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Empreendedorismo

A necessidade do planejamento para captar bons recursos

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Planejamento Estratégico

Pela falta de planejamento, o sonho virou pesadelo!

Fato é que em Sergipe mais de 60% das empresas abertas em um ano fecham em pelo menos três anos. É fato ainda, que o principal motivo pelo fechamento dessas é a falta de planejamento em diversos aspectos, a não ser, quanto tenho disponível em dinheiro e o que faço com ele.

Em geral o empreendedor abre seu negócio com o capital recebido após sua demissão, emprestado de parentes, juntado com muito esforço ou ainda de bancos.

Esse capital é aplicado em reforma, compra de móveis, equipamentos e produtos, porém a grande maioria esquece de manter um capital de giro adequado e com prazo suficiente para sustentar o negócio da implantação até a maturação.

Infelizmente, em torno de seis meses, o empreendedor precisa de mais giro para comprar outros insumos, pois ainda não houve tempo para retornar parte do capital aplicado em produtos e por isso, no último minuto, recorrem a bancos, ainda pela falta de planejamento, porém esse capital é insuficiente para a real necessidade.

Nesse momento o empreendedor ganha um folego irreal, pois nos próximos meses precisará de mais capital; além dos produtos, será necessário pagar funcionários, impostos, taxas e multas.

Agora o banco apertará a negociação e apresentará um crédito com juros maiores que os anteriores, negociações dos atrasados com juros abusivos e muitas vezes solicitações de garantias.

O empresário aceitará tal transação pela necessidade de fazer seu negócio andar, afinal na sua visão otimista será apenas uma questão de tempo para sua empresa alavancar. Somente após alguns meses perceberá sua situação e o quão é tarde para refazer o negócio, tendo como consequência a falência, demissão e aquisição de uma dívida impagável.

Infelizmente essa é a realidade da grande maioria dos empreendedores que abrem um negócio somente pelo sonho.

O Brasileiro em geral prefere “fazejar” a planejar, é mais rápido, fazer, errar, tentar, refazer, e tentar novamente até acertar, levando tempo, dinheiro e muito esforço.

É relevante mostrar aos empreendedores a importância do planejamento. O que fazer? Quando? Como? Com quem? Onde? São perguntas pertinentes a qualquer situação da vida cotidiana, em especial para quem vai abrir um negócio e lidar com diversas pessoas, sonhos, planos e investimentos alheios.

O planejamento é essencial para se sobrepor as condições dos setores e saber exatamente se trará benefícios ou malefícios para o empreendedor. Ele te mostrará onde estará nos próximos anos, será uma bíblia a ser seguida, um espelho do que será sua empresa.

A implantação de um negócio exige tempo de médio a longo prazo, investimentos consecutivos no negócio, giro mensal, espera de retorno do capital, mais investimento, mais giro e mais espera.

É preciso saber quanto e onde será aplicado o capital, mercado, seus fornecedores, seus clientes, canais de venda e distribuição, tipo de produto ou serviços, valores de compra e venda. É preciso prever os prazos e valores necessários, tempo de maturação, de retorno financeiro, lucros esperados e outras informações de suma importância.

Com o planejamento adequado é possível implantar o negócio com capital específico para investimento em empresas, com montantes, taxas e prazos adequados para a real necessidade do empreendimento.

Uma boa consultoria especializada em captação de recursos como a Ampla Projetos, poderá elaborar um projeto econômico financeiro que fará parte do planejamento e com ele captará recursos em bancos que poderão literalmente dar a tranquilidade para montar sua empresa do zero viabilizando a construção ou reforma, aquisição de máquinas e equipamentos, compra de móveis, utensílios e veículos, podendo ainda atrelar o capital de giro.

Esse capital permite prazos de até quatro anos de carência e uma média de mais dez anos para pagamentos; tempo suficiente para o negócio gerar lucro. Com esse tipo de financiamento é possível implantar um negócio, iniciar todo o trabalho, garantir o giro necessário, aguardar o tempo de maturação, e só então iniciar os pagamento do financiamento.

Isso possibilita ter um empreendimento sólido, que receberá investimento e manutenção correta, sem retiradas expressivas que possam minar o negócio.

Por todos esses argumentos, entende-se que com planejamento e capital correto é possível ter sucesso, com menos trabalho e dor de cabeça.

ALAELSON CRUZ DOS SANTOS Contador e professor universitário. Especialista em Gestão Coordenador dos Cursos de Especialização (Pósgraduação Lato Sensu) em Auditoria e Perícia Contábil da UNIT. Empresarial. Palestrante e instrutor de cursos na área pública.

 

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Empreendedorismo

Negócios inovadores impõem desafios para tributação no Brasil

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Tributos sobre startups

Airbnb, Uber, Netflix, Spotify, dentre outros negócios inovadores – que começaram como Startups, entretanto hoje estão se consolidando com uma base de usuários exponencial – estão mudando a forma como as pessoas enxergam o mundo.

A economia compartilhada – onde oferta e demanda se equalizam resolvendo problemas básicos como mobilidade, estadia, entretenimento, estacionamento – não é mais paradigma e sim realidade. Segundo uma projeção da consultoria PwC feita em 2017, o setor deve movimentar mundialmente US$ 335 bilhões no ano de 2025.

A agressividade inovadora, na contramão, desperta a fúria das empresas e conglomerados econômicos consolidados nos mercados, a exemplo da hostilidade existente ainda hoje entre taxistas e motoristas de aplicativos.

A hostilidade também surge sob outro aspecto que parece em segundo plano, porém vem ganhando cada vez mais notoriedade na mídia: estes novos negócios terão a incidência de impostos? Se sim, quais? Na Europa e nos EUA o debate está muito adiantado e resvala principalmente nas sofisticadas operações utilizadas por essas empresas para reduzir o pagamento de impostos.

Manobras possíveis por causa da própria natureza destes negócios: grande parte do seu valor está em sua propriedade intelectual e os sistemas tributários em todo mundo ainda não estão preparados para lidar com isso. Desta forma, remessas de dinheiro que poderiam ser consideradas lucros, e sofrer taxação, são movimentadas como royalties sobre o uso de propriedade intelectual sem que sejam taxadas.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima, em 2017, que 240 bilhões de dólares foram evitados em impostos todos os anos em operações como essas. O valor é quase metade de toda a arrecadação do Brasil em 2016. Apesar disto, seria impróprio dizer que estas empresas atuam na ilegalidade.

Pelo contrário, a engenhosidade e a arrojo são marcar registradas dos negócios inovadores e, infelizmente, os governos ao redor do globo são lentos e burocráticos, enquanto as Startups são ágeis e adaptáveis.

A intangibilidade destes negócios propõe uma releitura e um refino jurídico e interpretativo no qual os órgãos do Estado ainda não preparados, a começar que muitos sequer compreendem a natureza deles. Afinal, um serviço realizado na nuvem como definir onde recolher o ISS, por exemplo? Entre estas e outras dúvidas, surgem iniciativas a exemplo do Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 748/2015 que visa regulamentar o compartilhamento de imóveis residenciais por meio de sítios eletrônicos ou aplicativos, a exemplo do Airbnb.

Desde 23/02/2017 o projeto está com a relatoria e, enquanto isso, seguimos em meio a mudanças cada vez mais agressivas. Talvez, quando o PLS se tornar lei, a economia compartilha já tenha sido substituída por outra inovação. Afinal, como diz o bom e velho latim, tempus fugit.

THIAGO NORONHA Advogado. Sócio do Álvares Carvalho & Noronha – Advocacia Especializada (ACNLaw). Pós-Graduando em Direito Empresarial pela PUC/MG. Diretor Jurídico do Conselho de Jovens Empreendedores de Sergipe (CJE/ SE). Membro da Escola Superior de Advocacia (ESA/SE).

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Empreendedorismo

Feira do Empreendedor, inscrições para Visitantes e Expositores

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Feira do Empreendedor Sebrae

Abrir um novo negócio não é tarefa fácil. É preciso estudar o mercado, definir preços, logística e reunir uma infinidade de outras informações. Felizmente os empreendedores brasileiros não estão sozinhos nessa missão.

O Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) realiza todos os anos, gratuitamente, uma feira que reúne boa parte das informações necessárias a quem deseja empreender. Trata-se da Feira do Empreendedor.

feira do empreendedor

A Feira do Empreendedor conta com palestras, consultorias e oportunidades de negócio. Trata-se de um ambiente incrivelmente rico de aprendizado e network. Para quem já está mais avançado na missão de empreender, é possível sair da feira até mesmo com um negócio já montado, por meio de franquias.

A Feira

A Feira do Empreendedor Sebrae acontece em várias cidades do País, a exemplo de São Paulo (a maior de todas, com cerca de 150 mil visitantes), Belo Horizonte, Palmas, Joinville, Rondonópolis, Maceió e Salvador.

Desde sua criação, há mais de vinte anos, já foram realizadas mais de 140 edições do evento. Trata-se da maior exposição de empreendedorismo do mundo, com um total de 2 milhões de visitantes.

As edições locais sofrem pequenas mudanças para atender ao perfil do empreendedor de cada estado, mas todas as Feiras têm algo em comum: oferecem a empreendedores a possibilidade de adquirir equipamentos ou abrir negócios com baixo investimento inicial.

Durante o evento os empresários podem obter informações sobre diferentes segmentos da economia local, entrar em contato com fornecedores e avaliar como funciona a abertura de franquias, dentre outros benefícios.

Os espaços são gigantescos. A Feira realizada em São Paulo, por exemplo, tem em média 40 mil m² e mais de 400 expositores.

Números relevantes da Feira do Empreendedor

  • Quase 200 mil inscritos online
  • R$ 15 milhões em negócios gerados
  • 50 mil pessoas capacitadas
  • Retorno de Investimento de 35% para os expositores
  • Mais de 400 expositores.
  • Investimento de R$ 12 milhões para a montagem da Feira

Oportunidades de aprendizagem

Oportunidades Feira do Empreendedor

Cada Feira tem sua própria programação, que respeita as diferenças entre os mercados. Mas alguns temas são de interesses universais e recorrentes.

  • Franquias

No segmento de franquias, por exemplo, há palestras sobre como comprar, passos para escolher uma franquia e dicas de como avaliar uma franquia.

  • Exportação e internacionalização

Quem deseja vender fora do País pode encontrar palestras sobre oportunidades de negócios no exterior, métodos e ferramentas para a internacionalização das micro e pequenas empresas, plano de ação para exportações, além de aulas sobre exportações e importações através de comerciais exportadoras e importadoras.

Outras palestras ensinam a estruturar um departamento de exportações ou logística internacional e a planejar a entrada em um mercado internacional.

Informações importantes são passadas em aulas sobre macrotendências globais de consumo, construção de marcas internacionais; tendências do varejo em 2017 nos EUA, América Latina, Europa, Ásia e África; e como obter sucesso no maior mercado consumidor do mundo, os Estados Unidos.

Outros temas comuns nas Feiras do Empreendedor são oportunidades para o produto brasileiro no mercado mundial, vantagens do processo de internacionalização de empresas para os Estados Unidos e ações para ampliar a competitividade da sua empresa no exterior.

  • Comércio eletrônico

É bastante provável que em sua cidade aconteça uma palestra sobre estratégias digitais para acessar o mercado internacional, mas elas são bastante disputadas e com vagas limitadas.

  • Startups

Se você está começando um negócio novo, não deixe de assistir às palestras direcionadas às startups. Há mentorias, programas internacionais, dicas para captação de recursos; análises de oportunidades, novos mercados e cases de startups inovadoras; oportunidade para startups em IoT, serviços em nuvem, inteligência artificial e educação; dicas de como aproveitar oportunidades em negócios digitais, e ensinamentos sobre como escolher uma plataforma de loja virtual.

  • Sustentabilidade

No âmbito da sustentabilidade destacam-se as palestras sobre plano de negócios circular, oportunidades de negócio com hortas urbanas e conceitos de sustentabilidade aplicados ao sistema-produto.

  • Outras capacitações

Não encontrou sua área de atuação? Não se preocupe. A Feira do Empreendedor conta ainda com palestras sobre gestão de restaurantes, oficinas mecânicas, salões de beleza, papelarias, minimercados e passos para montar um ecommerce.

Há ainda capacitações mais genéricas. Exemplos incluem aulas de como construir um plano de ação financeira ou como vender para os governos federal e estadual.

  • Lazer

A Feira se preocupa também em oferecer momentos de lazer aos visitantes, mas sempre tendo o empreendedorismo como pano de fundo. Uma das atrações é uma sala de cinema que exibe filmes inspiradores, como “Jobs”, “Na natureza selvagem”, “O homem que mudou o jogo” e “Perdido em Marte”.

Como participar da Feira do Empreendedor – visitante

Todas essas capacitações estão disponíveis gratuitamente para os empreendedores. Para participar de cada aula ou exposição, basta se inscrever no site do Sebrae. Mas atenção: as vagas de cada palestra são limitadas e respeitam à ordem de chegada na Feira, mesmo para quem se inscreveu online. Chegue cedo ou corre o risco de não encontrar lugar.

Como participar da Feira do Empreendedor – expositor

Quem já tem um negócio consolidado pode aproveitar a Feira do Empreendedor para ampliar a empresa, adquirir novos clientes ou se tornar mais conhecido. Os expositores devem atender aos objetivos do Sebrae, que são:

  • Estimular o surgimento de novos empreendimentos
  • Difundir o empreendedorismo;
  • Prestar esclarecimentos e orientação;
  • Expor soluções e inovações visando a sustentabilidade e competitividade da micro e pequena empresa

Os espaços na Feira são vendidos pelo Sebrae. Mas não basta ter recursos. É preciso também se adequar aos critérios exigidos. Esses critérios são formulados de modo a obrigar cada expositor a fornecer, no evento, uma oportunidade de negócio.

Critérios para ser expositor na Feira do Empreendedor

ParticipParticipe da Feira do Empreendedor

O Sebrae define “oportunidade de negócio” como uma ação que gera uma oportunidade de implementação ou aperfeiçoamento de uma atividade econômica, de forma a viabilizar o surgimento de novos empreendimentos ou a gerar o crescimento das micro e pequenas empresas.

Os expositores da Feira devem, dessa forma, incentivar empreendimentos nos ramos da indústria, comércio, franquias, serviço e agronegócio.

Podem se candidatar aos espaços empresas que, por exemplo, vendam equipamentos que propiciem geração de renda, criação de uma nova empresa ou a ampliação da empresa existente.

Outros postos estão abertos a empresas que estejam em busca de representantes, revendedores e distribuidores; franqueadoras e licenciadoras de marcas e produtos.

O Sebrae abre espaço também para companhias que desejam formalizar parcerias, joint-ventures, prospectar novos sócios ou expandir sua rede. Por fim, há uma área especial dedicada às empresas focadas em sustentabilidade.

Se você se encaixa nesse perfil, fique de olho no site do Sebrae para saber quando começam as inscrições. Os expositores devem ter uma empresa legalmente constituída, com sede no Brasil.

Lembre-se: as propostas precisam ciar oportunidades de negócios para micro e pequenas empresas. Empresas com oportunidades de negócios que beneficiem mais de um setor (indústria, comércio, serviço, agronegócios) terão preferência.

Preços

Pequenas e microempresas que tiverem a sorte de ter sua proposta aceita pelo Sebrae precisarão pagar cerca de R$ 5 mil para um estande de 12 m ². No caso de empresas médias ou grandes, o valor é de R$ 11 mil.

Esse é o preço de referência para a edição de São Paulo, a maior do Brasil. Edições em mercados menores contam com preços mais baratos.

Em média, cerca de 42% dos expositores fecham algum negócio na Feira. A maior parte dos negócios fechados estão relacionados a franquias, seguida por expositores de máquinas e equipamentos e, logo depois, o segmento de negócios online. É importante ressaltar que o setor de serviços é o que menos gera negócios.

Pesquisa realizada pelo próprio Sebrae revelou que 81% dos expositores voltariam a expor ou patrocinar o evento. A nota média da Feira é de 8,5 (em uma escala de zero a dez). Cerca de 92% dos expositores recomendariam a Feira do Empreendedor.

Mostre que você está por dentro do empreendedorismo e compartilhe esse artigo nas redes sociais.

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Empreendedorismo

O que é Empreendedorismo, definição e exemplos

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O que é empreendedorismo

Você, a qualquer momento, pode virar um empreendedor. Duvida? Imagine que hoje seu chefe te chame para conversar e te demita, por algum motivo qualquer. O que você vai fazer? Existem apenas duas opções: procurar um novo emprego ou abrir seu próprio negócio. Se você optar pela segunda opção, então você precisa saber o que é empreendedorismo.

o que é empreendedorismo

Definições para Empreendedorismo

  1. Empreendedorismo é o processo de iniciativa ou habilidades para implementar novos negócios ou mudanças em empresas já existentes. É um termo ligado a inovação onde têm determinado objetivo de criar algo novo. Muito usado no âmbito empresarial e muitas vezes está relacionado com a criação de empresas ou produtos novos, normalmente envolvendo riscos.
  2. Empreendedorismo é a disposição ou capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos, serviços e negócios. É a inciativa de implementar novos negócios ou mudanças em empresas já existentes, gerir com alterações que envolvem inovação e riscos.
  3. De acordo com o dicionário Houaiss, empreendedorismo é a realização de tarefas difíceis e trabalhosas. Dito assim, não parece muito animador. Em linguagem mais popular, empreendedorismo é a prática de criar empresas e negócios.

Embora exista mais de uma definição para empreendedorismo, o certo é que para ser um empreendedor ou uma empreendedora requer inteligência emocional. Isso porque, a rotina de trabalho é intensa e muitas vezes é preciso cuidar de vários problemas e resolver muitas situações ao longo do dia.

empreendedorismo está muito relacionado na questão de inovação, onde têm determinado objetivo de criar algo novo dentro de um setor ou criar um novo, diversas startups por exemplo, inovam dentro de um setor existente.

A definição do dicionário Houaiss está correta. Empreender é realmente bastante desafiador. Uma pesquisa do IBGE calcula que apenas metade das novas empresas consegue passar dos primeiros quatro anos de vida. Isso acontece, em grande parte, por conta do despreparo dos administradores.

Além disso, saber lidar com cobranças, clientes, metas, enfim, tudo isso e muito mais são até mesmo motivos suficientes para fazer com que muitos donos ou sócios de empresas acabem desistindo do empreendedorismo.

Mas atenção! Fechar uma empresa não é sinal de fracasso. É sinal de que um empresário está aprendendo lições da maneira mais difícil. É um aprendizado que o deixará mais preparado para as etapas seguintes de sua carreira.

Ao mesmo tempo em que metade das empresas fecham as portas, outra metade consegue vencer e durar por muitos anos. Esses empresários vencedores – muitos dos quais têm histórias prévias de fracasso – realizaram o sonho de ter o próprio negócio.

Mas, nenhuma dessas sobrecargas no seu dia a dia é motivo para te impedir de trabalhar e de ser muito bem sucedido e ainda ter muito sucesso. Pois, com a inteligência emocional, todo empreendedor pode seguir a rotina de trabalho com muito mais leveza e sem enlouquecer.

Ser inteligente emocionalmente é saber lidar com os próprios sentimentos e pensamentos. É não se cobrar demais e nem desleixar ao ponto de não trabalhar. Mas, saber ter autocontrole e trabalhar com todos esses quesitos de uma maneira mais saudável. Para isso, é essencial não seguir apenas a rotina de trabalho, relaxar a mente e colocar em prática as dicas desse artigo.

Quem nunca sonhou em deixar de ser empregado e passar a ser patrão? O empreendedorismo não é fácil, mas está longe de ser uma tarefa impossível. Se você não aguenta mais receber ordens, e se você deseja ter clientes e não chefes, chegou a hora de se preparar.

Ser o seu próprio chefe, ter maior flexibilidade de horário e maiores lucros são as principais razões pelas quais ter o próprio negócio soa atraente.

Neste artigo, você vai eentender o que é a inteligência emocional, dicas para colocá-la em prática no dia a dia e se você é uma empreendedora, vou informar quais são as características mais pedidas no mercado. Afinal de contas, o número de mulheres empreendedoras aumenta a cada ano e elas estão arrasando nos negócios!

Cenário brasileiro para empreendedores

Empreendedorismo Brasil

Como vimos, metade das empresas fecha antes de completar 48 meses de atividade. Boa parte da culpa é dos empreendedores. Trata-se, em muitos casos, de pessoas que perderam seus empregos e tiveram de abrir o próprio negócio mesmo sem saber o que é empreendedorismo.

Há alguns perfis de empresas, entretanto, que tendem a ter uma maior expectativa de vida. Quanto mais funcionários tem uma companhia, menor as chances de ela fechar. Isso acontece porque demitir funcionários, no Brasil, é muito caro.

No País, empresários que investem nos segmentos de saúde, serviços sociais e atividades imobiliárias têm mais chance de sucesso. Por outro lado, os ramos mais difíceis para os empreendedores são o de comércio e serviço de oficina mecânica.

Apesar das dificuldades de empreender, milhões de brasileiros sonham em ter o próprio negócio. Uma pesquisa da Endeavor revelou que 76% da população nacional quer ter o próprio negócio. Porém a maioria da população não corre atrás de seus sonhos. Apenas 19% dos entrevistados pretende abrir um negócio nos próximos cinco anos.

A burocracia é uma das culpadas por essa falta de ação. Em São Paulo, por exemplo, pode-se levar até 100 dias para conseguir abrir uma empresa. Além disso, o Brasil tem mais de 11.500 normas tributárias. É impossível conhecer todas essas leis. Portanto, para saber o que é empreendedorismo, é preciso também saber o que é burocracia.

Tipos de empreendedorismo

Tipos de Empreendedores

Para aumentar as chances de o negócio ter sucesso, o empresário deve apostar suas fichas em empreendimentos que tenham mais o seu perfil. Portanto, antes de começar a empreender, conheça os tipos mais comuns de empreendedorismo:

  • Digital

empreendedorismo digital consiste em um modelo de negócios baseado na oferta de serviços e produtos essencialmente digitais, sua maior vantagem é poder abrir negócios investindo pouco e com equipe bastante enxuta. As oportunidades atuais estão relacionadas ao crescimento do acesso à internet e o alcance da rede. O e-commerce cresce entre 20% e 30% ao ano, índice muito superior ao da economia “real”.

Sendo assim, no empreendedorismo digital todo o ato de empreender ocorre via internet/tecnologia digital: desde o desenvolvimento do modelo de negócios, a criação dos produtos e serviços, disseminação, divulgação e até mesmo comercialização e uso dos mesmos.

Alguns produtos Digitais

Entre os principais infoprodutos (ou seja, produtos que resultam do trabalho do empreendedor digital) podemos destacar: e-books, podcasts, vídeos-aula, cursos-online, infográficos e outros formatos utilizados e distribuídos unicamente em formato digital.

Um dos grandes benefícios do empreendedorismo digital é a possibilidade de trabalhar no conforto de casa – o que dá ao indivíduo uma flexibilidade de tempo ainda maior. Mas lembre-se: para a internet, não há mais, necessariamente, a premissa do “horário comercial e de segunda a sexta”. Se o seu cliente tiver um problema às 23h da noite em um domingo, você terá que solucionar.

  • Informal

Você sabe o que é empreendedorismo informal? É o empreendedorismo por necessidade. São pessoas que tiveram de migrar para o mercado informal a fim de sobreviver. Há desde profissionais liberais com escolaridade superior até vendedores ambulantes com baixa qualificação.

A concorrência é altíssima. Uma saída para quem deseja migrar para esse tipo de empreendedorismo é se tornar microempreendedor individual.

  • Cooperativo

Quem não tem condições de empreender sozinho ou com poucos sócios pode realizar um empreendedorismo cooperado. São grupos de pessoas que se reúnem em prol de um negócio, compartilhando custos e lucros. A grande vantagem é a diminuição dos riscos.

Quando os negócios melhoram, esses empreendedores costumam se separar da cooperativa e atuar de forma independente. Pode ser uma boa estratégia para quem está começando.

  • Individual

Perfil de quem trabalha sozinho ou com apenas mais uma pessoa. É similar ao empreendedorismo informal, mas com a grande diferença de haver uma melhor organização e receber proteção dos aparelhos do estado.

Os empreendedores individuais se formalizam como MEI (microempreendedores individuais) e, com o tempo, abrem suas próprias pessoas jurídicas.

  • Franqueador

O empreendedorismo franqueador tem dois subtipos: o franqueado e empresarial. O franqueado são pessoas que já tem os recursos necessários para investir em um negócio próprio, mas pouca experiência. Já o empresário franqueador é aquele que já tem sua marca bem consolidada no mercado e deseja expandir.

Esses são empreendedores no sentido mais clássico da palavra. Exige muita dedicação e recursos em troca de um bom retorno financeiro no longo prazo.

  • Social

Quem pensa que empreender é colocar o retorno financeiro acima de tudo está enganado. O empreendedorismo social está em alta, principalmente entre os jovens. Trata-se de empresas criadas para melhorar a vida de pessoas ou comunidades ao mesmo tempo em que obtém lucro suficiente para dar um padrão de vida confortável aos seus sócios.

  • Sustentável

empreendedorismo sustentável é aquele que tenta combinar (ao mesmo tempo) responsabilidades sociais, econômicas e ambientais. Sendo assim, os lucros da empresa aqui são baseados em técnicas, normas e missões sociais sustentáveis, que sejam importantes para a sociedade como um todo.

Dessa forma, na hora de definir o que é empreendedorismo sustentável cabe destacar que ele está diretamente atrelado a necessidade de empresas de diferentes portes e segmentos do mercado de atuarem a favor da sociedade, principalmente no sentido de diminuir (ou eliminar de vez) o mau uso dos recursos naturais pelo homem. Por isso, o empreendedorismo sustentável é considerado um aliado do meio ambiente.

  • Corporativo

Empreender não implica em necessariamente pedir demissão e abrir o próprio negócio. Empreendedores corporativos são aqueles funcionários que empreendem dentro de uma empresa da qual ele não é sócio, mas apenas um funcionário.

Esses empreendedores pensam em modelos de negócios diferentes para aumentar o lucro dos seus contratantes. São o sonho de qualquer companhia.

  • Público

Apesar da má fama dos servidores públicos, alguns são verdadeiros empreendedores que buscam melhorar serviços públicos básicos. Suas ambições são nobres: melhorar a qualidade de vida da população por meio do próprio trabalho e com os recursos dos governos municipal, estadual ou federal.

 

  • Negócio próprio

Por fim, há o empreendedor de negócio próprio. São pessoas que têm um emprego estável, mas pedem demissão para poder ganhar mais ou obter mais reconhecimento, ainda que para isso precisem trabalhar em dobro.

Todos esses tipos de empreendedores têm uma coisa em comum: o desejo de satisfação pessoal, melhoria no padrão ou estilo de vida, e a vontade de deixar um legado.

Empreendedorismo e Ideias inovadoras

Se você é um homem ou uma mulher de negócios, certamente sabe o quanto a rotina é exaustiva, portanto, relaxar a mente e tirar o foco do trabalho em alguns momentos do dia é o primeiro passo da inteligência emocional.

Isso porque, é muito comum vermos empreendedores que trabalham o dia inteiro e nem se quer dão um tempo para si mesmo. Portanto, reserve um tempo para si e depois você verá como vai retornar as atividades com menos estresse e cansaço.

Além disso, outro motivo que deixa muitos empreendedores de cabelo em pé é o estresse no trabalho. Saber lidar com inteligência nos desafios diários nem sempre é uma tarefa simples.

Por isso, a dica é respirar fundo na hora de resolver problemas mais graves e colocar a sua saúde em primeiro lugar. Somente quem tem inteligência emocional no trabalho sabe o quanto é importante manter uma boa saúde para depois poder trabalhar com dedicação.

Bons Negócios para uma mulher Empreendedora

E para você que quer ser ou já é uma mulher empreendedora, vou te mostrar agora o porquê continuar na profissão e explorar toda a sua feminilidade no universo dos negócios!

Mais confiança: Quando uma mulher parte para o empreendedorismo, ela sabe que pode confiar em si e que tem muito poder de assumir o comando de um negócio.

Sentir-se útil: Muitas mulheres que apenas cuidam da casa e dos filhos não se sentem realmente úteis, isso porque, nos dias de hoje, elas querem cada vez mais pertencer também ao ambiente de trabalho. Por isso, ser uma mulher empreendedora te fará se sentir muito bem e motivada!

Agora você já sabe o que é empreendedorismo. Conhece outras pessoas que também sonham em empreender? Então compartilhe esse artigo nas redes sociais.

Como abrir uma empresa do Zero

MEI – Microempreendedor Individual, impostos, taxas e contribuições

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