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Ideias de negócios

Como montar uma fábrica de velas. Passo a passo

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Como abrir ou montar empresa de fabricação de velas artesanais de sucesso, sem cometer erros. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Velas artesanais

FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Secundário
Ramo de Atividade: Indústria de Transformação
Tipo de Negócio: Fabricação de Velas Artesanais

Histórico

As velas mais antigas eram feitas de gordura de animais envolta em tecidos ou fibras vegetais. No Egito, os óleos com um pequeno pavio de tecido mergulhado eram muito comuns. No século 13, na França, perpetuou-se a tradição de receber artesãos que viajavam, de casa em casa, confeccionando velas feitas de gordura de baleia. Já entre os romanos era usada a cera de abelha. Na segunda metade do século 18, a companhia de gás de Londres introduziu o espermacete na iluminação pública – a substância retirada dos cetáceos tinha combustão mais lenta e, claro, gerava menos custos à administração pública. A parafina, de que são compostas as velas modernas, só apareceria em 1854. Atualmente são usadas a estearina e a parafina, ou misturas destas substâncias derivadas do petróleo. A cera de abelha, considerada mais nobre e pura, ainda é utilizada, mas em menor escala.

Sua fabricação não é atividade manual de fácil execução, mas atrai grande número de empreendedores e, portanto, concorrentes. Entretanto, mesmo com concorrência, a fabricação de velas artesanais oferece muitas oportunidades para o pequeno empreendedor, que para ter sucesso e estar diferenciado no mercado deverá saber trabalhar – mais do que com recursos e equipamentos – com criatividade na elaboração e na comercialização de seus produtos e serviços.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com disponibilidade de água, energia elétrica e proximidade do centro de consumo, já que a indústria não é poluente. As dimensões do galpão são reduzidas e correspondem à área de produção, que depende do número de máquinas modeladoras existentes, setor de embalagem, depósito de matéria-prima, sanitários e um escritório.

Equipamentos básicos

– Formas em alumínio;
– Pavios artesanais parafinados;
– Cortadores;
– Recipientes de vidro refratário ou panelas para derreter a parafina;
– Máquina Modeladora;
– Pincéis e palitos de madeira, etc.

Matéria prima

As velas são fabricadas a partir da Parafina pura (derivado do petróleo, inodoro, de cor branca amarelada), que queima quando em contato com chama luminosa, que é conduzida a partir do Barbante (O cordão deve ser do tipo especial; para evitar problemas na produção, como o desfiamento e quebra do barbante em). Também recomenda-se a mistura de 1 a 2% de Sebo na parafina para facilitar o deslocamento das peças na máquina modeladora. Além disso, também são considerados dentro do processo produtivo as Caixas e Cartuchos de Papelão, utilizados na embalagem.

Comercialização

O produto pode ser distribuído através do comércio varejista ou atacadista, geralmente em caixas de papelão contendo 25 cartuchos com 8 velas cada um, ou ser vendido diretamente ao consumidor final (cartuchos).

Clientela

As pessoas compram velas artesanais principalmente para decoração, mas existe um grande público que as adquire para presentear. É possível ainda oferecer serviços adicionais, como decoração de mesas, entrega em domicílio, etc. Diferencie o produto, explore as comemorações e modismos.

Tipos de Velas

– Velas Coloridas;
– Velas de Estearina;
– Velas de Parafina.

Processo produtivo

O processo completo de produção dura, aproximadamente, 20 minutos e a máquina modeladora tem capacidade de produzir de 24 a 408 velas em cada ciclo produtivo, dependendo da bitola. As sobras de parafina das máquinas e as peças defeituosas retornam ao tacho, sendo reaproveitadas nas etapas produtivas seguintes. As etapas do processo de fabricação consistem, basicamente em:

Aquecimento: a parafina é colocada em um recipiente, onde é aquecida até a sua fusão (entre 70 e 75ºC). Para aquecimento do recipiente pode-se optar pela utilização de gás liquifeito de petróleo ou natural, pelo sistema de fogo direto;

Depósito: depois de fundida, a parafina é transferida para o depósito de alimentação das máquinas modeladoras. Estas operam sempre com água de refrigeração circulando em seu corpo para evitar a colagem das velas nas formas.

Pavio: as mechas de velas (pavios) são colocadas nos moldes das máquinas modeladoras, onde serão recobertas pela parafina. Após o resfriamento (10 minutos) processa-se a extração das peças.

Retirada dos moldes: a retirada das peças dos moldes é feita através da manivela lateral da máquina, que ao ser girada desloca as velas para uma forma de madeira colocada sobre a máquina modeladora.

Corte: em seguida, o processo de produção é repetido e, após o resfriamento da nova remessa de velas, realiza-se o corte do barbante e o remessa da primeira produção para o setor de embalagem. Este procedimento, além de facilitar o corte dos barbantes, tem a conveniência de permitir que durante o processo de retirada das peças estas puxem e centralizem os pavios nos moldes para a etapa produtiva seguinte.

Embalagem: no setor de embalagem, as velas são acondicionadas em cartuchos de papelão com capacidade para 8 velas cada um e embalados em caixas de papelão com capacidade para 25 cartuchos.

Para Impreganar Pavios:

  • (1) Em Velas Coloridas: este processo é de custo relativamente elevado, de qualquer modo, esse tipo de vela só é utilizado em casos muitos particulares (fotografia ou artes gráficas), quando é exigido o emprego de fontes luminosas com determinado comprimento de onda.
    Quanto ao processo para obtenção da chamas coloridas, geram-se certas dificuldades pelo fato de que a coloração da chama fique limitada a uma pequena parte desta (extremidade do pavio). Este inconveniente pode ser evitado juntando às velas sais metálicos apropriados, quer empastados na sua massa quer impregnados no pavio (substâncias especialmente nitroderivados orgânicos, ou ainda nitrato ou nitrito de amônio, que, por ação do calor da chama, se decompõe com violência, projetando em todas as partes da chama as partículas de sais metálicos que conferem a coloração à própria chama). Damos a seguir um exemplo típico: Éter etílico de ácido oxiamínico 12g, Éter etílico de ácido carbamínico 5g, Nitrato de amônio 3g.
    – Para Obter Luz Vermelha: O pavio pode ser impregnado com sais de lítio ou de estrôncio;
    – Para Obter Luz Verde: O pavio pode ser impregnado com sais de bário ou tálio.
  • (2) Em Velas de Estearina: para este tipo de vela, recomendam-se os seguintes líquidos: Ácido bórico 300 g, Fosfato de amônio 200 g, Sulfato de amônio 200 g, Ácido sulfúrico dilulido em 25 litros de água destilada 200 g, Nitrato de potássio 1 g, Cloreto de amônio 1 g, Água destilada 100 g, Ácido bórico 13 g, Fosfato de amônio 9 g, Ácido sulfúrico 8 g, Água destilada 100 g.
  • (3) Em Velas de Parafina: para velas de parafina servem os seguintes banhos para impregnar os pavios: Fosfato de amônio 0,35 g, Ácido sulfúrico 0,35 g, Água 100 g, Ácido bórico 13 g, Fosfato de amônio 9 g, Ácido Sulfúrico 8 g, Água destilada 100 g.

Para Descolorir: para descolorir os resíduos das velas, pode-se expô-las à ação da luz solar. Se não estiverem demasiado coloridos, obtêm-se resultados satisfatórios, sendo , no entanto, necessário algum tempo. Se for preciso trabalhar em larga escala é preferível utilizar descolorantes apropriados. O peróxido benzoílo atua na proporção de 0,3%, misturando com os resíduos durante um tempo mais ou menos prolongado, consoante a pureza destes.

Risco

O risco do negócio é baixo e o retorno costuma ser rápido, dependendo do nível de vendas e da estrutura empregada. Já que a margem de lucro é alta, com o tempo, depois de conhecer o mercado de atuação, o empreendedor poderá ampliar a produção investindo na aquisição de uma modeladora.

Produtos alternativos

Uma sugestão é exercitar a criatividade elaborando velas pintadas a mão, com as mais diversas formas. Como opções para a diversificação produtiva, que demanda investimentos em novos equipamentos, poderão ainda ser fabricadas velas litúrgicas e de aniversário.

Propaganda

Na visita a clientes, leve cartões para melhorar a sua apresentação, faça folhetos e catálogos também. Ofereça sempre novidades para diversificar a sua clientela e não economize na apresentação dos produtos. A embalagem é um excelente cartão de visitas. Leve amostras grátis na venda. Elas são essenciais pois mostrarão ao cliente em potencial que o dinheiro desembolsado será por um produto de qualidade. Deste modo, ganha-se o cliente e a propaganda faz-se de boca em boca. Entre também na Internet, uma mídia fantástica, barata e direcionada.

Lembretes importantes

– Fazer um curso;
– Ter cuidados de marketing;
– Dimensionar a produção, fazendo uma rigorosa previsão de vendas;
– Começar com equipamentos básicos, aumentando conforme a necessidade.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Sites afins

Velas & Aromas‎: http://www.casartesanal.com.br
Velas Decorativas‎: http://www.casamaior.com.br
Curso de Velas Artesanais‎: http://www.institutouniversal.com.br
Juka Velas‎: http://www.jukavelas.com
Velas Artesanais‎: http://www.irmaoshaluli.com.br

 

Referências:
SebraeIBGEDIEESEIPTInstituto DatafolhaInstituto IBOPEWikipédia, Jornal EstadãoJornal Folha de S.PauloJornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA, MCTI, MDA, MDIC, MMA, MME, MTE.

Artigos relacionados: velas artesanais passo a passo, material para velas artesanais, como fazer velas artesanais, velas decorativas atacado, como fazer velas, artesanato, formas para velas artesanais.

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Como plantar Mamão

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Como Plantar Mamão Papaya

Ganhe muito dinheiro cultivando Mamão, saiba como plantar Mamão com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, captação de cliente, financiamento, mão de obra especializada, atendimento e muito mais…

Cultivo do mamão papaya

A origem do mamoeiro se perde nos tempos. O que se pode dizer com segurança é que, quando os europeus aportaram no continente americano, essa planta já era conhecida e seus frutos, folhas, látex e sementes bastante utilizados pelos habitantes da terra. Presume-se que o mamão tenha nascido na América tropical, e dali a fruta teria rapidamente se espalhado por todo o continente, devido a velocidade de seu ciclo vital, a facilidade com que a planta se propaga e se multiplica e a rapidez com que nascem seus frutos.O mamoeiro exige climas quentes e úmidos, não tolerando o frio. O solo deve ser adubado ou fértil, humoso e bem drenado. O mamoeiro cresce rápido e produz bastante, florescendo e frutificando muitas vezes ao mesmo tempo e durante o ano todo. Atualmente, ele pode ser encontrado em praticamente todos os países tropicais do globo.

O mamão papaia

O mamoeiro é uma árvore de pequeno porte cujo nome científico é carica papaya L, pertencente a família botânica Caricaceae, que dura pouco. Os sexos do mamoeiro encontram-se em plantas separadas: mamoeiros-machos e mamoeiros-fêmeas, sua principal peculiaridade. As flores nascidas dos mamoeiros-machos, embora não se transformem em frutos comestíveis, têm a importante função de fecundar as flores do mamoeiro-fêmea. Tais flores ficam dependuradas e distanciadas do caule da árvore, sendo o que permite identificar, com bastante facilidade, o sexo do mamoeiro. Às vezes nascem flores hermafroditas, dando origem a frutas atípicas, os mamões-machos, muito importantes no processo de fecundação dos mamoeiros. A casca do mamão é bastante delicada: quando verde, sua cor é também verde; aos poucos, à medida que o fruto amadurece, ela vai se tingindo de manchas ou faixas de coloração amarela ou alaranjado-clara, até perder completamente o tom esverdeado.

Aproveitamento

As sementes, que ficam ligadas por fibras à extremidade interna da polpa, ocorrem em grande quantidade, que apesar de serem desprezadas, são comestíveis e teriam muitas utilidades medicinas. Com o miolo do caule do mamoeiro também faz-se um doce exótico. Por fim, pode-se ainda utilizar o mamão verde como legume, cortado em pedacinhos e refogado, ou ainda em sopas e ensopados de carne.

Latex Papaina

Do mamão-papaya verde podemos retirar um látex que é muito rico em uma substância chamada papaína, que se encontra espalhada por toda a planta e vai sumindo à medida que a fruta amadurece. É uma substância de muitos usos medicinais e industriais. Em países como Sri Lanka, Tanzânia e Uganda, explora- se o fruto verde do mamão em grandes plantações com  finalidades industriais. Esse látex, convertido em pó, é enviado a laboratórios da Europa e da América do Norte, onde é refinado, transformado, engarrafado, patenteado, rotulado e comercializado em remédios, em amaciantes de carnes, em loções para a pele, em produtos industriais para clarear cervejas, para amaciar couros e lãs.

Produção de Mamão no Brasil

O Brasil é o maior produtor de mamão do mundo. Com excelentes condições de desenvolvimento no País, com possibilidade de cultivo em todas regiões. A Bahia, mais precisamente a região de Teixeira de Freitas, tem o maior foco produtivo, seguido pela região de Linhares, no norte do Espírito Santo. No entanto, o mamão cultivado no Espírito Santo, por se tratar da variedade papaia, é o que tem mais prestígio junto aos consumidores, principalmente entre os estrangeiros.

Cuidados especiais do Mamão

O cultivo e plantio de mamão papaya, atualmente, no Brasil é uma atividade agrícola especializada, que exige dedicação, conhecimentos técnicos de alto nível e utilização de métodos modernos de manejo da cultura (pontos que combinados e conduzidos em bases racionais, proporcionam rendimentos compensadores). É fundamental o acompanhamento de um agrônomo na fase inicial, com objetivo de aprender a lidar com as doenças e evitar a perda da plantio e colheitas. As colheitas ocorrem ente marco e maio. As estimativas preliminares de produção são de 5t/ha.

Solo ideal para o cultivo do Mamão

O cultivo do mamão papaya dá-se bem solos de textura média, profundos, permeáveis e com bom teor de matéria orgânica. Como o mamoeiro é muito sensível ao excesso de água, será preciso utilizar drenagem, sempre que necessário. Prefere os solos neutros e não tolera salinidade, mesmo em níveis baixos. Para produzir bem, o mamoeiro exige que o solo receba calagem com calcáreo dolomítico, que lhe assegura saturação de bases de 80%.

Plantio do Mamão

O plantio ocorre em agosto e setembro, em covas de 30 x 30 x 30cm, cavadas ou feitas com sulcador na profundidade 30cm. São necessários 1.500 a 1.700 laminados ou sacos plásticos/hectare, com três a quatro mudas por recipiente. No plantio, retirar o recipiente para o bom desenvolvimento das raízes e comprimir cuidadosamente o terreno que circunda os torrões para que estes não se desfaçam. Para combater a erosão, recomenda-se o plantio em nível, uso de terraços, patamares e banquetas, capinas em ruas alternadas, etc… Capinas manuais e podas
de limpeza.

Adubações no Mamoeiro

Depende da análise química do solo, mas não se pode esquecer que o nitrogênio deve ser empregado com cautela pois favorece o crescimento excessivo da planta e o aparecimento de doenças do tronco e das raízes; o potássio evita o amolecimento da polpa por excesso de chuvas ou de nitrogênio; o boro e o zinco, indispensáveis, podem ser fornecidos por meio do solo ou de pulverizações. A primeira adubação começa vinte dias antes do plantio. Outras adubações com porcentagens diferentes de fertilizantes  serão aplicadas um mês depois do plantio da muda ou no primeiro desbaste e serão repetidas dois meses depois. Nos meses de setembro, dezembro e março será preciso fazer nova adubação.
A adubação por planta obedece critérios diferentes. No plantio, na cova: 20Kg de esterco de curral; 1Kg de fosfato natural; 150g de cloreto de potássio e 500g de calcário magnesiano; em cobertura : 200g de Nitrocálcio, em quatro parcelas. No pomar em formação: 40 a 60g de cada um dos nutrientes – N, P2O5 e K2O – por ano de idade. No pomar adulto: após a colheita: 8g de esterco de galinha; 1.500g de superfosfato e 600g de cloreto de potássio; na vegetação: três a quatro aplicações de 600 a 800g de sulfato de amônio.

Pragas e doenças do Mamão

O controle de pragas e doenças do mamoeiro é muito complexo porque ele produz continuamente. Por isso é preciso cuidado para que os frutos não absorvam o produto aplicado. A planta também é sensível a certas fórmulas, e o aplicador precisa ter cuidado consigo mesmo. Dentre as doenças merecem atenção especial o mosaico, causado por vírus, sem controle conhecido e que foi a causa do fim das plantações paulistas; varíola ou pinta-preta, causada por um fungo; antracnose; oídio; e a podridão-do-pedúnculo. A varióla é combatida por pulverizações com hidróxido de cobre ou oxicloreto de cobre na superfície inferior das folhas. Combate-se o mosaico pela eliminação das plantas atacadas e das cucurbitáceas (abóboras, melão, etc) existentes nos mamoais e fazendo-se o controle dos pulgões nas culturas vizinhas por meio de pulverizações com calda de fumo. A podridão-do-pé só pode ser prevenida com cuidados no plantio.
Os brotos laterais do mamoeiro devem ser retirados freqüentemente pois prejudicam o desenvolvimento da planta e são focos de ácaros. Além das doenças, existem os ácaros que limitam a produção: o ácaro-branco, ou ácaro-dos-ponteiros ou o ácaro-do-chapéu do mamoeiro eliminam as folhas do ponteiro, paralisam o crescimento da planta e expondo ao sol os frutos, que ficam queimados; o ácaro-da-rasgadura-da-folha que é rajado e produz teias para se proteger; a largata, que em muitos casos provoca o desfolhamento total da planta; o percevejo-verde ou maria-fedida que suga as folhas e os frutos; as cochonilhas, etc.

Culturas consorciadas

Convém utilizar a goiaba, os citrus e algumas culturas em consorciação com o mamão, que produz por cerca de três anos, tempo em que chega a hora de arrancar o mamoeiro, já muito alto. É exatamente então que essas fruteiras começam a produzir. Podem-se também plantar espécies como o guaraná, usando o mamão como sobreamento provisório.

Colheita do Mamão

Quatro a seis meses após a semeadura, começa o florescimento que, em condições favoráveis, pode continuar o ano todo. Os frutos amadurecem cinco a seis meses mais tarde, dependendo do clima e da intensidade de produção da planta. Os frutos devem ser retirados da planta por ligeira torção, sem ferimentos na casca. O colhedor deve usar luvas e mangas compridas para não ter contato com látex da planta.

Embalagem do Mamão

O mamão papaya deve ser protegido por folhas de jornal ao ser embalado; ele é comercializado em caixas de madeira com 37,50 x 30 x 15 cm, que comportam de oito a dezesseis unidades embrulhadas em papel ou protegidas no fundo por fitilho de madeira. Para exportação do papaia, são utilizadas caixas de papelão de 39 x 31 x 15,50 cm, em que cabem de oito a vinte frutos e com 7 Kg de peso líquido. A classificação do mamão no mercado é feita por número: mamão tipo 9, nove por caixa.

Sites relacionados

EMBRAPA:
Rural News: http://www.ruralnews.com.br

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Ideias de negócios

Como montar uma Pizzaria

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Montar pizzaria

Ganhe muito dinheiro com Pizza, saiba como montar uma pizzaria com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Pizzaria

Mercado

A pizza é conhecida quase no mundo inteiro, mas nem na Itália é tão popular quanto no Brasil. Gostosa, fácil de preparar, barata e com grande variedade de sabores, é um dos pratos mais procurados no país. Essa preferência fez com que se expandissem os negócios de pizzaria em quase todas as regiões do Brasil.

O consumidor é seu principal alvo e a quem você deve dedicar a sua maior atenção. Mas não é só ele que compõe o que chamamos de mercado . Para planejar o seu negócio, você precisa conhecer também a concorrência e os fornecedores.

Não é difícil conhecer como funciona o mercado concorrente: basta dar uma volta na região que você delimitou como de abrangência do seu negócio e verificar se existem por ali muitos estabelecimentos similares ao seu. Não se limite a conhecer as pizzarias, mas também os bares, restaurantes e lanchonetes voltados para o mesmo público que você pretende atingir. Observe o funcionamento de cada um deles, o grau de conforto e higiene de suas instalações e os preços que praticam. Depois, em breves conversas com os consumidores, você pode identificar seu grau de satisfação com a qualidade dos produtos e do tipo de produto oferecido.

Planejamento

Não basta, no entanto, acreditar que só a pizza é suficiente para garantir o sucesso de seu negócio. É preciso planejar, porque o investimento é alto. Afinal, são muitas máquinas, equipamentos e capital de giro. E o retorno não vem antes de um ano. Por ser um prato apreciado em todas as classes sociais, as oportunidades de negócios surgem em todos os bairros. Mas, cuidado: não dá certo montar uma casa de luxo em bairro pobre, nem o contrário. É preciso saber o que deseja o seu cliente e procurar atendê-lo de todas as formas, montando rodízios, fazendo entregas em domicílio, etc..

Risco

Riscos existem, como em todo negócio. Para diminuir o risco, monte uma pizzaria com algo a mais, que a diferencie da concorrência.

Serviço

Quanto à forma de serviço, ela pode ser em mesas, no balcão ou entrega domiciliar. Ou ainda em pedaços, pizzas inteiras ou pelo sistema de rodízio de sabores. Tudo isso, e muito mais, vai depender do seu consumidor. Do que mais lhe agrada, do seu nível de sofisticação e do quanto ele pode pagar. Para descobrir isso, a fórmula mais eficiente é realizar uma pesquisa de mercado.

Fornecedores

Já a escolha dos fornecedores exige uma pesquisa mais profunda e cuidadosa. Numa primeira etapa, você deve pesquisar os fornecedores das máquinas e equipamentos que vai adquirir. Você pode encontrar a relação de fabricantes ou representantes em listas telefônicas, anuários estatísticos ou catálogos especializados. Antes de tomar qualquer decisão, recolha informações precisas sobre as características técnicas dos equipamentos (freezers, balcões frigoríficos, fornos, máquina registradora, etc.) e além dos preços e prazos de pagamento, certifique-se da garantia e da assistência técnica oferecida pelo fabricante.

Da mesma forma, faça um levantamento dos fornecedores dos ingredientes que você vai necessitar para produzir suas pizzas. Os ingredientes de maior consumo – como farinha de trigo, queijo e bebidas – devem, de preferência, ser comprados diretamente dos fabricantes. O restante dos produtos não perecíveis e os que podem ser armazenados por um prazo mais longo – como milho verde, champignons, presunto, calabresa, azeitonas, queijo catupiry e parmesão, etc. – podem ser comprados em atacadistas; os perecíveis – como tomate, pimentão e frutas para sucos – devem ser adquiridos diariamente, em feiras ou centros de distribuição de hortifrutigranjeiros.

Produto

Com relação ao tipo de produto, você pode optar pela massa fina, grossa ou oferecer as duas opções; se especializar em uma pequena quantidade de sabores ou desenvolver um cardápio mais variado e optar por assar em forno elétrico ou a lenha. A qualidade dos ingredientes que você vai utilizar vai definir o resultado final do seu produto.

Certifique-se, portanto, o que está comprando e que o fornecedor vai manter sempre o mesmo padrão. Essa garantia é tão importante quanto preço, prazo de pagamento e regularidade das entregas. A aquisição das mercadorias deve ser bem planejada e irá variar de acordo com as características do estabelecimento, especialmente hábitos de consumo da clientela.

Especial atenção deverá ser dada ao prazo de validade e estocagem do produto. Muitos são perecíveis (como tomate, cebola, fermento, farinha, frango e verduras), e devem ser adquiridos em quantidades suficientes para o consumo imediato. Os frios podem ser estocados em geladeira ou congelados no freezer, conservando-se, assim, por um período maior. Os enlatados têm validade mais extensa, permitindo compras em maiores quantidades.

Localização

Na escolha do ponto da sua pizzaria observe, inicialmente, os seguintes detalhes de localização: trânsito de pedestres – quanto maior melhor; proximidade de avenidas ou praças de grande movimento de veículos; facilidade de estacionamento, de preferência em frente à loja; facilidade de acesso de clientes, a pé, de ônibus ou metrô e de carro; condições de urbanização, limpeza e infra-estrutura da área.

Além desses pré-requisitos, pesquisas e estudos já realizados aconselham a tomar outros cuidados, quase nunca observados pelo empreendedor iniciante. Por exemplo, o de evitar lojas que fiquem em frente a pontos de ônibus.

A concentração de pessoas pode atrapalhar a visibilidade da sua fachada. Também porque seu negócio deve ficar o mais exposto possível. Evite lojas de fundo ou em galerias, a não ser que você possa se utilizar fartamente de placas indicativas para atrair e orientar sua clientela.

Equipamentos

Os equipamentos básicos para a instalação de uma pizzaria são os seguintes: cortador de frios; forno elétrico ou à lenha; freezer 180 litros; balança de mesa com capacidade de 5 kg; bancada com pia; fogão; geladeiras; prateleiras; balcões; banquetas; telefone; máquina de calcular, etc..

Despesas

As despesas gerais de administração irão variar de acordo com a estrutura adotada pelo empreendedor. Por exemplo, o valor do aluguel do imóvel será diferente em cada região e proporcional às dimensões e tipo de imóvel (casa, loja, sala, galpão, terreno).

As despesas básicas são praticamente padronizadas tais como energia elétrica, água, telefone, honorários do contador, retirada do proprietário. Já outras são específicas de uma Pizzaria, como detetizações periódicas.

Fatores que influenciam no negócio

Os fatores que influenciam nos resultados do negócio são:

  • Recursos financeiros para a instalação e aquisição dos equipamentos e estoque inicial de matéria-prima;
  • Estrutura eficiente de promoção e comercialização;
  • Atendimento ágil e eficaz;
  • Boa apresentação do estabelecimento;
  • Qualidade e preço.

Criando uma pizzaria

Definido o ponto, com base na pesquisa de mercado e na capacidade de investimento, planejamos uma pizzaria de 180m2, onde pretendemos vender três mil pizzas por mês, serviço à la carte, com 80 lugares na própria loja e atendimento para viagem.

Uma pizzaria é, antes de qualquer coisa, um lugar divertido e aconchegante, onde as pessoas se encontram para saborear uma boa massa e para conversar com os amigos. Desses 180m2, 103m2 de suas paredes podem ser pintados com tinta texturizada, procurando imitar o mármore travertino em cores terrosas. O teto será branco e o piso em tábua corrida, granito ou mesmo cerâmica, desde que resistente à abrasão e ao tráfego pesado. Qualquer das opções deve estar condicionada à facilidade de limpeza.

A iluminação no salão deve ser indireta, evitando o ofuscamento e daí o cansaço visual dos clientes. Essa decoração, complementada por uma música de fundo, cria um ambiente alegre e agradável, como se espera de uma pizzaria.

Criamos uma pizzaria com todo o preparo da massa aos olhos da clientela. A finalidade das pizzas, o ato de assar e a sua embalagem também é feita a olho nu, de maneira rápida e asseada. Na cozinha de apoio, abrigada do olhar dos clientes, são preparados os maravilhosos molhos. Para toda esta área temos quase 39m2, sem contar a pequena despensa com pouco mais de 4m2 e de um armário para a guarda de materiais diversos.
O preparo das massas aos olhos do público será a nota de destaque dessa casa e todo esse trabalho será desenvolvido como se fosse um aquário.

Investimento

Do investimento inicial deve-se usar:

  • 50% será disponibilizado para o investimento fixo que será composto de: balcão frigorífico, chopeira, máquina registradora, mesas de madeira com 4 cadeiras, forno de pizza, preparador de alimentos, liquidificador, extrator de sucos, geladeira comercial, freezer vertical, balança mecânica, cilindro elétrico industrial, fogão industrial, exaustores, fôrmas de alumínio para pizzas de diversos tamanhos, estantes, cortador de frios, pizzaiolla com 4 cubas 1/2 padrão e 8 cubas padrão, tulipas para chope, copos de vidro para água, colheres para mesa, facas para mesa, porta-guardanapos, bandejas grandes de alumínio, espátulas, toalhas para mesa, uniformes para funcionários, pratos para mesa, baldes para lixo, etc;
  • 35% do investimento inicial, vai ser reservado para o capital de giro, para a compra das mercadorias, dos materiais diretos, do pagamento da mão-de-obra direta e dos custos fixos;
  • 10% para reserva técnica;
  • 5% para diversos como registro da empresa, divulgação/marketing e outros custos.

Mão de obra e lucratividade

O número de empregados previsto é de 10 funcionários, a lucratividade de 10% e a taxa de retorno 1,3 ano.

Serviço de Entrega a Domicílio

Tal trabalho exige muito do empreendedor, pois será necessário acompanhar de perto toda a rotina, além de se fazer uma estrutura toda voltada para este tipo de serviço, tal como:

  • Os funcionários devem chegar ao local duas horas antes da abertura ao público, para a preparação da massa e do molho, fatiar os frios, etc.. A massa não deve ser feita em grandes quantidades, pois crescerá muito;
  • O atendimento ao consumidor é feito por telefone ou no balcão, e as pizzas são preparadas logo após o pedido. A rapidez no atendimento, bem como o cuidado ao transportar a pizza, são fundamentais;
  • O empreendedor deverá estar no local desde cedo, para o desenvolvimento das atividades de compra e gerenciamento das entregas de materiais, controles financeiros, funcionários e supervisão também no horário de atendimento aos fregueses;
  • O horário de trabalho deverá obedecer às exigências da clientela. A maior parte das empresas trabalham de terça a domingo, a partir do meio da tarde até às 24 horas, deixando as segundas-feiras para o descanso semanal;
  • Uma pizzaria com entrega em domicílio deverá localizar-se preferencialmente em bairros com alta densidade demográfica e com alto ou médio poder aquisitivo, deverá contar com áreas distintas para preparação das pizzas, estoque e atendimento ao público. O arranjo deverá ser feito de forma a facilitar o processo produtivo e a circulação de pessoas.

Registros

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar sua Editora para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
É de fundamental importância que o empreendedor tenha conhecimentos sobre algumas leis que regem esta atividade, tais como:
– LEI Nº 8.078/90. Código de Defesa do Consumidor, devendo desta forma consultar o PROCON para adequar seus produtos.

Sites afins

Pizzaria: http://www.pedidosja.com.br‎
Faronella: http://www.faronella.com.br
Casa da Pizza‎: http://www.casadapizza.com.br
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Ideias de negócios

Como montar uma fábrica de Tomate Seco

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Fábrica de tomate seco

Ganhe muito dinheiro com produzindo tomates secos, saiba como montar uma fábrica de tomates secos com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Ficha Técnica
Setor da Economia: Secundário
Ramo de Atividade: Indústria
Tipo de Negócio: Produção de tomates secos
Produtos Ofertados/Produzidos: Tomates secos

Tomates secos história

Inicialmente introduzido na Europa como planta ornamental, por suas belas frutas amarelas – que era a cor original dos tomates – daí o nome dado pelos italianos, um dos primeiros povos a utilizá-lo para fins alimentares, de “pomodoro”.

Da família das Solanáceas, que inclui as berinjelas, planta em geral trepadeira e anual, originária das Américas Central e do Sul, a origem do nome “tomate” vem da palavra indígena Tomatl. As plantas desta família são todas venenosas, assim como as folhas e as raízes do tomateiro.

Na Europa, dentre as inúmeras modalidades de consumo, aprecia-se seu consumo como frutas que são. Lá é muito comum comprar tomates em quitandas e consumí-lo como fazemos com uma maçã. Entre nós, os tomates são apreciados à moda dos legumes e consumidos em saladas, cozidos, como tempero ou em molhos.

Outra modalidade de consumo que, originária da Itália, tem ótima aceitação entre os consumidores brasileiros, é o tomate seco, bastante utilizado em pizzas e lanches.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com áreas distintas e definidas:

  • Área de recepção da matéria-prima;
  • Área de lavagem e seleção;
  • Área de processamento;
  • Área de desidratação;
  • Área de envase, rotulagem e armazenamento;
  • Área administrativa.

As áreas de desidratação e de envase, devem apresentar um bom arejamento (ventilação).

Equipamentos

Os equipamentos necessários para montar uma pequena fábrica de tomates secos inclui:

  • Fogões industriais;
  • Lavadores;
  • Secadores;
  • Geladeiras;
  • Utensílios de cozinha;
  • Máquinas seladoras, etc.
  • Móveis e equipamentos para o escritório (mesas, cadeiras, computadores, fax, etc.).

Pessoal

Irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento, sendo que a mão-de-obra básica deve contar com ajudantes e encarregados.
A mão-de-obra para este tipo de atividade não requer qualificação específica, apenas recomenda-se treinamento par uso e conservação dos equipamentos, redução dos desperdícios, higiene do pessoal e local de trabalho.

Matéria prima

Os tomates do tipo industrial, de formato alongado e maduros, porém com polpa firme, com cerca de 6% de sólidos, são os mais apropriados para a desidratação. Para produzir 1 Kg de tomate desidratado são necessários, em média, 12 Kg do produto fresco.

Processo produtivo

Recebimento, Seleção e Classificação

Os tomates devem ser recebidos no local de processamento, classificados por tamanho, lavados com água clorada (3ml de água sanitária por litro de água), removendo as impurezas e só então poderão ser selecionados.
Essa seleção consiste em descartar os frutos deteriorados e imprestáveis para processamento.

Corte e retirada das sementes

Em seguida, corta-se os tomates ao meio, no sentido longitudinal com facas de aço inox, removendo-se suas sementes com colheres apropriadas. As sementes devem ser retiradas com os dedos (com Luvas) e aqueles que apresentarem defeitos na pele devem ser trabalhados de tal forma que estas partes sejam retiradas, caso contrário a qualidade do produto final será comprometida.

Salmoura

Coloca-se o sal num recipiente com água misturando-se até que os cristais fiquem totalmente dissolvidos. Depois de misturada a solução, coloca-se os tomates e agurda-se por 30 minutos. Para cada litro de água, serão adicionados 50 gramas de sal.

Desidratação/Secagem

O tempo de secagem dos tomates é variável. Alguns fatores contribuem para isso, como o tamanho, a espécie e o tipo dos tomates utilizados. O agrupamento por tomates do mesmo porte vai permitir uma secagem uniforme e com mais qualidade.

Tempero par tomate seco

O tipo de tempero a ser utilizado depende do custo final e das exigências do mercado.

Sugestão de tempero

80% de óleo de girassol, 20% de azeite de oliva e orégano a gosto. Mistura-se os produtos numa panela, aquecendo-os até atingir a temperatura de 90 graus centígrados. Durante o aquecimento, deve-se mexer o tempero para que sua mistura fique homogênea.

Embalagem para tomate seco

O produto deve ser acondicionado em vidros previamente esterilizados, colocando primeiro o tempero, depois os tomates e assim alternadamente, tomando cuidado para não quebrar os tomates. Esse procedimento resulta em produto de boa qualidade no sabor, textura e cor, além de proporcionar vida de prateleira mais longa.

Higiene do tomate seco

A higiene do local de fabricação e do pessoal envolvido é fator fundamental para obtenção de um produto de boa qualidade e aceitação pelos consumidores. As pessoas envolvidas nas operações manuais precisam usar luvas de borracha. Os utensílios devem estar sempre em boas condições para que não ocorram contaminações.

Fornecedores

Os fornecedores para esse  segmento são os próprios produtores de tomates “in natura”, mercados atacadistas e Ceasas.

Clientes

Os principais clientes são os restaurantes, flamberias, cantinas, pizzarias, etc.

Divulgação

A promoção do negócio pode ser feita junto à empreendimentos gastronômicos, como restaurantes e lojas de produtos típicos e do campo. Nesse caso, o proprietário pode programar visitas demonstrativas a esses locais. Outra forma de promoção é investir em anúncios nas publicações especializadas e em mala direta, que são ações publicitárias eficientes.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.

Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Algumas legislações que o futuro empreendedor deve ter conhecimento.
– LEI Nº 6.437/77. Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências.
– DECRETO-LEI Nº 986/69. Institui Normas Básicas sobre Alimentos.
– PORTARIA Nº 326/SUS/MS/97. Aprova o Regulamento Técnico; Condições Higiênicos-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos

Entidades

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária: http://www.anvisa.gov.br
EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária: http://www.embrapa.gov.br

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