Professor de matemática financeira ensino superior – O que faz, Salário, Formação, CBO
Veja o que faz, quanto ganha um Professor de matemática financeira (no ensino superior), onde estão as melhores vagas de emprego para professor de matemática financeira, informações completas do Ministério do Trabalho e Fundação Instituto De Pesquisas Econômicas – Fipe – Usp com a participação de empresas e profissionais do setor de matemática, educação e Recursos Humanos.
A seguir, as informações sobre Professor de Professor de matemática financeira ensino superior:
- Quanto ganha;
- Jornada de trabalho;
- Piso salarial;
- Salário médio;
- Maior salário;
- Salário hora;
- Código da Profissão;
- Atribuições / descrição do cargo;
- Formação e experiência;
- Condições gerais para exercício do cargo;
- Descrição das atividades;
- Recursos para exercício do cargo;
- Cargos relacionados;
- Participaram da pesquisa;
- Instituições.
Quanto ganha um Professor de matemática financeira ensino superior
- Jornada de trabalho: 17h
- Piso salarial: R$2.314,05
- Salário médio: R$3.259,23
- Maior salário: R$4.925,44
- Salário hora: R$37,55
- Código da Profissão: CBO 234105
Atribuições do cargo de professor de Professor de matemática financeira ensino superior
Lecionam matemática, estatística e computação, realizam pesquisas, produzem trabalhos acadêmicos em sua área de competência; orientam alunos, planejam e implementam cursos e disciplinas, avaliam desempenho do aluno, de programas e instituições. Coordenam atividades acadêmicas e científicas. Podem prestar assessoria nas áreas técnica e científica e colaborar em atividades institucionais.
FORMAÇÃO E EXPERIÊNCIA
O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após cinco anos de experiência.
CONDIÇÕES GERAIS PARA O EXERCÍCIO DO CARGO
Trabalham nas áreas da estatística, da computação, da matemática pura e aplicada e da pesquisa operacional, lecionando em faculdades e universidades públicas ou privadas, como estatutários ou assalariados com carteira assinada. Atuam, geralmente, de forma individual e em algumas atividades podem estar sujeitos ao estresse.
Código internacional CIUO88
2310 – Profesores de universidades y otros establecimientos de la enseñanza superior
2359 – Otros profesionales de la enseñanza, no clasificados bajo otros epígrafes
Nota
No mercado de trabalho é comum ocorrerem casos de profissionais que exercem, concomitantemente, funções de professor universitário e pesquisador. Para codificá-los, considerar a atividade principal.
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
LECIONAR MATEMÁTICA, ESTATÍSTICA, COMPUTAÇÃO
1 – Ministrar aulas presencialmente ou à distância;
2 – Preparar material suporte: didático, laboratório e outros;
3 – Recorrer a exemplos, conteúdos e aplicações de várias áreas do conhecimento;
4 – Organizar atividades práticas (sala de aula, campo e laboratório);
5 – Atender extra-classe para esclarecimentos complementares;
6 – Preparar aulas e avaliações
REALIZAR PESQUISAS
1 – Levantar questões a serem investigadas;
2 – Investigar o estado da arte do tema proposto;
3 – Elaborar projetos;
4 – Elaborar o referencial teórico-metodológico da pesquisa;
5 – Desenvolver teorias;
6 – Testar hipóteses;
7 – Modelar fenômenos, dados e processos;
8 – Coletar e analisar dados;
9 – Montar bancos de dados;
10 – Desenvolver software, algorítimos, programas, linguagens, sistemas operacionais e outros;
11 – Desenvolver hardware: equipamentos e componentes computacionais;
12 – Averiguar adequação de modelos visando à validação;
13 – Utilizar simulação numérica em testes de hipóteses, compreensão de fenômenos e validação de modelos;
14 – Construir protótipos de modelos e produtos;
15 – Interpretar resultados;
16 – Idealizar planejamentos estatísticos de experimentos;
17 – Interagir com pesquisadores de outros grupos de pesquisa;
PRODUZIR TRABALHOS ACADÊMICOS (TÉCNICOS, DIDÁTICOS E CIENTÍFICOS)
1 – Escrever livros técnicos, científicos e didáticos;
2 – Escrever artigos técnicos científicos;
3 – Traduzir livros e artigos técnicos, didáticos e científicos;
4 – Editar livros e revistas;
5 – Produzir software e hardware;
6 – Produzir vídeos científicos, didáticos e institucionais;
7 – Produzir textos didáticos;
8 – Preparar apresentações, demonstrações e exposições;
9 – Produzir relatórios técnicos e de pesquisa;
ORIENTAR ALUNOS
1 – Orientar alunos em atividade de iniciação científica;
2 – Orientar doutorandos;
3 – Orientar estágios;
4 – Orientar mestrandos;
5 – Orientar monografias de conclusão de curso;
6 – Orientar estágios de pós-doutorado;
7 – Orientar auxiliares de ensino (graduados);
8 – Orientar estágios docentes (Ped-Capes);
9 – Orientar alunos monitores (graduandos);
10 – Co-orientar alunos em atividades de pesquisa e pós-graduação;
11 – Orientar a vida acadêmica dos alunos;
12 – Orientar alunos para a criação de novos empreendimentos;
13 – Orientar estudantes para competições acadêmicas;
PLANEJAR E IMPLEMENTAR CURSOS E DISCIPLINAS
1 – Elaborar projetos pedagógicos;
2 – Planejar disciplinas;
3 – Projetar laboratórios de ensino;
4 – Implementar laboratórios de ensino;
5 – Revisar periodicamente a grade curricular;
6 – Propor novos métodos de ensino;
7 – Indicar livros, periódicos, revistas, software, anuários e manuais;
8 – Definir o perfil do corpo docente e discente;
9 – Elaborar critérios para admissão de alunos;
10 – Elaborar cursos de aperfeiçoamento;
11 – Elaborar cursos de especialização;
12 – Elaborar cursos de extensão;
AVALIAR DESEMPENHO ACADÊMICO, PROGRAMAS E INSTITUIÇÕES
1 – Avaliar o desempenho do aluno;
2 – Avaliar cursos de ensino superior para órgãos governamentais;
3 – Emitir pareceres técnicos sobre livros e artigos submetidos à publicação;
4 – Avaliar projetos e relatórios para órgãos de fomento e outras organizações;
5 – Participar de bancas examinadoras de concursos e títulos acadêmicos;
6 – Avaliar o desempenho funcional de seus pares;
7 – Avaliar continuamente a qualidade de cursos e disciplinas;
8 – Emitir parecer para processos de convalidação de disciplinas e diplomas;
COORDENAR ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICAS
1 – Coordenar a política científica de bibliotecas;
2 – Coordenar cursos de graduação;
3 – Coordenar cursos de extensão;
4 – Coordenar a política científica de laboratórios;
5 – Coordenar cursos de pós-graduação;
6 – Coordenar grupos de trabalho em associações científicas;
7 – Coordenar projetos de pesquisa, ensino e extensão;
8 – Coordenar eventos científicos;
9 – Coordenar disciplinas oferecidas simultaneamente à várias turmas;
PRESTAR ASSESSORIA NAS ÁREAS ACADÊMICA, TÉCNICA E CIENTÍFICA
1 – Integrar o corpo editorial de publicações científicas;
2 – Exarar pareceres técnicos para fins legais e outros;
3 – Assessorar a elaboração de trabalhos acadêmicos;
4 – Assessorar profissionais de diversas áreas;
5 – Assessorar pesquisas da comunidade;
6 – Assessorar instituições de ensino superior na adequação de seus cursos aos parâmetros do MEC;
7 – Assessorar a criação de empresas-juniores;
8 – Assessorar as atividades das empresas-juniores;
9 – Realizar diagnósticos sociodemográficos;
10 – Assessorar a otimização do gerenciamento de sistemas complexos;
11 – Assessorar a coleta, tratamento, análise e interpretação de dados;
12 – Assessorar, cientificamente, a organização de eventos;
13 – Assessorar na solução de problemas que envolvam a implantação de sistemas computacionais;
14 – Assessorar organizações na incorporação de novas metodologias e tecnologias;
15 – Assessorar nas etapas de planejamento, realização e análise de resultados de pesquisa;
16 – Transferir conhecimento para empresas e outros órgãos;
17 – Assessorar no desenvolvimento de produtos através de convênios;
COLABORAR EM ATIVIDADES INSTITUCIONAIS
1 – Participar da organização de processos de seleção;
2 – Dirigir unidades acadêmicas;
3 – Chefiar departamentos;
4 – Participar de comissões;
5 – Gerir projetos de ensino, pesquisa e extensão;
6 – Representar a categoria em órgãos colegiados;
7 – Participar de comissões de organização de eventos;
8 – Participar da administração de associações científicas;
9 – Participar da administração de órgãos de classe;
10 – Buscar fontes de financiamento;
11 – Implantar laboratórios;
12 – Realizar intercâmbios técnico-científicos;
13 – Estabelecer parcerias com organizações da sociedade civil;
COMUNICAR-SE
1 – Realizar visitas científicas;
2 – Disponibilizar material didático ´on line´;
3 – Utilizar correio eletrônico (e-mail);
4 – Disponibilizar ´on-line´ artigos, relatórios e software;
5 – Escrever artigos de opinião na imprensa;
6 – Divulgar trabalhos em revistas e periódicos;
7 – Dar entrevistas a órgãos de imprensa sobre assuntos de sua especialidade;
8 – Participar de eventos científicos;
9 – Proferir palestras;
10 – Escrever resenhas;
11 – Criar lista de discussão;
12 – Divulgar na comunidade as atividades de matemática, estatística e computação;
13 – Disseminar resultados de pesquisa;
DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
1 – Expressar-se com clareza, verbalmente e por escrito;
2 – Dominar sua área de conhecimento;
3 – Trabalhar em equipe;
4 – Manter-se atualizado;
5 – Motivar o aluno para o aprendizado e para a pesquisa;
6 – Buscar e assimilar teorias e novas tecnologias;
7 – Empreender projetos em negócios;
8 – Trabalhar interdisciplinarmente;
9 – Manifestar empatia;
10 – Demonstrar criatividade;
11 – Reformular suas idéias;
12 – Detectar novas possibilidades de aplicação dos resultados de pesquisa;
13 – Demonstrar objetividade;
14 – Raciocinar logicamente: abstrair, analisar, sintetizar e concluir;
15 – Dar concretude aos conceitos abstratos;
16 – Relacionar teoria à prática;
17 – Diagnosticar necessidades técnicas de alunos e usuários da matemática, estatística e computação;
18 – Constituir grupos de pesquisa
RECURSOS PARA EXERCÍCIO DO CARGO
- Computador;
- Livros;
- Datashow;
- Instrumentos de medida;
- Componentes eletrônicos;
- Placas de prototipação;
- Artigos e revistas;
- Calculadora;
- Videotv (Vca);
- Videoconferência;
- Bancos de dados;
- Retroprojetores;
- Giz e quadro;
- Software;
- Reprografia;
- Papel, lápis, caneta;
- Internet;
- Transparência;
- Impressoras;
CARGOS RELACIONADOS
- Professor de matemática aplicada (no ensino superior) – Professor de cálculo numérico (no ensino superior), Professor de matemática financeira (no ensino superior), Professor de teoria matemática de sistemas (no ensino superior);
- Professor de matemática pura (no ensino superior) – Professor de matemática (no ensino superior), Professor de álgebra linear (no ensino superior);
- Professor de estatística (no ensino superior) – Professor de amostragem estatística (no ensino superior);
- Professor de computação (no ensino superior) – Professor de informática (no ensino superior);
- Professor de pesquisa operacional (no ensino superior);
PARTICIPARAM DA PESQUISA
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INSTITUIÇÕES
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Instituição Conveniada Responsável
Fundação de Desenvolvimento da Unicamp – Funcamp
Fonte: Ministério do Trabalho