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Escritórios virtuais e coworkings para inovação nas startups

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Coworking

Os Escritórios Virtuais e Coworkings de hoje se tornarão a base da nova economia compartilhada do século XXI, desconstruindo conceitos, processos e legislação e provocando o repensar das estruturas empresariais e sua logística.

Inicialmente o conceito de escritórios virtuais girava apenas em volta da utilização de espaços de trabalhos fora da sede da empresa ou um grande galpão onde adolescentes compartilhavam seus espaços para desenvolverem seus softwares, a exemplo do que ocorreu no Vale do Silício, movimento estimulado com o desenvolvimento da informática e da internet.

Na década de 90 algumas multinacionais aportaram no Brasil trazendo esse novo tipo de serviço, à exemplo da HQ Business Center, adquirida posteriormente pela Regus e da PostalNet, a qual oferecia vários serviços de escritórios além de salas para uso. O que foi logo absorvido pelo mercado brasileiro, tanto pelos usuários quanto por novos empresários que estavam se iniciando no empreendedorismo, grande parte deles oriundos de programas de demissão voluntária.

A ideia de compartilhamento de um mesmo espaço para utilização por várias empresas foi absorvida facilmente diante da visível economia que proporcionava para seus usuários, o que contribuía para que as empresas reduzissem de forma significativa os seus custos fixos.

Como toda nova ideia vem acompanhada de desafios, o principal deles foi conscientizar o poder público da viabilidade econômica e legal de permitir que fosse criada em um mesmo endereço mais de uma empresa, o que era, até então, inviável. Assim com a percepção futurista de algumas Prefeituras, o poder público decidiu permitir que esse compartilhamento de um mesmo espaço por várias empresas pudessem acontecer, regulamentando esse novo segmento que estava surgindo.

Entre as Prefeituras pioneiras nessa regulamentação é justo citar a Prefeitura de Aracaju, que regulamentou as atividades de escritório virtual no final de 2009, muito embora o primeiro escritório virtual do estado de Sergipe tenha sido instalado no segundo semestre do ano de 2003, o Portal Escritório Virtual que completa quinze anos.

Em 2012 os escritórios virtuais ganharam novo destaque na mídia de muitos países da Europa e nos Estados Unidos com o surgimento do termo “Coworking”, terminologia utilizada pela primeira vez por Brad Neuberg, em São Francisco na Califórnia, serviços já prestados pelos escritórios brasileiros com o nome de “estações de trabalho”.

Várias mudanças passaram a acontecer a partir de então:

1. O executivo poderia atender ligações de sua empresa em qualquer lugar através do serviço de Atendimento Personalizado;

2. Em um prédio, contendo apenas dez salas, já poderiam funcionar mais de trezentas empresas;

3. Encomendas poderiam ser encaminhadas pelo escritório para o endereço que o executivo determinasse; as correspondências poderiam ser entregues por motoboys ou simplesmente escaneadas e encaminhadas por e-mail;

4. Secretárias poderiam ser compartilhadas com várias outras empresas, sem onerar em suas despesas fixas;

5. Relacionamento interpessoal com sua equipe de trabalho e parceiros, restritos aos momentos agendados;

6. Menos deslocamento para o percurso trabalho x empresa, gerando economia com combustível e custo de manutenção com seu veículo, entre tantas outras.

Agora, surge uma nova realidade. A necessidade de se conectar, formar parcerias, compartilhar valores, aumentar sua rede de relacionamento e aí entra os escritórios virtuais e coworkings como elo necessário e indispensável para viabilizar esse processo.

Os escritórios virtuais deixarão de ser meros cabides de empresas, como muito deles são hoje, para se tornarem corresponsáveis pelo sucesso das empresas. Informando, fomentando, buscando novas ideias, oferecendo mentorias, para que cada uma das empresas cresçam de forma sustentável, estimulando-as a utilizar tecnologia de ponta em gestão à exemplo de ferramentas e metodologias como Busines Model Canvas, Design Thinks e Scrum, tornando-as mais competitivas.

ROSIVALDO ANDRADE DO NASCIMENTO Professor de Empreendedorismo da UNIT, Consultor credenciado do SEBRAE, Diretor-Presidente do Portal Escritório Virtual e Diretor Regional para o Nordeste da ANCEVA (ssociação Nacional de Coworking e Escritório Virtual.GoTeam).

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Tem poder quem age

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O poder da Ação

Tem poder quem age

É comum sentir insatisfação em algum momento da vida, seja com o trabalho, os estudos, os relacionamentos amorosos, o corpo, com as pessoas com as quais você convive, etc. Porém, é errado que essa insatisfação permaneça por muito tempo. Interessante ler o livro do Coach Paulo Vieira, Phd “O Poder da Ação”, que promete fazer sua vida ideal sair do papel.

A obra mostra pesquisas e ampla investigação científica, realizada pelo próprio autor, que visa auxiliar os leitores a realmente mudarem de vida. Nele você encontra incentivos, desafios e até exercícios que podem ajudar a começar uma nova etapa e, consequentemente, atingir o sucesso profissional e pessoal.

O livro tem o objetivo claro de provocar mudanças. Ao invés de outros livros em que o autor apenas dá conselhos e exemplos de casos, neste ele resolveu inovar e usar uma metodologia diferenciada, que realmente estimula a ação. O que ele fez? Criou o Coaching Integral Sistêmico (CIS) e o juntou com desafios e provocações para a pessoa ficar estimulada a agir e ir em busca dos seus ideais, objetivos e sonhos.

Esse método foi o responsável por impactar 250 mil pessoas ao longo da carreira do autor, e pode impactar você também! Quando for ler “O Poder da Ação”, a dica é aceitar o que é proposto e dizer sim aos desafios. Até porque, por melhor que a metodologia seja, o único que responde por suas ações e que pode mudar sua vida, é você!

O LIVRO

Quando terminei a leitura do livro “O Poder da Ação”, editado pela Editora Gente, fiz algumas observações sobre: Ele tem 252 páginas com seu conteúdo dividido em 7 capítulos, cada um deles tratando sobre um aspecto fundamental para que o leitor possa tirar a vida ideal do papel e fazer acontecer. (Sair do estado atual – hoje – para um estado desejável – amanhã).

De modo direto e claro, o autor traz questionamentos e exercícios que nos fazem parar, pensar e reconhecer onde estamos errando, onde estamos acertando e principalmente onde estamos nos boicotando. Ele consegue deixar evidente que, se queremos que algo aconteça, precisamos realizar mudanças em nós, e essas mudanças podem ser drásticas, mas. Ao mudarmos o modo de pensar, de falar, de ser, de viver, de agir somos capazes de mudar os resultados de tudo o que pode acontecer na nossa vida, potencializando as chances de realizar os nossos sonhos. A regra é: AGIR, E AGIR CERTO.

Para isto há que colocar em prática os ensinamentos para dar ao leitor o poder da ação, da realização, da vida plena, feliz e saudável, inclusive financeiramente. Veja- -se seu Capítulo 3, sobre a Autor responsabilidade. É comum a pessoa ficar arrumando desculpas e culpados para as coisas negativas que lhe acontecem, quando na verdade só existe um culpado: ela própria. Criticar, reclamar das circunstâncias, buscar culpados, se fazer de vítima, justificar os erros e julgar as pessoas são pontos-chave para uma mudança na autor responsabilidade.

Ao fazer a leitura do livro em um ambiente calmo, propício à reflexão a cada toque mais profundo das palavras e principalmente realizar os exercícios que o autor propõe ao longo de cada capítulo, ao final será possível sentir algo diferente em você.

Haverá momentos em que o leitor vai achar que o autor está falando diretamente para ele pelas situações pelas quais todos nós passamos na vida. Com base no livro, o autor criou o curso “O Poder da Ação”, que é uma versão prática de todo o conteúdo, onde o participante passa por um verdadeiro processo de imersão, não só aprendendo mas também vivenciando o poder da ação.

MINHA EXPERIÊNCIA NO MÉTODO CIS

Participei, durante três dias no mês de abril de 2018, de forma intensiva, do curso Método CIS 188 (Método Coaching Integral Sistêmico) – Inteligência Emocional (I.E.), o maior treinamento de I.E. do mundo que representa um grande processo de transformação através dos conceitos de Coaching (sair do estado atual para o estado desejado), basicamente sobre Administração, Psicologia Positiva, Neurociência, Mente (Mind), entre muitos outros conceitos.

Por que CIS 188? Simples! Já foram ministrados mais de 187 treinamentos com esta metodologia. Durante o processo (50 horas de pura imersão em três dias) o Ph.D. Paulo Vieira liderou o treinamento para mais de 3.600 pessoas. Ele se constitui no maior treinamento de Inteligência Emocional com ferramentas de coaching da América Latina e ajuda a pessoa a eliminar obstáculos emocionais para que alcance seus objetivos. Criado pelo PhD e Coach Paulo Vieira, o curso é totalmente baseado em técnicas comprovadas cientificamente.

Abrange as mais diversas áreas da vida ao mesmo tempo e faz a pessoa ter acesso a técnicas para melhorar seu dia, aumentar sua produtividade, melhorar o diálogo com a família, seja esposa, filhos, pais, etc, assim como colegas de trabalho e seus colaboradores.

O método é promovido pela Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico e aplicado pelo referido Master Coach Paulo Vieira.Com mais de 100 mil pessoas impactadas em três continentes, o Método C.I.S. tem como objetivo ajudar as pessoas a aumentarem sua efetividade em tudo o que fazem assim como promover o bem estar e a felicidade do indivíduo.

Benefícios pessoais:

  1. Equilíbrio e Força Emocional;
  2. Reprogramação de Crenças;
  3. Alta performance Profissional;
  4. Preestabelecimento do Autocontrole Emocional;
  5. Autoestima e Eliminação de Autossabotagem;
  6. Realização de Metas e Objetivos;
  7. Eliminação dos Sintomas de Traumas e Vícios;
  8. Restauração de Relacionamentos;
  9. Quadros Mentais e Matriz de Mudança Humana;

Benefícios empresariais:

  1. Acréscimo de Competências;
  2. Fortalecimento do poder de liderança;
  3. Capacitação de gestores;
  4. Contribuição para o trabalho em equipe;
  5. Facilidade na realização de metas e objetivos;
  6. Aumento da lucratividade. Você pode fazer o que deseja.
DIEGO CABRAL FERREIRA DA COSTA Administrador (CRA-SE 2035-01), coach ISOR, consultor e mentor. Pós-Graduado em Gestão de Marketing. Experiência em gestão de empresas, formação de times, planejamento estratégico e marketing. Conselheiro federal de Administração.

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Programação Neurolinguística e Vendas

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Programação Neurolinguística

PNL e Vendas como a união dessas duas coisas pode transformar sua vida. PNL e vendas se tornou uma combinação fantástica para o desenvolvimento das habilidades em vendas.

Não estamos falando apenas dos vendedores, mas também de todos os profissionais que de alguma forma vendem algo todos os dias – seja compartilhando uma ideia inovadora ou convencendo alguém de que o seu projeto vale a pena.

Muito além do ambiente profissional, aliar a programação neurolinguística (PNL) com a prática de boa comunicação e negociação, é um recurso importante para qualquer pessoa.

A geração de influência e a satisfação com os resultados começam a partir daí.

Quer saber o que a união de PNL e vendas tem de tão especial? Continue lendo e descubra como essas ferramentas podem transformar a sua vida!

Como combinar PNL e vendas?

Aprender a usar PNL e vendas é um desafio gratificante. Primeiro, é preciso entender quais são as motivações, necessidades e valores do cliente. Analisando o que ele quer, você consegue usar uma abordagem adequada e desenvolver melhor o processo de venda.

Portanto, a PNL em vendas pode ser usada a partir da identificação e análise do perfil da pessoa que está se comunicando com você.

Legal, você já entendeu que esse recurso é importante para entender as necessidades dos clientes e vender melhor, mas…

Entenda todos os tipos de clientes

Visuais

Na modalidade visual, o cliente usa figuras para explicar o seu ponto de vista. Para acompanhar os quadros mentais que possuem, acabam falando mais rápido a fim de transmitir suas ideias na velocidade em que eles visualizam essas figuras.

Ou seja: usar gráficos, vídeos, imagens, apresentações, investir em design, ou qualquer outro recurso visual, pode ser determinante para esse cliente fechar negócio com você.

Auditivos

O cliente auditivo condiz às pessoas que falam mais pausadamente, buscando se comunicar de forma mais clara e ouvir algo pertinente do outro. Possuem um perfil mais observador e crítico.

Neste caso, a melhor maneira de conquistar o seu cliente é falar de maneira mais clara, procurar ter uma boa dicção, usar recursos de áudio e ter certeza de que o cliente está entendendo o que você está explicando.

Sinestésicos

Os sinestésicos são aqueles que se baseiam no tato. É muito raro conversar com um cliente deste perfil e não ser tocado por ele em algum momento. Eles sentem a necessidade de toque para se comunicarem e conhecerem um produto, por exemplo.

Você pode garantir a venda se não demonstrar incômodo sempre que esse cliente te tocar, deixar que ele mesmo segure, olhe e teste os produtos. Você pode usar esta necessidade ao seu favor; descrever as qualidades do produto, enquanto ele mexe é uma boa ideia.

As vantagens dessa união

A junção entre PNL e vendas garante diversos benefícios para você, entre eles:

  1. Aprender sobre linguagem corporal e desenvolvimento humano;
  2. Compreender as necessidades e motivações do interlocutor;
  3. Transformar a sua comunicação e visão de mundo;
  4. Atender às expectativas do interlocutor;
  5. Entregar algo de valor aos clientes;
  6. Vender cada vez mais.

Transformando a sua vida com PNL e vendas

Como você deve ter percebido, aplicar as técnicas de PNL em vendas pode trazer inúmeros benefícios para o desenvolvimento da comunicação, negociação e fidelização de clientes.

PNL e vendas envolve:

  1. Entender o seu interlocutor;
  2. Compreender as suas preferências;
  3. Escolher um meio de comunicação adequado para influenciá-lo.

E, assim, dar as condições para que ele associe a venda com uma sensação positiva, solucionando um problema ou favorecendo o seu prazer.

JORGE CABRAL Administrador (CRA 2166-01), Palestrante, Educador, Empreendedor, Estrategista, Coach (comportamental, executivo e de carreira), Mestre pela UFPE, Especialista em Gestão Empresarial, Especialista em Docência Universitária, Master Practitioner em PNL AV*NLP/EUA. Possui mais de 30 anos de experiência em Gestão, Estratégia, Liderança e Educação. Conselheiro Efetivo e Diretor de Fiscalização do Conselho Regional de Administração de Sergipe. Coordenador do curso de Administração da Estácio Sergipe.

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A nova era das maquininhas de cartão e dos pagamentos digitais

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Maquina de Cartão Pagamento Digital

A maioria das pessoas já sabe que aceitar cartão não é mais uma opção dos empreendedores, e sim uma necessidade que vem aumentando a cada dia, ainda mais nessa era moderna onde ficou muito mais prático e seguro andar com cartão no bolso.

Mas, o que muita gente não sabe é que por traz de todas as empresas de maquininhas de cartão, conhecidas também por Adquirente ou Subadquirente, Credenciadora ou Sub Credenciadora, existe uma grande estrutura tecnológica com vários envolvidos para que o comprador (dono do cartão) e vendedor (dono de empresa) consigam realizar a transação de forma segura e rápida.

Tudo começa pela famosa maquineta ou maquininha, conhecida tecnicamente como POS (point of sale) ou ainda modelos chamados de PIN Pad. Eu explico a diferença:

PIN Pad é um dispositivo utilizado apenas para informar o PIN ou a “senha” de forma segura (criptografada). Ele é utilizado geralmente plugado a um computador e nesse caso quem faz o processo de transmissão dos dados da venda é o software da empresa que depende da internet para que esses dados cheguem protegidos ao destino final.

É muito fácil diferenciar esse tipo de equipamento. O PIN Pad não consegue resolver todo o processo de venda sozinho. Ele depende de um computador ou outro dispositivo como Smartphones ou Tablets com acesso à internet, além de software específico (homologado) e de impressora para o comprovante. Nos dispositivos móveis, o comprovante pode ser enviado via SMS e outros meios.

O PIN Pad obedece a regras de uso que me parece ser instituído pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ou ainda pela Abecs – Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços. Nele, existem chaves criptográficas de cada Credenciadora, também chamado de mapa de chaves da ABECS (Master Keys).

A vantagem do mapa de chaves é permitir que o estabelecimento escolha livremente mais de uma Adquirente ou Credenciadora para trabalhar usando o mesmo PIN Pad, o que deixa o mercado mais competitivo e favorece o comerciante.

Já o POS é bem diferente, pois ele é totalmente independente e consegue resolver o processo da venda sozinho, sem precisar de mais dispositivos plugados e na sua grande maioria dispõe de tecnologia GPRS, que permite o transporte de dados por pacotes, através do uso de CHIP de operadora de telefonia.

Também possui um software de venda dentro dele e impressora para o comprovante. A indústria já tem investido em vários modelos mais modernos e tecnológicos, proporcionando mais serviços aos comerciantes a exemplo de alguns modelos de maquininha em formato de Smartphone com sistema operacional Android, permitindo a instalação de aplicativos para uso do comércio.

Na maquininha POS, o comerciante não consegue usar mais de uma Credenciadora, já que o equipamento não vem com as chaves criptográficas compartilhadas como no PIN Pad e isso pode afetar futuramente de forma muito negativa. Considerando que hoje em dia boa parte das empresas estão vendendo os equipamentos para os comerciantes, quando o comerciante compra, ele fica preso a uma única Credenciadora e caso ele queira mudar, terá que fazer outro investimento.

Ele nem imagina que poderia ser diferente se na máquina tivesse o mapa de chaves Abecs, pois ele teria a livre escolha para decidir qual Credenciadora é a melhor para seu estabelecimento ou ainda poder trabalhar com mais de uma, já que o equipamento é dele.

A compra dessa forma não favorece muito o comerciante, pois caso ele decida trocar de Credenciadora, ele precisa trocar de equipamento. Já para a Credenciadora, fica muito interessante, pois é uma maneira quase que forçada de garantir a fidelidade do comerciante.

Até certo tempo atrás, as gigantes Credenciadoras alugavam as maquininhas POS e tinham uma receita bem positiva sobre os alugueis. Porém, o mercado mudou e ainda vai mudar muito daqui para frente, basta observar a guerra de preço por taxas que tem acontecido.

No futuro, creio que vai sair na frente quem entregar pacote de soluções para os comerciantes que os ajudem a diminuir custos operacionais e aumentar as suas vendas, pois o custo operacional de um estabelecimento comercial ainda é elevado e para isso o comerciante que estiver atento, vai em busca de soluções que lhes dê melhor suporte.

Quando participei de um evento promovido pelo Banco Central, foi relatado claramente que eles vão apoiar modelos de pagamentos instantâneos, onde o pagador faça o pagamento e o recebedor receba esse recurso de forma instantânea, podendo usar o recurso imediatamente.

Aos poucos, o varejo deva se acostumar com os novos termos a exemplo: Fintech, Startup, Bitcoin, Criptomoeda, Pagamento Digital, Conta Digital, Adquirente, Subadquirente, Credenciador, Subcredenciador, Arranjo de Pagamento, InsurTech e outros.

Esse mercado está em uma fase nunca vista antes e, caros leitores e amigos especialistas, vamos ter que arregaçar as mangas e trabalhar muito se quisermos conquistar e não perder espaço dentro desse mercado.

LUCIANO MAYNARD Sócio da Serveloja Soluções Empresariais, especialista em meios de pagamentos, mercado financeiro, mercado de cartões e Fintech.

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