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Empreendedorismo

6 motivos que fazem sua associação perder associados

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Perca de Associados

As associações de um modo geral está sempre em busca de novos associados e esquece de dar uma atenção igual a manutenção desses associados. Veja a seguir os 6 motivos mais comuns que contribuem para a perca de associados.

Falta de propostas atraentes

Se as propostas oferecidas não forem atraentes para os associados, se tornarem desinteressantes, ou ainda, não forem renovadas de maneira que supra o que ele precisa, é provável que ele deixe a associação.

O que o associado precisa?

De propostas que dialoguem com ele, que ele realmente irá utilizar em seu cotidiano. Saúde, lazer, educação e beleza, são alguns dos pontos que se pode oferecer, pois são necessidades comuns a todos.

Tome cuidado com o cliente silencioso! Para não se perder o associado, é necessário realizar estratégias que possibilitem conhecer as reclamações e insatisfações do mesmo a exemplo de realizar pesquisas periódicas que o incentive a falar sobre o que não o agrada, deixando claro que esse feedback não é algo pessoal, mas sim, um fator que irá contribuir para a melhoria do serviço.

Falta de divulgação

É necessário que haja comunicação com os associados, mantê-lo informado sobre os novos convênios e parcerias, assim como as opções que possui para economizar.

Divulgar as novidades e propostas oferecidas pela associação em redes sociais, e-mails e afins, também ajuda muito a levar essas informações aos associados.

Falta de promoções sazonais

As promoções sazonais, que ocorrem em datas comemorativas (o natal, por exemplo), servem como uma espécie de programa de fidelização do associado. A falta dessas promoções pode ser um fator que colabora para a perda de associados, pois estes acabam por não enxergar vantagens no serviço oferecido.

Falta de comunicação entre os públicos

A comunicação entre a associação e o associado é essencial uma vez que essa é uma das maneiras mais eficazes de divulgação dos seus benefícios.

Permitir que as pessoas recomendem convênios umas às outras, criando formas de compartilhamento interpessoal e também online, fazem com que os afiliados se sintam parte da associação como membros ativos.

Uma pesquisa mundial realizada pela Nielsen revelou que 92% dos consumidores confiam mais na indicação de pessoas do que em outras formas de divulgação. Além disso, utilizar o Whatsapp ou outras redes sociais, tais quais Facebook, Instagram, Twitter etc, pode ser benéfico para a associação.

Não se esqueça do Clube de Benefícios

O Clube de benefícios é o chamariz para que o associado permaneça na associação, dessa maneira, é importante mantê-lo sempre ativo. Como fazer isso? Trabalhe diferentes produtos, convênios e ofertas em seu clube de benefícios, de maneira que ele permaneça inovando e não fique estagnado.

Não esqueça de aprimorar os serviços já oferecidos, como o plano de saúde, novas opções de entretenimento e de serviço financeiro.

Não considerar o feedback

O feedback dos afiliados pode ajudar a associação a melhorar em diversos quesitos, aperfeiçoar sua gestão e atrair mais associados. Não considerá-los pode ocasionar justamente no contrário: a perda de associados.

Existem ferramentas como Google Analytics que servem para mensurar acessos às plataformas digitais e com isso ter alguma noção sobre o interesse, gostos e preferência do seu associado. É importante utilizar o máximo possível da leitura desses dados para embasar a estratégia de negócio da associação.

Quer um aliado para fazer esse controle e trazer muitas outras vantagens? Conheça o BOOM CARD, uma plataforma completa de gestão de benefícios para seu sindicato ou associação.

Acesse agora mesmo o portal: www.boomcard.com.br e faça uma visita. Se preferir, agende com um dos nossos consultores uma apresentação mais detalhada.

O BOOM CARD é uma plataforma que integra associações, parceiros e associados, facilitando o contato e acesso aos convênios e benefícios da associação.

Dessa maneira, é possível divulgar serviços e oferecer benefícios que atraiam e fidelizem o público.

DANILO BARRETO CEO do Boom Card, empresa de tecnologia de Gestão de Benefícios. Psicólogo Organizacional e Perito do Trânsito. Presidente do Conselho Consultivo do CJE-SE.

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Empreendedorismo

Negócios inovadores impõem desafios para tributação no Brasil

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Tributos sobre startups

Airbnb, Uber, Netflix, Spotify, dentre outros negócios inovadores – que começaram como Startups, entretanto hoje estão se consolidando com uma base de usuários exponencial – estão mudando a forma como as pessoas enxergam o mundo.

A economia compartilhada – onde oferta e demanda se equalizam resolvendo problemas básicos como mobilidade, estadia, entretenimento, estacionamento – não é mais paradigma e sim realidade. Segundo uma projeção da consultoria PwC feita em 2017, o setor deve movimentar mundialmente US$ 335 bilhões no ano de 2025.

A agressividade inovadora, na contramão, desperta a fúria das empresas e conglomerados econômicos consolidados nos mercados, a exemplo da hostilidade existente ainda hoje entre taxistas e motoristas de aplicativos.

A hostilidade também surge sob outro aspecto que parece em segundo plano, porém vem ganhando cada vez mais notoriedade na mídia: estes novos negócios terão a incidência de impostos? Se sim, quais? Na Europa e nos EUA o debate está muito adiantado e resvala principalmente nas sofisticadas operações utilizadas por essas empresas para reduzir o pagamento de impostos.

Manobras possíveis por causa da própria natureza destes negócios: grande parte do seu valor está em sua propriedade intelectual e os sistemas tributários em todo mundo ainda não estão preparados para lidar com isso. Desta forma, remessas de dinheiro que poderiam ser consideradas lucros, e sofrer taxação, são movimentadas como royalties sobre o uso de propriedade intelectual sem que sejam taxadas.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima, em 2017, que 240 bilhões de dólares foram evitados em impostos todos os anos em operações como essas. O valor é quase metade de toda a arrecadação do Brasil em 2016. Apesar disto, seria impróprio dizer que estas empresas atuam na ilegalidade.

Pelo contrário, a engenhosidade e a arrojo são marcar registradas dos negócios inovadores e, infelizmente, os governos ao redor do globo são lentos e burocráticos, enquanto as Startups são ágeis e adaptáveis.

A intangibilidade destes negócios propõe uma releitura e um refino jurídico e interpretativo no qual os órgãos do Estado ainda não preparados, a começar que muitos sequer compreendem a natureza deles. Afinal, um serviço realizado na nuvem como definir onde recolher o ISS, por exemplo? Entre estas e outras dúvidas, surgem iniciativas a exemplo do Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 748/2015 que visa regulamentar o compartilhamento de imóveis residenciais por meio de sítios eletrônicos ou aplicativos, a exemplo do Airbnb.

Desde 23/02/2017 o projeto está com a relatoria e, enquanto isso, seguimos em meio a mudanças cada vez mais agressivas. Talvez, quando o PLS se tornar lei, a economia compartilha já tenha sido substituída por outra inovação. Afinal, como diz o bom e velho latim, tempus fugit.

THIAGO NORONHA Advogado. Sócio do Álvares Carvalho & Noronha – Advocacia Especializada (ACNLaw). Pós-Graduando em Direito Empresarial pela PUC/MG. Diretor Jurídico do Conselho de Jovens Empreendedores de Sergipe (CJE/ SE). Membro da Escola Superior de Advocacia (ESA/SE).

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Empreendedorismo

Aprenda o modelo de Tuckman com “Os Vingadores: Guerra Infinita”

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Trabalho em Equipe

Um gancho que podemos utilizar do filme “Os Vingadores: Guerra Infinita” para o mundo dos negócios é o trabalho em equipe. Bruce Wayne Tuckman (quase um Batman da vida real) desenvolveu um modelo que apresenta os estágios de desenvolvimento enfrentados durante a formação de pequenos grupos, chamado de Modelo de Tuckman.

São eles: Forming (Formação); Storming (Confronto); Norming (Normatização) e Performing (Alto Desempenho). O filme nos apresenta alguns pequenos grupos de heróis que estão espalhados pelo universo, com missões diferentes mas um objetivo em comum, salvar a terra.

Uma maneira genial dos diretores colocarem todos os heróis na tela, sem gerar tumulto ou amontoado de gente, além de ter criado um dinamismo incrível no filme.

1) FORMING (FORMAÇÃO)

Nesse primeiro momento, as metas são traçadas, existe um certo ânimo por parte dos integrantes e pouco é mostrado de suas reais intenções e personalidade. O líder sinaliza as normas, testes são feitos e cada um do grupo começa a procurar seu lugar.

Grupo: Thor, Groot e Rocket

Um pequeno e inusitado grupo formado no filme, que possui um objetivo bem claro: forjar a arma para matar Thanos. Vemos várias partes cômicas desses heróis e pouco atrito entre eles. Thor não conhece seus companheiros e virse-versa e Groot está cada vez mais indiferente (por causa da aborrecência) com seu companheiro Rocket. Uma equipe fria que ainda está se descobrindo e enfrentará situações que ainda fortalecerão seus laços.

2) STORMING (CONFRONTO)

Podemos resumir essa segunda fase com uma frase bem popular: É quando as pessoas botam as garras para fora! Depois de um entusiasmo inicial, surgem problemas com a equipe e com o projeto quando as atividades realmente se iniciam. Mudança de prazos, pessoas entrando e saindo do grupo, dificuldades de execução nas tarefas, personalidades distintas e vários outros motivos levam à discórdia inevitável.

Grupo: Homem de Ferro, Doutor Estranho, Hulk, Homem Aranha e Wong

Um dos primeiros grupos a ser formado (e permanece assim até quase o final), é marcado pela troca de “elogios” entre quase todos. Um grupo desorganizado e repleto de ingratidão: Homem de Ferro lidera a má gestão de relacionamento, brigando pela liderança com o Dr Estranho, dando carão de pai no Aranha e sendo indiferente com os outros dois.

Não dá para listar todos os estranhamentos desse grupo, mas quem viu o filme sabe que a tensão rolou solta com esse pessoal.

3) NORMING (NORMATIZAÇÃO)

Um momento posterior à agitação dos confrontos, processos foram redefinidos, todos começam a entender seu objetivo e do seu colega também, reuniões e alinhamento de expectativas foram realizados e tudo agora caminha para um período de paz. Muitos consultores só conseguem trabalhar o alto desempenho de equipes apenas quando elas estão nesse estado, pois agora que vários problemas foram resolvidos, eles podem agora pensar em organizar a casa (norming) e partir para o alto desempenho (performing).

Grupo: grande grupo em titã lutando contra Thanos

Neste momento, podemos identificar a junção de 2 grupos de heróis, uma parte dos Guardiões da Galáxia e o grupo citado acima, liderados pelo Homem de Ferro e Doutor Estranho. Ambos vêm com conflitos prévios. Entretanto, depois de muitos debates engraçados e reflexões, eles conseguem bolar um plano para retirar a manopla de Thanos, e apesar de não terem sucesso, conseguem executá-lo muito bem.

Sincronizados e utilizando o melhor de cada um, surpreendendo a todos no cinema, eles demonstram características de um possível futuro alto desempenho, um grupo recém formado, que depois de muitas brigas acaba por cooperar e começar a trabalhar juntos em prol do bem maior.

4) PERFORMING (ALTA PERFORMANCE)

Como o próprio nome já denuncia, neste momento a equipe começa a trabalhar com seu maior potencial! Sincronizados, profissionais, respeitadores e geradores de resultados, são algumas palavras que definem esse momento. Muitos grupos nunca atingem esse patamar, já outros o fazem rapidamente. Tudo depende, a meu ver, da liderança.

Um grupo de pessoas fantásticas pode empacar um projeto por falta de um direcionamento assertivo, enquanto uma equipe com profissionais mais “humanos” sob a tutela de um grande líder e balizados em processos, ferramentas e capacitação, pode atingir grandes resultados.

Grupo: Sociedade de Wakanda e grupo do Capitão América

Perto do final do filme, vemos o grande confronto entre a turma de Thanos e os terráqueos. Nesse momento vemos um exército organizado e impecável, liderado pelo Pantera Negra e que ainda conta com a ajuda de um supergrupo.

Existe um plano a ser executado e todos conhecem seu papel, oferecendo suporte sempre que precisam uns aos outros, não existe atrito entre eles, mas sim um sentimento de necessidade de atingir o objetivo custe o que custar. O grupo do capitão, que salva o Visão e a Feiticeira também demonstra sincronismo e eficiência durante o resgate.

JORGE ALBUQUERQUE Graduado em Administração pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) . Articulista do portal Administradores.

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Escritórios virtuais e coworkings para inovação nas startups

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Coworking

Os Escritórios Virtuais e Coworkings de hoje se tornarão a base da nova economia compartilhada do século XXI, desconstruindo conceitos, processos e legislação e provocando o repensar das estruturas empresariais e sua logística.

Inicialmente o conceito de escritórios virtuais girava apenas em volta da utilização de espaços de trabalhos fora da sede da empresa ou um grande galpão onde adolescentes compartilhavam seus espaços para desenvolverem seus softwares, a exemplo do que ocorreu no Vale do Silício, movimento estimulado com o desenvolvimento da informática e da internet.

Na década de 90 algumas multinacionais aportaram no Brasil trazendo esse novo tipo de serviço, à exemplo da HQ Business Center, adquirida posteriormente pela Regus e da PostalNet, a qual oferecia vários serviços de escritórios além de salas para uso. O que foi logo absorvido pelo mercado brasileiro, tanto pelos usuários quanto por novos empresários que estavam se iniciando no empreendedorismo, grande parte deles oriundos de programas de demissão voluntária.

A ideia de compartilhamento de um mesmo espaço para utilização por várias empresas foi absorvida facilmente diante da visível economia que proporcionava para seus usuários, o que contribuía para que as empresas reduzissem de forma significativa os seus custos fixos.

Como toda nova ideia vem acompanhada de desafios, o principal deles foi conscientizar o poder público da viabilidade econômica e legal de permitir que fosse criada em um mesmo endereço mais de uma empresa, o que era, até então, inviável. Assim com a percepção futurista de algumas Prefeituras, o poder público decidiu permitir que esse compartilhamento de um mesmo espaço por várias empresas pudessem acontecer, regulamentando esse novo segmento que estava surgindo.

Entre as Prefeituras pioneiras nessa regulamentação é justo citar a Prefeitura de Aracaju, que regulamentou as atividades de escritório virtual no final de 2009, muito embora o primeiro escritório virtual do estado de Sergipe tenha sido instalado no segundo semestre do ano de 2003, o Portal Escritório Virtual que completa quinze anos.

Em 2012 os escritórios virtuais ganharam novo destaque na mídia de muitos países da Europa e nos Estados Unidos com o surgimento do termo “Coworking”, terminologia utilizada pela primeira vez por Brad Neuberg, em São Francisco na Califórnia, serviços já prestados pelos escritórios brasileiros com o nome de “estações de trabalho”.

Várias mudanças passaram a acontecer a partir de então:

1. O executivo poderia atender ligações de sua empresa em qualquer lugar através do serviço de Atendimento Personalizado;

2. Em um prédio, contendo apenas dez salas, já poderiam funcionar mais de trezentas empresas;

3. Encomendas poderiam ser encaminhadas pelo escritório para o endereço que o executivo determinasse; as correspondências poderiam ser entregues por motoboys ou simplesmente escaneadas e encaminhadas por e-mail;

4. Secretárias poderiam ser compartilhadas com várias outras empresas, sem onerar em suas despesas fixas;

5. Relacionamento interpessoal com sua equipe de trabalho e parceiros, restritos aos momentos agendados;

6. Menos deslocamento para o percurso trabalho x empresa, gerando economia com combustível e custo de manutenção com seu veículo, entre tantas outras.

Agora, surge uma nova realidade. A necessidade de se conectar, formar parcerias, compartilhar valores, aumentar sua rede de relacionamento e aí entra os escritórios virtuais e coworkings como elo necessário e indispensável para viabilizar esse processo.

Os escritórios virtuais deixarão de ser meros cabides de empresas, como muito deles são hoje, para se tornarem corresponsáveis pelo sucesso das empresas. Informando, fomentando, buscando novas ideias, oferecendo mentorias, para que cada uma das empresas cresçam de forma sustentável, estimulando-as a utilizar tecnologia de ponta em gestão à exemplo de ferramentas e metodologias como Busines Model Canvas, Design Thinks e Scrum, tornando-as mais competitivas.

ROSIVALDO ANDRADE DO NASCIMENTO Professor de Empreendedorismo da UNIT, Consultor credenciado do SEBRAE, Diretor-Presidente do Portal Escritório Virtual e Diretor Regional para o Nordeste da ANCEVA (ssociação Nacional de Coworking e Escritório Virtual.GoTeam).

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