
16 – Estimular a criatividade;
17 – Estimular o senso de justiça;
18 – Estimular o senso crítico;
19 – Estimular o respeito mútuo;
20 – Estimular valores estéticos;
21 – Desenvolver a auto-estima;
22 – Estimular a cooperação;
23 – Administrar tempo;
24 – Auto-avaliar-se;
25 – Demonstrar criatividade;
26 – Demonstrar pró-atividade;
27 – Demonstrar versatilidade;
28 – Demonstrar flexibilidade;

RECURSOS PARA EXERCÍCIO DO CARGO

  1. Papéis;
  2. Giz, lápis, canetas;
  3. Livros, periódicos, jornais, revistas impressos;
  4. Computadores, scaner, impressora, multimídia;
  5. Máquina de escrever;
  6. Tintas: guache, aquarela;
  7. Mesas, cadeiras, estantes, armários;
  8. Arquivos;
  9. Softwares, disquetes, cd rom;
  10. Apagadores;
  11. Dvd;
  12. Filmadora;
  13. Máquina fotográfica;
  14. Retroprojetor, transparências;
  15. Tv, aparelho de videocassete;
  16. Copiadora;
  17. Datashow;
  18. Projetor de slides;
  19. Flipchart;
  20. Sucata;
  21. Fitas com filmes em vídeo, fitas cassetes;
  22. Jogos didáticos;
  23. Telefone, fax;
  24. Microfone, aparelho de som, gravadores;
  25. Lousas branca, giz, magnética, quadros;
  26. Web cam;
  27. Internet;
  28. Pen drive;
  29. Teleconferência;
  30. Ava (ambiente virtual de aprendizagem);
  31. Lms (plataforma/aplicativo);

CARGOS RELACIONADOS

  1. Coordenador pedagógico – Auxiliar de coordenador escolar, Auxiliar de coordenação de ensino fundamental de primeira a quarta séries, Coordenador auxiliar de curso, Coordenador de disciplina e área de estudo, Coordenador de ensino, Coordenador escolar;
  2. Orientador educacional – Auxiliar de orientação educacional, Orientador de disciplina e área de estudo, Orientador de ensino, Orientador escolar, Orientador profissional, Orientador vocacional e profissional, Professor de orientação educacional, Técnico de orientação profissional;
  3. Pedagogo – Auxiliar de orientação pedagógica, Auxiliar de orientação pedagógica em educação fundamental de primeira a quarta séries, Coordenador de orientação pedagógica, Coordenador de serviço de orientação pedagógica;
  4. Professor de técnicas e recursos audiovisuais;
  5. Psicopedagogo;
  6. Supervisor de ensino – Auxiliar de supervisor escolar, Auxiliar de supervisão de ensino, Supervisor educacional, Supervisor pedagógico;
  7. Designer educacional – Desenhista instrucional, Designer instrucional, Projetista instrucional;

PARTICIPARAM DA PESQUISA

  • Adriano De Lima Teles;
  • Ana Paula Abreu Fialho Campos Da Paz;
  • André Luiz Tavares Costa;
  • Antonio Rodrigues Da Silva;
  • Cassandra Amidani;
  • Consuelo Teresa Fernandez;
  • Edmilson De Castro;
  • Edna Rodrigues De Araujo;
  • Eliane Palermo Romano;
  • Fernanda Furuno;
  • Flavia Campos Faria;
  • Isabel Kimie Prospero;
  • Maria Candida Delgado Reis;
  • Maria Clara Paes Tobo;
  • Maria Da Conceição Santin Capello;
  • Maria Da Graça Nogueira Soares;
  • Maria Dos Prazeres Bezerra Barbosa;
  • Mariza Vasques De Abreu;
  • Marlete Vieira;
  • Otacilia Da Paz Pereira;
  • Paula Carolei;
  • Ruth Maria Pozzi Casati;
  • Severiano Garcia Neto;
  • Sonia Fontoura Cardoso;
  • Sylvia Figueiredo Gouvêa;
  • Teresa Jussara Luporini;
  • Tânia Maria Da Silva;
  • Vera Antonia Dante;

INSTITUIÇÕES

  • Apase – Sindicato Dos Supervisores De Ensino De São Paulo;
  • Colégio Pedro Ii (Rio De Janeiro);
  • Colégio São Domingos;
  • Consórcio De Ed. Superior A Distância Do E. Rio De Janeiro – Cederj;
  • Datasul S/a;
  • Diretoria De Ensino – Leste 5;
  • Diretoria De Ensino – Taboão Da Serra;
  • Escola Comunitária De Campinas;
  • Escola Municipal De Ensino Fundamental Professor José Ferraz De Campos (São Paulo);
  • Escola Nova Lourenço Castanho;
  • Escola Sylvio Rabello;
  • Escola Técnica Da Univ. Federal Do Rgs;
  • Fundação Do Instituto Tecnológico De Osasco (Fito);
  • Instituto De Estudos Avançados Iea;
  • Instituto Integrar;
  • Micropower Comserviços Software Ltda;
  • Movimento Dos Trabalhadores Sem Terra – Mst;
  • Saber Ead;
  • Secretaria Do Estado De Educação – Paraná;
  • Senac-sp;
  • Serviço Nacional De Aprendizagem Industrial – Senai;
  • Undime / Sp;
  • Universidade Anhembi Morumbi;
  • Universidade Federal De Juiz De Fora;
  • Webaula Produtos E Serviços Para A Educação;

Instituição Conveniada Responsável

Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp

Fonte: Ministério do Trabalho

Categorias
Cargos e salários

Advogado – O que faz, Salário, Formação, CBO

Veja o que faz, quanto ganha um Advogado, onde estão as melhores vagas de emprego para advogado, informações completas do Ministério do Trabalho e Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp com a participação de empresas e profissionais do setor de direito e Recursos Humanos.

A seguir, as informações sobre Advogado:

  • Quanto ganha;
  • Jornada de trabalho;
  • Piso salarial;
  • Salário médio;
  • Maior salário;
  • Salário hora;
  • Código da Profissão;
  • Atribuições / descrição do cargo;
  • Formação e experiência;
  • Condições gerais para exercício do cargo;
  • Descrição das atividades;
  • Recursos para exercício do cargo;
  • Cargos relacionados;
  • Participaram da pesquisa;
  • Instituições.

Quanto ganha um Advogado

  • Jornada de trabalho: 41h
  • Piso salarial: R$3.029,78
  • Salário médio: R$4.267,3
  • Maior salário: R$6.448,87
  • Salário hora: R$20,67
  • Código da Profissão: CBO 241005

Atribuições do cargo de Advogado

Postulam, em nome do cliente, em juízo, propondo ou contestando ações, solicitando providências junto ao magistrado ou ministério público, avaliando provas documentais e orais, realizando audiências trabalhistas, penais comuns e cíveis, instruindo a parte e atuando no tribunal de júri, e extrajudicialmente, mediando questões, contribuindo na elaboração de projetos de lei, analisando legislação para atualização e implementação, assistindo empresas, pessoas e entidades, assessorando negociações internacionais e nacionais; zelam pelos interesses do cliente na manutenção e integridade dos seus bens, facilitando negócios, preservando interesses individuais e coletivos, dentros dos princípios éticos e de forma a fortalecer o estado democrático de direito.

Formação e experiência do Advogado

O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e o exame da OAB do estado de domicílio civil do bacharel em direito.

CONDIÇÕES GERAIS PARA O EXERCÍCIO DO CARGO

Trabalham em escritórios de advogacia, em empresas agrícolas, comerciais, industriais, serviços e na administração pública, como estatutários, assalariados ou autônomos. Executam suas funções sem supervisão, em ambiente fechado e em horário diurno. Eventualmente, trabalham sob pressão, levando à situação de estresse.

Código internacional CIUO88
2421 – Abogados

Nota
Norma Regulamentadora: Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994 – Dispõe sobre o estatuto da advocacia e a ordem dos Advogados do Brasil – OAB.

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

POSTULAR EM JUÍZO

1 – Propor ações;
2 – Contestar ações;
3 – Intervir no curso do processo;
4 – Solicitar providências junto ao magistrado ou ministério público;
5 – Avaliar provas documentais e orais;
6 – Instruir a parte;
7 – Efetuar diligências;
8 – Utilizar o trabalho de assistentes técnicos;
9 – Realizar audiências trabalhistas;
10 – Realizar audiências penais comuns;
11 – Atuar no tribunal de júri;
12 – Realizar audiências cíveis;
13 – Recorrer de decisões;
14 – Sustentar oralmente uma questão;
15 – Cumprir prazos legais;

PRESTAR ASSESSORIA JURÍDICA EXTRAJUDICIALMENTE

1 – Mediar questões;
2 – Contribuir na elaboração de projetos de lei;
3 – Analisar legislação para atualização e implementação;
4 – Proferir palestras;
5 – Prestar serviços de peritagem;
6 – Assistir empresas, pessoas e entidades;
7 – Arbitrar interesses das partes;
8 – Assessorar negociações nacionais;
9 – Formalizar parecer técnico-jurídico;
10 – Elaborar relatórios;
11 – Realizar audiências administrativas;
12 – Firmar acordos;
13 – Receber e dar quitação;
14 – Participar de negociações coletivas;
15 – Acompanhar casos de terceiros por interesse de cliente;
16 – Representar contra particulares e autoridades;
17 – Promover reuniões;
18 – Cumprir prazos contratuais;
19 – Assessorar negociações internacionais;
20 – Integrar comissões internacionais de especialistas;
21 – Integrar comissões nacionais de especialistas;

EXERCER ADVOCACIA EMPRESARIAL

1 – Acompanhar realização de atos societários;
2 – Elaborar documentos decorrentes dos atos societários;
3 – Assessorar decisões da diretoria;
4 – Analisar modelos de negócios;
5 – Acompanhar projetos de investimentos sob aspectos jurídicos;
6 – Proteger a propriedade industrial;
7 – Emitir informações sobre normas jurídicos;
8 – Avaliar normas e procedimentos internos à empresa;
9 – Elaborar contratos empresariais;

REALIZAR AUDITORIAS JURÍDICAS

1 – Definir o âmbito da auditoria;
2 – Formar a equipe de profissionais;
3 – Entrevistar pessoas envolvidas na área auditada;
4 – Identificar problemas;
5 – Apontar riscos e soluções;
6 – Implementar soluções jurídicas;
7 – Acompanhar resultados;

ADMINISTRAR BENS E DIREITOS

1 – Zelar pela manutenção e integridade de bens do cliente;
2 – Controlar trabalhos de profissionais e escritórios subcontratados;
3 – Administrar carteira de clientes;
4 – Gerir o próprio escritório;
5 – Informar o cliente sobre o andamento serviços;

ANALISAR A SOLICITAÇÃO DO INTERESSADO

1 – Ouvir o interessado;
2 – Verificar a existência de conflitos de interesses;
3 – Reunir documentação básica;
4 – Analisar, fatos, relatórios e documentos;
5 – Avaliar a possibilidade de aceitação dos serviços;
6 – Expressar ao interessado a aceitação e recusa dos serviços;
7 – Acordar as regras da prestação dos serviços;

DEFINIR A NATUREZA JURÍDICA DA QUESTÃO

1 – Coletar informações pertinentes à questão;
2 – Pesquisar a possibilidade jurídica do caso;
3 – Interpretar a norma jurídica;
4 – Escolher a estratégia da atuação;
5 – Expor ao interessado as possibilidades de êxito;
6 – Obter autorização do cliente;

DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS

1 – Agir com ética;
2 – Demonstrar criatividade;
3 – Evidenciar raciocínio lógico;
4 – Demonstrar capacidade interpretativa;
5 – Agir com prontidão;
6 – Demonstrar paciência;
7 – Demonstrar tolerância;
8 – Demonstrar capacidade de convencimento;
9 – Evidenciar eloquência verbal;
10 – Demonstrar persistência;
11 – Evidenciar urbanidade no trato pessoal;
12 – Manter controle emocional;
13 – Evidenciar capacidade de negociação;
14 – Atualizar-se;
15 – Desenvolver relacionamentos interpessoais positivos;
16 – Desenvolver expressão corporal;
17 – Dominar expressão escrita;
18 – Evidenciar capacidade de síntese;
19 – Evidenciar senso de humor;
20 – Evidenciar senso crítico;
21 – Demonstrar capacidade de escuta ativa;
22 – Trocar experiências profissionais;

RECURSOS PARA EXERCÍCIO DO CARGO

  1. Livros jurídicos;
  2. Internet;
  3. Boletins de entidades de classe;
  4. Jornais;
  5. Constituição;
  6. Legislação e normas;
  7. Código de processo civil;
  8. Equipamento de informática;
  9. Fax;
  10. Telefone;
  11. Sala privativa;

CARGOS RELACIONADOS

  1. Advogado – Advogado generalista, Assistente Jurídico;
  2. Advogado de empresa – Advogado empresarial;
  3. Advogado (direito civil) – Advogado (direito de família e sucessões), Advogado civilista, Advogado comercial, Advogado contratualista;
  4. Advogado (direito público) – Advogado (direito administrativo), Advogado constitucionalista, Advogado fiscal (direito fiscal), Advogado previdenciário, Advogado tributarista;
  5. Advogado (direito penal) – Advogado criminalista, Criminalista, Penalista;
  6. Advogado (áreas especiais) – Advogado (abuso do poder econômico), Advogado (aeroespacial), Advogado (agente de propriedade industrial), Advogado (ambientalista), Advogado (arbitragem), Advogado (biodireito), Advogado (concorrência desleal), Advogado (desportivo), Advogado (direito internacional), Advogado (direitos da criança e do adolescente), Advogado (direitos do consumidor), Advogado (energia elétrica), Advogado (propriedade intelectual), Advogado (recursos hídricos e minerais), Advogado (telecomunicações), Advogados (direito eletrônico);
  7. Advogado (direito do trabalho) – Advogado trabalhista;
  8. Consultor jurídico – Assessor jurídico, Consultor, Jurisconsulto, Jurista;

PARTICIPARAM DA PESQUISA

  • Anna Maria Tortellli Maganha Metran;
  • Antonio Castro Filho;
  • Claudio De Oliveira Mattos;
  • Fernanda Helena Borges;
  • João Roberto De Guzzi Romano;
  • Luís Arlindo Feriani;
  • Maria Lúcia Bressane Cruz;
  • Renata Alvares Gaspar;
  • Rita De Cássia Duarte;
  • Roberto De Carvalho Bandiera;
  • Ruth Cardoso Garcia;
  • Sandra Maria Cesar Salgado Vincent;
  • Sergio Matheus Garcez;
  • Vera Lucia Requia Kuntz;

INSTITUIÇÕES

  • 3m Do Brasil Ltda.;
  • Banco Santander Brasil S.A.;
  • Bandiera Advogados;
  • Bressane E Rossi Advogados Associados;
  • Companhia Processamento De Dados Do Estado De São Paulo (Prodesp);
  • Dauro Dória Advocacia;
  • Demarest E Almeida;
  • Fernanda Borges E Advogados;
  • Luís Feriani Advogados Associados;
  • Pinheiro, Nune, Arnaud & Scatamburlo S/c;
  • Sergio T. S. Garcez, Sergio M. S. Garcez S/c;

Instituição Conveniada Responsável

Fundação de Desenvolvimento da Unicamp – Funcamp

Fonte: Ministério do Trabalho

Categorias
Cargos e salários

Professor do ensino profissional – O que faz, Salário, Formação, CBO

Veja o que faz, quanto ganha um Professor do Ensino Profissional, onde estão as melhores vagas de emprego para professor de ensino profissional, informações completas do Ministério do Trabalho e Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp com a participação de empresas e profissionais do setor de ensino e Recursos Humanos.

A seguir, as informações sobre Professor do ensino profissional:

  • Quanto ganha;
  • Jornada de trabalho;
  • Piso salarial;
  • Salário médio;
  • Maior salário;
  • Salário hora;
  • Código da Profissão;
  • Atribuições / descrição do cargo;
  • Formação e experiência;
  • Condições gerais para exercício do cargo;
  • Descrição das atividades;
  • Recursos para exercício do cargo;
  • Cargos relacionados;
  • Participaram da pesquisa;
  • Instituições.

Quanto ganha um Professor do ensino profissional

  • Jornada de trabalho: 37h
  • Piso salarial: R$1.578,93
  • Salário médio: R$2.223,85
  • Maior salário: R$3.360,75
  • Salário hora: R$12,14
  • Código da Profissão: CBO 2331

Atribuições do cargo de professores do ensino profissional

Ensinam a jovens e adultos conhecimentos teóricos e práticos de uma área profissional; planejam o trabalho docente; avaliam a aprendizagem e o ensino; realizam pesquisas das mudanças no seu campo de ensino para transformar esse conhecimento em aulas e situações laboratoriais. Desenvolvem recursos didáticos, produzem registros escritos e gráficos; trabalham com higiene e segurança e promovem educação ambiental. Podem realizar trabalhos técnicos e de assessoria. No exercício das atividades mobilizam um conjunto de capacidades comunicativas.

Formação e experiência para professores do ensino profissional

Para o exercício das ocupações requer-se ensino superior, com licenciatura específica na área profissional de dedicação.

CONDIÇÕES GERAIS PARA O EXERCÍCIO DO CARGO

Trabalham em escolas, instituições de educação profissional e outras entidades de ensino, de caráter privado e público, em sindicatos, ONG etc., como estatutários ou assalariados, com registro em carteira. Atuam como docentes em diversas áreas profissionais da indústria, do comércio, da agropecuária e dos serviços. Desenvolvem suas atividades em equipe, sob supervisão, geralmente no período diurno.

Código internacional CIUO88
2320 – Profesores de la enseñanza secundaria
2331 – Maestros de nivel superior de la enseñanza primaria

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

ENSINAR

1 – Ministrar aulas teórico-práticas;
2 – Orientar a leitura e a interpretação de textos, esquemas, gráficos, normas;
3 – Apresentar esquemas e painéis explicativos;
4 – Realizar demonstrações teórico-práticas;
5 – Orientar os alunos para procura de informações específicas;
6 – Orientar os alunos sobre diferentes métodos de estudo;
7 – Orientar os alunos para diferentes métodos de pesquisa e solução de problemas;
8 – Explicar conceitos e princípios;
9 – Monitorar o desenvolvimento das atividades de estágios;
10 – Operacionalizar intercâmbio com profissionais diversos para complementar o processo de ensino;
11 – Solicitar aos alunos a aplicação dos conteúdos desenvolvidos;
12 – Adotar diferentes estratégias, métodos, procedimentos de mediação da aprendizagem;
13 – Orientar os alunos no manejo de equipamentos, segundo procedimentos técnicos;
14 – Orientar os alunos no desenvolvimento de projetos técnicos;

PLANEJAR O TRABALHO DOCENTE

1 – Interpretar as pesquisas sobre as necessidades do mercado de trabalho;
2 – Definir o perfil profissional pretendido;
3 – Participar na elaboração do projeto político pedagógico da escola;
4 – Participar do planejamento do curso;
5 – Preparar as aulas;
6 – Planejar a interdisciplinaridade e transdisciplinaridade;
7 – Selecionar conteúdos;
8 – Definir metodologias de mediação de aprendizagem;
9 – Selecionar material didático e bibliográfico;
10 – Diagnosticar o perfil de entrada da demanda;
11 – Prever a manutenção de equipamentos e instalações;
12 – Definir atividades e cronograma;
13 – Participar do planejamento de horários e calendário escolar;
14 – Propor a aquisição de equipamentos de segurança;
15 – Sugerir aquisição de publicações para acervo bibliográfico;

AVALIAR A APRENDIZAGEM E O ENSINO

1 – Efetuar avaliação diagnóstica dos alunos;
2 – Acompanhar o desenvolvimento da aprendizagem;
3 – Compor instrumentos de avaliação;
4 – Aplicar instrumentos de avaliação;
5 – Efetuar atividades de recuperação de aprendizagem;
6 – Analisar especificações técnicas de equipamentos para compra;
7 – Avaliar o desempenho de alunos em estágios;
8 – Avaliar relatórios de estágios;

PESQUISAR

1 – Consultar diferentes fontes de informação;
2 – Pesquisar sobre a área de conhecimento específica e outras afins;
3 – Participar de eventos profissionais, cursos, convênios, oficinas, simpósios, feiras;
4 – Coletar subsídios para o aprimoramento técnico profissional;
5 – Elaborar questões e interrogações na sua área de conhecimento;
6 – Informar-se sobre noções básicas para socorrer e encaminhar acidentes de trabalho na sua área;
7 – Informar-se a respeito de novos materiais com vistas à preservação do meio ambiente;

DESENVOLVER RECURSOS DIDÁTICOS

1 – Elaborar material didático impresso;
2 – Desenvolver recursos audio-visuais;
3 – Organizar laboratórios, oficinas, empresas juniores;
4 – Adaptar equipamentos e utensílios de laboratório;
5 – Desenvolver recursos mecânicos, eletroeletrônicos, informáticos, agropecuários, de materiais e outros;
6 – Desenvolver aplicativos educacionais;

PRODUZIR REGISTROS ESCRITOS E GRÁFICOS

1 – Redigir o plano de ensino;
2 – Preencher diários de classe;
3 – Produzir relatórios;
4 – Preencher requisição de serviços materiais;
5 – Preencher registro e controle de equipamentos e materiais;
6 – Registrar ocorrências de diferentes naturezas;
7 – Preencher fichas de estágios;
8 – Produzir laudos técnicos;

REALIZAR TRABALHOS TÉCNICOS, DE ASSESSORIA E DE DIVULGAÇÃO

1 – Proferir palestras e conferências;
2 – Ministrar cursos de formação e extensão;
3 – Assessorar tecnicamente instituições;
4 – Assessorar a própria instituição;
5 – Assessorar tecnicamente a comunidade;
6 – Realizar consultorias técnicas;
7 – Realizar certificação e qualificação;
8 – Realizar testes, ensaios, análises laboratoriais;
9 – Implementar orientações técnicas para a comunidade;
10 – Realizar parcerias;
11 – Gerar produtos e projetos;
12 – Coordenar processos de seleção;
13 – Conceber provas para processos seletivos;
14 – Aplicar provas em processo seletivos;
15 – Corrigir provas para processos seletivos;
16 – Integrar bancas de diversas naturezas;

TRABALHAR COM HIGIENE E SEGURANÇA

1 – Sensibilizar professores, alunos e funcionários para a importância da higiene e da segurança;
2 – Por em prática as normas de segurança, higiene e biossegurança;
3 – Recomendar o uso correto de equipamentos de segurança;
4 – Vistoriar os equipamentos e instalações;
5 – Opinar sobre reformulação das normas de segurança, higiene e biossegurança;
6 – Recomendar a manipulação correta de materiais e equipamentos;

PROMOVER EDUCAÇÃO AMBIENTAL

1 – Promover nos alunos a consciência sobre a importância do ecossistema;
2 – Fomentar ações de preservação ambiental;
3 – Orientar os alunos sobre o uso correto de produtos químicos;
4 – Orientar os alunos sobre a nocividade da produção de lixo;
5 – Orientar os alunos sobre os custos sociais do desperdício;
6 – Orientar os alunos sobre o manuseio de agentes de risco ao meio ambiente;
7 – Orientar para a classificação e destinação do lixo;

COMUNICAR-SE

1 – Encaminhar registros para as autoridades competentes;
2 – Encaminhar propostas para a instituição e órgãos externos;
3 – Divulgar trabalhos da área profissional;
4 – Divulgar o trabalho da escola;
5 – Comunicar aos pais informações sobre alunos e a escola;
6 – Encaminhar alunos para estágios profissionais;
7 – Divulgar propostas de trabalho e convênios;

DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS

1 – Trabalhar em equipe;
2 – Analisar e resolver problemas;
3 – Demonstrar flexibilidade;
4 – Demonstrar capacidade de gerenciamento da informação;
5 – Demonstrar capacidade de mudança;
6 – Demonstrar ética profissional;
7 – Demonstrar curiosidade intelectual;
8 – Demonstrar motivação;
9 – Exercer liderança cooperativa;
10 – Respeitar as diferenças e diversidades;
11 – Observar a evolução das mudanças nas normas técnicas e de segurança;
12 – Orientar projetos de pesquisa;
13 – Estagiar em instituições;
14 – Executar pesquisas;
15 – Participar de intercâmbios culturais;
16 – Participar de atividades culturais e de lazer;
17 – Participar de grupos de estudo e de pesquisa;
18 – Instituir intercâmbio com outros profissionais e instituições;
19 – Estimular a aprendizagem com autonomia mediante a construção e socialização do conhecimento;
20 – Contextualizar continuamente os conteúdos;
21 – Estimular a busca de conhecimento;
22 – Estimular o raciocínio analítico, hipotético, dedutivo e indutivo;
23 – Estimular a aplicação do conhecimento a situações-problema;
24 – Integrar continuamente teoria e prática;
25 – Estimular valores de solidariedade, convivência coletiva, cidadania e respeito à diversidade;
26 – Estimular a capacidade de participar criticamente dos processos de mudança;
27 – Estimular o desenvolvimento de habilidades de gestão;
28 – Estimular o desenvolvimento de atividades básicas , tais como abstração e comunicação;
29 – Propiciar o desenvolvimento de habilidades específicas mediante base tecnológica relevante;
30 – Utilizar as metodologias e estratégias de mediação da aprendizagem;
31 – Garantir interdisciplinaridade e transdisciplinaridade mediante contextualização;
32 – Exercer atividades de coordenação e gestão;
33 – Tomar parte em comissões de diversas naturezas;
34 – Tomar parte em colegiados;
35 – Tomar parte em bancas de concursos internos;
36 – Representar a categoria profissional em sindicatos, ordens ,conselhos;

RECURSOS PARA EXERCÍCIO DO CARGO

  1. Lousa, giz, apagador;
  2. Retroprojetor, transparências;
  3. Gerador de funções;
  4. Extintores;
  5. Robótica: conjunto lego, conjunto robix;
  6. Insumos: adubos, sementes, rações, defensivos;
  7. Máquinas: tratores, peruas, carretas, arados, roca;
  8. Camas hospitalares, escadinhas, suporte para soro;
  9. Biombos, hamper, maca;
  10. Estestoscópio;
  11. Espéculo, almotelas, sondas, bolsas de colestomia;
  12. Agulhas, soros, scalpes;
  13. Bolsas, termômetros, bisturi, cabo de bisturi;
  14. Prensa para embutimento;
  15. Ferro de solda;
  16. Software para desenvolver simulação robótica;
  17. Mantas aquecedoras;
  18. Equipamento para determinar ponto de fusão;
  19. Peagômetro;
  20. Extrator soxhlet;
  21. Equipamentos de segurança: óculos, máscara;
  22. Fornos elétricos para cerâmica;
  23. Fornos manuais com disco de ferro;
  24. Traçador gráfico (plotadora);
  25. Mesas de desenho;
  26. Impressora de tecidos giratória, de papel a vácuo;
  27. Politriz, pano para polimento, pasta de polimento;
  28. Livros e manuais técnicos, textos, periódicos;
  29. Lixas de ferro, d´água, lixadeiras;
  30. Vaselina;
  31. Cadeiras de rodas, cadeiras para banho, carrinho;
  32. Esfigmamonômetro;
  33. Faixa crepe, bandagem triangular;
  34. Catho rater, espirômetro, audiômetro, dinamômetro;
  35. Guilhotina, tesoura elétrica;
  36. Kits didáticos em eletrônica;
  37. Laboratório fotográfico;
  38. Retificador para solda elétrica;
  39. Aspirador, inalador;
  40. Tesouras, caixas de metal para curativos;
  41. Prancha longa e curta;
  42. Protetor auricular;
  43. Máquina de dobrar chapa e de dobrar tubo;
  44. Computador, escâner, impressora;
  45. Prensa excentrica;
  46. Equipos: macrogotas e microgotas, para transfusão;
  47. Seringas;
  48. Travesseiro, lençol;
  49. Esparadrapo, fita crepe, gaze;
  50. Calandra;
  51. Cabos, CPI;
  52. Furadeira de banca, furadeira de coluna;
  53. Intracater, abocater;
  54. Cubas, bandejas;
  55. Vidraria para laboratório;
  56. Analisadores de sinais;
  57. Filmadora, máquina fotográfica;
  58. Morsa bancada;
  59. Corpo de prova: diversos (resina, metal);
  60. Substâncias químicas;
  61. Manequins para técnicas;
  62. Sistema federal de manufatura: tornos CNC, CEN;
  63. Máscara de ressuscitação;
  64. Máquina universal;
  65. Forno para tratamento térmico;
  66. Instrumentos de medição: multímetros, osciloscópio;
  67. Ressusciana;
  68. Botas, sapatos com biqueira;
  69. Fricadeira;
  70. Dessecador;
  71. Instrumentos de auxílio: geradores de audio, RF;
  72. Projetor multimídia, datashow;
  73. Ferramentas: pás, carrinho de mão, regadores;
  74. Ferramentas de corte;
  75. Aparelhos de som, TV e vídeo;
  76. Softwares para desenvolver programas de simulação;
  77. Plaina, equipamentos de irrigação;
  78. Equipamentos para operação de forjamento;
  79. Capacete, máscara;
  80. Filmes, fitas cassetes, CD ROM;
  81. Roupas de cama e banho;
  82. Eletrodos revestidos;
  83. Termômetro de bulbo;
  84. Algodão, alcool,;
  85. Microscópio óptico;
  86. Equipamentos: balanças, sacarias, caixas, tubetes;
  87. Luxímetro;
  88. Sistema de videomicroscopia;
  89. Balança antropométrica;
  90. Equipamentos: de proteção individual;
  91. Agitadores magnéticos;
  92. Lixeiras com pedais;
  93. Defumador, depenadeira, cultivador adubador;
  94. Mesa agitadora;
  95. Sabão líquido e suporte, papel toalha com suporte;
  96. Gravadores de microprocessador e microcontrolador;
  97. Baldes, bacias;
  98. Episcópio, flip chart, projetor slides;
  99. Luvas, máscaras, pinças (Kelly, kocher, anatômica);
  100. Colar cervical, ambu, máscara;

CARGOS RELACIONADOS

  1. Professor da área de meio ambiente
  2. Professor de desenho técnico – Professor de ensino profissionalizante no ensino de nível médio
  3. Professor de técnicas agrícolas
  4. Professor de técnicas comerciais e secretariais
  5. Professor de técnicas de enfermagem
  6. Professor de técnicas industriais
  7. Professor de tecnologia e cálculo técnico

PARTICIPARAM DA PESQUISA

  • Aurina Oliveira Santana;
  • Claudemir Facco De Oliveira;
  • Cosmo Burti;
  • Donald Hugh De Barros Kerr Junior;
  • Ednaldo De Paiva Pereira;
  • Edson Donizetti Zaffani;
  • Hellen Tcheou;
  • José Fernando Peloso;
  • Leia Maria Neves Dos Santos;
  • Maria Antonia Martins Dos Santos;
  • Maria Heloisa Maricatto Rossi;
  • Maria Teresa Moraes Nori;
  • Mariá Vendramini Castrignano Oliveira;
  • Messias Firmino De Queiroz;
  • Paulo Cuesta Acuña Diaz;
  • Rinaldo Ferreira Martins;
  • Sônia Regina Sales Barbosa;

INSTITUIÇÕES

  • Centro De Educação Ambiental – Senac;
  • Centro De Tecnologia E Gestão Educacional Do Senac (Senac-sp);
  • Centro Federal De Educação Tecnológica – Pelotas;
  • Centro Federal De Educação Tecnológica Da Bahia (Cefet-ba);
  • Escola Senai Anchieta (São Paulo);
  • Escola Senai Francisco Matarazzo (Senai-sp);
  • Escola Senai Roberto Simonsen (Senai-sp);
  • Escola Técnica Estadual Dr. Domingos Minicucci Filho (Botucatu-sp);
  • Escola Técnica Estadual Lauro Gomes (São Bernardo Do Campo-sp);
  • Escola Técnica Estadual Paulo Guerreiro Franco (Vera Cruz-sp);
  • Fundação Do Instituto Tecnológico De Osasco (Fito);
  • Serviço Nacional De Aprendizagem Comercial (Senac-dr-sp);
  • Serviço Nacional De Aprendizagem Industrial – Departamento Regional De São Paulo (Senai-sp);
  • Sindicato Dos Trabalhadores Da Educação Pública De Mato Grosso (Sintep-mt);
  • Sindicato Nacional Dos Servidores Da Educação Básica E Profissional (Sinasefe);
  • Universidade Estadual Da Paraiba (Campina Grande);

Instituição Conveniada Responsável

Fundação de Desenvolvimento da Unicamp – Funcamp

Fonte: Ministério do Trabalho

Categorias
Cargos e salários

Instrutor de ensino profissional – O que faz, Salário, Formação, CBO

Veja o que faz, quanto ganha um Instrutor de Ensino Profissional, onde estão as melhores vagas de emprego para instrutor de ensino profissional, informações completas do Ministério do Trabalho e Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp com a participação de empresas e profissionais do setor de educação e Recursos Humanos.

A seguir, as informações sobre Instrutor de ensino profissional:

  • Quanto ganha;
  • Jornada de trabalho;
  • Piso salarial;
  • Salário médio;
  • Maior salário;
  • Salário hora;
  • Código da Profissão;
  • Atribuições / descrição do cargo;
  • Formação e experiência;
  • Condições gerais para exercício do cargo;
  • Descrição das atividades;
  • Recursos para exercício do cargo;
  • Cargos relacionados;
  • Participaram da pesquisa;
  • Instituições.

Quanto ganha um Instrutor de ensino profissional

  • Jornada de trabalho: 41h
  • Piso salarial: R$1.458,09
  • Salário médio: R$2.053,65
  • Maior salário: R$3.103,54
  • Salário hora: R$9,90
  • Código da Profissão: CBO 2332

Atribuições do cargo de Instrutor de ensino profissional

Planejam e desenvolvem situações de ensino e aprendizagem voltadas para a qualificação profissional de jovens e adultos orientando-os nas técnicas específicas da área em questão. Avaliam processo ensino-aprendizagem; elaboram material pedagógico; sistematizam estudos, informações e experiências sobre a área ensinada; garantem segurança, higiene e proteção ambiental nas situações de ensino-aprendizagem; fazem registros de documentação escolar, de oficinas e de laboratórios. Podem prestar serviços à comunidade. No desenvolvimento das atividades mobilizam capacidades comunicativas.

Formação e experiência para Instrutor de ensino profissional

O exercício dessas ocupações requer, no mínimo, curso técnico profissionalizante na área de atuação mais curso de complementação pedagógica de nível superior.

CONDIÇÕES GERAIS PARA O EXERCÍCIO DO CARGO

Trabalham, em escolas e instituições de formação profissional de caráter privado e público, bem como em sindicatos, ong etc. , Como estatutário ou assalariado com carteira assinada. Atuam no ensino das áreas comercial, industrial, agroflorestal e de serviços, junto a alunos de diversas faixas etárias, facilitando o aprendizado e fornecendo os meios para o exercício das atividades práticas de uma dada profissão em locais variados, como salas de aulas, oficinas, no campo etc. Desenvolvem suas atividades em equipe, com supervisão permanente, em rodízios de turnos ou em horários irregulares.

Código internacional CIUO88
2320 – Profesores de la enseñanza secundaria
2359 – Otros profesionales de la enseñanza, no clasificados bajo otros epígrafes

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

DESENVOLVER SITUAÇÕES DE ENSINO QUE PROMOVAM A APRENDIZAGEM PROFISSIONAL

1 – Desenvolver atividades de ensino em situações práticas de trabalho;
2 – Ensinar procedimentos e técnicas de trabalho;
3 – Simular situações atuais de trabalho;
4 – Criar situações para revisão e incorporação de valores éticos;
5 – Criar situações de trabalho em equipe;
6 – Estimular os alunos na busca de conhecimento;
7 – Criar relações de sociabilidade em diferentes situações de trabalho;
8 – Empregar recursos didáticos de acordo com as situações de ensino-aprendizagem;
9 – Desenvolver demonstrações de atividades práticas nas aulas;
10 – Criar situações interativas com o mercado de trabalho;
11 – Desenvolver projetos de trabalho e seminários com os alunos;
12 – Utilizar comunicação verbal, escrita e corporal;
13 – Criar situações operacionais de atividades;
14 – Direcionar o conhecimento acumulado para o exercício de uma profissão;
15 – Desenvolver práticas quanto às normas de segurança e à higiene;
16 – Testar experiências no processo de ensino e de aprendizagem;
17 – Desenvolver estratégias que promovam interdisciplinaridade;
18 – Desenvolver práticas quanto à preservação do meio ambiente;

PLANEJAR METAS E ESTRATÉGIAS DE AÇÕES EDUCACIONAIS

1 – Fixar metas educacionais para a escola;
2 – Selecionar material pedagógico;
3 – Projetar experiências e exercícios para aprendizagem e ensino;
4 – Participar de atividades de elaboração do plano de ensino da escola;
5 – Programar a utilização de materiais de consumo, equipamentos e instrumentos;
6 – Definir metodologias e técnicas de ensino;
7 – Preparar material didático;
8 – Programar a utilização de material didático-pedagógico;
9 – Selecionar recursos didáticos;
10 – Tomar parte na organização do currículo escolar;
11 – Tomar parte na elaboração do calendário escolar;
12 – Revisar as metodologias e técnicas de ensino;
13 – Propor novos cursos e produtos de acordo com as necessidades da instituição e do mercado;
14 – Propor cronograma de atividades pedagógicas;
15 – Elaborar cronogramas de manutenção preventiva dos equipamentos e máquinas;
16 – Prever a participação em feiras exposições, eventos de divulgação e seminários;
17 – Programar calendário de atividades para estágios de alunos;
18 – Participar de atividades de elaboração do plano de curso;
19 – Elaborar os planos de aula;
20 – Prospectar informações sobre o perfil profissional requerido pelo mercado de trabalho;

AVALIAR O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

1 – Fixar critérios de avaliação dos alunos;
2 – Estabelecer referenciais de avaliação;
3 – Utilizar referenciais de avaliação normatizados;
4 – Avaliar alunos por meio de instrumentos e referenciais de avaliação;
5 – Avaliar competências adquiridas anteriormente;
6 – Analisar as avaliações;
7 – Analisar relatórios de avaliação de estágios elaborados pelos alunos e pelas instituições;
8 – Corrigir trabalhos, provas, exercícios;
9 – Coletar informações sobre as características sociais, culturais e educacionais dos alunos;
10 – Identificar características e interesses pessoais dos alunos;
11 – Avaliar o desempenho dos alunos para indicação ao mercado de trabalho;
12 – Avaliar habilidades e interesses profissionais dos alunos dentro de sua área;
13 – Auxiliar no processo seletivo dos alunos para o ingresso no curso;

ELABORAR MATERIAL PEDAGÓGICO

1 – Investigar diferentes recursos didáticos;
2 – Preparar ferramental para o ensino e para a aprendizagem;
3 – Preparar modelos para o ensino e a aprendizagem;
4 – Processar materiais para a utilização em ensino;
5 – Confeccionar apostilas para apoio às aulas;
6 – Adequar material pedagógico;
7 – Revisar material pedagógico;
8 – Preparar as formas e instrumentos de avaliação e recuperação dos alunos;
9 – Preparar recursos audio-visuais;
10 – Organizar exposições de produtos;

SISTEMATIZAR ESTUDOS, INFORMAÇÕES E EXPERIÊNCIAS SOBRE A ÁREA ENSINADA

1 – Coletar informações especializadas na área através de pesquisa e experimentação;
2 – Sistematizar as mudanças dos processos de trabalho;
3 – Sistematizar as mudanças tecnológicas;
4 – Pesquisar sobre os mercados na sua área de trabalho;
5 – Sistematizar a produção científica da área;
6 – Identificar novas fontes para atualização;
7 – Sistematizar a legislação na sua área;
8 – Sistematizar informações sobre as demandas do mercado de trabalho;
9 – Sistematizar os termos técnicos da área;
10 – Sistematizar as normas técnicas;

GARANTIR SEGURANÇA, HIGIENE E PROTEÇÃO AMBIENTAL NAS SITUAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM

1 – Cuidar das condições de segurança e higiene do aluno;
2 – Orientar os alunos no uso de epi, pelo exemplo;
3 – Garantir o emprego dos acessórios de segurança em situações de ensino e aprendizagem;
4 – Manusear materiais normatizados ou não-normatizados;
5 – Tratar dos resíduos (sólidos, gasosos e efluentes);
6 – Verificar o estado dos equipamentos de segurança;
7 – Efetuar a assepsia dos equipamentos, segundo as normas técnicas;
8 – Mapear riscos e danos à comunidade e ao meio ambiente;
9 – Tomar providências em casos de emergência;

ZELAR PELA MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E AMBIENTES DE TRABALHO

1 – Consultar manual do equipamento para manutenção;
2 – Demandar manutenção preventiva de equipamentos e máquinas;
3 – Executar a manutenção preventiva;
4 – Solicitar a manutenção corretiva de equipamentos e máquinas;
5 – Executar manutenção corretiva de equipamentos e máquinas;
6 – Limpar os equipamentos;
7 – Conferir a execução da manutenção;
8 – Controlar o estoque de peças de reposição;

FAZER REGISTROS DE DOCUMENTAÇÃO ESCOLAR, DE OFICINAS E LABORATÓRIOS

1 – Preencher diários de classe ou similares;
2 – Preencher fichas de solicitação de recuperação de alunos;
3 – Preencher planilhas de custo;
4 – Preencher relatórios de participação em atividades externas e internas;
5 – Preencher solicitação de compra de reposição de material de consumo, peças e estoques;
6 – Registrar controles de estoque;
7 – Preencher lista de aquisição de matérias-primas e equipamentos;
8 – Registrar ocorrências de manutenção de equipamentos;
9 – Especificar equipamentos para manutenção e reposição;
10 – Registrar as tarefas executadas pelos alunos;
11 – Auxiliar no processo seletivo de novos instrutores;

PRESTAR SERVIÇOS À COMUNIDADE

1 – Realizar parcerias com a sociedade no desenvolvimento de atividades de prestação de serviço;
2 – Desenvolver atividades para troca de experiências profissionais;
3 – Ministrar cursos para a comunidade, para a população de baixa renda;
4 – Participar de campanhas educativas;
5 – Participar da captação de recursos financeiros e físicos;
6 – Negociar projetos e cursos;
7 – Prestar assessoria técnica à comunidade;
8 – Promover intercâmbios institucionais;
9 – Promover a exposição e venda de produtos do curso;
10 – Participar de ações institucionais com objetivo social
11 – Ministrar palestras para públicos de fora da escola;

COMUNICAR-SE

1 – Orientar os alunos;
2 – Dialogar com os alunos;
3 – Dialogar com os outros professores;
4 – Dialogar com outros setores ou unidades da escola;
5 – Dialogar com membros e instituições da comunidade;
6 – Dialogar com os pais sobre a aprendizagem dos alunos;
7 – Encaminhar alunos para atendimentos específicos;
8 – Divulgar idéias através de projetos de ensino;
9 – Dialogar com os meios de comunicação de massa;
10 – Expor idéias e opiniões em reuniões da escola;
11 – Organizar exposições dos produtos elaborados na escola;
12 – Confraternizar-se com alunos, pais e colegas em atividades coletivas;
13 – Integrar-se em eventos da área;

DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS

1 – Comprovar qualificação profissional na área de atuação;
2 – Comprovar certificação das competências;
3 – Comprovar experiência na área específica;
4 – Comprovar capacidade de aplicação do conhecimento;
5 – Agir eticamente na profissão;
6 – Demonstrar capacidade de aprendizagem;
7 – Demonstrar respeito pelas diferenças sócio-culturais;
8 – Demonstrar capacidade de avaliação;
9 – Demonstrar capacidade de trabalho em equipe;
10 – Demonstrar capacidade de atenção para situações de risco;
11 – Demonstrar liderança;
12 – Demonstrar capacidade de coordenação de tarefas com os alunos;
13 – Demonstrar capacidade de organização;
14 – Demonstrar flexibilidade;
15 – Demonstrar criatividade;
16 – Demonstrar perseverança;
17 – Demonstrar tolerância e paciência;
18 – Expressar-se com clareza;
19 – Criar relacionamentos de confiabilidade;
20 – Orientar-se sobre resoluções de problemas emergentes;
21 – Autoavaliar-se;

RECURSOS PARA EXERCÍCIO DO CARGO

  1. Ferramentas (alicates, chaves de fenda, canivete);
  2. Máquina de medir por coordenadas (tridimensional);
  3. Fogão equipado com banho-maria e chapa;
  4. Material para laboratório de botânica- microscópio;
  5. Divisora;
  6. Modeladora;
  7. Material para desenho e topografia;
  8. Jogos de facas, panelas, caldeirões, caçarolas etc;
  9. Diário;
  10. Episcópio;
  11. Datashow;
  12. Material para laboratório de propriedades físicas;
  13. Conchas, colheres, garfos, escumadeiras etc.;
  14. Liquidificador;
  15. Material de desenho técnico mecânico;
  16. Forno combinado;
  17. Material pedagógico-lousa, giz, flipchart,, vídeo;
  18. Mesa prancha;
  19. Amostras de produtos;
  20. Centrífuga;
  21. Máquinas (esmeril, furadeira, fresadora, torno);
  22. Macro modelos;
  23. Chapa de aquecimento;
  24. Fritadeira água e óleo;
  25. Agitador;
  26. Calibrador;
  27. Durômetro;
  28. Máquina de calcular;
  29. Material para laboratório de semente (câmara fria);
  30. Impressora;
  31. Câmara para fermentação e câmara fria;
  32. Bancada;
  33. Máquinas (motores, geradores etc.);
  34. Fio de solda, condutor elétrico;
  35. Amassadeira;
  36. Material de manejo florestal (motosserra, skider);
  37. Batedeira de bolos;
  38. Arquivo;
  39. Cd rom;
  40. Kit de confeiteiro;
  41. Geladeiras;
  42. Instrumentos (termômetro, densímetro, barômetro);
  43. Cilindro elétrico;
  44. Rugosímetro;
  45. Balança digital;
  46. Material de laboratório de anatomia da madeira;
  47. Formulários relativos a uma pequena empresa;
  48. Tela de amianto e tripé;
  49. Máquina fotográfica;
  50. Madeira, compensado etc.;
  51. Material para silvicultura (trator, implementos);
  52. Avental;
  53. Arco voltaico;
  54. Softwares;
  55. Elementos de máquinas (porcas, parafusos etc.);
  56. Material de segurança (bota, óculos, luvas etc.);
  57. Transferidor de graus;
  58. Estufa;
  59. Projetor de perfil;
  60. Material de laboratório químico (vidraria, estufa);
  61. Scanner;
  62. Copiadora;
  63. Freezer;
  64. Mural técnico;
  65. Computador;
  66. Grosa;

CARGOS RELACIONADOS

  1. Instrutor de aprendizagem e treinamento agropecuário – Instrutor agrícola, Instrutor de aprendizagem agropecuária, Instrutor de treinamento agropecuário
  2. Instrutor de aprendizagem e treinamento industrial – Instrutor de aprendizagem industrial, Instrutor de educação profissional industrial, Instrutor de ofícios industriais, Instrutor de treinamento industrial (formação profissional), Instrutor de treinamentos industriais, Professor-instrutor de cursos de treinamento industrial, Professor-instrutor de educação profissional industrial
  3. Instrutor de aprendizagem e treinamento comercial – Instrutor de aprendizagem comercial, Instrutor de treinamento comercial
  4. Professor instrutor de ensino e aprendizagem em serviços – Instrutor de aprendizagem em comunicação, Instrutor de aprendizagem em informática, Instrutor de aprendizagem em transportes, Instrutor de informática

PARTICIPARAM DA PESQUISA

  • Anselmo Domingos Paiva Da Conceição;
  • Aparecida Donizeti Martins Fracchetta;
  • Carlos Augusto Queiroz De Oliveira;
  • Carmen Sylvia Vidigal Moraes;
  • Cleusa Helena Pisani;
  • Cícero Umbelino Da Silva;
  • Dorival De Souza Santos;
  • Fabio De Freitas Gomes;
  • Ivan Jaques Kochem;
  • Ivone Marchi Lainetti Ramos;
  • Janete De Fátima Mendonça;
  • Joel Gomes De Souza;
  • Jose Carlos Tomio Honda;
  • José Costa Prado;
  • José Luis Forquim Dos Santos;
  • Lourdes Aparecida Brito;
  • Luiz Carlos Mosca;
  • Osvaldemar De Oliveira Junior;
  • Paulo Paz;
  • Reinaldo Paschoa Bicudo;

INSTITUIÇÕES

  • Ação Comunitária Paroquial Jardim Colonial – Centro De Profissionalização De Adolescentes Pe. José Bello Dos Santos (Cpa-são Paulo);
  • Centro De Educação Estudos E Pesquisas (São Paulo);
  • Centro Estadual De Educação Tecnológica Paula Souza (Ceeteps-sp);
  • Colégio Albert Einstein (São Paulo)
  • Confederação Nacional Dos Trabalhadores Em Educação (Cnte);
  • Escola Estadual Lauro Gomes (São Paulo);
  • Escola Salesiana São José (São Paulo);
  • Escola Senai Ary Torres (Senai Dr-sp);
  • Faculdade De Educação Da Usp;
  • Grande Hotel São Pedro – Hotel Escola (Senac-sp);
  • Serviço Nacional De Aprendizagem Comercial – Centro De Educação Comunitária (Senac-sp);
  • Serviço Nacional De Aprendizagem Comercial – Centro De Educação Em Saúde (Senac-sp);
  • Serviço Nacional De Aprendizagem Industrial – Departamento Regional De São Paulo (Senai-sp);
  • Serviço Nacional De Aprendizagem Industrial – Unidade De Ponta Grossa (Senai Dr-pr);

Instituição Conveniada Responsável

Ministério Do Trabalho E Emprego – Mte

Fonte: Ministério do Trabalho

Categorias
Cargos e salários

Profissional de educação física – O que faz, Salário, Formação, CBO

Veja o que faz, quanto ganha um Profissional de educação física, onde estão as melhores vagas de emprego para profissional de educação física, informações completas do Ministério do Trabalho e Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp com a participação de empresas e profissionais do setor de educação física e Recursos Humanos.

A seguir, as informações sobre Profissional de educação física:

  • Quanto ganha;
  • Jornada de trabalho;
  • Piso salarial;
  • Salário médio;
  • Maior salário;
  • Salário hora;
  • Código da Profissão;
  • Atribuições / descrição do cargo;
  • Formação e experiência;
  • Condições gerais para exercício do cargo;
  • Descrição das atividades;
  • Recursos para exercício do cargo;
  • Cargos relacionados;
  • Participaram da pesquisa;
  • Instituições.

Quanto ganha um Profissional de educação física

  • Jornada de trabalho: 39h
  • Piso salarial: R$1.595,60
  • Salário médio: R$2.247,33
  • Maior salário: R$3.396,23
  • Salário hora: R$11,52
  • Código da Profissão: CBO 2241

Atribuições do cargo do Profissional de educação física

Desenvolvem, com crianças, jovens e adultos, atividades físicas; ensinam técnicas desportivas;realizam treinamentos especializados com atletas de diferentes esportes; instruem-lhes acerca dos princípios e regras inerentes a cada um deles; avaliam e supervisionam o preparo físico dos atletas; acompanham e supervisionam as práticas desportivas; elaboram informes técnicos e científicos na área de atividades físicas e do desporto.

Formação e experiência do profissional de educação física

O exercício das ocupações da família requer formação superior em educação física, com registro no Conselho Regional de Educação Física. No mercado de trabalho, cresce o número de profissionais portadores de cursos de especialização e pós-graduação. O exercício pleno das atividades varia conforme a ocupação, entre um e quatro anos.

CONDIÇÕES GERAIS PARA O EXERCÍCIO DO CARGO

Os profissionais prestam serviços no campo dos exercícios físicos com objetivos educacionais, de saúde e de desempenho esportivo. Podem trabalhar em academias e escolas de esporte, clubes e hotéis, clínicas médicas e fisioterápicas, em atendimentos domiciliares, em órgãos da administração pública direta etc, como empregados com carteira ou como autônomos. Desenvolvem seu trabalho de forma individual, nos mais variados ambientes, em horários irregulares. Em algumas atividades, alguns profissionais podem trabalhar sob condições especiais, p.ex.,em posições desconfortáveis por período prolongado,sob pressão, sujeitos a mudanças climáticas e intempéries.

Código internacional CIUO88
3475 – Atletas, deportistas y afines

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

COORDENAR ATIVIDADE FÍSICA E ESPORTIVA

1 – Organizar comissão técnica;
2 – Integrar os membros da comissão;
3 – Desempenhar papel de interlocutor;
4 – Promover eventos;
5 – Verificar a documentação do atleta perante as entidades de administração esportiva;
6 – Controlar o material necessário para o desenvolvimento das atividades;
7 – Comunicar a data e o local dos eventos aos interessados;
8 – Verificar o local das atividades;
9 – Marcar horário e local das atividades;
10 – Programar transporte, alimentação e hospedagem;
11 – Redigir relatórios técnicos periódicos;
12 – Participar de reuniões;
13 – Realizar reuniões;

IDENTIFICAR NECESSIDADES DE INTERVENÇÃO PROFISSIONAL

1 – Cadastrar beneficiários;
2 – Classificar os beneficiários segundo características e dados bio-sociais;
3 – Identificar talentos;
4 – Selecionar o atleta e o praticante;
5 – Coletar dados técnicos e físicos;
6 – Indicar atletas para contratação;
7 – Entrevistar atletas para contratação;

PLANEJAR AÇÕES DE INTERVENÇÃO PROFISSIONAL

1 – Determinar filosofia e métodos de trabalho;
2 – Determinar os meios e processos das atividades;
3 – Programar treinamento e atividades;
4 – Definir testes físicos;
5 – Fixar objetivos e metas;
6 – Analisar os dados físicos e técnicos dos beneficiários;
7 – Adequar os exercícios às condições e necessidades dos beneficiários;
8 – Avaliar o potencial dos beneficiários;
9 – Avaliar os resultados da aplicação do planejamento;

DESENVOLVER TREINAMENTO

1 – Aplicar testes funcionais;
2 – Desenvolver treinamento com dados das avaliações realizadas;
3 – Desenvolver capacidades cognitivas;
4 – Desenvolver qualidades físicas e motoras;
5 – Desenvolver qualidades técnicas e táticas;
6 – Implementar treinamento técnico, tático e físico;
7 – Orientar sobre as regras desportivas;
8 – Corrigir erros táticos e técnicos;
9 – Orientar aspectos disciplinares, táticos e técnicos;
10 – Orientar aspectos comportamentais, sociais, morais e éticos;
11 – Aplicar exercícios corretivos de natureza técnico e tática;
12 – Aplicar atividades recreativas de desenvolvimento técnico, tático e físico;
13 – Observar os relatórios dos aspectos psicológicos, nutricionais e médicos dos beneficiários;

INTERVIR NOS PROCESSOS COMPETITIVOS

1 – Analisar as condições de competição;
2 – Treinar atletas para objetivos fixados;
3 – Intervir com ações táticas e técnicas na competição
4 – Orientar o comportamento do atleta na competição;
5 – Avaliar o comportamento dos atletas na competição;
6 – Coletar dados estatísticos da competição;

COMUNICAR-SE

1 – Utilizar meios de comunicação;
2 – Ministrar cursos e palestras;
3 – Utilizar gestos e sinais;
4 – Utilizar recursos áudio-visuais;
5 – Utilizar comunicação oral e escrita;
6 – Utilizar recursos de informática;
7 – Mostrar o movimento a ser realizado;
8 – Utilizar desenhos e gráficos;

DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS

1 – Demonstrar capacidade de atualização;
2 – Manter postura ética e moral;
3 – Demonstrar capacidade de liderança;
4 – Demonstrar capacidade de expressão comunicativa;
5 – Demonstrar capacidade de inovação;
6 – Demonstrar criatividade;
7 – Demonstrar controle emocional;

RECURSOS PARA EXERCÍCIO DO CARGO

  1. Sacos de pancada;
  2. Medicinebal;
  3. Baliza reduzida;
  4. Esteps;
  5. Aparelhos de movimento;
  6. Compasso de dobra cutânea;
  7. Bastão;
  8. Sapatilha;
  9. Bloco de saída;
  10. Prancha;
  11. Flutuado;
  12. Nadadeira;
  13. Bandeiras referenciais;
  14. Prancheta cronométrica;
  15. Colete;
  16. Roupas especiais;
  17. Raquetes;
  18. Halteres;
  19. Bolas;
  20. Balança;
  21. Forca;
  22. Atadura;
  23. Cone;
  24. Meias, calções, camisetas regatas;
  25. Cronômetro;
  26. Haste;
  27. Teto, solo adequado;
  28. Baliza móvel;
  29. Quadro imantado;
  30. Revolver de festim;
  31. Colchões de saltos;
  32. Pedestais para saltos;
  33. Sapatilhas;
  34. Corda sisal;
  35. Material audio-visual;
  36. Lona;
  37. Martelo;
  38. Carrinho de supermecado;
  39. Esteira;
  40. Antena;
  41. Tornozeleira de peso;
  42. Arco;
  43. Esteira eletrônica;
  44. Computador;
  45. Poste;
  46. Capacete protetor;
  47. Protetor de poste;
  48. Espirômetro;
  49. Bolsa de primeiro socorros;
  50. Luvas para bater sacos;
  51. Dardo;
  52. Suporte para água;
  53. Paquímetro;
  54. Gol cachote;
  55. Tênis;
  56. Prancheta;
  57. Quadro negro;
  58. Punch bool;
  59. Sarrafo;
  60. Vara;
  61. Pincel para prancheta;
  62. Luva de goleiro;
  63. Protetor bocal;
  64. Bicicleta;
  65. Bicicleta ergométrica;
  66. Câmera de vídeo;
  67. Barreiras;
  68. Coquilha protetora genital;
  69. Video cassete;
  70. Apito;
  71. Disco;
  72. Televisão;
  73. Pera leve;
  74. Bolão;
  75. Corda elástica;
  76. Óculos especiais;
  77. Uniforme de jogo;
  78. Uniforme de treino;
  79. Tapa aro;
  80. Caneleira;
  81. Compressor de ar;
  82. Luvas 14/16 onças;
  83. Aro;
  84. Cordas;
  85. Peso;
  86. Material de escritório;
  87. Trena;
  88. Obstáculo;
  89. Polar;
  90. Garrafa de água;
  91. Gol móvel;
  92. Barreira de salto;
  93. Redes;

CARGOS RELACIONADOS

1 – Avaliador físico – Orientador fisiocorporal;
2 – Ludomotricista – Cinesiólogo ludomotricista;
3 – Preparador de atleta;
4 – Preparador físico – Personal treanning, Preparador fisiocorporal;
5 – Técnico de desporto individual e coletivo (exceto futebol) – Treinador assistente de modalidade esportiva, Treinador auxiliar de modalidade esportiva, Treinador esportivo;
6 – Técnico de laboratório e fiscalização desportiva;
7 – Treinador profissional de futebol – Auxiliar técnico- no futebol, Auxiliar técnico- nos esportes, Coordenador de futebol, Professor de futebol;

PARTICIPARAM DA PESQUISA

INSTITUIÇÕES

  • Associação Atlética Ponte Preta;
  • Bonfim Recreativo E Social;
  • Botafogo Futebol E Regatas;
  • Clube Atlético De Campinas;
  • Clube Regatas Flamengo;
  • Conselho Federal De Educação Física;
  • Guarani Futebol Clube;

  • Instituto Florestal (Secretaria Do Meio Ambiente);
  • Minas Tênis Clube;
  • Prefeitura Municipal De Campinas;
  • Sindicato Dos Estabelecimentos De Esportes Sp;
  • Sindiclube;
  • Tenis Clube De Campinas;
  • Universidade Estadual de Campinas.

Instituição Conveniada Responsável

Fundação de Desenvolvimento da Unicamp – Funcamp

Fonte: Ministério do Trabalho

Categorias
Cargos e salários

Médico Clínico – O que faz, Salário, Formação, CBO

Veja o que faz, quanto ganha um Médico Clínico, onde estão as melhores vagas de emprego para Médico clínico, informações completas do Ministério do Trabalho e Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp com a participação de empresas e profissionais do setor de medicina e Recursos Humanos.

A seguir, as informações sobre Médico Clínico:

  • Quanto ganha;
  • Jornada de trabalho;
  • Piso salarial;
  • Salário médio;
  • Maior salário;
  • Salário hora;
  • Código da Profissão;
  • Atribuições / descrição do cargo;
  • Formação e experiência;
  • Condições gerais para exercício do cargo;
  • Descrição das atividades;
  • Recursos para exercício do cargo;
  • Cargos relacionados;
  • Participaram da pesquisa;
  • Instituições.

Quanto ganha um Médico Clínico

  • Jornada de trabalho: 25h
  • Piso salarial: R$5.248,10
  • Salário médio: R$7.391,69
  • Maior salário: R$11.170,55
  • Salário hora: R$58,06
  • Código da Profissão: CBO 2251

Atribuições do cargo de Médico clínico

Realizam consultas e atendimentos médicos; tratam pacientes e clientes; implementam ações de prevenção de doenças e promoção da saúde tanto individuais quanto coletivas; coordenam programas e serviços em saúde, efetuam perícias, auditorias e sindicâncias médicas; elaboram documentos e difundem conhecimentos da área médica.

Formação e experiência do Médico clínico

Essas ocupações são exercidas por profissionais com formação superior em Medicina, credenciados pelo Conselho Regional de Medicina (CRM). O exercício pleno das funções se dá após o período de um a dois anos de experiência profissional e de três a quatro anos para o médico antroposófico. Para o exercício da função no Programa de Estratégia de Saúde da Família não é necessário experiência anterior.

CONDIÇÕES GERAIS PARA O EXERCÍCIO DO CARGO

Os profissionais dessa família ocupacional exercem suas funções em setores cujas atividades referem-se a saúde e serviços sociais, ensino, pesquisa e desenvolvimento. De modo geral atuam por conta própria, na condição de autônomos; sem supervisão permanente. Organizam-se individualmente e em equipe de trabalho, desenvolvendo as atividades em ambientes fechados, em horários de trabalho irregulares. Exceção feita profissionais que atuam no Programa de Estratégia de Saúde da Família, onde exercem suas funções como empregados, com supervisão ocasional e cumprem carga horária semanal prevista em Portaria específica. Podem trabalhar em posições desconfortáveis durante longos períodos e, devido à natureza e nível de responsabilidade próprio da função, podem estar sujeitos a estresse constante. Em algumas ocupações os profissionais podem estar sujeitos a ação de materiais tóxicos, químicos, radioativos e biológicos.

Código internacional CIUO88
2221 – Médicos

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

REALIZAR CONSULTA E ATENDIMENTO MÉDICO

1 – Realizar anamnese;
2 – Realizar exame físico;
3 – Levantar hipóteses diagnósticas;
4 – Realizar propedêutica instrumental;
5 – Solicitar exames complementares;
6 – Solicitar inter consultas;
7 – Realizar exames complementares;
8 – Supervisionar propedêutica instrumental;
9 – Interpretar dados de exame clínico e exames complementares;
10 – Diagnosticar estado de saúde de pacientes e clientes;
11 – Realizar diagnóstico de saúde da comunidade;
12 – Discutir diagnóstico, prognóstico e tratamento com pacientes, clientes, responsáveis e familiares;
13 – Realizar atendimento em consultório;
14 – Realizar visitas hospitalares;
15 – Realizar atendimentos de urgência e emergência;
16 – Realizar visitas domiciliares;
17 – Encaminhar usuários a outros profissionais;
18 – Avaliar momento biográfico;

TRATAR PACIENTES E CLIENTES

1 – Planejar tratamento de clientes e pacientes;
2 – Indicar tratamento;
3 – Receitar drogas, medicamentos , fitoterápicos e antropomórficos;
4 – Praticar intervenções clínicas;
5 – Praticar procedimentos intervencionais;
6 – Estabelecer prognóstico;
7 – Executar tratamento com agentes químicos;
8 – Executar tratamento com agentes físicos;
9 – Executar tratamento com agentes biológicos;
10 – Praticar psicoterapia;
11 – Executar terapêutica genética;
12 – Assistir parto;
13 – Retirar órgãos e tecidos;
14 – Implantar órteses e próteses;
15 – Executar transplantes de órgãos e tecidos;
16 – Guardar órgãos e tecidos;
17 – Cultivar órgãos e tecidos;
18 – Monitorar estado de saúde de pacientes hospitalizados;
19 – Reabilitar pacientes e clientes (condições biopsicossociais);
20 – Prescrever tratamento;
21 – Indicar necessidade de internação;
22 – Acompanhar plano terapêutico do usuário;
23 – Indicar terapias não medicamentosas;
24 – Estimular paciente no desenvolvimento da autonomia e autocuidado;
25 – Redefinir a doença para o paciente individualizando seu significado;

IMPLEMENTAR AÇÕES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE

1 – Estabelecer plano de ações em saúde;
2 – Prescrever medidas higiênico-dietéticas;
3 – Ministrar tratamentos preventivos;
4 – Rastrear doenças prevalentes;
5 – Implementar medidas de biossegurança;
6 – Implementar medidas de segurança e proteção do trabalhador;
7 – Implementar medidas de saúde ambiental;
8 – Promover campanhas de saúde;
9 – Promover atividades educativas;
10 – Promover ações de controle de vetores e zoonoses;
11 – Divulgar informações em mídia;
12 – Prescrever imunização;
13 – Acompanhar desenvolvimento cognitivo/emocional do educando/educador;

ELABORAR DOCUMENTOS MÉDICOS

1 – Elaborar prontuários;
2 – Emitir receitas;
3 – Emitir atestados;
4 – Elaborar protocolos de condutas médicas;
5 – Emitir laudos;
6 – Elaborar relatórios;
7 – Emitir pareceres;
8 – Elaborar documentos de imagem;
9 – Emitir declarações;
10 – Elaborar procedimentos operacionais padrão;
11 – Preencher formulários de notificação compulsória;
12 – Elaborar material informativo e normativo;
13 – Arquivar documentos;

EFETUAR PERÍCIAS, AUDITORIAS E SINDICÂNCIAS MÉDICAS

1 – Examinar documentos médicos;
2 – Vistoriar ambientes de trabalho;
3 – Vistoriar equipamentos e instalações;
4 – Efetuar necropsias;
5 – Formular quesitos periciais;
6 – Responder quesitos periciais;
7 – Prestar depoimentos;
8 – Colher depoimentos;

COORDENAR PROGRAMAS E SERVIÇOS EM SAÚDE

1 – Selecionar equipe de trabalho;
2 – Distribuir tarefas;
3 – Gerenciar recursos financeiros;
4 – Especificar insumos;
5 – Montar escala de serviços;
6 – Supervisionar equipe de saúde;
7 – Auxiliar normatização de atividades médicas;
8 – Administrar situações de urgência e emergência;
9 – Selecionar pacientes em situações específicas;
10 – Constituir comissões médico-hospitalares;
11 – Participar de diretorias de associações, entidades de classe e conselhos de saúde;
12 – Despachar expediente;

DIFUNDIR CONHECIMENTOS MÉDICOS

1 – Preparar material didático;
2 – Ministrar aulas;
3 – Demonstrar ações médicas;
4 – Descrever ações médicas;
5 – Supervisionar atos médicos;
6 – Avaliar atos médicos;
7 – Avaliar conhecimento de especialistas;
8 – Fiscalizar treinamento médico;
9 – Preparar projetos de pesquisa;
10 – Desenvolver pesquisas em medicina;
11 – Desenvolver procedimentos;
12 – Desenvolver equipamentos;
13 – Redigir trabalhos científicos;
14 – Organizar encontros científicos;
15 – Organizar cursos de educação continuada;
16 – Participar de encontros, congressos e demais eventos científicos;
17 – Prestar consultorias e assessorias;

PROMOVER A SAÚDE DA FAMÍLIA

1 – Definir território de atuação;
2 – Mapear área de atuação;
3 – Identificar grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos;
4 – Organizar grupos de promoção à saúde;
5 – Atualizar informações cadastrais;
6 – Atender usuários nas ubss, nos domicílios ou espaços comunitários;
7 – Realizar ações de prevenção de agravos e curativas;
8 – Realizar busca ativa de situações locais;
9 – Notificar doenças, agravos e situações de importância local;
10 – Identificar necessidades dos usuários;
11 – Responsabilizar-se por todos os atendimentos da população adscrita;
12 – Coordenar o cuidado dos usuários;
13 – Promover a integralidade do cuidado;
14 – Participar das atividades de planejamento;
15 – Participar das avaliações da equipe;
16 – Incentivar a participação da comunidade;
17 – Identificar parceiros e recursos disponíveis na comunidade;
18 – Registrar as atividades nos sistemas de informação;
19 – Participar das atividades de educação permanente;
20 – Definir ações de acordo com prioridades locais;
21 – Participar do gerenciamento de insumos;

DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS

1 – Demonstrar capacidade de atenção seletiva;
2 – Demonstrar rapidez de percepção;
3 – Demonstrar tolerância;
4 – Demonstrar altruísmo;
5 – Demonstrar capacidade de lidar com situações adversas;
6 – Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe;
7 – Demonstrar empatia;
8 – Demonstrar capacidade de interpretar linguagem verbal e não-verbal;
9 – Demonstrar capacidade de liderança;
10 – Demonstrar capacidade de tomar decisões;
11 – Demonstrar imparcialidade de julgamento;
12 – Demonstrar capacidade de adequar linguagem;
13 – Demonstrar capacidade de preservar sigilo médico;
14 – Demonstrar capacidade de saber ouvir;
15 – Demonstrar capacidade de efetuar atendimento humanizado;
16 – Demonstrar capacidade de acolhimento;

RECURSOS PARA EXERCÍCIO DO CARGO

  1. Lupa com iluminação;
  2. Vade mecum de medicamentos antropofóbicos;
  3. Equipamentos Para Videocirurgia;
  4. Esfigmomanômetro;
  5. Estetoscópio;
  6. Fita Métrica;
  7. Instrumental Cirúrgico;
  8. Laringoscópio;
  9. Lâmpada De Fenda;
  10. Material Para Entubação Orotraquial;
  11. Microscópio;
  12. Negatoscópio;
  13. Oftalmoscópio;
  14. Otoscópio;
  15. Radiofármacos;
  16. Refrator;
  17. Repertório Homeopático;
  18. Respiradores;
  19. Roppel Mini P/ Observ De Batimentos Cardiofetais;
  20. Softwares Médicos;
  21. Termômetro;
  22. Órteses E Próteses;
  23. Aparelhos De Laser;
  24. Bvm (bolsa, Válvula E Mascara) Ventilação;
  25. Desfibrilador Externo Automático;
  26. Drogas E Medicamentos;
  27. Eletrocardiógrafo;
  28. Equipamentos De Medicina Nuclear;
  29. Equipamentos De Megavoltagem;
  30. Equipamentos De Monitoração;
  31. Equipamentos De Radioterapia;
  32. Equipamentos Para Pulsões E Biópsias;
  33. Agulhas De Acupuntura;
  34. Colposcópio;
  35. Equipamentos P/ Abordagem Das Vias Aéreas Superior;
  36. Equipamentos Para Diérese E Síntese;
  37. Equipamentos Para Exames De Diagnóstico Por Imagem;
  38. Equipamentos Para Exames Eletrofisiológicos;

CARGOS RELACIONADOS

1 – Médico infectologista – Infectologista, Médico de doenças infecciosas e parasitárias;
2 – Médico acupunturista;
3 – Médico legista – Legista;
4 – Médico nefrologista – Nefrologista;
5 – Médico alergista e imunologista – Alergista, Alergista e imunologista, Alergologista, Médico alergista, Médico imunologista;
6 – Médico neurologista – Médico neuropediatra, Neurologista, Neuropediatra;
7 – Médico angiologista – Angiologista;
8 – Médico nutrologista – Médico nutrólogo, Nutrologista;
9 – Médico cardiologista – Cardiologista, Médico do coração;
10 – Médico oncologista clínico – Cancerologista clínico, Médico cancerologista (clínico), Oncologista (clínico);
11 – Médico cancerologista pediátrico;
12 – Médico pediatra – Hebeatra, Médico de criança, Neonatologista, Pediatra;
13 – Médico clínico – Clínico geral, Médico clínico geral, Médico especialista em clínica médica, Médico especialista em medicina interna, Médico internista;
14 – Médico pneumologista – Médico pneumotisiologista, Pneumologista, Pneumotisiologista, Tisiologista;
15 – Médico de família e comunidade – Médico comunitário, Médico de família;
16 – Médico psiquiatra – Médico psicanalista, Médico psicoterapeuta, Neuropsiquiatra, Psiquiatra;
17 – Médico dermatologista – Dermatologista, Hansenólogo;
18 – Médico reumatologista – Reumatologista;
19 – Médico sanitarista – Epidemiologista, Médico de saúde pública, Médico epidemiologista, Médico higienista;
20 – Médico do trabalho;
21 – Médico da estratégia de saúde da família;
22 – Médico em medicina de tráfego – Médico do tráfego;
23 – Médico anatomopatologista;
24 – Médico em medicina intensiva – Ceteísta, Intensivista;
25 – Médico anestesiologista – Anestesiologista, Anestesista, Médico anestesista;
26 – Médico antroposófico;
27 – Médico endocrinologista e metabologista – Diabetólogo, Endocrinologista, Metabolista, Metabologista, Médico endocrinologista, Médico metabolista;
28 – Médico fisiatra – Fisiatra;
29 – Médico gastroenterologista – Gastroenterologista;
30 – Médico generalista – Médico alopata, Médico em medicina interna, Médico militar;
31 – Médico geneticista;
32 – Médico geriatra – Geriatra, Gerontologista, Gerontólogo;
33 – Médico hematologista – Hematologista;
34 – Médico homeopata;

PARTICIPARAM DA PESQUISA


Ana Maria V. B. Ferreira;
Antônio José Daniel Xavier;
Benedicto Oscar Colli;
Carlos Alberto Ribeiro;
Carlos Eduardo Sampaio Fonseca;
Charles Simão Filho;
Cláudio M. M. Cerqueira;
Demercindo Brandão Neto;
Débora Magnólia Nogueira Miranda;
Eduardo Nakamura;
Eliana Motta Castanheira;
Heidwaldo Antônio Seleghini;
Heli T. De Paula Freitas;
Juraci Rosa De Oliveira;
Marcos Curi De Castro;
Miguel Alves Da Silva;
Mário Lavorato Da Rocha;
Oliveiros Guanais De Aguiar;
Oromar Moreira Filho;
Paulo Roberto B. Meirelles;
Paulo Sérgio De Miranda Tavares;
Ronaldo Vianna Salles;
Samir Faiçal
Sandra C. Cunha ;Melo;
Tiago Sousa Neiva;
Télcia V. Barros Magalhães;
Virgínia Barbeitos Cruz;
Ângela Gabriela Naves Givisiez;

INSTITUIÇÕES

Academia Nacional De Medicina Do Trabalho (Acada);
Agência Nacional De Vigilância Sanitária;
Associação Brasileira De Medicina Antroposófica – Abma;
Autônoma;
Autônomo;
Clínica Romeu Ibrahim De Carvalho;
Colégio Brasileiro De Cirurgiões;
Hospital Das Clínicas Da Faculdade De Medicina Da Usp (hc-fmusp);
Hospital Santa Casa;
Instituto De Documentação Ortodôntica E Radiodiagnóstico S/c Ltda. (Indor);
Patologia Clínica São Marcos;
Poiesis Ética E Psicanálise;
Prefeitura Municipal De Divinópolis;
Secretaria De Saúde;
Serviço De Medicina Especializada;
Sindicato Dos Médicos Do Estado De Minas Gerais;
Sociedade Beneficente Hospital Sírio-libanês;
Sociedade Brasileira De Cirurgia Plástica;
Sociedade Brasileira De Clínica Médica – Região De Mg;
Sociedade De Radiologia De Minas Gerais;
Ufmg – Universidade Federal De Minas Gerais;

Instituição Conveniada Responsável

Ministério Do Trabalho E Emprego – Mte

Fonte: Ministério do Trabalho

Categorias
Cargos e salários

Médico Cirurgião – O que faz, Salário, Formação, CBO

Veja o que faz, quanto ganha um Médico Cirurgião, onde estão as melhores vagas de emprego para Médico cirurgião, informações completas do Ministério do Trabalho e Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp com a participação de empresas e profissionais do setor de medicina cirúrgica e Recursos Humanos.

A seguir, as informações sobre Médico Cirurgião:

  • Quanto ganha;
  • Jornada de trabalho;
  • Piso salarial;
  • Salário médio;
  • Maior salário;
  • Salário hora;
  • Código da Profissão;
  • Atribuições / descrição do cargo;
  • Formação e experiência;
  • Condições gerais para exercício do cargo;
  • Descrição das atividades;
  • Recursos para exercício do cargo;
  • Cargos relacionados;
  • Participaram da pesquisa;
  • Instituições.

Quanto ganha um Médico Cirurgião

  • Jornada de trabalho: 28h
  • Piso salarial: R$4.230,96
  • Salário médio: R$5.959,11
  • Maior salário: R$9.005,58
  • Salário hora: R$42,18
  • Código da Profissão: CBO 225225

Atribuições do cargo de Médico Cirurgião

Realizam intervenções cirúrgicas de acordo com a necessidade de cada paciente, implantam órteses e próteses, transplantam órgãos e tecidos; realizam consultas e atendimentos médicos para tratamento de pacientes; implementam ações de prevenção de doenças e promoção da saúde tanto individuais quanto coletivas; elaboram documentos médicos, administram serviços em saúde e difundem conhecimentos da área médica.

FORMAÇÃO E EXPERIÊNCIA

As ocupações são exercidas por profissionais de nível superior, credenciados pelo CFM Conselho Federal de Medicina. O exercício da função se dá após o período de um a dois anos de experiência profissional mais curso de especialização ou residência médica na área de atuação.

CONDIÇÕES GERAIS PARA O EXERCÍCIO DO CARGO

Os profissionais dessa família ocupacional desenvolvem suas atividades nos setores de saúde, serviços sociais, ensino, pesquisa e desenvolvimento. Atuam como autônomos sem supervisão permanente, podem trabalhar individualmente ou em equipe, desenvolvem as atividades em locais fechados e em horários irregulares. Em algumas situações, trabalham em posições desconfortáveis por longos períodos e, devido á natureza e responsabilidade do próprio trabalho ficam sujeitos á situação de estresse. Em algumas das ocupações os profissionais podem estar sujeitos a ação de materiais tóxicos, químicos, radioativos e biológicos.

Código internacional CIUO88
2221 – Médicos

Nota
Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958 aprova o regulamento do Conselho Federal e Conselhos Regionais de Medicina a que se refere a Lei nº 3.268/57. Lei nº 6.932, de 07 de julho de 1981 – Dispõe sobre as atividades do médico residente e dá outras providências.

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

PRATICAR INTERVENÇÕES CIRÚRGICAS

1 – Avaliar opções terapêuticas;
2 – Avaliar riscos da cirurgia;
3 – Definir técnica cirúrgica;
4 – Definir equipe cirúrgica;
5 – Selecionar equipamentos e instrumentos;
6 – Selecionar órteses, próteses e materiais especiais;
7 – Checar equipamentos e instrumentos;
8 – Operar equipamentos e instrumentos;
9 – Tratar intercorrências;
10 – Retirar órgãos e tecidos;
11 – Implantar próteses e órteses;
12 – Executar transplantes de órgãos e tecidos;
13 – Preservar órgãos e tecidos;
14 – Encaminhar órgãos e tecidos;

REALIZAR CONSULTA E ATENDIMENTO MÉDICO

1 – Realizar anamnese;
2 – Realizar exame físico;
3 – Levantar hipóteses diagnósticas;
4 – Realizar propedêutica instrumental;
5 – Solicitar exames complementares;
6 – Solicitar inter consultas;
7 – Realizar exames complementares;
8 – Atender inter consultas;
9 – Interpretar dados de exames clínicos e de exames complementares;
10 – Diagnosticar estado de saúde de pacientes;
11 – Encaminhar pacientes a outros profissionais;
12 – Realizar diagnóstico de saúde da comunidade;
13 – Discutir diagnóstico, prognóstico e tratamento com pacientes, responsáveis e familiares;
14 – Realizar visitas hospitalares;
15 – Realizar atendimentos de urgência e emergência;
16 – Realizar visitas domiciliares;

TRATAR PACIENTE (COMO SER BIOPSICOSSOCIAL)

1 – Planejar tratamento de paciente;
2 – Indicar tratamento;
3 – Receitar medicamentos;
4 – Prescrever tratamento;
5 – Praticar intervenções clínicas;
6 – Praticar procedimentos intervencionistas;
7 – Solicitar internação;
8 – Estabelecer prognóstico;
9 – Executar tratamentos com agentes químicos;
10 – Executar tratamentos com agentes físicos;
11 – Executar tratamentos com agentes biológicos;
12 – Executar terapêutica genética;
13 – Assistir ao parto;
14 – Acompanhar plano terapêutico do paciente;
15 – Acompanhar evolução médica do paciente;

IMPLEMENTAR AÇÕES PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE

1 – Estabelecer plano de ações em saúde;
2 – Prescrever medidas higiênico-dietéticas;
3 – Prescrever imunização;
4 – Ministrar tratamentos preventivos;
5 – Rastrear doenças prevalentes;
6 – Implementar medidas de biossegurança;
7 – Coordenar programas de saúde;
8 – Promover campanhas de saúde;
9 – Promover atividades educativas;
10 – Divulgar informações em mídia;

ELABORAR DOCUMENTOS MÉDICOS

1 – Elaborar prontuários;
2 – Emitir receitas;
3 – Emitir atestados;
4 – Elaborar protocolos de condutas médicas;
5 – Emitir laudos;
6 – Elaborar relatórios;
7 – Emitir pareceres;
8 – Elaborar documentos de imagem;
9 – Emitir declarações;
10 – Elaborar procedimentos operacionais padrão;
11 – Preencher formulários de notificação compulsória;
12 – Elaborar material informativo e normativo;
13 – Efetuar perícias, auditorias e sindicâncias médicas;

ADMINISTRAR SERVIÇOS DE SAÚDE

1 – Selecionar equipe de trabalho;
2 – Distribuir tarefas;
3 – Gerenciar recursos financeiros;
4 – Especificar insumos;
5 – Montar escala de serviços;
6 – Supervisionar equipe;
7 – Auxiliar normatização de atividades médicas;
8 – Administrar situações de urgência e emergência;
9 – Selecionar pacientes em situações específicas;
10 – Constituir comissões médico-hospitalares;
11 – Participar de diretorias de associações, entidades de classe e conselhos de saúde;
12 – Despachar expediente;

DIFUNDIR CONHECIMENTOS MÉDICOS

1 – Preparar material didático;
2 – Ministrar aulas;
3 – Demonstrar ações médicas;
4 – Descrever ações médicas;
5 – Supervisionar atos médicos;
6 – Avaliar atos médicos;
7 – Avaliar conhecimentos de especialistas;
8 – Fiscalizar treinamento médico;
9 – Elaborar projetos de pesquisa;
10 – Desenvolver pesquisas em medicina;
11 – Desenvolver procedimentos;
12 – Desenvolver equipamentos;
13 – Redigir trabalhos científicos;
14 – Organizar encontros científicos;
15 – Organizar cursos de educação continuada;
16 – Participar de encontros, congressos e demais eventos científicos;
17 – Prestar consultorias e assessorias;

DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS

1 – Demonstrar capacidade de atenção seletiva;
2 – Demonstrar rapidez de percepção;
3 – Demonstrar tolerância;
4 – Demonstrar altruísmo;
5 – Demonstrar capacidade de lidar com situações adversas;
6 – Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe;
7 – Demonstrar empatia;
8 – Demonstrar capacidade de interpretar linguagem verbal e não-verbal;
9 – Demonstrar capacidade de liderança;
10 – Demonstrar capacidade de decisão;
11 – Demonstrar imparcialidade de julgamento;
12 – Demonstrar capacidade de adequar linguagem;
13 – Demonstrar capacidade de preservar sigilo médico;
14 – Demonstrar capacidade de saber ouvir;
15 – Demonstrar capacidade de efetuar atendimento humanizado;
16 – Demonstrar capacidade de administrar o tempo;

RECURSOS PARA EXERCÍCIO DO CARGOl

  1. Softwares Médicos;
  2. Fibras Óticas Rígidas E Flexíveis;
  3. Material Para Endoscopia;
  4. Equipamentos Para Vídeo Cirurgia;
  5. Eletrotermocalteres;
  6. Instrumental De Coagulação;
  7. Equipamentos De Diagnósticos Radiológicos;
  8. Equipamentos De Diagnósticos De Imagem;
  9. Material De Sutura;
  10. Epi;
  11. Sondas E Catéteres;
  12. Órteses E Próteses;
  13. Cama Cirúrgica;
  14. Instrumental Cirúrgico;
  15. Materiais Para Entubação Orotraquial;
  16. Oftalmoscópio;
  17. Eletrocardiógrafo;

CARGOS RELACIONADOS

  1. Médico em cirurgia vascular – Cirurgião vascular;
  2. Médico cirurgião cardiovascular – Cirurgião cardiovascular;
  3. Médico cirurgião de cabeça e pescoço – Cirurgião de cabeça e pescoço;
  4. Médico cirurgião do aparelho digestivo – Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião gastroenterológico;
  5. Médico cirurgião geral – Cirurgião, Cirurgião geral, Médico cirurgião;
  6. Médico cirurgião pediátrico – Cirurgião pediátrico;
  7. Médico cirurgião plástico – Cirurgião plástico;
  8. Médico cirurgião torácico – Cirurgião torácico;
  9. Médico ginecologista e obstetra – Cirurgião ginecológico, Ginecologista, Médico de mulheres, Médico ginecologista, Médico obstetra, Obstetra, Tocoginecologista;
  10. Médico mastologista – Cirurgião de mama, Cirurgião mastologista, Mastologista;
  11. Médico neurocirurgião – Médico neurocirurgião pediátrico, Neurocirurgião, Neurocirurgião pediátrico;
  12. Médico oftalmologista – Cirurgião oftalmológico, Oculista, Oftalmologista;
  13. Médico ortopedista e traumatologista – Cirurgião ortopedista, Cirurgião traumatologista, Médico ortopedista, Médico traumatologista, Ortopedista, Traumatologista;
  14. Médico otorrinolaringologista – Cirurgião otorrinolaringologista, Foniatra, Médico foniatra, Otorrino, Otorrinolaringologista;
  15. Médico coloproctologista – Cirurgião proctologista, Coloproctologista, Médico proctologista, Proctologista;
  16. Médico urologista – Andrologista, Cirurgião urologista, Cirurgião urológico, Urologista;
  17. Médico cancerologistai cirúrgico – Médico oncologista cirúrgico, Oncologista cirúrgico;
  18. Médico cirurgião da mão – Cirurgião da mão;

PARTICIPARAM DA PESQUISA

  • Alexandre Vicente De Andrade;
  • Elias Jirjoss Ilias;
  • Luiz Alcides Manreza;
  • Mara Edwirges Rocha Gândara;
  • Perboyre Lacerda Sampaio;
  • Riberto Luiz Siqueira Liguori;

INSTITUIÇÕES

  • Clinica Faciall
  • Colégio Brasileiro De Cirurgiões Capítulo São Paulo
  • Mmc Saúde Ocupacional
  • Sbccv
  • Sogesp
  • Urológica

Instituição Conveniada Responsável

Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp

Fonte: Ministério do Trabalho

Glossário
Anamnese: indagação de informações sobre a história de vida do paciente e de seu estado de saúde geral e específico. Doenças prevalentes: medir pressão arterial, para rastrear problemas de hipertensão, pesquisar diabetes e hipercolesterolemia pedindo exames periódicos. Propedêutica instrumental: é o uso de instrumentos, como; estetoscópio, esfignomanômetro, termômetro, abaixador de lingua, balança, lanterna, otoscópio, rinoscópio, anuscópio, ceratrometia, etc.