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Ideias de negócios

Ovos de páscoa – Saiba como fazer gastando pouco

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Saiba como fazer ovos de páscoa gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro com fabricação de ovos de páscoa caseira ou industrial, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

 

 

Como fazer ovos de páscoa

 

Ficha Técnica
Setor da Economia: Indústria
Ramo de Atividade: Fabricação de ovos de chocolate

 

Ovos de Páscoa

 

Descobertos junto com a América, os chocolates deram largada – já naquela época – em sua história de sucesso mundial. Apresentado às nações europeias, o chocolate tomou ares cosmopolitas e com o tempo diversificaram-se os motivos para sua fabricação e os hábitos de consumi-lo. Mais tarde, com a vinda dos imigrantes, a produção de chocolates e de ovos de chocolates difundiu-se no Brasil.
Atualmente, nosso país exporta mais do que chocolates, exporta uma maneira e um sabor especial desse inigualável alimento.

 

Mercado – Ovos de Páscoa

A produção industrial de Ovos de Páscoa tem seu maior problema na sazonalidade. Muito procurados na época da Páscoa, os ovos de chocolate são completamente ignorados durante os outros 11 meses do ano, caracterizando uma situação que exige a contratação e treinamento do pessoal admitido a cada ano especialmente para este fim. O resultado é a elevação dos custos.

 

Grandes Fabricantes – Ovos de Páscoa

 

Fabricantes tradicionais como Chocolates Garoto, Lacta e Nestlé marcam forte presença no mercado em termos de fixação da marca e associação com outros itens de sua linha de produção presentes no mercado em outras épocas do ano.

 

Pequenos Fabricantes – Ovos de Páscoa

 

Em contrapartida, as marcas mais artesanais têm a seu favor a falta de concorrência comparativa de preços. É verdade que sofrem com o desconhecimento de sua marca, mas nada que um belo e saboroso mostruário não resolva. Além do mais, ganha-se na exclusividade, na oferta de sabores diferenciados,na criação de embalagens criativas e características de cada local ou região. Oportunidades que inclusive consistem potencial para a comercialização dos produtos.

 

Tendência – Ovos de Páscoa

 

O mercado consumidor é crescente. No Brasil, a produção já alcança mais de 400 mil toneladas de chocolates/ano, com tendência ao crescimento. O consumo por habitante, que já foi inferior a 2 Kg por brasileiro/ano, caminha para 3 Kg por brasileiro/ano, um crescimento de 50% em menos de 5 anos. Até pouco tempo este era um mercado fechado. Não havia concorrência internacional e eram poucos os produtores locais. Com a entrada dos chocolates estrangeiros de sabor mais suave e paladar mais apropriado para adultos, abriu-se um novo mercado: produtos de chocolate feitos para adultos, com mais de 35 anos.

 

Consumidor – Ovos de Páscoa

 

Ao contrário das marcas líderes, detentoras de embalagens com personagens infantis famosos, as pequenas indústrias de Ovos de Páscoa têm seu público formado basicamente por adultos e podem, assim, explorar este mercado com sabores e embalagens apropriadas a esse público.

 

Investimento – Ovos de Páscoa

 

Os investimentos incluem a abertura da empresa, a compra ou aluguel de uma área para a instalação dos equipamentos, para estoque e movimentação dos produtos, além de um pequeno escritório. Será vital uma reserva de capital para investir em marketing, desenvolvimento de produto, sabores, embalagens, despesas com distribuição (própria ou de terceiros) para entrega das mercadorias, compra de matéria prima, materiais de escritório e de manutenção dos equipamentos. O empresário deve considerar o investimento na climatização do ambiente de produção, assegurando-se que não haja perda de qualidade dos chocolates em produção, em matéria prima ou estoque de produto acabado.

 

Instalações – Ovos de Páscoa

 

Inicialmente uma área com cerca de 45 m² é capaz de abrigar os primeiros equipamentos. O importante é observar as características adequadas de temperatura e umidade. A definição da área ideal dependerá basicamente da capacidade de investimento inicial e proporcionalmente ao volume de equipamento adquiridos no primeiro estágio de produção.

 

Máquinas e Equipamentos

 

Além de mobiliário, a empresa poderá investir na automatização da produção, aumentando sua capacidade produtiva e reduzindo os custos, gerando assim maior margem de lucros ao proprietário. Pode haver investimento em derretedeiras, misturadores, uma centrífuga, moldes pré-formatados, máquina de resfriamento, temperadeiras, equipamentos de desmoldagem e embalagem automatizados (em ambiente com controle de temperatura e umidade), drageadeiras, túneis de resfriamento, câmaras para armazenamento de matéria prima e de produtos acabados, há temperatura média de 20º, com ventilação forçada.

 

Começar derretendo no fogão o chocolate raspado é possível, mas não é o ideal. Equipamentos como derretedeiras elétricas – de preferência que não usem água, já que o chocolate absorve umidade e pode ficar viscoso – e temperadeiras (que reduzem a temperatura e induzem à cristalização) são mais apropriados que o banho-maria e o mármore. Depois, o chocolate – já nas formas – deve ir para túneis de resfriamento ou geladeiras com ventilação interna, que evitam a umidade. Apesar de começarem quase sempre na cozinha doméstica, muitos negócios artesanais crescem e acabam industrializando uma parte da produção. É preciso fabricar uma quantidade capaz de tornar o preço final competitivo. Sabe-se que pequenas fábricas, embora mantenham processos manuais, são frequentemente equipadas com embaladeira automáticas, drageadeiras e uma centrífuga.

 

Produtos – Ovos de Páscoa

 

Uma indústria de ovos de páscoa é na verdade uma indústria de chocolates. Produz guloseimas à base de chocolate. Sua atividade consiste na compra de insumos, matéria prima (chocolates, manteiga de cacau, massa de cacau, açúcar, etc.), na sua transformação em produtos de consumo, embalados adequadamente em embalagens atraentes e em quantidades adequadas para o consumo e venda para lojas, mercearias, bares, restaurantes e outros estabelecimento revendedores ou consumidores como hotéis, escolas, etc.

 

As inovações na produção de ovos de páscoa vem se concentrando na multiplicidade de formas e sabores. Os chocolates, assim como os ovos de páscoa, ganharam “temperos” de licores, maciez de trufas, cores variadas, formas diferentes e até com motivos eróticos.

 

Volume de Produção – Ovos de Páscoa

 

O empresário pode trabalhar de duas formas bem distintas. Produzindo antecipadamente de acordo com as projeções ou previsões de vendas. Ou então, estocar matéria prima e produzir após o recebimento de pedidos de clientes. A maioria das indústrias de grande porte trabalha com um mix dessas variantes. Estabelece um nível de produção mínimo projetado e depois efetua pequenos ajustes de acordo com a chegada de pedidos de clientes.

 

Empresas de menor porte, costumam produzir por ”intuição”, o que acarreta as vezes prejuízos, pois os produtos uma vez acabados têm data certa de validade. Após algum tempo, o comércio não aceita receber produtos perto da data de validade. Além disso, por não utilizarem conservantes químicos em seus processos produtivos, os produtos elaborados pelas pequenas indústrias têm tempo de validade muito curto. Assim, a preocupação com o fato do chocolate ser um produto perecível é fundamental para as decisões de produção, compra e venda de pequenos empresários nesta área.

 

Processo Produtivo – Ovos de Páscoa

 

O processo de fabricação de ovo de páscoa começa com a definição do tipo de chocolate que será utilizado e o tamanho, se vai ter adição de outros ingredientes como flocos crocantes, crocantes ou não, as etapas subsequentes estão descritas a seguir:

 

Temperagem – Ovos de Páscoa

 

Nesta etapa o chocolate passa por várias temperaturas para que todas as partículas de manteiga de cacau derretam por igual e se estabilizem. Quando todas as etapas da temperagem são seguidas cuidadosamente, estará assegurado o brilho, secagem rápida e aparência sem manchas do chocolate;
moldagem – Ovos de Páscoa

 

Depósito da massa temperada em moldes plásticos no formato e tamanho do ovo desejado;

 

Resfriamento – Ovos de Páscoa

 

Para manter a qualidade da têmpera, principalmente quando é obtida uma boa cristalização, é necessário que o resfriamento seja adequado. Mantendo-se temperatura ideal do local de trabalho em 20oC;

 

Desmoldagem e Embalagem – Ovos de Páscoa

 

Devem ser feitas em ambiente refrigerado para evitar a condensação de umidade na superfície do produto final;

 

Armazenamento – Ovos de Páscoa

 

Os ovos de páscoa são produtos sensíveis às variações de temperatura, luz, umidade, tempo e odores estranhos. A temperatura ideal de armazenamento de chocolate deve ser por volta de 20oC.

 

Como fazer Ovos de Páscoa

 

1. DERRETER O CHOCOLATE. O chocolate pode ser derretido em banho-maria, microondas ou derretedeira.

 

1.A)BANHO-MARIA. Com o banho-maria, use um refratário bem ajustado à borda de uma panela comum. Nesse processo é possível derreter até 300 gramas de chocolate de uma vez. Coloque água fria em quantidade suficiente apenas para banhar o fundo do refratário. Água em excesso faz com que o refratário “bóie” e perca o encaixe com a panela, aumentando o risco de umidade no chocolate; depois, ponha o chocolate picado dentro do refratário e em seguida, leve ao fogo bem baixo para que o chocolate receba o calor de maneira gradual; Retire a panela do fogo quando a água estiver morna, bem antes de ferver – verifique a temperatura da água com a mão: ela deve estar bem quente, mas suportável ao tato.

 

Nesse ponto, aproximadamente 1/3 do chocolate ainda estará em pedacinhos. Complete o derretimento e misture o chocolate com uma espátula, para aproveitar o calor da mistura. Caso persistam algumas “pelotinhas”, volte ao banho-maria com o fogo desligado, por alguns instantes, apenas para completar o derretimento.

 

1.B) MICROONDAS. Para derreter até 1 kg de chocolate use o microondas. O microondas afasta o perigo da proximidade com o vapor da água, mas é importante ficar atento ao tempo de derretimento, para que o chocolate não aqueça demasiadamente. Em média, quatro minutos e meio na potência média são suficientes para derreter 1 kg de chocolate. Na metade do tempo, abra o forno e mexa o chocolate para que ele derreta por igual; Retire o refratário do microondas e misture com uma espátula para completar o derretimento; Depois de misturado, o chocolate deverá estar bem liso e pronto para ser temperado (no ponto de ir para a fôrma). Caso persistam “pelotinhas”, volte ao microondas por poucos segundos até derreter completamente.

 

1.C) DERRETEDEIRA. A derretedeira é indicada para uso profissional, quando se utiliza quantidades superiores a 2,5 kg.

 

2. TEMPERAR O CHOCOLATE. Despeje o chocolate completamente derretido em outro refratário limpo e seco, para que a temperatura comece a cair; Misture o chocolate com uma espátula constantemente para que ele resfrie por igual, até atingir 29øC. A temperatura pode ser verificada colocando uma pequena porção de chocolate no pulso ou lábio. Sentindo que ele está “frio”, pode colocar na fôrma.

 

3. MOLDAR O CHOCOLATE. Com a ajuda de uma concha, dose o chocolate para a primeira camada. A quantidade deve ser pequena, suficiente apenas para cobrir a superfície da fôrma. Gire a fôrma fazendo movimentos circulares, para que o chocolate se espalhe por igual; Depois de forrar completamente a fôrma, leve à geladeira por dois ou três minutos, apenas para secar o chocolate; Despeje em seguida outra porção de chocolate, gire a fôrma e leve novamente à geladeira para fazer uma segunda camada. Repita esse processo até terminar todo o chocolate. Na última camada, espalhe um pouco mais de chocolate nas beiradas da fôrma. Retire os excessos com uma espátula para formar as bordas. Leve a fôrma à geladeira, com a boca virada para baixo sobre um papel-alumínio, por aproximadamente 20 minutos.

 

4. DESENFORMAR O OVO. O ovo deve permanecer na geladeira até que o chocolate seque completamente. Para identificar o momento de retirá-lo da geladeira observe a fôrma: ela deve estar ligeiramente esbranquiçada, sem brilho. Retire o ovo da geladeira, apoiado no papel-alumínio, e desenforme sobre uma superfície plana e seca. O ovo se soltará da fôrma com facilidade, basta levantá-la. Caso não ocorra, leve novamente a geladeira e espere alguns minutos. É importante ter atenção, pois o ovo pode quebrar se o chocolate for retirado antes da hora certa.

 

5. EMBALAGEM. Assim que o ovo for retirado da fôrma, é necessário esperar 12 horas para que seja embalado. Deixe o ovo em local fresco e arejado. Para embalá-lo, utilize papel chumbo. Depois, feche o embrulho com uma fita bem amarrada.

 

Bombons de Chocolate Puro

 

Siga o mesmo procedimento para derreter e temperar o chocolate. Assim que o chocolate estiver no ponto, despeje nas fôrmas próprias para bombons; Bata levemente a fôrma para não formar bolhas e retire os excessos com uma espátula. Leve à geladeira e deixe até que a fôrma fique “opaca”.

 

Bombons Recheados

 

Use garfos especiais para bombons ou os de “fondue” (esses garfos facilitam a preparação. Tamanhos e formatos diferentes possibilitam banhar e decorar qualquer tipo de recheio); Para banhar 20 bombons, use entre 250 g e 300 g de cobertura de chocolate; Aproveite o formato redondo do garfo para apoiar as cerejas. Mergulhe completamente o recheio num recipiente com bastante chocolate já temperado. Retire e dê leve batidas para tirar o excesso; Coloque os bombons sobre uma grade fina ou uma tábua coberta com papel-alumínio; Seque à temperatura ambiente (22øC) ou, se o dia estiver quente, leve à geladeira por alguns minutos.

 

Dicas  – Ovos de Páscoa

 

* Um tablete de cobertura de chocolate 500 g rende dois ovos com cerca de 350g com recheio de bombons;
* O prazo de validade do chocolate moldado sem qualquer adição é de 30 dias. Com adição de ingredientes secos o prazo diminui para sete dias;
* Muito tempo de refrigeração faz com que o chocolate perca o brilho e fique esbranquiçado;
* Para saber o ponto ideal do chocolate, depois de derretido, coloque um pouco nos lábios para perceber se está “frio”. Se a pele suportar a temperatura do chocolate, o ponto está ideal;
* Quando o bombom demorar a secar é sinal que o tempero não foi bem feito. Faça o teste com um bombom, antes de banhar os demais;

 

Casos de Sucesso

 

. SWEET BRAZIL. A empresária paulista Paula Azevedo ensina: “Bastam um fogão, um pedaço de mármore e uma geladeira para começar”. Foi com esses apetrechos comuns a qualquer cozinha que em 1986 ela iniciou a Sweet Brazil. Publicitária, Paula resolveu “brincar” de chocolateira um dia depois do trabalho e não parou mais. Começou virando noites derretendo em banho-maria o chocolate que raspava à mão. Essa investida rendeu a Paula 100 kg de ovos vendidos e uma pneumonia. Na Páscoa seguinte, já com um curso técnico na área, a publicitária vendeu outros 200 kg. Acabou abrindo uma loja, que emplacou pela originalidade dos produtos – de flores coloridas a páscoas temáticas, com “Carmens Mirandas” e bananas. Tudo, é claro, de chocolate. A expansão do negócio exigiu a ajuda de uma derretedeira e de muita criatividade, tanto na produção quanto no desenvolvimento de canais de distribuição. Paula já criou mais de 2 mil modelos diferentes e, desde o ano passado, trabalha a portas fechadas para clientes selecionados. “O primeiro passo é fazer um bom curso técnico na área”, explica a empresária, que indica as aulas de fornecedores, como Bondinho e Barra Doce, em São Paulo.

Notícias. “Mercado artesanal consome mais de 4 mil toneladas de chocolate ao ano”

 

Setor é marcado pela informalidade; muitos fazem ovos em casa para ajudar no orçamento.

 

Sem tentar competir com as grandes indústrias de chocolate, que serão responsáveis pela produção de 18,6 mil toneladas em ovos de Páscoa nesse ano, o mercado artesanal tenta seduzir o público com preços mais baratos ou com sofisticação exclusiva (nesse caso o que vale é a criatividade e não o custo). Segundo o vice-presidente da área de chocolate do Sindicato da Indústria de Produtos de Cacau, Chocolates, Balas e Derivados do Estado de São Paulo (Sicab), Getúlio Ursulino Netto, há cerca de 120 indústrias de pequeno porte no País. “São empresas de quatro a 15 funcionários, mas grande parte dessa produção artesanal está no mercado informal”, diz.

 

Segundo ele, esse mercado consome 4 mil toneladas de chocolate (que é produzido pela grande indústria) por ano. “Muitos fazem o trabalho em casa mesmo e compram o material em atacadistas”, afirma.

 

Em casa – O empresário Osvaldo Nunes sabe bem disso. Há 20 anos ele comanda a Chocolândia, uma loja atacadista no bairro do Ipiranga, na capital, que, segundo ele, recebe cerca de 2,8 mil clientes por dia, a maioria em busca de chocolate. “Há um crescimento grande nesse mercado. Cada vez mais as donas de casa estão descobrindo nesse filão uma forma de complementar a renda familiar ou de descobrir uma nova profissão”, diz.

 

Para ele, um dos grandes atrativos desse mercado é o baixo custo das barras maiores. “Com R$ 7,44, é possível fazer um ovo de 1 quilo – nesse preço está o chocolate, papel metálico com motivo de Páscoa, papel alumínio, suporte plástico, etiqueta e fita –, sendo que o peso equivalente do produto na grande indústria está na média de R$ 25.”

 

Prova de que o mercado está para peixe é a quantidade de cursos ministrados na própria loja de Nunes. Entre os destaques há o curso profissionalizante de chocolate em quatro aulas e o de bombons especiais. “Chegamos a receber até 50 alunos em uma aula.”
Fonte: O Estado de São Paulo

 

Legislação Específica

 

Toda empresa é obrigada a seguir uma série de normas legais, desde a localização às instalações físicas da fábrica, passando pelo processo produtivo e manipulação do alimento.
. Leis normais da indústria de alimentos (federal. Estadual e municipal). Consultar Associação das Indústrias, Junta Comercial, Vigilância Sanitária ou Contador.
. Resolução 12/22 do Ministério da Saúde, DOU de 24/07/1978
. Portaria 01 – DINAL de 28/01/1987

 

Eventos

 

. BRASILPACK – Feira Internacional da Embalagem
Promotora: Alcântara Machado
Site.
E.mail: info@brasilpack.com.br

 

CURSOS.

 

. BONDINHO Distribuidores de Produtos Alimentícios.
Av. Pompéia 1795, Pompéia – São Paulo/SP
CEP.050.23-001
http://www.bondinhochoc.com.br
E.mail. bondinho@bondinhochoc.com.br
TEL. 3672-1044

 

. SANTO ANTÔNIO Rua Serra de Juréia, 736, Tatuapé – São Paulo – SP
CEP 03.323-020
(011) 294-0137 / 6191-1966.

 

Entidades

. Centro de Tecnologia de Cereais e Chocolate do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), em Campinas/SP. Pesquisadora Fernanda Zaratini Vissotto.

 

Fornecedores de Produtos para fabricação de Chocolates

.HEBENSTREIT SOLLICH – LIMEIRA – SP
FONE: (19) 451.2422

 

. BONDINHO Distribuidora de Produtos Alimentícios Ltda
Av. Pompéia 1795, Pompéia – São Paulo/SP
CEP.050.23-001
TEL. 3672-1044
E.mail. bondinho@bondinhochoc.com.br

 

. SANTO ANTÔNIO
Rua Serra de Juréia, 736, Tatuapé – São Paulo – SP
CEP 03.323-020
(011) 294-0137 / 6191-1966.


Endereços na Internet:

http://www.cromus.com.br

 

Referências:
SebraeIBGEDIEESEIPTInstituto DatafolhaInstituto IBOPEWikipédia, Jornal EstadãoJornal Folha de S.PauloJornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA, MCTI, MDA, MDIC, MMA, MME, MTE.

 

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Como plantar Mamão

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Como Plantar Mamão Papaya

Ganhe muito dinheiro cultivando Mamão, saiba como plantar Mamão com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, captação de cliente, financiamento, mão de obra especializada, atendimento e muito mais…

Cultivo do mamão papaya

A origem do mamoeiro se perde nos tempos. O que se pode dizer com segurança é que, quando os europeus aportaram no continente americano, essa planta já era conhecida e seus frutos, folhas, látex e sementes bastante utilizados pelos habitantes da terra. Presume-se que o mamão tenha nascido na América tropical, e dali a fruta teria rapidamente se espalhado por todo o continente, devido a velocidade de seu ciclo vital, a facilidade com que a planta se propaga e se multiplica e a rapidez com que nascem seus frutos.O mamoeiro exige climas quentes e úmidos, não tolerando o frio. O solo deve ser adubado ou fértil, humoso e bem drenado. O mamoeiro cresce rápido e produz bastante, florescendo e frutificando muitas vezes ao mesmo tempo e durante o ano todo. Atualmente, ele pode ser encontrado em praticamente todos os países tropicais do globo.

O mamão papaia

O mamoeiro é uma árvore de pequeno porte cujo nome científico é carica papaya L, pertencente a família botânica Caricaceae, que dura pouco. Os sexos do mamoeiro encontram-se em plantas separadas: mamoeiros-machos e mamoeiros-fêmeas, sua principal peculiaridade. As flores nascidas dos mamoeiros-machos, embora não se transformem em frutos comestíveis, têm a importante função de fecundar as flores do mamoeiro-fêmea. Tais flores ficam dependuradas e distanciadas do caule da árvore, sendo o que permite identificar, com bastante facilidade, o sexo do mamoeiro. Às vezes nascem flores hermafroditas, dando origem a frutas atípicas, os mamões-machos, muito importantes no processo de fecundação dos mamoeiros. A casca do mamão é bastante delicada: quando verde, sua cor é também verde; aos poucos, à medida que o fruto amadurece, ela vai se tingindo de manchas ou faixas de coloração amarela ou alaranjado-clara, até perder completamente o tom esverdeado.

Aproveitamento

As sementes, que ficam ligadas por fibras à extremidade interna da polpa, ocorrem em grande quantidade, que apesar de serem desprezadas, são comestíveis e teriam muitas utilidades medicinas. Com o miolo do caule do mamoeiro também faz-se um doce exótico. Por fim, pode-se ainda utilizar o mamão verde como legume, cortado em pedacinhos e refogado, ou ainda em sopas e ensopados de carne.

Latex Papaina

Do mamão-papaya verde podemos retirar um látex que é muito rico em uma substância chamada papaína, que se encontra espalhada por toda a planta e vai sumindo à medida que a fruta amadurece. É uma substância de muitos usos medicinais e industriais. Em países como Sri Lanka, Tanzânia e Uganda, explora- se o fruto verde do mamão em grandes plantações com  finalidades industriais. Esse látex, convertido em pó, é enviado a laboratórios da Europa e da América do Norte, onde é refinado, transformado, engarrafado, patenteado, rotulado e comercializado em remédios, em amaciantes de carnes, em loções para a pele, em produtos industriais para clarear cervejas, para amaciar couros e lãs.

Produção de Mamão no Brasil

O Brasil é o maior produtor de mamão do mundo. Com excelentes condições de desenvolvimento no País, com possibilidade de cultivo em todas regiões. A Bahia, mais precisamente a região de Teixeira de Freitas, tem o maior foco produtivo, seguido pela região de Linhares, no norte do Espírito Santo. No entanto, o mamão cultivado no Espírito Santo, por se tratar da variedade papaia, é o que tem mais prestígio junto aos consumidores, principalmente entre os estrangeiros.

Cuidados especiais do Mamão

O cultivo e plantio de mamão papaya, atualmente, no Brasil é uma atividade agrícola especializada, que exige dedicação, conhecimentos técnicos de alto nível e utilização de métodos modernos de manejo da cultura (pontos que combinados e conduzidos em bases racionais, proporcionam rendimentos compensadores). É fundamental o acompanhamento de um agrônomo na fase inicial, com objetivo de aprender a lidar com as doenças e evitar a perda da plantio e colheitas. As colheitas ocorrem ente marco e maio. As estimativas preliminares de produção são de 5t/ha.

Solo ideal para o cultivo do Mamão

O cultivo do mamão papaya dá-se bem solos de textura média, profundos, permeáveis e com bom teor de matéria orgânica. Como o mamoeiro é muito sensível ao excesso de água, será preciso utilizar drenagem, sempre que necessário. Prefere os solos neutros e não tolera salinidade, mesmo em níveis baixos. Para produzir bem, o mamoeiro exige que o solo receba calagem com calcáreo dolomítico, que lhe assegura saturação de bases de 80%.

Plantio do Mamão

O plantio ocorre em agosto e setembro, em covas de 30 x 30 x 30cm, cavadas ou feitas com sulcador na profundidade 30cm. São necessários 1.500 a 1.700 laminados ou sacos plásticos/hectare, com três a quatro mudas por recipiente. No plantio, retirar o recipiente para o bom desenvolvimento das raízes e comprimir cuidadosamente o terreno que circunda os torrões para que estes não se desfaçam. Para combater a erosão, recomenda-se o plantio em nível, uso de terraços, patamares e banquetas, capinas em ruas alternadas, etc… Capinas manuais e podas
de limpeza.

Adubações no Mamoeiro

Depende da análise química do solo, mas não se pode esquecer que o nitrogênio deve ser empregado com cautela pois favorece o crescimento excessivo da planta e o aparecimento de doenças do tronco e das raízes; o potássio evita o amolecimento da polpa por excesso de chuvas ou de nitrogênio; o boro e o zinco, indispensáveis, podem ser fornecidos por meio do solo ou de pulverizações. A primeira adubação começa vinte dias antes do plantio. Outras adubações com porcentagens diferentes de fertilizantes  serão aplicadas um mês depois do plantio da muda ou no primeiro desbaste e serão repetidas dois meses depois. Nos meses de setembro, dezembro e março será preciso fazer nova adubação.
A adubação por planta obedece critérios diferentes. No plantio, na cova: 20Kg de esterco de curral; 1Kg de fosfato natural; 150g de cloreto de potássio e 500g de calcário magnesiano; em cobertura : 200g de Nitrocálcio, em quatro parcelas. No pomar em formação: 40 a 60g de cada um dos nutrientes – N, P2O5 e K2O – por ano de idade. No pomar adulto: após a colheita: 8g de esterco de galinha; 1.500g de superfosfato e 600g de cloreto de potássio; na vegetação: três a quatro aplicações de 600 a 800g de sulfato de amônio.

Pragas e doenças do Mamão

O controle de pragas e doenças do mamoeiro é muito complexo porque ele produz continuamente. Por isso é preciso cuidado para que os frutos não absorvam o produto aplicado. A planta também é sensível a certas fórmulas, e o aplicador precisa ter cuidado consigo mesmo. Dentre as doenças merecem atenção especial o mosaico, causado por vírus, sem controle conhecido e que foi a causa do fim das plantações paulistas; varíola ou pinta-preta, causada por um fungo; antracnose; oídio; e a podridão-do-pedúnculo. A varióla é combatida por pulverizações com hidróxido de cobre ou oxicloreto de cobre na superfície inferior das folhas. Combate-se o mosaico pela eliminação das plantas atacadas e das cucurbitáceas (abóboras, melão, etc) existentes nos mamoais e fazendo-se o controle dos pulgões nas culturas vizinhas por meio de pulverizações com calda de fumo. A podridão-do-pé só pode ser prevenida com cuidados no plantio.
Os brotos laterais do mamoeiro devem ser retirados freqüentemente pois prejudicam o desenvolvimento da planta e são focos de ácaros. Além das doenças, existem os ácaros que limitam a produção: o ácaro-branco, ou ácaro-dos-ponteiros ou o ácaro-do-chapéu do mamoeiro eliminam as folhas do ponteiro, paralisam o crescimento da planta e expondo ao sol os frutos, que ficam queimados; o ácaro-da-rasgadura-da-folha que é rajado e produz teias para se proteger; a largata, que em muitos casos provoca o desfolhamento total da planta; o percevejo-verde ou maria-fedida que suga as folhas e os frutos; as cochonilhas, etc.

Culturas consorciadas

Convém utilizar a goiaba, os citrus e algumas culturas em consorciação com o mamão, que produz por cerca de três anos, tempo em que chega a hora de arrancar o mamoeiro, já muito alto. É exatamente então que essas fruteiras começam a produzir. Podem-se também plantar espécies como o guaraná, usando o mamão como sobreamento provisório.

Colheita do Mamão

Quatro a seis meses após a semeadura, começa o florescimento que, em condições favoráveis, pode continuar o ano todo. Os frutos amadurecem cinco a seis meses mais tarde, dependendo do clima e da intensidade de produção da planta. Os frutos devem ser retirados da planta por ligeira torção, sem ferimentos na casca. O colhedor deve usar luvas e mangas compridas para não ter contato com látex da planta.

Embalagem do Mamão

O mamão papaya deve ser protegido por folhas de jornal ao ser embalado; ele é comercializado em caixas de madeira com 37,50 x 30 x 15 cm, que comportam de oito a dezesseis unidades embrulhadas em papel ou protegidas no fundo por fitilho de madeira. Para exportação do papaia, são utilizadas caixas de papelão de 39 x 31 x 15,50 cm, em que cabem de oito a vinte frutos e com 7 Kg de peso líquido. A classificação do mamão no mercado é feita por número: mamão tipo 9, nove por caixa.

Sites relacionados

EMBRAPA:
Rural News: http://www.ruralnews.com.br

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Como montar uma Pizzaria

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Montar pizzaria

Ganhe muito dinheiro com Pizza, saiba como montar uma pizzaria com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Pizzaria

Mercado

A pizza é conhecida quase no mundo inteiro, mas nem na Itália é tão popular quanto no Brasil. Gostosa, fácil de preparar, barata e com grande variedade de sabores, é um dos pratos mais procurados no país. Essa preferência fez com que se expandissem os negócios de pizzaria em quase todas as regiões do Brasil.

O consumidor é seu principal alvo e a quem você deve dedicar a sua maior atenção. Mas não é só ele que compõe o que chamamos de mercado . Para planejar o seu negócio, você precisa conhecer também a concorrência e os fornecedores.

Não é difícil conhecer como funciona o mercado concorrente: basta dar uma volta na região que você delimitou como de abrangência do seu negócio e verificar se existem por ali muitos estabelecimentos similares ao seu. Não se limite a conhecer as pizzarias, mas também os bares, restaurantes e lanchonetes voltados para o mesmo público que você pretende atingir. Observe o funcionamento de cada um deles, o grau de conforto e higiene de suas instalações e os preços que praticam. Depois, em breves conversas com os consumidores, você pode identificar seu grau de satisfação com a qualidade dos produtos e do tipo de produto oferecido.

Planejamento

Não basta, no entanto, acreditar que só a pizza é suficiente para garantir o sucesso de seu negócio. É preciso planejar, porque o investimento é alto. Afinal, são muitas máquinas, equipamentos e capital de giro. E o retorno não vem antes de um ano. Por ser um prato apreciado em todas as classes sociais, as oportunidades de negócios surgem em todos os bairros. Mas, cuidado: não dá certo montar uma casa de luxo em bairro pobre, nem o contrário. É preciso saber o que deseja o seu cliente e procurar atendê-lo de todas as formas, montando rodízios, fazendo entregas em domicílio, etc..

Risco

Riscos existem, como em todo negócio. Para diminuir o risco, monte uma pizzaria com algo a mais, que a diferencie da concorrência.

Serviço

Quanto à forma de serviço, ela pode ser em mesas, no balcão ou entrega domiciliar. Ou ainda em pedaços, pizzas inteiras ou pelo sistema de rodízio de sabores. Tudo isso, e muito mais, vai depender do seu consumidor. Do que mais lhe agrada, do seu nível de sofisticação e do quanto ele pode pagar. Para descobrir isso, a fórmula mais eficiente é realizar uma pesquisa de mercado.

Fornecedores

Já a escolha dos fornecedores exige uma pesquisa mais profunda e cuidadosa. Numa primeira etapa, você deve pesquisar os fornecedores das máquinas e equipamentos que vai adquirir. Você pode encontrar a relação de fabricantes ou representantes em listas telefônicas, anuários estatísticos ou catálogos especializados. Antes de tomar qualquer decisão, recolha informações precisas sobre as características técnicas dos equipamentos (freezers, balcões frigoríficos, fornos, máquina registradora, etc.) e além dos preços e prazos de pagamento, certifique-se da garantia e da assistência técnica oferecida pelo fabricante.

Da mesma forma, faça um levantamento dos fornecedores dos ingredientes que você vai necessitar para produzir suas pizzas. Os ingredientes de maior consumo – como farinha de trigo, queijo e bebidas – devem, de preferência, ser comprados diretamente dos fabricantes. O restante dos produtos não perecíveis e os que podem ser armazenados por um prazo mais longo – como milho verde, champignons, presunto, calabresa, azeitonas, queijo catupiry e parmesão, etc. – podem ser comprados em atacadistas; os perecíveis – como tomate, pimentão e frutas para sucos – devem ser adquiridos diariamente, em feiras ou centros de distribuição de hortifrutigranjeiros.

Produto

Com relação ao tipo de produto, você pode optar pela massa fina, grossa ou oferecer as duas opções; se especializar em uma pequena quantidade de sabores ou desenvolver um cardápio mais variado e optar por assar em forno elétrico ou a lenha. A qualidade dos ingredientes que você vai utilizar vai definir o resultado final do seu produto.

Certifique-se, portanto, o que está comprando e que o fornecedor vai manter sempre o mesmo padrão. Essa garantia é tão importante quanto preço, prazo de pagamento e regularidade das entregas. A aquisição das mercadorias deve ser bem planejada e irá variar de acordo com as características do estabelecimento, especialmente hábitos de consumo da clientela.

Especial atenção deverá ser dada ao prazo de validade e estocagem do produto. Muitos são perecíveis (como tomate, cebola, fermento, farinha, frango e verduras), e devem ser adquiridos em quantidades suficientes para o consumo imediato. Os frios podem ser estocados em geladeira ou congelados no freezer, conservando-se, assim, por um período maior. Os enlatados têm validade mais extensa, permitindo compras em maiores quantidades.

Localização

Na escolha do ponto da sua pizzaria observe, inicialmente, os seguintes detalhes de localização: trânsito de pedestres – quanto maior melhor; proximidade de avenidas ou praças de grande movimento de veículos; facilidade de estacionamento, de preferência em frente à loja; facilidade de acesso de clientes, a pé, de ônibus ou metrô e de carro; condições de urbanização, limpeza e infra-estrutura da área.

Além desses pré-requisitos, pesquisas e estudos já realizados aconselham a tomar outros cuidados, quase nunca observados pelo empreendedor iniciante. Por exemplo, o de evitar lojas que fiquem em frente a pontos de ônibus.

A concentração de pessoas pode atrapalhar a visibilidade da sua fachada. Também porque seu negócio deve ficar o mais exposto possível. Evite lojas de fundo ou em galerias, a não ser que você possa se utilizar fartamente de placas indicativas para atrair e orientar sua clientela.

Equipamentos

Os equipamentos básicos para a instalação de uma pizzaria são os seguintes: cortador de frios; forno elétrico ou à lenha; freezer 180 litros; balança de mesa com capacidade de 5 kg; bancada com pia; fogão; geladeiras; prateleiras; balcões; banquetas; telefone; máquina de calcular, etc..

Despesas

As despesas gerais de administração irão variar de acordo com a estrutura adotada pelo empreendedor. Por exemplo, o valor do aluguel do imóvel será diferente em cada região e proporcional às dimensões e tipo de imóvel (casa, loja, sala, galpão, terreno).

As despesas básicas são praticamente padronizadas tais como energia elétrica, água, telefone, honorários do contador, retirada do proprietário. Já outras são específicas de uma Pizzaria, como detetizações periódicas.

Fatores que influenciam no negócio

Os fatores que influenciam nos resultados do negócio são:

  • Recursos financeiros para a instalação e aquisição dos equipamentos e estoque inicial de matéria-prima;
  • Estrutura eficiente de promoção e comercialização;
  • Atendimento ágil e eficaz;
  • Boa apresentação do estabelecimento;
  • Qualidade e preço.

Criando uma pizzaria

Definido o ponto, com base na pesquisa de mercado e na capacidade de investimento, planejamos uma pizzaria de 180m2, onde pretendemos vender três mil pizzas por mês, serviço à la carte, com 80 lugares na própria loja e atendimento para viagem.

Uma pizzaria é, antes de qualquer coisa, um lugar divertido e aconchegante, onde as pessoas se encontram para saborear uma boa massa e para conversar com os amigos. Desses 180m2, 103m2 de suas paredes podem ser pintados com tinta texturizada, procurando imitar o mármore travertino em cores terrosas. O teto será branco e o piso em tábua corrida, granito ou mesmo cerâmica, desde que resistente à abrasão e ao tráfego pesado. Qualquer das opções deve estar condicionada à facilidade de limpeza.

A iluminação no salão deve ser indireta, evitando o ofuscamento e daí o cansaço visual dos clientes. Essa decoração, complementada por uma música de fundo, cria um ambiente alegre e agradável, como se espera de uma pizzaria.

Criamos uma pizzaria com todo o preparo da massa aos olhos da clientela. A finalidade das pizzas, o ato de assar e a sua embalagem também é feita a olho nu, de maneira rápida e asseada. Na cozinha de apoio, abrigada do olhar dos clientes, são preparados os maravilhosos molhos. Para toda esta área temos quase 39m2, sem contar a pequena despensa com pouco mais de 4m2 e de um armário para a guarda de materiais diversos.
O preparo das massas aos olhos do público será a nota de destaque dessa casa e todo esse trabalho será desenvolvido como se fosse um aquário.

Investimento

Do investimento inicial deve-se usar:

  • 50% será disponibilizado para o investimento fixo que será composto de: balcão frigorífico, chopeira, máquina registradora, mesas de madeira com 4 cadeiras, forno de pizza, preparador de alimentos, liquidificador, extrator de sucos, geladeira comercial, freezer vertical, balança mecânica, cilindro elétrico industrial, fogão industrial, exaustores, fôrmas de alumínio para pizzas de diversos tamanhos, estantes, cortador de frios, pizzaiolla com 4 cubas 1/2 padrão e 8 cubas padrão, tulipas para chope, copos de vidro para água, colheres para mesa, facas para mesa, porta-guardanapos, bandejas grandes de alumínio, espátulas, toalhas para mesa, uniformes para funcionários, pratos para mesa, baldes para lixo, etc;
  • 35% do investimento inicial, vai ser reservado para o capital de giro, para a compra das mercadorias, dos materiais diretos, do pagamento da mão-de-obra direta e dos custos fixos;
  • 10% para reserva técnica;
  • 5% para diversos como registro da empresa, divulgação/marketing e outros custos.

Mão de obra e lucratividade

O número de empregados previsto é de 10 funcionários, a lucratividade de 10% e a taxa de retorno 1,3 ano.

Serviço de Entrega a Domicílio

Tal trabalho exige muito do empreendedor, pois será necessário acompanhar de perto toda a rotina, além de se fazer uma estrutura toda voltada para este tipo de serviço, tal como:

  • Os funcionários devem chegar ao local duas horas antes da abertura ao público, para a preparação da massa e do molho, fatiar os frios, etc.. A massa não deve ser feita em grandes quantidades, pois crescerá muito;
  • O atendimento ao consumidor é feito por telefone ou no balcão, e as pizzas são preparadas logo após o pedido. A rapidez no atendimento, bem como o cuidado ao transportar a pizza, são fundamentais;
  • O empreendedor deverá estar no local desde cedo, para o desenvolvimento das atividades de compra e gerenciamento das entregas de materiais, controles financeiros, funcionários e supervisão também no horário de atendimento aos fregueses;
  • O horário de trabalho deverá obedecer às exigências da clientela. A maior parte das empresas trabalham de terça a domingo, a partir do meio da tarde até às 24 horas, deixando as segundas-feiras para o descanso semanal;
  • Uma pizzaria com entrega em domicílio deverá localizar-se preferencialmente em bairros com alta densidade demográfica e com alto ou médio poder aquisitivo, deverá contar com áreas distintas para preparação das pizzas, estoque e atendimento ao público. O arranjo deverá ser feito de forma a facilitar o processo produtivo e a circulação de pessoas.

Registros

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar sua Editora para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
É de fundamental importância que o empreendedor tenha conhecimentos sobre algumas leis que regem esta atividade, tais como:
– LEI Nº 8.078/90. Código de Defesa do Consumidor, devendo desta forma consultar o PROCON para adequar seus produtos.

Sites afins

Pizzaria: http://www.pedidosja.com.br‎
Faronella: http://www.faronella.com.br
Casa da Pizza‎: http://www.casadapizza.com.br
Franquia Pizza Pré Assada: http://www.redelevepizza.com.br
Fornalenha Pizzaria‎: http://www.fornalenha.com.br

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Ideias de negócios

Como montar uma fábrica de Tomate Seco

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Fábrica de tomate seco

Ganhe muito dinheiro com produzindo tomates secos, saiba como montar uma fábrica de tomates secos com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Ficha Técnica
Setor da Economia: Secundário
Ramo de Atividade: Indústria
Tipo de Negócio: Produção de tomates secos
Produtos Ofertados/Produzidos: Tomates secos

Tomates secos história

Inicialmente introduzido na Europa como planta ornamental, por suas belas frutas amarelas – que era a cor original dos tomates – daí o nome dado pelos italianos, um dos primeiros povos a utilizá-lo para fins alimentares, de “pomodoro”.

Da família das Solanáceas, que inclui as berinjelas, planta em geral trepadeira e anual, originária das Américas Central e do Sul, a origem do nome “tomate” vem da palavra indígena Tomatl. As plantas desta família são todas venenosas, assim como as folhas e as raízes do tomateiro.

Na Europa, dentre as inúmeras modalidades de consumo, aprecia-se seu consumo como frutas que são. Lá é muito comum comprar tomates em quitandas e consumí-lo como fazemos com uma maçã. Entre nós, os tomates são apreciados à moda dos legumes e consumidos em saladas, cozidos, como tempero ou em molhos.

Outra modalidade de consumo que, originária da Itália, tem ótima aceitação entre os consumidores brasileiros, é o tomate seco, bastante utilizado em pizzas e lanches.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com áreas distintas e definidas:

  • Área de recepção da matéria-prima;
  • Área de lavagem e seleção;
  • Área de processamento;
  • Área de desidratação;
  • Área de envase, rotulagem e armazenamento;
  • Área administrativa.

As áreas de desidratação e de envase, devem apresentar um bom arejamento (ventilação).

Equipamentos

Os equipamentos necessários para montar uma pequena fábrica de tomates secos inclui:

  • Fogões industriais;
  • Lavadores;
  • Secadores;
  • Geladeiras;
  • Utensílios de cozinha;
  • Máquinas seladoras, etc.
  • Móveis e equipamentos para o escritório (mesas, cadeiras, computadores, fax, etc.).

Pessoal

Irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento, sendo que a mão-de-obra básica deve contar com ajudantes e encarregados.
A mão-de-obra para este tipo de atividade não requer qualificação específica, apenas recomenda-se treinamento par uso e conservação dos equipamentos, redução dos desperdícios, higiene do pessoal e local de trabalho.

Matéria prima

Os tomates do tipo industrial, de formato alongado e maduros, porém com polpa firme, com cerca de 6% de sólidos, são os mais apropriados para a desidratação. Para produzir 1 Kg de tomate desidratado são necessários, em média, 12 Kg do produto fresco.

Processo produtivo

Recebimento, Seleção e Classificação

Os tomates devem ser recebidos no local de processamento, classificados por tamanho, lavados com água clorada (3ml de água sanitária por litro de água), removendo as impurezas e só então poderão ser selecionados.
Essa seleção consiste em descartar os frutos deteriorados e imprestáveis para processamento.

Corte e retirada das sementes

Em seguida, corta-se os tomates ao meio, no sentido longitudinal com facas de aço inox, removendo-se suas sementes com colheres apropriadas. As sementes devem ser retiradas com os dedos (com Luvas) e aqueles que apresentarem defeitos na pele devem ser trabalhados de tal forma que estas partes sejam retiradas, caso contrário a qualidade do produto final será comprometida.

Salmoura

Coloca-se o sal num recipiente com água misturando-se até que os cristais fiquem totalmente dissolvidos. Depois de misturada a solução, coloca-se os tomates e agurda-se por 30 minutos. Para cada litro de água, serão adicionados 50 gramas de sal.

Desidratação/Secagem

O tempo de secagem dos tomates é variável. Alguns fatores contribuem para isso, como o tamanho, a espécie e o tipo dos tomates utilizados. O agrupamento por tomates do mesmo porte vai permitir uma secagem uniforme e com mais qualidade.

Tempero par tomate seco

O tipo de tempero a ser utilizado depende do custo final e das exigências do mercado.

Sugestão de tempero

80% de óleo de girassol, 20% de azeite de oliva e orégano a gosto. Mistura-se os produtos numa panela, aquecendo-os até atingir a temperatura de 90 graus centígrados. Durante o aquecimento, deve-se mexer o tempero para que sua mistura fique homogênea.

Embalagem para tomate seco

O produto deve ser acondicionado em vidros previamente esterilizados, colocando primeiro o tempero, depois os tomates e assim alternadamente, tomando cuidado para não quebrar os tomates. Esse procedimento resulta em produto de boa qualidade no sabor, textura e cor, além de proporcionar vida de prateleira mais longa.

Higiene do tomate seco

A higiene do local de fabricação e do pessoal envolvido é fator fundamental para obtenção de um produto de boa qualidade e aceitação pelos consumidores. As pessoas envolvidas nas operações manuais precisam usar luvas de borracha. Os utensílios devem estar sempre em boas condições para que não ocorram contaminações.

Fornecedores

Os fornecedores para esse  segmento são os próprios produtores de tomates “in natura”, mercados atacadistas e Ceasas.

Clientes

Os principais clientes são os restaurantes, flamberias, cantinas, pizzarias, etc.

Divulgação

A promoção do negócio pode ser feita junto à empreendimentos gastronômicos, como restaurantes e lojas de produtos típicos e do campo. Nesse caso, o proprietário pode programar visitas demonstrativas a esses locais. Outra forma de promoção é investir em anúncios nas publicações especializadas e em mala direta, que são ações publicitárias eficientes.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.

Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Algumas legislações que o futuro empreendedor deve ter conhecimento.
– LEI Nº 6.437/77. Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências.
– DECRETO-LEI Nº 986/69. Institui Normas Básicas sobre Alimentos.
– PORTARIA Nº 326/SUS/MS/97. Aprova o Regulamento Técnico; Condições Higiênicos-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos

Entidades

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária: http://www.anvisa.gov.br
EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária: http://www.embrapa.gov.br

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