Connect with us

Ideias de negócios

Como fazer botinas – Veja como montar fábrica de botinas

Published

on

Saiba como montar uma fábrica de botinas lucrativa gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro fazendo botinas, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

 

Fabricação de botinas

 

Ficha Técnica
Setor da economia: Secundário
Ramo de atividade: Indústria de Botinas
Tipo de Negócio: Fábrica de botinas
Área Física: 80 m²
Investimento: R$ 35 mil a 40 mil.

 

Botinas

 

Na Europa do século quatorze, sapatos tinham o bico tão fino e longo, que para caminhar era preciso amarrá-los à cintura ou à coxa. Mulheres da corte do rei Henrique IV, usavam ficar pelo menos uma hora com os pés mergulhados em água gelada, para que eles coubessem em seus sapatos estreitos. As chinesas recorriam a práticas, digamos assim, menos ortodoxas: desde que nasciam, mantinham os pés amassados e enfaixados. O objetivo era calçar sapatos que medissem no máximo 15 centímetros. Sapatos também já serviram de indicação da classe social de quem os usava. Na antiga Roma, mulheres usavam sapatos brancos, vermelhos, verdes ou amarelos; Senadores usavam os de cor marrom; Já os cônsules usavam brancos. Em algumas circunstâncias, como cerimônias na Roma dos Cézares, os convidados usavam sandálias com solado de ouro maciço. Seguindo na história, o primeiro sistema de numeração de calçados de que se tem notícia foi criado na Inglaterra, em 1324 e baseava-se na medida do grão de cevada. Extravagâncias de época e malabarismos à parte, boa e velha de guerra, a botina agrega as condições ideais para a prática daquela que é uma das funções mais complexas do corpo humano: o ato de caminhar, que envolve 650 músculos do corpo e quase 80% dos 208 ossos do esqueleto.
Mais trabalhadas que os primeiros calçados feitos pelo homem (feitos de sola de pele de animal, com orifício nos lados e no bico, eram amarrados ao pé com tiras de peles) e mais confortáveis que os famosos “Bundschuh” (sapato usado pelos colonos na Idade Média, que era costurado e então enchido com palha e preso à perna com diversos cordões), a botina pode transformar-se em fonte de lucros. É importante observar que apesar de ser uma técnica bem dominada a fabricação de botinas pode tornar-se um tanto complexa dada a diversidade de operações e materiais. No entanto, se o produto final for de boa qualidade, poucos resistirão a esse charmoso acessório do país dos cowboys.

 

Mercado – Fabricação de botinas

 

A fabricação de calçados, de modo geral é atividade bastante presente e por isto competitiva. A observação ainda não se aplica ao ramo que fabrica botinas. Nesse ramo, ainda existe uma boa demanda, não só nos meios urbanos, como também nos meios rurais. Legítimas representantes do figurino country, as botinas também contribuem para que o Brasil tenha alcançado a posição de segundo mercado country mundial, atrás apenas dos criadores do estilo, os Estados Unidos. É verdade e nós temos orgulho disso. Mas aquele estereótipo do personagem jacu, ignorante e mal vestido está sendo modificado. A teoria do jornalista e publicitário Marcelo Murta (coordenador editorial da Rodeo Life, primeira revista brasileira voltada para o universo country) é de que o Brasil, apesar da migração é no fundo –em termos de formação cultural- uma grande fazenda e por mais contraditório que possa parecer, o interesse pelo ambiente cowboy cresce proporcionalmente ao êxodo para os grandes centros. Os saltos dessa indústria, altos como os de um touro esporado ou um cavalo xucro, podem ser medidos em várias frentes. Na “nação country” brasileira, uma profusão de negócios e investimentos tem a capacidade de movimentar impressionantes R$1,5 bilhão a cada ano em negócios com rodeios, alimentação, shows, moda, carros, caminhonetes e indústria fonográfica, entre outros filões.
. ZEBU. É nesse rastro que a Zebu, maior fabricante de botinas da América Latina, com produção anual de um milhão de pares, resolve investir pesado no mercado urbano. A partir de outubro, a fábrica reeditará uma antiga parceria com a apresentadora Angélica e lançará uma linha com o nome da loirinha. Mais coloridas, as botas pretendem atingir o filão infantil e juvenil das grandes metrópoles, destino hoje de 40% da produção da Zebu. “Além de resistente para o campo, nossa botina tem design. Pode ser usada até em uma festa”, afirma Luís Antonio Costa, 40 anos, presidente da Zebu. Angélica já havia alavancado a expansão das vendas de botinas para as cidades, em 1988, quando apareceu em comerciais veiculados no horário nobre nas principais emissoras de televisão e em outdoors espalhados por todo o Brasil. Por gastar mais de três mil salários mínimos da época com uma campanha para botas usadas por capiaus da roça, Costa foi tachado de insano. E não foi a primeira vez. Logo quando fundou a fábrica de botinas e inovou seu design, em 1985, Costa causou estardalhaço ao inaugurar uma linha de produção de 400 pares mensais. “Antes a botina era grosseira, tinha a sola pregada e não oferecia conforto. Só se vendia na roça mesmo. Desenvolvi um produto muito melhor e mais bonito”, explica. Até hoje, saíram da fábrica mais de dez milhões de calçados. A Zebu já exporta cerca de 150 mil pares.

 

Localização – Fabricação de botinas

 

A fábrica deve estar localizada numa região que tenha acesso viário facilitado, com ruas calçadas para facilitar o escoamento dos produtos. Fundamental para montar um empreendimento desse tipo é levar em conta que, quanto mais próxima a fábrica estiver dos fornecedores de componentes e serviços, menos equipamentos e empregados serão necessários, pois é possível terceirizar algumas atividades. A orientação é de Cristiano Cecatto, consultor do Núcleo Regional de Informação Tecnológica do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (NRI-SP/IPT).

 

ÁREA FÍSICA. A área para as instalações da fábrica de botinas deve ter aproximadamente 80 m² . Um pequeno galpão, com fechamento em alvenaria é adequado para esse tipo de empreendimento.

 

Máquinas e equipamentos – Fabricação de botinas

 

Para iniciar o seu negócio, você precisará basicamente de algumas equipamentos com por exemplo: máquina para costurar coluna, máquina para blanquear, máquina para escovar/lixar, uma mesa de corte 1,00×2,50m e móbiliário para o escritório da fábrica. Vale a pena procurar no mercado por equipamentos atualizados que podem garantir maior produção a custos menores.

 

INVESTIMENTO. Para a aquisição de máquinas e equipamentos serão necessários, no mínimo, cerca de R$ 35 mil a 40 mil.

 

Pessoal – Fabricação de botinas

 

Segundo o consultor Cecatto, o trabalhador deve dominar a totalidade das atividades inerentes à produção, seja em seu setor ou em setores independentes. E essa necessidade de qualificação existe tanto nas empresas que trabalham de maneira quase artesanal, quanto naquelas mais mecanizadas. Conclui-se portanto que a fabricação de calçado, seja botina ou outro tipo qualquer, exige qualificação da maioria dos operários que trabalham em setores bem definidos.

 

Matéria Prima – Fabricação de botinas

 

A fabricação de botinas apresentas algumas dificuldades no momento da escolha da matéria-prima (couro) a ser utilizada, visto que é necessário um material flexível que permita facilidade nos movimentos dos pés. Para tanto, pedimos que o solicitante entre em contato com o SENAI para obter maiores informações sobre o processo bem como o tipo de matéria-prima a ser utilizada. Ele possui especialistas nesta área e que poderá prestar assessoria direcionada às suas necessidades:

 

SOLADOS. No Brasil, a grande maioria dos sapatos têm solas coladas: por exemplo, a maior parte dos calçados sociais, tanto masculinos quanto femininos, vários tipos de tênis de uso comum. A leveza e a flexibilidade obtidas com este método e o grande desenvolvimento dos adesivos utilizados – tornando-os cada vez mais confiáveis – explicam a preferência por este tipo de construção, que , além disso, é simples e econômica do ponto de vista do fabricante.

 

Etapas do processo produtivo – Fabricação de botinas

1.1. MODELAGEM – Etapa dedicada à elaboração dos moldes das partes do calçado. O modelista estabelece a fôrma (de madeira, plástico ou metal) e os materiais a serem utilizados e precisa ter habilidades técnicas e artísticas para criar modelos que aliem conforto, beleza e bom gosto. Para a produção de um bom molde é necessário adquirir um produto similar, analisar a montagem e detalhes dos cortes e a partir disso desenvolver seu próprio produto. A maioria dos moldes são de cartolina; no ramo de calçados, os moldes das solas são de metal onde são cortadas a matéria-prima (couro) e colocados em máquinas próprias (balancins). O serviço pode ser terceirizado;

 

1.2. CORTE DO COURO – a partir dos moldes, as diferentes peças que comporão o produto são cortadas com lâminas ou navalhas. Isso é feito manualmente com facas e moldes de cartolina ou com uma prensa hidráulica (balancim de corte) comandada por um operador, que deve observar o sentido das fibras, defeitos e espessura do couro. Esse profissional é peça fundamental para o negócio, pois, se ocorrerem defeitos nessa etapa da produção, eles dificilmente poderão ser corrigidos, causando desperdício de couro. Cecatto informa que já existe tecnologia para realizar o corte a laser e a jato d’água, mesmo para o solado do calçado. Porém, são processos difíceis de usar em função da falta de homogeneidade da matéria-prima.

. PREPARAÇÃO DAS FACAS para balancins de cada parte do calçado (solado, calcanhar, laterais, parte superior). Esta etapa também poder ser feita manualmente com auxílio de um estilete para couro, mas requer muita habilidade e baixo nível de produção.

 

1.3. MONTAGEM. Costura e colocação da estrutura na forma de montagem. A montagem dos calçados exige operações de preparação, montagem do bico, dos lados e da base (traseira).Requer qualificação do operador,que hoje já pode trabalhar com maquinário equipado com microprocessadores que realizam várias operações de uma só vez.

 

1.4. COLAGEM e/ou costura do solado.
. COLAGEM DA SOLA DE BORRACHA – Qualquer tipo de sola (Natural:couro e borracha natural; ou Sintética: PVC, TR, poliuretano) pode ser tanto colada quanto costurada.
. INJEÇÃO DIRETA e VULCANIZAÇÃO – São dois outros métodos de colagem que vêm sendo adotados ultimamente. A Injeção Direta só pode ser utilizada com solas feitas em materiais sintéticos; na Vulcanização poderá ser empregada também a borracha natural.
. . VULCANIZAÇÃO. Nesse processo a sola – feita de pasta de borracha crua (natural ou sintética) prensada – é inicialmente colada ao cabedal com um adesivo compatível e fixada por meio de uma vira (também de borracha crua). O conjunto: fôrma + cabedal + sola + vira é então levado a uma autoclave (espécie de panela de pressão gigante), onde, sob ação de pressão e altas temperaturas, a borracha é “cozida” (ou seja, vulcanizada) adquirindo suas propriedades finais. A união cabedal-sola obtida a partir da vulcanização é extremamente sólida e durável. É em função disso que esse método é empregado na fabricação de calçados para uso de grande impacto, como é o caso de alguns tipos de tênis e botas para “trekking”(longas caminhadas geralmente por terrenos acidentados).Uma vez completada a operação de fixação da sola ao cabedal, o sapato está praticamente pronto. Passará ainda por algumas operações de limpeza, retoque de pequenos defeitos, e por fim pelo controle de qualidade.

 

1.5. ACABAMENTO – No acabamento (ou plancheamento), os operários podem ser menos qualificados, pois as atividades (escovação, limpeza, eliminação de excessos e colocação dos sapatos nas caixas) são organizadas de modo bem simplificado. É o setor que emprega os aprendizes e funcionários que recebem os menores salários da fábrica.

 

1.6. LIMPEZA E REVISÃO final do calçado.

 

2. ÁREAS DA FABRICAÇÃO
2.1. PESPONTO – esta área da fábrica comporta uma diversidade de atividades, da preparação à costura propriamente dita. O funcionário precisa de pelo menos um ano de experiência para se tornar um bom profissional da costura. Nessa área, instrumentos manuais coexistem com os mecânicos. As máquinas de controle numérico para costura são destinadas principalmente à união de peças e, atualmente, já existem equipamentos que estabelecem a largura e a espessura do ponto; o tempo de imobilização do material e até a grossura do fio empregado. Já foram desenvolvidos também dispositivos para alimentação de material, posicionamento da agulha, controle do número de pontos e da velocidade de costura. No entanto, máquinas computadorizadas são mais usadas na fabricação de poucos modelos em grandes quantidades (os moldes são caros).

 

2.2- PRÉ-FABRICADOS – setor onde são fabricados solas, saltos e todas as peças complementares do calçado:
. SOLADO. O corte do solado é feito em balancins-ponte de maior porte, que permitem cortar de uma única vez várias unidades de sola, salto e palmilha. Para o solado podem ser empregados plástico, borracha, madeira e couro;
. PALMILHA. Podem ser empregados: couro, fibras, papelão e feltro. Este setor requer a utilização de muitas máquinas, que, embora bastante rudimentares, exigem uma certa habilidade por parte do trabalhador. Em algumas empresas já vêm sendo implantados sistemas mecânicos de esteira que transportam o produto para cada trabalhador, conforme a sequência de fabricação.

 

1. ENTIDADES
. CENTRO TECNOLÓGICO DE COUROS E CALÇADOS – CTCC
Av. Wilson Bego, 300, CEP 14406-091, Franca, SP, tel. (0xx16) 720-1033, fax (0xx16) 720-0980.

 

. NÚCLEO REGIONAL DE INFORMAÇÃO TECNOLÓGICA DO INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DE SÃO PAULO – NRI-SP/IPT (coloca-se à disposição para outros esclarecimentos). Tel.:(0xx11) 3767-4456/4126 /e-mail: nri-sp@htcid.ipt.br .

 

. SENAI – CENTRO TECNOLÓGICO DE COURO E AFINS – FRANCA
Tel: (0**16) 727 1456 ( R. 217 / 222)

 

2. FORNECEDORES
2.1 – MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
. Ivomaq Indústria e Comércio de Máquinas Novas e Seminovas, tel. (0xx16) 723-2100;
. Camac – Carvalho Máquinas e Componentes, tel. (0xx16) 721-2115;
. Cardoso – Máquinas e Equipamentos, tel. (0xx19) 441-3253;
. Incomir Ltda. Indústria e Comércio de Máquinas, tel. (0xx16) 727-2002
. Franpele – Artigos para Calçados, tel. (0xx16) 721-0644.

 

. BOM SUCESSO COM MÁQUINAS
R. José Cuce, Prof, 147, São Paulo/SP
Tel.: (0**11)-2750215

 

. RECUP DE MAQ TAKARA
Av. Rangel Pestana, 1743 – São Paulo/SP – 01017000
Tel.: (0**11)-2286087 / Fax: (0**11)-2295564

 

. GILBERTO HOLSCHAUER E CIA
R. Saudade, 566, Birigui/SP, 16200000
Tel.: (0**18)-6422044

 

. GILBERTO HOLSCHAUER E CIA
Av. Rangel Pestana, 1685, São Paulo/SP, 01017000
Tel.: (0**11)-2289307

 

. INTERTÉCNICA COM MAQ CALÇADOS REPRES PRESTAÇÃO SERV
R. Rouxinol, 47, Caieiras/SP, 07700000
Tel.: (0xx11)-78918049

 

. IVOMAQ IND COM MAQ
R. Otílio Monteiro dos Santos, 3045, Franca/SP, 14406076
Tel.: (0**16)-7201000 / Fax: (0**16)-7201011

 

. NILTON FLAUZINO
R. Renildo Valim Mello, 1166, Franca/SP, 14401074
Tel.: (0**16)-7239998

 

. POPPI MAQ E EQUIP
Rod. Ronan Rocha,Eng, km 33, Franca/SP, 14404080
Tel.: (0**16)-7230500

 

. ROBE INDL
R. Vinte e Quatro de Maio, 1785, Jaú/SP, 17202050
Tel.: (0**14)-6211300 / Fax: (0**14)-6224655

 

2.1.1 – MÁQUINAS DE COSTURA
. ANDRADE MAQUINAS LTDA
R: Barra do Tibaji, 353 / 414 – Bom Retiro – São Paulo/SP – 01128000
Tel.: (0**11)-2225599

 

. RIO MADEIRA COML LTDA
Av. Duque de Caxias, 121 – Stª Efigênia – São Paulo/SP – 01214-000
Tel.: (0**11)-2226009

 

. ANDRADE MAQ LTDA
R. Barra do Tibaji, 414 – São Paulo/SP 01128-000
Tel.: (0**11)-2225599

 

. DISTR BROTHER
R. Mamoré, 551 Bom Retiro – São Paulo/SP – 01128-020
Tel.: (0**11)-2229599/Fax: (0**11)-2224392

 

. HELIO ROSSONI & CIA
R. Newton Prado, 180 – Bom Retiro – São Paulo/SP – 01127-000
Tel.: (011)-2200944 / Fax: (011)-22096234

 

. MARBOR MAQ DE COSTURA
R. Graça, 597 – São Paulo/SP – 01125-001
Tel.: (0**11)-2204026 / Fax: (0**11)-2236377

 

. MATISA MAQ DE COSTURA E EMPACOTAMENTO
Av. Maria Buzolin, 520 – Limeira/SP – 13484-318
Tel.: (0**19)-4515233

 

. PANCOSTURA SA IND E COM.
Al. Cleveland, 444 – São Paulo/SP – 01218-000
Tel.: (0**11)-2501700 / Fax: (0**11)-2240922

 

. RIBERMAK IMP E DISTR DE MAQ DE COSTURA E PEÇAS
R. São Caetano, 445 – São Paulo/SP – 01104-000
Fone: (0**11)-2231279

 

2.2 – COURO SINTETICO
. NAPPEL – EUROPIEL DO BRASIL IMP. E EXP. LTDA
RUA DR. CÂNDIDO ESPINHEIRA, 350 – SL. 42 – CEP: 05004-000
São Paulo/SP – Telefones: (5511)38620906 – FAX: (5511)38657851

 

2.3 – COURO
. COUROS MAIER
Av Felipe Elias Zentune, 952 – São Francisco – Guaxupé/MG
Cep. 37800-000 – Tel.: (0**35)-5515818 / Fax: (0**35)-5515130

 

. BRASCOURO COM DE COURO BRASIL
R: Conceição, 20 – Rio de Janeiro/RJ 20051-010
Fone: (0**21)-2210043 / Fax: (0**21)-2328510

 

. NOBIAL COM E REPRESENTACOES LTDA
R Andrademons, 213 – Brás – São Paulo/SP
Cep. 03008- 000 – Fone: (0**11)-2294410 / Fax: (0**11)-2282974

 

. BARTOS IND E COM
Rod. Euclides da Cunha, km 554 – Fernandópolis/SP
Cep. 15600-000 – Tel.: (0**17)-4423900 / Fax: (0**17)-4423532

 

. BONATO COUROS SA
R: Frederico Moura, 2140 – Franca/SP
Cep. 14401-150 – Fone: (0**16)-7275044 /Fax: (0**16)-7274972

 

. BRACOL IND COM
Av Brig. Faria Lima, 2012 5 andar – São Paulo/SP
Cep.01451-000 – Tel.: (0**11)-8167577

 

. COUROQUIMICA COURO E ACABAMENTOS
Av Alberto Pulicano, 3730 – Franca/SP
Cep. 14406-100 – Tel.: (0**16)-7200099

 

. CURTUME TOURO
Av Ana Jacinta, 350 – Presidente Prudente/ SP
Cep. 19066-030 – Fone: (0**18)-2273500 /Fax: (09918)-2273400

 

. DISSOLATEX COLAGENS IND
Av Alberto Byington, 1092 – São Paulo/SP
Cep. 02127-002 – Tel.: (0**11)-69672692

 

. KORUKRU ARTE EM COURO
R: Topázio, 341 – São Paulo/SP
Cep. 04105-063 – Tel.: (0**11)-2794523

 

. QUIMPROL IND COM PROD QUIM
Av Alberto Pulicano, 3750 – Franca/SP
Cep. 14406-100 – Tel.: (0**16)-7200150/ Fax: (0**16)-7200933

 

2.4 – ADESIVOS
. ARSOTEC ACESSÓRIOS IND. LTDA.
Rua Azevedo Júnior 250 – 03040-020 São Paulo/SP
Tel.: (0**11) 279 5888/ Fax: (0**11) 279 5320

 

. PROQUITEC IND. DE PROD. QUÍMICOS S\A.
Rua Belgrado 330 – 04285-040 São Paulo/SP
Tel.: (011) 272 9922/ Fax: (011) 6914 8430

 

. THREE BOND DO BRASIL IND. E COM. LTDA.
Av. Prestes Maia 365 – 09930-270 Diadema/SP
Tel.: (0**11) 713 4011/ Fax: (0**11) 713 2714

 

2.5 – MATERIAL PARA CONFECCIONAR MOLDES
. MOLD PLAST IMP E EXP
Rua Gustavo Teixeira, 374 – 01236-010 São Paulo/SP
Tel.: (0**11) 864-8033/ Fax: (0**11) 864-81121

 

.2.6 – ACESSÓRIOS (FIVELAS, BOTÕES, ETC.)
. NEWAGE IND E COM DE VESTUÁRIO EM GERAL E ACESSÓRIOS
r Jurupari, 176, Jabaquara, São Paulo/SP, 04348070
Tel.: (0**11)-558 53335

 

. WAMATEX IND E COM LTDA
R. Pirajá, 789, Água Rasa, São Paulo/SP, 03190170
Tel.: (0**11)-612 82311

 

. AMAZONAS PROD PARA CALÇADOS
Av Rio Branco, 745, Franca/SP, 14405080
Tel.: (0**16)-7241666 Fax: (0**16)-7234591

 

. ARCO IRIS IND E COM DE PLÁSTICOS
Av Dedo de Deus, 190, São Paulo/SP, 03363100
Tel.: (0**11)-271 6100

 

. BRASIRUBER INDL COML IMP
Av. Carlos Ferreira Endres, 474, Guarulhos/SP, 07041030
Tel.: (0**11)-601 6200

 

. CASA VITORIA
Av. Fagundes Filho, 255, São Paulo/SP, 04304001
Tel.: (0**11)-5780262

 

. CENTRO COURO
Av. Tiradentes, 1551, Guarulhos/SP, 07090000
Tel.: (0**11)-644 02042

 

. CORDEX IND TÊXTIL
R. Matarazzo, 380, Bom Retiro, São Paulo/SP, 01128010
Tel.: (0**11)-222 3356 Fax: (0**11)-220 7753

 

. CRUZ COM E REPRESENTACOES ZANETTI
Av Rangel Pestana, 1163, on 1171, São Paulo/SP, 01017000
Tel.: (0**11)-2282310

 

. DISSOLATEX COLAGENS IND.
Av. Alberto Byington, 1092, São Paulo/SP, 02127000
Tel.: (0**11)-69672692

 

. ELASTOGRAN
Av João [xxiii],Papa, 5821, Mauá/SP, 09370800
Tel.: (0**11)-7556766 / Fax: (0**11)-7556739

 

. GIMENEZ ARTEF PARA CALÇADOS
R. Chubei Takagashi, 550, São Paulo/SP, 08260100
Tel.: (0**11)-2057279

 

. GRANADA & OLIVEIRA
R. Estevão Mélio, 190, São Paulo/SP, 02136060
Tel.: (0**11)-2017493

 

. IDÉIA
R. Vasco da Gama, 142, Brás, São Paulo/SP, 03003050
Tel.: (0**11)-2280397

 

. IND E COM CALÇADOS SICEMAR
R. Alegre, 1285, São Caetano do Sul/SP, 09550250
Tel.: (0**11)-4534499

 

. IND E COM DE ARTEFATOS DE BORRACHA HAITI
R. Flora, 173, Brás, São Paulo/SP, 03041070
Tel.: (0**11)-270 7136

 

. IRMÃOS PEPE
R. Ciampiti, Eng, 50, Vila Guilherme, São Paulo/SP, 02078060
Tel.: (0**11)-201 0178

 

. JMK IND E COM DE COMPONENTES PARA CALCADOS
R. Uruguaiana, 413, Brás, São Paulo/SP, 03050040
Tel.: (0**11)-291 2157 / Fax: (0**11)-692 2251

 

. MODELAÇÃO HOFFMANN
R. Piratininga, 869, São Paulo/SP, 03042001
Tel.: (0**11)-279 0749 / Fax: (0**11)-278 1576

 

. MSM ARTEF DE BORRACHA
Av. Rio Branco, 520, Franca/SP, 14405080
Tel.: (0**16)-722 2577 / Fax: (0**16)-724 0163

 

. PALOKI COM REPRES
Av.Antônio Paiva Sampaio, Comdt, 263, São Paulo/SP, 02269000
Tel.: (0**11)-6951 7945

 

. PETRILLI INJETADOS
R. Tamoio, 87, Birigui/SP, 16200000
Fone: (018)-6423511 Fax: (018)-6423121

 

. PROPACAL PROD PARA CALÇADOS
Av. Alberto Pulicano, 2940, Franca/SP, 14406100
Tel.: (0**16)-720 0077 / Fax: (0**16)-720 0302

 

. RLO IND E COM DE PLASTICOS
R. Ulysses Lemos Torres,Prof, 22, São Paulo/SP, 03479070
Tel.: (0**11)-6918 2152

 

. SÃO GERALDO ARTIGOS PARA IND DE CALCADOS
R. Cherentes, 57, Perdizes, São Paulo/SP, 05008020
Tel.: (0**11)-262 0429 / Fax: (0**11)-263 8150

 

. SOCIEDADE PAULISTA BORRACHA COURO
Av. Rangel Pestana, 1047, São Paulo/SP, 01017000
Tel.: (0**11)-2279897

 

. WCC. REPRESENTAÇÕES
R. Juvenal Ferreira, 379, São Paulo/SP, 03512040
Tel.: (0**11)-69420833

 

. COUROPLASS COM DE COUROS E PLÁSTICOS LTDA
Av. Rangel Pestana, 171 – 03001-000 São Paulo/SP
Tel: (0**11) 229 3199

 

. NEW-FOOT INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA
Rua Rodrigues Montemor, 901 – 04387-000 Americanópolis/SP
Tel: (0**11) 565 2699

 

. S.W & S COMERCIAL LTDA
Rua Jairo Goes, 50/54 – Brás – 03004-010 – São Paulo/SP
Tel.: (0**11) 229 3807/Fax: (0**11) 571 0141

 

Endereços na Internet:

 

http://www.geocities.com/hollywood/4401

http://www.agabe.com.br

 

Referências:
SebraeIBGEDIEESEIPTInstituto DatafolhaInstituto IBOPEWikipédia, Jornal EstadãoJornal Folha de S.PauloJornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA, MCTI, MDA, MDIC, MMA, MME, MTE.

Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

Continue Reading
Advertisement
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Ideias de negócios

Como plantar Mamão

Published

on

By

Como Plantar Mamão Papaya

Ganhe muito dinheiro cultivando Mamão, saiba como plantar Mamão com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, captação de cliente, financiamento, mão de obra especializada, atendimento e muito mais…

Cultivo do mamão papaya

A origem do mamoeiro se perde nos tempos. O que se pode dizer com segurança é que, quando os europeus aportaram no continente americano, essa planta já era conhecida e seus frutos, folhas, látex e sementes bastante utilizados pelos habitantes da terra. Presume-se que o mamão tenha nascido na América tropical, e dali a fruta teria rapidamente se espalhado por todo o continente, devido a velocidade de seu ciclo vital, a facilidade com que a planta se propaga e se multiplica e a rapidez com que nascem seus frutos.O mamoeiro exige climas quentes e úmidos, não tolerando o frio. O solo deve ser adubado ou fértil, humoso e bem drenado. O mamoeiro cresce rápido e produz bastante, florescendo e frutificando muitas vezes ao mesmo tempo e durante o ano todo. Atualmente, ele pode ser encontrado em praticamente todos os países tropicais do globo.

O mamão papaia

O mamoeiro é uma árvore de pequeno porte cujo nome científico é carica papaya L, pertencente a família botânica Caricaceae, que dura pouco. Os sexos do mamoeiro encontram-se em plantas separadas: mamoeiros-machos e mamoeiros-fêmeas, sua principal peculiaridade. As flores nascidas dos mamoeiros-machos, embora não se transformem em frutos comestíveis, têm a importante função de fecundar as flores do mamoeiro-fêmea. Tais flores ficam dependuradas e distanciadas do caule da árvore, sendo o que permite identificar, com bastante facilidade, o sexo do mamoeiro. Às vezes nascem flores hermafroditas, dando origem a frutas atípicas, os mamões-machos, muito importantes no processo de fecundação dos mamoeiros. A casca do mamão é bastante delicada: quando verde, sua cor é também verde; aos poucos, à medida que o fruto amadurece, ela vai se tingindo de manchas ou faixas de coloração amarela ou alaranjado-clara, até perder completamente o tom esverdeado.

Aproveitamento

As sementes, que ficam ligadas por fibras à extremidade interna da polpa, ocorrem em grande quantidade, que apesar de serem desprezadas, são comestíveis e teriam muitas utilidades medicinas. Com o miolo do caule do mamoeiro também faz-se um doce exótico. Por fim, pode-se ainda utilizar o mamão verde como legume, cortado em pedacinhos e refogado, ou ainda em sopas e ensopados de carne.

Latex Papaina

Do mamão-papaya verde podemos retirar um látex que é muito rico em uma substância chamada papaína, que se encontra espalhada por toda a planta e vai sumindo à medida que a fruta amadurece. É uma substância de muitos usos medicinais e industriais. Em países como Sri Lanka, Tanzânia e Uganda, explora- se o fruto verde do mamão em grandes plantações com  finalidades industriais. Esse látex, convertido em pó, é enviado a laboratórios da Europa e da América do Norte, onde é refinado, transformado, engarrafado, patenteado, rotulado e comercializado em remédios, em amaciantes de carnes, em loções para a pele, em produtos industriais para clarear cervejas, para amaciar couros e lãs.

Produção de Mamão no Brasil

O Brasil é o maior produtor de mamão do mundo. Com excelentes condições de desenvolvimento no País, com possibilidade de cultivo em todas regiões. A Bahia, mais precisamente a região de Teixeira de Freitas, tem o maior foco produtivo, seguido pela região de Linhares, no norte do Espírito Santo. No entanto, o mamão cultivado no Espírito Santo, por se tratar da variedade papaia, é o que tem mais prestígio junto aos consumidores, principalmente entre os estrangeiros.

Cuidados especiais do Mamão

O cultivo e plantio de mamão papaya, atualmente, no Brasil é uma atividade agrícola especializada, que exige dedicação, conhecimentos técnicos de alto nível e utilização de métodos modernos de manejo da cultura (pontos que combinados e conduzidos em bases racionais, proporcionam rendimentos compensadores). É fundamental o acompanhamento de um agrônomo na fase inicial, com objetivo de aprender a lidar com as doenças e evitar a perda da plantio e colheitas. As colheitas ocorrem ente marco e maio. As estimativas preliminares de produção são de 5t/ha.

Solo ideal para o cultivo do Mamão

O cultivo do mamão papaya dá-se bem solos de textura média, profundos, permeáveis e com bom teor de matéria orgânica. Como o mamoeiro é muito sensível ao excesso de água, será preciso utilizar drenagem, sempre que necessário. Prefere os solos neutros e não tolera salinidade, mesmo em níveis baixos. Para produzir bem, o mamoeiro exige que o solo receba calagem com calcáreo dolomítico, que lhe assegura saturação de bases de 80%.

Plantio do Mamão

O plantio ocorre em agosto e setembro, em covas de 30 x 30 x 30cm, cavadas ou feitas com sulcador na profundidade 30cm. São necessários 1.500 a 1.700 laminados ou sacos plásticos/hectare, com três a quatro mudas por recipiente. No plantio, retirar o recipiente para o bom desenvolvimento das raízes e comprimir cuidadosamente o terreno que circunda os torrões para que estes não se desfaçam. Para combater a erosão, recomenda-se o plantio em nível, uso de terraços, patamares e banquetas, capinas em ruas alternadas, etc… Capinas manuais e podas
de limpeza.

Adubações no Mamoeiro

Depende da análise química do solo, mas não se pode esquecer que o nitrogênio deve ser empregado com cautela pois favorece o crescimento excessivo da planta e o aparecimento de doenças do tronco e das raízes; o potássio evita o amolecimento da polpa por excesso de chuvas ou de nitrogênio; o boro e o zinco, indispensáveis, podem ser fornecidos por meio do solo ou de pulverizações. A primeira adubação começa vinte dias antes do plantio. Outras adubações com porcentagens diferentes de fertilizantes  serão aplicadas um mês depois do plantio da muda ou no primeiro desbaste e serão repetidas dois meses depois. Nos meses de setembro, dezembro e março será preciso fazer nova adubação.
A adubação por planta obedece critérios diferentes. No plantio, na cova: 20Kg de esterco de curral; 1Kg de fosfato natural; 150g de cloreto de potássio e 500g de calcário magnesiano; em cobertura : 200g de Nitrocálcio, em quatro parcelas. No pomar em formação: 40 a 60g de cada um dos nutrientes – N, P2O5 e K2O – por ano de idade. No pomar adulto: após a colheita: 8g de esterco de galinha; 1.500g de superfosfato e 600g de cloreto de potássio; na vegetação: três a quatro aplicações de 600 a 800g de sulfato de amônio.

Pragas e doenças do Mamão

O controle de pragas e doenças do mamoeiro é muito complexo porque ele produz continuamente. Por isso é preciso cuidado para que os frutos não absorvam o produto aplicado. A planta também é sensível a certas fórmulas, e o aplicador precisa ter cuidado consigo mesmo. Dentre as doenças merecem atenção especial o mosaico, causado por vírus, sem controle conhecido e que foi a causa do fim das plantações paulistas; varíola ou pinta-preta, causada por um fungo; antracnose; oídio; e a podridão-do-pedúnculo. A varióla é combatida por pulverizações com hidróxido de cobre ou oxicloreto de cobre na superfície inferior das folhas. Combate-se o mosaico pela eliminação das plantas atacadas e das cucurbitáceas (abóboras, melão, etc) existentes nos mamoais e fazendo-se o controle dos pulgões nas culturas vizinhas por meio de pulverizações com calda de fumo. A podridão-do-pé só pode ser prevenida com cuidados no plantio.
Os brotos laterais do mamoeiro devem ser retirados freqüentemente pois prejudicam o desenvolvimento da planta e são focos de ácaros. Além das doenças, existem os ácaros que limitam a produção: o ácaro-branco, ou ácaro-dos-ponteiros ou o ácaro-do-chapéu do mamoeiro eliminam as folhas do ponteiro, paralisam o crescimento da planta e expondo ao sol os frutos, que ficam queimados; o ácaro-da-rasgadura-da-folha que é rajado e produz teias para se proteger; a largata, que em muitos casos provoca o desfolhamento total da planta; o percevejo-verde ou maria-fedida que suga as folhas e os frutos; as cochonilhas, etc.

Culturas consorciadas

Convém utilizar a goiaba, os citrus e algumas culturas em consorciação com o mamão, que produz por cerca de três anos, tempo em que chega a hora de arrancar o mamoeiro, já muito alto. É exatamente então que essas fruteiras começam a produzir. Podem-se também plantar espécies como o guaraná, usando o mamão como sobreamento provisório.

Colheita do Mamão

Quatro a seis meses após a semeadura, começa o florescimento que, em condições favoráveis, pode continuar o ano todo. Os frutos amadurecem cinco a seis meses mais tarde, dependendo do clima e da intensidade de produção da planta. Os frutos devem ser retirados da planta por ligeira torção, sem ferimentos na casca. O colhedor deve usar luvas e mangas compridas para não ter contato com látex da planta.

Embalagem do Mamão

O mamão papaya deve ser protegido por folhas de jornal ao ser embalado; ele é comercializado em caixas de madeira com 37,50 x 30 x 15 cm, que comportam de oito a dezesseis unidades embrulhadas em papel ou protegidas no fundo por fitilho de madeira. Para exportação do papaia, são utilizadas caixas de papelão de 39 x 31 x 15,50 cm, em que cabem de oito a vinte frutos e com 7 Kg de peso líquido. A classificação do mamão no mercado é feita por número: mamão tipo 9, nove por caixa.

Sites relacionados

EMBRAPA:
Rural News: http://www.ruralnews.com.br

Continue Reading

Ideias de negócios

Como montar uma Pizzaria

Published

on

By

Montar pizzaria

Ganhe muito dinheiro com Pizza, saiba como montar uma pizzaria com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Pizzaria

Mercado

A pizza é conhecida quase no mundo inteiro, mas nem na Itália é tão popular quanto no Brasil. Gostosa, fácil de preparar, barata e com grande variedade de sabores, é um dos pratos mais procurados no país. Essa preferência fez com que se expandissem os negócios de pizzaria em quase todas as regiões do Brasil.

O consumidor é seu principal alvo e a quem você deve dedicar a sua maior atenção. Mas não é só ele que compõe o que chamamos de mercado . Para planejar o seu negócio, você precisa conhecer também a concorrência e os fornecedores.

Não é difícil conhecer como funciona o mercado concorrente: basta dar uma volta na região que você delimitou como de abrangência do seu negócio e verificar se existem por ali muitos estabelecimentos similares ao seu. Não se limite a conhecer as pizzarias, mas também os bares, restaurantes e lanchonetes voltados para o mesmo público que você pretende atingir. Observe o funcionamento de cada um deles, o grau de conforto e higiene de suas instalações e os preços que praticam. Depois, em breves conversas com os consumidores, você pode identificar seu grau de satisfação com a qualidade dos produtos e do tipo de produto oferecido.

Planejamento

Não basta, no entanto, acreditar que só a pizza é suficiente para garantir o sucesso de seu negócio. É preciso planejar, porque o investimento é alto. Afinal, são muitas máquinas, equipamentos e capital de giro. E o retorno não vem antes de um ano. Por ser um prato apreciado em todas as classes sociais, as oportunidades de negócios surgem em todos os bairros. Mas, cuidado: não dá certo montar uma casa de luxo em bairro pobre, nem o contrário. É preciso saber o que deseja o seu cliente e procurar atendê-lo de todas as formas, montando rodízios, fazendo entregas em domicílio, etc..

Risco

Riscos existem, como em todo negócio. Para diminuir o risco, monte uma pizzaria com algo a mais, que a diferencie da concorrência.

Serviço

Quanto à forma de serviço, ela pode ser em mesas, no balcão ou entrega domiciliar. Ou ainda em pedaços, pizzas inteiras ou pelo sistema de rodízio de sabores. Tudo isso, e muito mais, vai depender do seu consumidor. Do que mais lhe agrada, do seu nível de sofisticação e do quanto ele pode pagar. Para descobrir isso, a fórmula mais eficiente é realizar uma pesquisa de mercado.

Fornecedores

Já a escolha dos fornecedores exige uma pesquisa mais profunda e cuidadosa. Numa primeira etapa, você deve pesquisar os fornecedores das máquinas e equipamentos que vai adquirir. Você pode encontrar a relação de fabricantes ou representantes em listas telefônicas, anuários estatísticos ou catálogos especializados. Antes de tomar qualquer decisão, recolha informações precisas sobre as características técnicas dos equipamentos (freezers, balcões frigoríficos, fornos, máquina registradora, etc.) e além dos preços e prazos de pagamento, certifique-se da garantia e da assistência técnica oferecida pelo fabricante.

Da mesma forma, faça um levantamento dos fornecedores dos ingredientes que você vai necessitar para produzir suas pizzas. Os ingredientes de maior consumo – como farinha de trigo, queijo e bebidas – devem, de preferência, ser comprados diretamente dos fabricantes. O restante dos produtos não perecíveis e os que podem ser armazenados por um prazo mais longo – como milho verde, champignons, presunto, calabresa, azeitonas, queijo catupiry e parmesão, etc. – podem ser comprados em atacadistas; os perecíveis – como tomate, pimentão e frutas para sucos – devem ser adquiridos diariamente, em feiras ou centros de distribuição de hortifrutigranjeiros.

Produto

Com relação ao tipo de produto, você pode optar pela massa fina, grossa ou oferecer as duas opções; se especializar em uma pequena quantidade de sabores ou desenvolver um cardápio mais variado e optar por assar em forno elétrico ou a lenha. A qualidade dos ingredientes que você vai utilizar vai definir o resultado final do seu produto.

Certifique-se, portanto, o que está comprando e que o fornecedor vai manter sempre o mesmo padrão. Essa garantia é tão importante quanto preço, prazo de pagamento e regularidade das entregas. A aquisição das mercadorias deve ser bem planejada e irá variar de acordo com as características do estabelecimento, especialmente hábitos de consumo da clientela.

Especial atenção deverá ser dada ao prazo de validade e estocagem do produto. Muitos são perecíveis (como tomate, cebola, fermento, farinha, frango e verduras), e devem ser adquiridos em quantidades suficientes para o consumo imediato. Os frios podem ser estocados em geladeira ou congelados no freezer, conservando-se, assim, por um período maior. Os enlatados têm validade mais extensa, permitindo compras em maiores quantidades.

Localização

Na escolha do ponto da sua pizzaria observe, inicialmente, os seguintes detalhes de localização: trânsito de pedestres – quanto maior melhor; proximidade de avenidas ou praças de grande movimento de veículos; facilidade de estacionamento, de preferência em frente à loja; facilidade de acesso de clientes, a pé, de ônibus ou metrô e de carro; condições de urbanização, limpeza e infra-estrutura da área.

Além desses pré-requisitos, pesquisas e estudos já realizados aconselham a tomar outros cuidados, quase nunca observados pelo empreendedor iniciante. Por exemplo, o de evitar lojas que fiquem em frente a pontos de ônibus.

A concentração de pessoas pode atrapalhar a visibilidade da sua fachada. Também porque seu negócio deve ficar o mais exposto possível. Evite lojas de fundo ou em galerias, a não ser que você possa se utilizar fartamente de placas indicativas para atrair e orientar sua clientela.

Equipamentos

Os equipamentos básicos para a instalação de uma pizzaria são os seguintes: cortador de frios; forno elétrico ou à lenha; freezer 180 litros; balança de mesa com capacidade de 5 kg; bancada com pia; fogão; geladeiras; prateleiras; balcões; banquetas; telefone; máquina de calcular, etc..

Despesas

As despesas gerais de administração irão variar de acordo com a estrutura adotada pelo empreendedor. Por exemplo, o valor do aluguel do imóvel será diferente em cada região e proporcional às dimensões e tipo de imóvel (casa, loja, sala, galpão, terreno).

As despesas básicas são praticamente padronizadas tais como energia elétrica, água, telefone, honorários do contador, retirada do proprietário. Já outras são específicas de uma Pizzaria, como detetizações periódicas.

Fatores que influenciam no negócio

Os fatores que influenciam nos resultados do negócio são:

  • Recursos financeiros para a instalação e aquisição dos equipamentos e estoque inicial de matéria-prima;
  • Estrutura eficiente de promoção e comercialização;
  • Atendimento ágil e eficaz;
  • Boa apresentação do estabelecimento;
  • Qualidade e preço.

Criando uma pizzaria

Definido o ponto, com base na pesquisa de mercado e na capacidade de investimento, planejamos uma pizzaria de 180m2, onde pretendemos vender três mil pizzas por mês, serviço à la carte, com 80 lugares na própria loja e atendimento para viagem.

Uma pizzaria é, antes de qualquer coisa, um lugar divertido e aconchegante, onde as pessoas se encontram para saborear uma boa massa e para conversar com os amigos. Desses 180m2, 103m2 de suas paredes podem ser pintados com tinta texturizada, procurando imitar o mármore travertino em cores terrosas. O teto será branco e o piso em tábua corrida, granito ou mesmo cerâmica, desde que resistente à abrasão e ao tráfego pesado. Qualquer das opções deve estar condicionada à facilidade de limpeza.

A iluminação no salão deve ser indireta, evitando o ofuscamento e daí o cansaço visual dos clientes. Essa decoração, complementada por uma música de fundo, cria um ambiente alegre e agradável, como se espera de uma pizzaria.

Criamos uma pizzaria com todo o preparo da massa aos olhos da clientela. A finalidade das pizzas, o ato de assar e a sua embalagem também é feita a olho nu, de maneira rápida e asseada. Na cozinha de apoio, abrigada do olhar dos clientes, são preparados os maravilhosos molhos. Para toda esta área temos quase 39m2, sem contar a pequena despensa com pouco mais de 4m2 e de um armário para a guarda de materiais diversos.
O preparo das massas aos olhos do público será a nota de destaque dessa casa e todo esse trabalho será desenvolvido como se fosse um aquário.

Investimento

Do investimento inicial deve-se usar:

  • 50% será disponibilizado para o investimento fixo que será composto de: balcão frigorífico, chopeira, máquina registradora, mesas de madeira com 4 cadeiras, forno de pizza, preparador de alimentos, liquidificador, extrator de sucos, geladeira comercial, freezer vertical, balança mecânica, cilindro elétrico industrial, fogão industrial, exaustores, fôrmas de alumínio para pizzas de diversos tamanhos, estantes, cortador de frios, pizzaiolla com 4 cubas 1/2 padrão e 8 cubas padrão, tulipas para chope, copos de vidro para água, colheres para mesa, facas para mesa, porta-guardanapos, bandejas grandes de alumínio, espátulas, toalhas para mesa, uniformes para funcionários, pratos para mesa, baldes para lixo, etc;
  • 35% do investimento inicial, vai ser reservado para o capital de giro, para a compra das mercadorias, dos materiais diretos, do pagamento da mão-de-obra direta e dos custos fixos;
  • 10% para reserva técnica;
  • 5% para diversos como registro da empresa, divulgação/marketing e outros custos.

Mão de obra e lucratividade

O número de empregados previsto é de 10 funcionários, a lucratividade de 10% e a taxa de retorno 1,3 ano.

Serviço de Entrega a Domicílio

Tal trabalho exige muito do empreendedor, pois será necessário acompanhar de perto toda a rotina, além de se fazer uma estrutura toda voltada para este tipo de serviço, tal como:

  • Os funcionários devem chegar ao local duas horas antes da abertura ao público, para a preparação da massa e do molho, fatiar os frios, etc.. A massa não deve ser feita em grandes quantidades, pois crescerá muito;
  • O atendimento ao consumidor é feito por telefone ou no balcão, e as pizzas são preparadas logo após o pedido. A rapidez no atendimento, bem como o cuidado ao transportar a pizza, são fundamentais;
  • O empreendedor deverá estar no local desde cedo, para o desenvolvimento das atividades de compra e gerenciamento das entregas de materiais, controles financeiros, funcionários e supervisão também no horário de atendimento aos fregueses;
  • O horário de trabalho deverá obedecer às exigências da clientela. A maior parte das empresas trabalham de terça a domingo, a partir do meio da tarde até às 24 horas, deixando as segundas-feiras para o descanso semanal;
  • Uma pizzaria com entrega em domicílio deverá localizar-se preferencialmente em bairros com alta densidade demográfica e com alto ou médio poder aquisitivo, deverá contar com áreas distintas para preparação das pizzas, estoque e atendimento ao público. O arranjo deverá ser feito de forma a facilitar o processo produtivo e a circulação de pessoas.

Registros

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar sua Editora para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
É de fundamental importância que o empreendedor tenha conhecimentos sobre algumas leis que regem esta atividade, tais como:
– LEI Nº 8.078/90. Código de Defesa do Consumidor, devendo desta forma consultar o PROCON para adequar seus produtos.

Sites afins

Pizzaria: http://www.pedidosja.com.br‎
Faronella: http://www.faronella.com.br
Casa da Pizza‎: http://www.casadapizza.com.br
Franquia Pizza Pré Assada: http://www.redelevepizza.com.br
Fornalenha Pizzaria‎: http://www.fornalenha.com.br

Continue Reading

Ideias de negócios

Como montar uma fábrica de Tomate Seco

Published

on

By

Fábrica de tomate seco

Ganhe muito dinheiro com produzindo tomates secos, saiba como montar uma fábrica de tomates secos com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Ficha Técnica
Setor da Economia: Secundário
Ramo de Atividade: Indústria
Tipo de Negócio: Produção de tomates secos
Produtos Ofertados/Produzidos: Tomates secos

Tomates secos história

Inicialmente introduzido na Europa como planta ornamental, por suas belas frutas amarelas – que era a cor original dos tomates – daí o nome dado pelos italianos, um dos primeiros povos a utilizá-lo para fins alimentares, de “pomodoro”.

Da família das Solanáceas, que inclui as berinjelas, planta em geral trepadeira e anual, originária das Américas Central e do Sul, a origem do nome “tomate” vem da palavra indígena Tomatl. As plantas desta família são todas venenosas, assim como as folhas e as raízes do tomateiro.

Na Europa, dentre as inúmeras modalidades de consumo, aprecia-se seu consumo como frutas que são. Lá é muito comum comprar tomates em quitandas e consumí-lo como fazemos com uma maçã. Entre nós, os tomates são apreciados à moda dos legumes e consumidos em saladas, cozidos, como tempero ou em molhos.

Outra modalidade de consumo que, originária da Itália, tem ótima aceitação entre os consumidores brasileiros, é o tomate seco, bastante utilizado em pizzas e lanches.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com áreas distintas e definidas:

  • Área de recepção da matéria-prima;
  • Área de lavagem e seleção;
  • Área de processamento;
  • Área de desidratação;
  • Área de envase, rotulagem e armazenamento;
  • Área administrativa.

As áreas de desidratação e de envase, devem apresentar um bom arejamento (ventilação).

Equipamentos

Os equipamentos necessários para montar uma pequena fábrica de tomates secos inclui:

  • Fogões industriais;
  • Lavadores;
  • Secadores;
  • Geladeiras;
  • Utensílios de cozinha;
  • Máquinas seladoras, etc.
  • Móveis e equipamentos para o escritório (mesas, cadeiras, computadores, fax, etc.).

Pessoal

Irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento, sendo que a mão-de-obra básica deve contar com ajudantes e encarregados.
A mão-de-obra para este tipo de atividade não requer qualificação específica, apenas recomenda-se treinamento par uso e conservação dos equipamentos, redução dos desperdícios, higiene do pessoal e local de trabalho.

Matéria prima

Os tomates do tipo industrial, de formato alongado e maduros, porém com polpa firme, com cerca de 6% de sólidos, são os mais apropriados para a desidratação. Para produzir 1 Kg de tomate desidratado são necessários, em média, 12 Kg do produto fresco.

Processo produtivo

Recebimento, Seleção e Classificação

Os tomates devem ser recebidos no local de processamento, classificados por tamanho, lavados com água clorada (3ml de água sanitária por litro de água), removendo as impurezas e só então poderão ser selecionados.
Essa seleção consiste em descartar os frutos deteriorados e imprestáveis para processamento.

Corte e retirada das sementes

Em seguida, corta-se os tomates ao meio, no sentido longitudinal com facas de aço inox, removendo-se suas sementes com colheres apropriadas. As sementes devem ser retiradas com os dedos (com Luvas) e aqueles que apresentarem defeitos na pele devem ser trabalhados de tal forma que estas partes sejam retiradas, caso contrário a qualidade do produto final será comprometida.

Salmoura

Coloca-se o sal num recipiente com água misturando-se até que os cristais fiquem totalmente dissolvidos. Depois de misturada a solução, coloca-se os tomates e agurda-se por 30 minutos. Para cada litro de água, serão adicionados 50 gramas de sal.

Desidratação/Secagem

O tempo de secagem dos tomates é variável. Alguns fatores contribuem para isso, como o tamanho, a espécie e o tipo dos tomates utilizados. O agrupamento por tomates do mesmo porte vai permitir uma secagem uniforme e com mais qualidade.

Tempero par tomate seco

O tipo de tempero a ser utilizado depende do custo final e das exigências do mercado.

Sugestão de tempero

80% de óleo de girassol, 20% de azeite de oliva e orégano a gosto. Mistura-se os produtos numa panela, aquecendo-os até atingir a temperatura de 90 graus centígrados. Durante o aquecimento, deve-se mexer o tempero para que sua mistura fique homogênea.

Embalagem para tomate seco

O produto deve ser acondicionado em vidros previamente esterilizados, colocando primeiro o tempero, depois os tomates e assim alternadamente, tomando cuidado para não quebrar os tomates. Esse procedimento resulta em produto de boa qualidade no sabor, textura e cor, além de proporcionar vida de prateleira mais longa.

Higiene do tomate seco

A higiene do local de fabricação e do pessoal envolvido é fator fundamental para obtenção de um produto de boa qualidade e aceitação pelos consumidores. As pessoas envolvidas nas operações manuais precisam usar luvas de borracha. Os utensílios devem estar sempre em boas condições para que não ocorram contaminações.

Fornecedores

Os fornecedores para esse  segmento são os próprios produtores de tomates “in natura”, mercados atacadistas e Ceasas.

Clientes

Os principais clientes são os restaurantes, flamberias, cantinas, pizzarias, etc.

Divulgação

A promoção do negócio pode ser feita junto à empreendimentos gastronômicos, como restaurantes e lojas de produtos típicos e do campo. Nesse caso, o proprietário pode programar visitas demonstrativas a esses locais. Outra forma de promoção é investir em anúncios nas publicações especializadas e em mala direta, que são ações publicitárias eficientes.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.

Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Algumas legislações que o futuro empreendedor deve ter conhecimento.
– LEI Nº 6.437/77. Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências.
– DECRETO-LEI Nº 986/69. Institui Normas Básicas sobre Alimentos.
– PORTARIA Nº 326/SUS/MS/97. Aprova o Regulamento Técnico; Condições Higiênicos-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos

Entidades

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária: http://www.anvisa.gov.br
EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária: http://www.embrapa.gov.br

Continue Reading
Advertisement
Advertisement

Destaques

Advertisement

Para Você

Auxiliar de cartório salário e atribuições CBO 4110-25 Auxiliar de cartório salário e atribuições CBO 4110-25
Cargos e Salários2 horas ago

Auxiliar de cartório salário e atribuições CBO 4110-25

Jornada de trabalho: 42h Piso salarial: R$ 964,86 Salário médio: R$ 1.358,96 Maior salário: R$ 2.053,70 Salário hora: R$ 6,40...

Auxiliar de contabilidade salários e atribuições CBO 4131-10 Auxiliar de contabilidade salários e atribuições CBO 4131-10
Cargos e Salários2 horas ago

Auxiliar de contabilidade salários e atribuições CBO 4131-10

Jornada de trabalho: 43h Piso salarial: R$ 1.144,21 Salário médio: R$ 1.611,57 Maior salário: R$ 2.435,45 Salário hora: R$ 7,43...

Auxiliar de corte (preparação da confecção de roupas) salário e atribuições CBO 7631-05 Auxiliar de corte (preparação da confecção de roupas) salário e atribuições CBO 7631-05
Cargos e Salários2 horas ago

Auxiliar de corte (preparação da confecção de roupas) salário e atribuições CBO 7631-05

Jornada de trabalho: 44h Piso salarial: R$ 954,00 Salário médio: R$ 1.121,32 Maior salário: R$ 1.694,57 Salário hora: R$ 5,11...

Auxiliar de desenvolvimento infantil salários e atribuições CBO 3311-10 Auxiliar de desenvolvimento infantil salários e atribuições CBO 3311-10
Cargos e Salários2 horas ago

Auxiliar de desenvolvimento infantil salários e atribuições CBO 3311-10

Jornada de trabalho: 41h Piso salarial: R$954,00 Salário médio: R$ 1.270,38 Maior salário: R$ 1.919,84 Salário hora: R$ 6,25 CBO...

Auxiliar de enfermagem salário e atribuições CBO 3222-30 Auxiliar de enfermagem salário e atribuições CBO 3222-30
Cargos e Salários2 horas ago

Auxiliar de enfermagem salário e atribuições CBO 3222-30

Jornada de trabalho: 39h Piso salarial: R$ 1.134,17 Salário médio: R$ 1.597,42 Maior salário: R$ 2.414,06 Salário hora: R$ 8,28...

Auxiliar de laboratório de análises físico-químicas CBO 8181-10 Auxiliar de laboratório de análises físico-químicas CBO 8181-10
Cargos e Salários3 horas ago

Auxiliar de laboratório de análises físico-químicas CBO 8181-10

Jornada de trabalho: 43 h Piso salarial: R$ 1.004,00 Salário médio: R$ 1.414,09 Maior salário: R$ 2.137,01 Salário hora: R$...

Auxiliar de lavanderia salário e atribuições CBO 5163-45 Auxiliar de lavanderia salário e atribuições CBO 5163-45
Cargos e Salários3 horas ago

Auxiliar de lavanderia salário e atribuições CBO 5163-45

Jornada de trabalho: 43 h Piso salarial: R$ 954,00 Salário médio: R$ 1.152,47 Maior salário: R$ 1,741,65 Salário hora: R$...

Advertisement

Negócios

Advertisement
Advertisement

Em Destaque

Copyright © Emprega Brasil. Todos os direitos reservados.