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Empregos

Alerta sobre golpe do falso emprego

Você já deve ter ouvido falar do tal “golpe do falso emprego”, mas afinal, o que é isso? Supostas “Empresas” aplicam golpes em pessoas que estão à procura de uma oportunidade. Elas ligam, oferece uma vaga de emprego que é sempre irrecusável, com salários altíssimos, benefícios, aquele tipo de chance que todos sempre sonhamos e que te faz pensar que é seu dia de sorte!

Golpe do falso emprego

Utilizando-se de ardil, muitas empresas vêm abordando candidatos de modo agressivo, beneficiando-se de um momento de fragilidade do profissional que busca uma vaga no mercado de trabalho.

Várias são as iscas para a armadilha.

  1. Falsos anúncios de vagas em multinacionais, sempre com perfil “confidencial”;
  2. Captação de currículos cadastrados em sites especializados;
  3. Ligações para o candidato, alegando possuir uma vaga para o seu perfil, com agendamento de entrevista.

Seja qual for a isca, o objetivo é o mesmo: fazer o candidato acreditar que tal serviço de consultoria, contratado por uma empresa, está recrutando profissionais no mercado.

As terminologias usadas para as atividades exercidas na área da recolocação de empregos – headhunting, outplacement, job hunting – tornaram-se comuns em nosso dicionário.

Leia atentamente esse artigo sobre o golpe do falso emprego para não ser mais uma vítima:

Situações de suspeita.
Conselhos úteis. Saiba o que fazer para não ser mais uma vítima.
Informações sobre contrato.
Alerta do Procon.
Como proceder caso tenha caído no golpe.

Desconfie quando ocorrer as situação abaixo. O intuito é criar curiosidade e esperança na vítima para estimula-la a “pagar pra ver”.

  1. A consultoria liga para a vítima fora do horário comercial e marca entrevista para a manhã seguinte. Essa atitude dificulta checagens e “obriga” o candidato ir pessoalmente a empresa;
  2. O tipo de emprego ofertado pela consultoria por telefone é irrecusável;
  3. O salário é bem acima do oferecido pelo mercado, e os benefícios não condizem com o cargo em questão;
  4. A consultoria diz ao cliente que ele é perfeito para a vaga, mas seu currículo precisa ser refeito;
  5. Na hora da suposta entrevista com a consultoria, o “headhunter” perde mais tempo falando das maravilhas do futuro emprego e elogiando o perfil do que entrevistando o candidato;
  6. Antes de assinar o contrato, a agência diz que não cobra taxas do cliente, apenas o custo com o teste psicológico, supostamente exigido pela empresa;
  7. As promessas verbais de garantia de emprego não estão descritas no contrato.

É importante saber

  1. Empresas em processos de seleção avaliam se o candidato tem as características esperadas para a vaga, não o contrário;
  2. Mesmo que a garantia de emprego dada ao cliente tenha sido verbal e não conste em contrato, a atitude pode configurar crime;
  3. Desconfie quando tudo precisa ser resolvido ali, na hora. É pegar ou largar, só que a vaga tem um preço: a compra de consultoria de serviços de carreira.O passaporte para o emprego perfeito não é mais o seu currículo. É o seu cartão de crédito.
    “NUNCA PAGUE PELO EMPREGO”

Conselhos úteis: saiba o que fazer para não ser mais uma vítima

  1. Desconfie de promessas;
  2. Sempre fique atento ao golpe do falso emprego;
  3. Nunca pague por uma vaga. A natureza dessas empresas não é garantir o emprego, mas vender serviços;
  4. Antes de assinar qualquer documento, verifique se existem reclamações nos órgãos de defesa do consumidor;
  5. Nunca assine um contrato que não contemple a promessa feita verbalmente. Leve o documento para um advogado analisar;
  6. Se você comprou, exija qualidade. Peça explicações por escrito por seu desempenho por cada treinamento feito;
  7. Previna-se.Guarde os anúncios da empresa, leve alguém com você ou grave a conversa. Peça licença e coloque um gravador em cima da mesa;
  8. Antes de fechar um contrato com qualquer empresas prestadora de serviços e/ou produtos faça uma consulta direta ao Procon, Delegacia de Crimes Contra a Economia e Proteção do Consumidor (Delcon) e Ministério Público Estadual.
    Sempre que houver um processo em andamento em algumas destas instituições e o consumidor se dirigir a uma delas questionando o estabelecimento pelo nome, estes tem a permissão legal para informar o consumidor sobre a existência de um processo em andamento;
  9. A internet também é uma forma de evitar problemas futuros. Consultar o nome da empresa em sites de busca pode ser um alerta antes de ir a consultoria. Em caso de dúvidas, consulte o código de defesa ao consumidor no site do Ministério da Justiça. Visite também os sites: Reclame Aqui

Informações sobre Contrato

  1. O contrato é um documento firmado entre a empresa e o candidato que assegura com os cumprimentos e dever e precisa apresentar em cláusulas todas as práticas firmadas verbalmente;
  2. Mesmo que não exista uma cláusula abusiva no contrato, “na prática, o acordo verbal estabelecido entre as partes, também deve ser levado aos órgãos de defesa ao consumidor”;
  3. O contrato assinado pode ser contestado;
  4. A via-crúcis de quem se sentir prejudicado começa na tentativa de recuperar o dinheiro entregue a empresa. Se foi pago em prestações, é preciso sustar os cheques ou pedir o cancelamento das parcelas do cartão de crédito e solicitar formalmente o cancelamento do contrato de contrato com a firma. Em seguida, a pessoa pode procurar órgão de defesa do consumidor da sua própria cidade, como a Fundação Procon ou Idec, em busca de acordo entre as partes.”A falsa promessa de emprego está entre as principais reclamações recebidas pelo Procon”. Outro caminho é recorrer ao Juizado Especial Cìvel para solicitar reparação dos danos morais e materiais, desde que, juntos, somem até 40 salários;
  5. Para denunciar casos que ferem os direitos coletivos, basta enviar um e-mail para comunicação@mp.sp.gov.br

Entenda a diferença entre as empresas que operam com executivos

Headhunting: é uma parte da consultoria de gestão que ajuda a organizações a identificar, avaliar e recrutar executivos. A relação comercial é de empresa para empresa. (Association of Executive Search Consultants, organização que reúne as maiores empresas do setor nos Estados Unidos).

Outplacement: a função das empresas de outplacement é orientar e oferecer apoio ao executivo demitido para que lhe seja possível encontrar uma alternativa profissional ao emprego perdido. É também um serviço entre empresas.

Job Hunting: (recolocação profissional): serviços para profissionais que foram demitidos ou que procuram consultoria de carreira. Atende pessoas físicas que bancam os custos de serviço.

Sites afins

Ministério da Justiça: www.mj.gov.br
Consumidor: www.consumidor.gov.br
Reclame aqui: www.reclameaqui.com.br
Fundação PROCON SP: www.procon.sp.gov.br

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Ideias de negócios

Como abrir uma sorveteria self-service

Ganhe muito dinheiro vendendo sorvetes, saiba como abrir uma sorveteria self service com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Ficha Técnica:
Setor da Economia: Terciário.
Ramo de Atividade: Comércio.
Tipo de Negócio: Comércio de Sorvete.

Sorveteria Self Service – como abrir a sua

Mercado

Os grandes fabricantes de sorvetes estão apostando cada vez mais no seu produto e acreditando na potencialidade do mercado. Dessa forma, vêm deflagrando grandes campanhas que visam mudar o hábito de consumo dos brasileiros, procurando mostrar que, além de gostoso e refrescante, o sorvete é um excelente complemento alimentar. Novas marcas estão surgindo, na esteira do sucesso dos grandes produtores, através de investimentos em segmentos diversificados, com processos de fabricação mais artesanais, criação de novos sabores, etc.

Uma nova modalidade interessante de comercialização são as sorveterias por quilo. O secular sistema de servir o sorvete vai, aos poucos, dando lugar aos chamados bufês de sorvetes, onde o cliente se serve pelo sistema self-service , escolhendo o sabor do sorvete, a quantidade e as coberturas, variando conforme  seu gosto.

A revista Sorveteria Brasileira fez um estudo deste sistema, no Estado do Rio Grande do Sul, estado onde mais se vende sorvete no país e detectou que o sistema self-service tem feito sucesso porque os consumidores vêm se deliciando com a perspectiva de montar a própria taça, copo ou casquinha, definindo o quanto almejam de cada sabor e cobertura.

O mercado de sorvetes no Brasil ainda é pouco explorado. O sorvete é uma invenção antiga, dos chineses, que há 3 mil anos já misturavam neve com sucos de frutas para obter um alimento nutritivo, de consistência agradável e paladar saboroso.

Sorvete

Diversificando o produto

Sendo o  sorvete um produto fortemente associado ao verão, uma excelente alternativa para diminuir a sazonalidade do faturamento é diversificar os produtos, comercializando sucos, cafés, tortas geladas, doces e salgados.

Uma sorveteria que apresente uma grande novidade (sorvete de sabor inusitado, um tipo de casquinha até então desconhecido, caldas diferentes, etc.) poderá despertar a curiosidade do público em geral e, desta forma, ampliar sua clientela, desde que faça um bom trabalho de marketing.

Porém, os fatores que realmente cativam o consumidor é a boa qualidade do sorvete – e isto deve ser exigido dos fornecedores -, a limpeza do local e o bom atendimento.

Localização

Localizar um ponto em uma área mista (comercial e residencial), associado a um plano de marketing estratégico, pode garantir um movimento considerável, pois diversifica a clientela. Geralmente, o espaço que o empresário tem para o desenvolvimento de uma sorveteria é pequeno. Pode ser uma área de 15 a 20 m2 de loja ou mesmo um quiosque em um espaço vazio de um shopping.

Principalmente por ser pequena, a sorveteria deve ser leve, atrativa e colorida. Deve lembrar tudo o que é lúdico para atrair gente de todas as idades.

Os clientes devem ter facilidade de se locomoverem em torno de suas preferências. A ordem e a colocação de sorvetes, copos, pratos e talheres, coberturas, biscoitos e confeitos devem ser claras, com um caminho fácil de ser percorrido, onde se recorre ao que se quer. No final, um caixa para receber, pesar e cobrar do cliente.

Equipamentos

Os equipamentos básicos para uma sorveteria self-service são:
– Freezer para armazenagem.
– Balcão self-service com freezer (capacidade em torno de 400 litros);
– Caixa com Máquina registradora;
– Balança Eletrônica com etiquetadora;
– Mesas e cadeiras para clientes;
– Materiais Diversos (Conchas, baldes, porta-pás, colher de sorveteiro, expositores para caldas, biscoitos e confeitos, descartáveis, taças, copos, talheres, etc).

Mão de obra

A mão de obra é de de no mínimo 2 funcionários: 1 balconistas e 1 caixa.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretaria da Receita Federal;
– Registro na Secretaria da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Solicitação do Alvará da Vigilância Sanitária junto a Secretaria Municipal de Saúde.

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar a sua sorveteria self-service para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização), e também o Alvará de Funcionamento.

Sites afins

Fábrica de Sorvetes LUIGI: www.luigi.com.br
Fábrica de Sorvetes KIBON: www.kibon.com.br
Franquias de Sorvetes‎: www.icemellow.com.br
Sorvetes para eventos: www.desantossorveteria.com.br
SEBRAE/SC: www.sebrae-sc.com.br

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Giz Escolar – Saiba como fazer

Saiba como fazer Giz Escolar gastando pouco  sem cometer erros, ganhe muito dinheiro vendendo giz para escolas. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Fabricação de giz escolar

A implantação de uma unidade de fabricação de giz escolar pode ser considerada uma boa oportunidade de investimento, desde que o empreendedor esteja atento para detalhes como a qualidade da matéria prima utilizada que influenciará diretamente na qualidade do produto final a ser disponibilizado ao mercado consumidor, que é, em geral, formado basicamente por escolas públicas e particulares dos níveis fundamental, médio e superior, além de cursos profissionalizantes e extra curriculares.

Concorrência – Fabricação de giz escolar

A concorrência costuma ser grande, exigindo do futuro empreendedor o desenvolvimento de uma política de marketing e vendas bem definida e agressiva para conquistar e manter o seu consumidor.

Matéria Prima – Fabricação de giz escolar

A matéria prima mais utilizada na fabricação do giz escolar é a gipsita de fina granulação. É importante, para o sucesso do empreendimento, que o mesmo seja instalado em local de fácil abastecimento de matéria prima, mas o ideal é que esteja próximo da fonte produtora, e torna-se imprescindível a existência de uma infra estrutura capaz de suprir a empresa, destacando-se, nesse campo, aspectos relativos a energia elétrica, água, telefone e transportes.

Instalação – Fabricação de giz escolar

Para a instalação da unidade de produção, estimou-se, nesse estudo, uma área física de aproximadamente 600m², sendo cerca de 160m² de área construída e coberta, para estocagem tanto da matéria prima, quanto do produto final, que pode ser definido tecnicamente como giz de seção circular, levemente cônico, branco, com 70 mm de comprimento, 12 mm de diâmetro máximo e 9 mm de diâmetro mínimo.

O processo de produção segue as seguintes etapas

1) matéria prima / mistura / moldagem

O pó fino de gipsita é misturado a água com uma vareta em um balde plástico. A massa líquida obtida é derramada na mesa horizontal da máquina de moldagem e a mesmo flui para dentro dos moldes, que geralmente são em torno de 1000 em cada mesa, nos quais, posteriormente, serão introduzidos outros 1000 pinos extrusores, de baixo para cima;

2) pré-solidificação / pré-extrusão / solidificação / extrusão

Após a pré solidificação, que leva de 12 a 15 minutos, a máquina operadora ergue os pinos a uma altura de 10 mm, desprendendo, desse modo, o giz da parede dos moldes. Após um pequeno tempo de solidificação (4 a 5 minutos), a mesa da máquina de moldar é impulsionada na posição vertical e um depósito coletor com bandejas, é preso a superfície frontal da mesa. Com a ajuda dos pinos extrusores, o giz, completamente solidificado, é empurrado dos moldes para as bandejas do depósito coletor que é erguido da máquina e a mesa retorna a posição horizontal;

 3) coleta / transporte / secagem / embalagem

O giz é arrumado no depósito coletor e transportado para a secagem final. Logo após é acondicionado em caixas de 8,5×7,5×9,5 cm de dimensão, com capacidade para 64 bastões por caixa;

4) lavagem e lubrificação:

Os moldes são lavados e lubrificados para nova moldagem. Levando-se em conta que esse fluxo de produção leva cerca de 20 minutos para cada moldagem, e que a capacidade da máquina é de 3.000 unidade por hora, a empresa poderá produzir 1.200.000 bastões por mês, ou 18.750 caixas.

Equipamentos e instalações – Fabricação de giz escolar

– Investimentos em equipamentos e instalações: mesas para modelagem, baldes plásticos, depósitos coletores, peneiras de malha fina, varetas para mistura, carrinhos de mão, mesas para embalagem e rodos de madeira. Exige, ainda, automóvel utilitário pequeno e escritório para duas pessoas;

Pessoal – Fabricação de giz escolar

Sete (o proprietário, dois operadores de máquinas, três embaladores e um ajudante de expedição);

Risco

O risco é baixo.

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

 

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Geleias Diet e Light – Saiba como fazer

Saiba como fazer Geleias Diet e Light gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro fazendo geleias para diabéticos, obesos ou para quem faz regime, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Fabricação de geleias dietéticas

A Legislação Brasileira de alimentos define geleia como o produto obtido a partir de sucos clarificados de frutas que são cozidos até a consistência gelatinosa; ela deve ser clara, brilhante e transparente e, quando retirada da embalagem deve tremer sem escorrer.

A conservação das geleias deve-se, basicamente, ao baixo pH e o tratamento térmico aplicado ao produto. Além desses fatores, são essenciais para a estabilidade do produto as condições higiênicas do processo produtivo e a utilização de embalagens adequadas.

Geleias diet

São aquelas isentas da adição de adoçantes calóricos e são consumidas especialmente por diabéticos, obesos ou por indivíduos que se submetem a regimes com restrição ao açúcar. Para poder eliminar a adição de açúcares nas geleias dietéticas, sem que as mesmas percam suas características organolépticas, é necessário substituí-los por componentes que conferem “corpo” e doçura ao produto.

O “corpo” ou “volume” dos açúcares é substituído pela *polidextrose e a doçura dos açúcares é substituída pela mistura de edulcorantes. A polidextrose, por não ter sabor doce, é utilizada conjuntamente com edulcorantes intensos (*aspartame e o *acesulfame-k). A mistura do apartame e acesulfame-k tem a vantagem de proporcionar uma significativa redução calórica no produto, pois tem o poder adoçante aproximadamente 200 vezes maior que o do açúcar (sacarose) e não apresentar residual amargo, característico da maioria dos edulcorantes.

O *sorbitol também é utilizado como agente de “corpo” e como edulcorante natural. Quanto ao tipo de fruta, a preferida no mercado nacional é sem dúvida a geleia de morango. Outras se destacam como por exemplo as geleias de uva, abacaxi, goiaba, amora, laranja, ameixa e pêssego.

Componentes

– Polidextrose  – É um substituto do corpo do açúcar com somente 1 kcal/g, o que permite substituir parcial ou totalmente os açúcares, reduzindo significativamente as calorias. É um polímero de condensação de glicose com ligações não específicas, quantidades mínimas de sorbitol e ácido cítrico ligados. É obtido industrialmente a partir de glicose, sorbitol e ácido cítrico, substâncias encontradas naturalmente nas frutas e vegetais. A polidextrose possui muitas das características dos açúcares, no entanto, não tem muito sabor doce, seu sabor é neutro e suave. A polidextrose confere corpo, textura e palatibilidade aos produtos alimentícios de baixa caloria. A polidextrose não é cariogênica.

– Aspartame – É um produto formado a partir de dois aminoácidos encontrados em alimentos como carne, ovos, leite, frutas, hortaliças e cereais: o ácido aspártico e a fenilalanina, tem sabor doce agradável, não deixando qualquer sabor residual amargo. O aspartame contém apenas 4 kcal/g e seu poder adoçante é 200 vezes superior as do açúcar, proporcionando uma redução calórica significativa. Não provoca cáries, pois não é um carboidrato, podendo ser usado em formulações de produtos não cariogênicos. Convém salientar que os produtos adoçados com aspartame devem trazer nos rótulos a frase “Fenilcetonúricos: contém fenilalanina”, porque a fenilcetonúria é uma doença genética rara que inibe a capacidade do organismo de metabolizar o aminoácido fenilalanina, sendo detectada logo após o nascimento através do teste do pezinho.

– Acesulfame-k – É um edulcorante intensamente doce, completamente isento de calorias, seu poder adoçante é 200 vezes superior ao do açúcar. Seu sabor doce é rapidamente notado, permanecendo excessivamente no paladar e não deixando residual amargo.

– Sorbitol – É um poliól de sabor doce, encontrado na natureza em várias frutas como ameixa, cereja, maçã, pêra e pêssego. O sorbitol é obtido industrialmente através da hidrogenação catalítica da glicose. É um derivado de carboidrato e possui poder adoçante de aproximadamente 60% em relação ao açúcar (sacarose), contém apenas 2,4kcal/g e não é metabolizado, nem ingerido na mesma extensão que os carboidratos. É um auxiliar valioso na formulação de uma série de produtos alimentícios, pois quando adicionados ao produto conferem várias características benéficas, podendo funcionar como edulcorantes natural, como umectante e como agente de corpo. O sorbitol é anticariogênico, sendo indicado para uso em pastas de dente contendo flúor.

Etapas da conservação

1. Recepção e estocagem

Ao chegarem às indústrias, as frutas devem passar por uma pré-seleção quando, então, são separadas aquelas que estão fora do padrão de maturação e as que estão deteriorizadas. Caso não sejam processadas imediatamente, as frutas devem ser estocadas em lugares frescos e ventilados, para os casos de pequena demora, e/ou câmaras de refrigeração, para os casos mais demorados. É importante lembrar que cada tipo de fruta requer condições de refrigeração específicas, por isso não se aconselha o armazenamento conjunto de certos tipos de fruta.

2. Lavagem

Essa operação é feita em duas etapas: a primeira consiste em uma pré-lavagem através da imersão das frutas em água potável com agitação, sendo assim as sujeiras mais grosseira são retiradas ou amolecidas. Na segunda etapa realiza-se a lavagem propriamente dita, desta vez utilizando-se água clorada, esta lavagem fica mais eficiente quando realizada por aspersão de pequenos jatos d’água sob pressão, diretamente na fruta. Algumas frutas necessitam de uma operação de escovamento para completar a limpeza.

3. Seleção

Este é um dos fatores mais importantes que determinam a qualidade no produto final. Os atributos de qualidade adotados como critério de seleção são vários, dentre os quais se destacam: tamanho, cor, maturação, ausência de manchas ou defeitos causados por fungos e insetos, simetria, textura e sabor.
Na seleção de grande quantidade de matéria-prima é fundamental que se tomem alguns cuidados, como por exemplo: boa iluminação no local; treinamentos dos operários; revezamento periódicos para evitar a fadiga visual e utilização de padrões comparativo…

Após a lavagem, os frutos caem sobre a mesa de seleção, que pode ser uma esteira de borracha sanitária ou de roletes. Este último tem a vantagem de expor toda a superfície da fruta, tornando mais eficiente a seleção. As pessoas encarregadas da seleção manual retiram as frutas que estiverem podres, muito verdes e defeituosas. Pequenos defeitos e pontos podres devem ser retirados com facas de aço inoxidável. Cada selecionador, dependendo do estado das frutas, não pode trabalhar com mais de 400 kg por hora.

4. Descascamento

Após a limpeza e seleção, é necessário o descascamento que pode ser realizado por um dos seguintes métodos: manual; mecânico (abrasão); físico (água quente ou vapor) e químico (imersão em solução de soda cáustica), em alguns casos essa operação é dispensável.

5. Desintegração

Os desintegradores podem funcionar à temperatura ambiente ou à quente, com temperatura até 90ºC. No aquecimento, as reações enzimáticas de hidrólise de pectina e escurecimento são intensificadas durante a desintegração e exposição dos tecidos no ar. Em certos casos, essas reações são tão intensas que acarretam uma sensível perda de qualidade do produto final. Em alguns casos, o tratamento térmico além de inativar as enzimas tem por fim amolecer os tecidos e facilitar a operação de trituração. Esse processo pode ser feito em tachos, no caso de processos descontínuos, ou em cozedores contínuos. Existe um tipo de cozedor contínuo, o Thermascrew que consta de um duto transportador com aquecimento indireto, onde o transporte da fruta é feito através de uma rosca sem fim, que também é aquecida com vapor.

Tempo de permanência nesses equipamentos varia conforme o tipo de fruta. Quando a fruta não apresenta problemas de escurecimento ou hidrólise de pectina, pode-se fazer a desintegração à temperatura ambiente. Nesse caso, usa-se um desintegrador de facas rotativas ou martelo como o tipo Rietz.

6. Despolpamento e acabamento

É feito em despolpadeiras tem por finalidade separar a polpa do material fibroso, caroços, sementes e algumas vezes da casca. Algumas frutas podem ser levadas inteiras na despolpadeira, outras precisam ser descascadas e, no caso de frutas mais duras a necessidade de desintegração prévia. As despolpadeiras podem ser do tipo horizontal e vertical. Podem ser providas de pás revestidas de borracha, de escovas, ou roscas do tipo sem fim.

A movimentação dos braços ou rosca impele a massa contra peneiras que podem possuir furos de diâmetros variados. Estas peneiras podem ser trocadas, sendo que quanto menor forem os furos, mais fina será a polpa. Essa operação geralmente é feita em 2 ou 3 estágios, primeiramente em peneiras com furos de 1,5 mm, para a remoção de cascas e caroços, e depois em peneira com 0,5 mm, para fragmentos, sementes e peles, que é o acabamento, essa escolha depende do grau de refinamento da polpa que se deseja e do tipo de fruta.

7. Determinação do ponto final

Pode ser verificado pelo índice de refração, pela determinação da temperatura de ebulição e pelo teste da colher. Destes métodos o mais exato é o refratômetro para a sua execução é utilizado apenas nas indústrias maiores. O teste da colher, quando executado por um operador experiente juntamente com a medição da temperatura de ebulição, pode ser um método bastante preciso para a verificação do ponto final.

  • Índice de refração – Indica o teor de sólidos solúveis presente na geleia e pode ser medido em refratômetros manuais ou automáticos, acoplados ou não aos tachos de concentração. A determinação é feita tomando-se uma pequena amostra da geleia, resfriando-a até 20ºC e espalhando-a no prisma do aparelho, fazendo-se a leitura diretamente na escala em graus Brix. Os refratômetros normalmente vêm acompanhados com um sistema para resfriamento da amostra para 20ºC, sendo portanto, necessário efetuar a correção caso a leitura seja efetuada em outra temperatura. A geleia no ponto final deve apresentar um teor de sólidos de 68% a 20ºC.
  • Teste da colher – Consiste em retirar, com o auxílio de uma colher ou pá, uma pequena porção de geleia, incliná-la e deixá-la escorrer: se ficar parcialmente solidificada ou escorrer sob a forma de lâminas ou flocos limpos, a concentração está no ponto desejado.
  • Determinação da temperatura de ebulição – Outro método utilizado, geralmente em conjunto com o teste da colher, é a determinação da temperatura de ebulição da mistura com auxílio de um termômetro graduado até 110ºC. À medida que uma solução concentra a sua temperatura de ebulição aumenta, sendo possível estabelecer uma relação entre esses dois parâmetros. No ponto de gelatinização a geleia entra em ebulição a aproximadamente 5ºC acima da temperatura de ebulição da água pura. No nível do mar a temperatura de 104 a 105,7ºC corresponde a uma concentração de 65 a 68% de sólidos solúveis na geleia, sendo que em altitudes diferentes ocorrem pequenas variações. Geralmente as fábricas estabelecem uma temperatura final adequada, que é sempre seguida nos processamentos, visando atender os seus padrões de qualidade e as exigências dos consumidores.

8. Embalagem

– Ao atingir o ponto final a geleia é embalada em recipientes apropriados para a sua comercialização. No caso de latas, usa-se uma recravadeira comum que assegura o fechamento hermético da lata, protegendo adequadamente o alimento durante o processo de esterilização, resfriamento e estocagem. Existem recravadeiras manuais e automáticas, com dispositivos que permitem o fechamento de diversos tamanhos de latas. Nas embalagens de vidro, o fechamento pode ser manual ou através de recravadeiras apropriadas. O fechamento da embalagem é uma operação importante e deve ser perfeito, necessitando de um controle cuidadoso.

Tipos de geleias

 . Geleia de Morango

800 g de morangos limpos; 1 xícara (chá) de água;

3 colheres (sopa) de água; 19 colheres dosadoras de adoçante.

Modo de Preparo: Leve ao fogo uma panela com os morangos e a água. Deixe cozinhar até apurar bem e formar uma geleia (adicionar mais água, se necessário). Apague o fogo, adicione o adoçante e mexa bem.

Dados Nutricionais: Calorias – 133,95 kcal; Carboidratos – 25,49g; Proteínas – 4,39g; Lipídios – 1,60g

Rendimento: 300 g

. Geleia de Abacaxi

1 abacaxi médio, descascado e sem o miolo (± 1 kg);

1 xícara (chá) de água; 1/2 envelope de gelatina em pó sem sabor, branca;

16 colheres dosadoras de adoçante.

Modo de Preparo: Pique o abacaxi e coloque-o numa panela com 3/4 da água. Leve ao fogo e deixe até amaciar. Enquanto isso, misture a gelatina com o restante da água e deixe a gelatina hidratar durante 1 minuto. A seguir, coloque na panela com o abacaxi e apague o fogo. Adicione o adoçante, misture bem e deixe esfriar. Se quiser uma geleia mais lisa, passe-a pelo liquidificador ou multiprocessador.

DICA: Recheie rocamboles, bolos ou sirva com torradas.

Dados Nutricionais: Calorias – 634,40kcal; Carboidratos – 144,50g; Proteínas – 9,80g; Lipídios – 1,90g
Rendimento: 800 g

 . Geleia de Damasco

250 g de damascos secos;

1 xícara (chá) de água;

10 colheres de adoçante (10 g).

Modo de Preparo: Leve uma panela ao fogo com os damascos e a água. Deixe ferver até amolecer. A seguir, bata no liquidificador ou processador até formar uma pasta cremosa (acrescente mais água, se for necessário). Misture o adoçante e leve à geladeira.

Dica: substitua os damascos por ameixa preta ou outra fruta de sua preferência.

Dados Nutricionais: Calorias – 366,92kcal; Carboidratos – 74,38g; Proteínas – 17,35g
Rendimento: 300 g

 . Geleia de Laranja com Maçã Light

1 dúzia de laranja pêra; 6 maçãs médias; suco de um limão;
2 e ½ colheres de sopa rasa de adoçante; cravos a gosto
1 colher de chá de baunilha.

Modo de Preparo: Retire o suco das laranjas. Descasques as maçãs a fatie-as regando com suco de limão para não escurecerem. Leve o suco das laranjas ao fogo até ferver. Acrescente a baunilha, os cravos e as maçãs. Mexa até as maçãs derreterem e darem a consistência de geleia (aproximadamente 45 minutos).

Rendimento: 70 colheres de sopa rasa
Tempo de Preparo: 1 hora
Dados Nutricionais: Calorias – 13,26kcal; Carboidratos – 2,97g; Proteínas – 0,12g; Lipídeos – 0,10g

 . Geleia Tropical Light

1 mamão maduro médio cortado em pedaços pequenos;

1 abacaxi pequeno cortado em pedaços pequenos;

½ xícara de chá de água, suco de duas laranjas;

2 colheres de sopa rasa de adoçante;

1 colher de sopa de cascas de laranja;

2 cravos.

Modo de Preparo: Coloque em uma panela o abacaxi, o mamão e a água e deixe cozinhar em fogo brando até amolecer. Adicione o suco de laranja, o adoçante, as raspas de laranjas e o cravo. Cozinhe até que a geleia desprenda do funda da panela. Espere esfriar e coloque em vidros esterilizados.

Rendimento: 700 g
Tempo de Preparo: 1 hora e meia
Dados Nutricionais: Calorias – 11,02kcal; Carboidratos – 2,45g; Proteínas – 0,06g; Lipídeos – 0,10g

. Geleia de Goiaba

1 kg de goiaba sem semente;

4 colheres de sopa de adoçante.

Modo de Preparo: Liquidifique a goiaba e passe em uma peneira. Coloque em uma panela grande e deixe ferver sempre mexendo. Coloque o adoçante e deixe em fogo baixo até a textura de geleia.
5 porções – 115 calorias

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

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Ideias de negócios

Doces e geleias – Saiba como fazer

Saiba como fazer doces e geleias gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro fazendo geleias de frutas, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Fabricação de geleias de frutas

Uma empresa produtora de geleias, está possibilitada a comercializar seus produtos em diferentes mercados, independentemente do nível de exigência, ficando a opção por conta do empresário em função apenas do tipo de organização adotado.

Também deve ser ressaltado que as indústrias do ramo alimentício são unidades que requerem um ambiente bastante asseado, uma vez que a higiene é um fator fundamental a obtenção de produtos com qualidade. Esta característica deve se estender a todos os funcionários.

Localização – Fabricação de geleias de frutas

O crescimento e bom andamento do negócio independem da localização. A maioria da empresas fabricantes de compotas e geleias, tem seu início com uma produção caseira, dentro da cozinha da própria casa do empreendedor. Para uma pequena fábrica consideramos uma área composta de cozinha, área de armazenagem, escritório e banheiro. Na limpeza da área não deverão ser utilizados produtos químicos, para que não interfiram no sabor dos produtos.

Mão de obra – Fabricação de geleias de frutas

Nesse estudo consideramos que, inicialmente, será necessária a contratação de somente 01 auxiliar, além do trabalho do empreendedor. A oferta de mão-de-obra é relativamente fácil, sem necessidade de especialização, o mesmo podendo ser treinado pelo empreendedor. O empresário será responsável pelo gerenciamento do negócio, bem como das tarefas relativas às compras de matérias-primas, controle de estoque e vendas. Lembramos que, anteriormente à contratação de seus funcionários, o empreendedor deverá estar a par das determinações da legislação trabalhista para o cargo em questão.

Equipamentos – Fabricação de geleias de frutas

Os equipamentos básico para instalação de uma pequena fábrica de geleias são: um fogão; uma bancada; uma mesa de trabalho; uma geladeira; um freezer; louças em geral (panelas, tachos, talheres, etc.) prateleiras; armários; mesa e cadeiras para escritório; um telefax; uma máquina calcular; um computador; uma impressora e um veículo utilitário.

Matéria Prima – Fabricação de geleias de frutas

Por se tratar de uma indústria que tem como característica fundamental a função de agregar valor a matérias primas oriundas de pequenas ou no máximo médias propriedades rurais, fica facilitado o relacionamento entre produtor e fornecedor, o que ameniza os problemas de falta de fornecimento e manutenção de qualidade. A aquisição de matérias primas deve ser bem planejada e irá variar de acordo com as características do estabelecimento, especialmente hábitos de consumo da clientela. Os principais itens são: frutas, potes de vidro, açúcar e etiquetas.

O Produto – Fabricação de geleias de frutas

A geleia é o produto obtido da combinação de suco de frutas com açúcar, que depois de cozido e frio tem consistência branda, compacta e trêmula. As geleias, além de nos fornecerem vitaminas e sais minerais inerentes às frutas que foram usadas na sua preparação, são rica fonte de energia.

Ingredientes – Fabricação de geleias de frutas

São necessárias proporções adequadas de pectina de ácido das frutas e de açúcar para se obter geleia.

A) FRUTA: As frutas maduras emprestam à geleia a sua cor e sabor característicos, além de sais minerais e vitaminas que contêm. Nas frutas verdes encontramos a pectina e o ácido, substâncias importantíssimas no preparo de geleia.

B) PECTINA: Para a formação da geleia, as frutas tem que conter uma substância conhecida por pectina. Esta substância se forma pela decomposição da protopectina (hidrato de carbono presente nas frutas) pela ação de enzimas. A pectina, quando combinada com uma porção adequada de açúcar na presença de ácidos e sais minerais, precipitar-se-á formando a geleia. Encontra-se na polpa das frutas perto da casca, ao redor das sementes e nos caroços, principalmente em frutas mais verdes do que maduras. À medida que as frutas amadurecem, a pectina se transforma em ácido péctico.
O ácido péctico é solúvel em água, razão pela qual tem capacidade de gelatinização. Para extrair a pectina é necessário ferver as frutas rapidamente até ficarem um pouco macias. Cocção prolongada destrói a capacidade da pectina de formar geleia especialmente em frutas muito ácidas. Pouca pectina dará uma geleia mole. Quando não estiver segura da presença e qualidade da pectina no suco é aconselhável fazer o teste para determinar a sua presença.

Teste para determinar a presença de pectina no suco das frutas:

  1. Num copo despeje 2 a 3 colheres (sopa) de álcool;
  2. Despeje devagar no álcool, igual quantidade de suco (frio) da fruta;
  3. Misture, balançando a xícara levemente de um lado para o outro com movimentos rotativos;
  4. Deixe repousar 1 minuto.

Resultados:

a) Se o suco de fruta é rico em pectina forma-se uma massa sólida.
b) Se o suco é moderadamente rico em pectina, a massa se quebra em pedaços.
c) Se o suco é pobre em pectina, a massa se quebra em pedacinhos pequenos.

Recomenda-se o uso das seguintes proporções de suco e açúcar nos casos acima:

Rico em pectina – ¾ de xícara padrão de açúcar para cada xícara de suco.
Moderadamente rico – ½ a ¾ xícara de açúcar para 1 xícara de suco.
Pobre em pectina – o suco não poderá ser usado para fazer geleia, a menos que se adicione suco de frutas ricas em pectina, pectina extraída em casa, da casca da laranja ou de maçãs ou pectina comercial. As laranjas e maçãs são as frutas mais ricas em pectina.

Como extrair Pectina Líquida de Laranjas:

250 g de pele branca da laranja; 2 ½ copos de água;
2 colheres (sopa) de suco de limão.

Modo de Preparo:

  1. Lave e descasque levemente as laranjas, tirando a parte amarga (amarela), deixando somente a pele branca;
  2. Descasque novamente retirando a pele branca;
  3. Passe na máquina de moer carne ou no liquidificador com os outros ingredientes;
  4. Ferva durante 20 minutos;
  5. Coe em pano fino, sem espremer.

Nota: Pode-se conservar o extrato da pectina para uso futuro. Para isto, basta colocar o líquido obtido num frasco esterilizado, fechar bem e ferver em banho-maria por 20 minutos.

Pectina Caseira em pó – tipo comercial:

250 g de pele branca de laranja; 2 ½ copos de água;
2 colheres (sopa) de suco de limão; Álcool para formação de grumos.

Modo de Preparo:

  1. Extraia a pectina líquida;
  2. Coloque porções dentro de uma tigela com álcool comum, fazendo movimentos circulares – até formar grumos;
  3. Vá retirando os grumos formados e coloque-os numa peneira de taquara ao sol;
  4. Com a ação do sol, o álcool irá evaporar-se, ficando os grumos secos, ou seja, completamente desidratados;
  5. Passe os grumos no liquidificador até transformarem-se em pó;
  6. Guarde em vidros com tampa.

Observações:

A pectina comercial e caseira somente deverão ser colocadas quase no fim da cocção e misturadas com açúcar. Se não procedermos assim, a pectina empola.
Glicose: É uma substância ótima para colocar nas geleias, doces em pasta e caldas, e evitar a cristalização dos doces. A glicose é um açúcar menos doce do que o açúcar cristal e refinado. Podemos substituir 50% dos açúcares comuns das receitas, por glicose. A glicose é vendida por representantes de produtos alimentícios, sendo encontrada com facilidade no varejo.

C) ÁCIDO: O ácido é também necessário para dar forma e sabor à geleia. O teor ácido das diferentes frutas é variável decrescendo à medida que a fruta amadurece. A quantidade e o tipo de sais minerais presentes nas frutas afetam a acidez e, consequentemente, a facilidade de a pectina precipitar-se para formar a geleia.

Teste para determinar a acidez do suco das frutas:

Se a fruta tiver um sabor ácido, característico, geralmente contém ácido suficiente para se fazer geleia. Mas nem sempre frutas ácidas contém pectina. Se não tiver segurança quanto ao conteúdo ácido da fruta, poderá fazer o seguinte teste:

1. Misture 1 colher de chá de suco de limão, 3 colheres de sopa de água e ½ colher de chá de açúcar. Compare o gosto ácido desta mistura com a acidez do suco que for usar para a fabricação da geleia. Se o suco for comparável em acidez ao da mistura, terá ácido suficiente para fazer a geleia. Se tiver menos ácido adicione 1 colher de sopa de suco de limão para cada xícara de suco de fruta.

D) AÇÚCAR: O açúcar também ajuda a dar forma à geleia. Age como preservador, evitando que o produto se deteriore com facilidade. Melhora o sabor da geleia e aumenta o seu grau de maciez.

Esses três fatores: Pectina, Ácido e Açúcar – são interdependentes.

Os vidros para geleia, devem ser esterilizados e devem ter tampa de metal para ajudar a proteger a geleia contra bactérias, poeira e umidade. Devem levar uma camada de parafina antes da tampa.

Obs.: Para fazer geleia use uma panela bem grande (de preferência tacho de metal) e com a boca bem larga (facilita a evaporação) com capacidade 4 vezes a quantidade do suco a ser fervido.

Processo Produtivo – – Fabricação de geleias de frutas

  1. Selecione as frutas: Escolha frutas de boa qualidade, verdes e maduras;
  2. Limpe as frutas: Tire os cabinhos, lave as frutas com bastante água. Não descasque as frutas (porque a pectina se encontra na casca e próxima dela);
  3. Separe as frutas: Em pequenas porções de 3 a 4 Kg;
  4. Extraia o suco das frutas: Um quilo de frutas dará aproximadamente 2 xícaras de suco. Duas xícaras de suco misturadas com 2 xícaras darão aproximadamente 3 xícaras de geleia;
  5. Misture o caldo de frutas com o açúcar. Para conseguir uma geleia de boa qualidade, use apenas um pouco de caldo de cada vez: no máximo 4 xícaras (1 litro);
  6. Ferva até alcançar o ponto de geleia – ponha o caldo de fruta em fogo forte para ferver numa panela grande e rasa que permita evaporação rápida. Ferva continuamente até alcançar o ponto de geleia. Mexa de vez em quando para evitar que derrame. Retire a espuma. Faça o teste ponto de geleia.

Teste de ponto de geleia

1º) TESTE DO PINGO RASGADO:

1. Mergulhe uma colher de metal inoxidável na geleia;
2. Retire dê uma volta no ar e deixe cair, ou seja, escorrer a calda do lado da colher;
3. Se ainda pingarem gotas redondas a geleia não estará pronta;
4. Quando chegar a cair dois pingos como que rasgados da beirada da colher, a geleia estará pronta.

2º) TESTE PROVA DE ESFRIAR:

Coloque uma colherinha de geleia num pires frio e deixe descansar por um ou dois minutos. Se firmar e não espalhar, estará pronta.
Obs.: É essencial, neste teste, retirar a panela do fogo cada vez que se testar a geleia.

3º) TESTE PROVA DO TERMÔMETRO:

1. O ponto de geleia varia entre 103 a 108°C;
2. Nas geleias de frutas cítricas se obtém o ponto a 106°C e o de goiaba a 108°C;
3. Na geleia de jabuticaba o ponto fica entre 105 a 106°C.

4º) TESTE ÁLCOOL:

1. Coloque 2 colheres (sopa) de álcool em um pires;
2. Derrame um pouco de geleia;
3. Se não espalhar e ficar gelatinosa, estará no ponto.
Obs.: Não prove esta mistura porque é tóxica. Para se fazer este teste, retire a panela do fogo, para que não passe do ponto.

Embalagem – Fabricação de geleias de frutas

Quando a geleia atingir o ponto, proceda das seguintes maneiras:

1. Retire os vidros da água quente (esterilização) e deixe escorrer sobre uma bandeja uns 5 minutos. Cubra-os com um guardanapo limpo, para evitar que se esfriem ou sujem;
2. Retire a panela do fogo e encha imediatamente os vidros;
3. Encha os vidros – Despeje a calda quente nos vidros até 1 cm da borda (faça esta operação rapidamente para evitar que a geleia comece a endurecer ou incorporar, ficando com a aparência opaca);
4. Limpe as bordas – com um pano limpo. Cubra os vidros cheios com uma toalha limpa para protegê-los contra poeira;
5. Não sacuda os vidros e nem mexa muito com eles pois quebrará a geleia incorporando ar na mesma, prejudicando a sua textura e aparência;
6. Feche e armazene – os vidros estarão prontos para serem armazenados e fechados assim que a geleia estiver fria e consistente. Coloque a parafina, coloque a tampa, vede bem e rotule. Guarde em lugar fresco e seco.

Características de uma boa geleia

1. Transparente, brilhante, sem sedimento;
2. Tem a cor e sabor da fruta de que foi feita;
3. Quando despejada sobre um prato, conserva o formato da vasilha em que foi guardada;
4. Treme quando se mexe com ela;
5. Fácil de ser cortada, conservando sua forma.

Defeitos no reparo de geleia

Xaroposa – Este defeito normalmente se dá em função da falta de açúcar, ácido e pectina, ou ainda, do excesso de açúcar. E pode ser também resultado de cocção insuficiente e/ou uso de muita água para extrair o suco;

Fermentada – Este defeito normalmente ocorre pela falta de açúcar líquido. Pode ocorrer também quando o vidro for mal fechado e armazenagem inadequada;

Dura – A geleia fica com essa consistência quando falta açúcar e tempo de cocção;

Mole Demais – Este defeito ocorre pela falta de ácido, açúcar e pectina. Outra causa para este defeito pode estar também na grande quantidade de geleia feita de uma só vez.

Aguada – Se dá pela falta de líquido na geleia e pelo fato da temperatura do ácido estar muito alta;

Puxenta – Este defeito ocorre quando a cocção for prolongada e em fogo fraco;

Cristalizada – Este defeito se dá em função da falta de ácido e açúcar. E pode ser resultado de uma cocção em fogo fraco e do fato de deixar a geleia destampada.

Outros defeitos:

Geleia Opaca – Pode ser causada por ter-se despejado a geleia no vidro muito vagarosamente ou ter-se demorado em despejá-la, incorporando ar na geleia. Isso acontece, ainda, quando o suco não foi bem coado, contendo portanto polpa de fruta; ou porque foram usadas frutas verdes demais, ou por não ter sido removida toda a espuma.

Geleia com Formação Esbranquiçada – Pode ser causada pelo mal fechamento mal feito, permitiu a entrada e desenvolvimento de fungos no interior do vidro.

Perda de Cor, Frescura ou de Sabor – Armazenamento prolongado ou em lugar quente pode fazer com que a geleia perca o seu sabor e sua cor.

Como Consertar uma geleia Muito Mole – nem sempre as geleias poderão ser consertadas satisfatoriamente, porém, poderão ser melhoradas, levando-se ao fogo novamente (4 copos de cada vez) de dois modos:

1º) Acrescentando-se pectina:
a) Meça a geleia a ser recozida;
b) Para cada litro de geleia acrescente ¾ copos de açúcar, 2 colheres de suco de limão e 2 colheres de sopa de pectina líquida;
c) Ferva a geleia em fogo forte por um minuto, mexendo sempre;
d) Retire a geleia do fogo;
e) Remova e espuma;
f) Despeje no vidro e proceda como nas demais geleias.

2º) Sem acrescentar pectina:
a) Ferva a geleia por alguns minutos;
b) Faça o teste para saber quando a geleia está pronta.
c) Retire do fogo;
d) Remova a espuma;
e) Despeje-a no vidro e proceda como nas demais geleias.

Receitas básica para geleias acrescentando pectina

250 cm³ de suco pobre em pectina; 150 g de pectina caseira ou comercial; 250 g de açúcar.
Modo de fazer:

1. Misture o suco, o açúcar e a pectina numa panela larga e leve ao fogo;
2. Ferva em fogo forte, retirando a espuma (com auxílio de uma escumadeira);
3. Coloque em vidros esterilizados ainda quentes;
4. Parafine, tampe e rotule.

Geleia de Laranja

3 xíc.(chá) de suco de laranja; ¾ xíc.(chá) de pectina caseira; 2 colheres (chá) de suco de limão;
2 ½ xíc.(chá) de açúcar.

Modo de Preparo:

1. Junte o suco de laranja, pectina e limão;
2. Coloque em uma panela larga e rasa e deixe ferver durante 5 a 8 minutos;
3. Acrescente o açúcar e deixe ferver em fogo forte até dar o ponto de geleia;
4. Coloque em vidros e deixe esfriar;
5. Tampe e rotule.

Geleia de pitanga

1 Kg de pitanga; 1 1/3 xíc. de água; 500g de açúcar(aproximadamente).

Modo de Preparo:

1. Ponha a pitanga com cabinhos numa vasilha refratária grande. Junte a água, cubra e leve ao ofrno a 100% (alta, forte) por 25 a 30 min. Amasse várias vezes até que fique bem mole;
2. Coe despejando num coador colocado sobre um tigela. Deixe filtrar por 4 a 6 h, sem pressionar os frutos para apressar a filtragem, porque isso tornaria turva a geleia;
3. Aqueça o açúcar e o suco obtido em tigelas separadas.
Ponha o açúcar numa tigela e cozinhe a 100% (alta, forte) por 2 1/2 a 3 minutos, até aquecer. Leve o suco ao forno a 100% (alta, forte) em outra tigela, por mais 5 minutos. Junte o açúcar e a anilina;
4. Junte-os misturando. Leve ao forno a 100% (alta, forte) por 15 a 20 min, até pegar ponto, ou seja, quando a geleia escorre da colher caindo em flocos;
5. Embale, tampe e rotule.
A geleia quente é colocade em potes de vidro até 1/2cm da borda e deixe esfriar. Corte o papel encerado e ponha por cima ou cubra com 1/2cm de parafina. Tampe com celofane e rotule.
Sugestão: É ótima como acompanhamento de croissants, torradas e pãezinhos. Para prepará-las, não é necessário remover os cabinhos.
Rendimento – 600 g de geleia.

Geleia de Jabuticaba

Você pode usar jabuticaba em substituição às pitangas juntamente com 1 1/3 xíc. de água e 500g de açúcar.
Modo de Preparo: Cozinhe-as com água, seguindo as mesmas indicações de geleia de pitanga. Leve ao forno de microondas por 15 a 20 minutos, após acrescentar o açúcar. Sugestão: Sirva sobre torrada quente com manteiga. Se gostar, acrescente 6 galhinhos de hortelã na geleia de jabuticaba, durante o cozimento.

Geleia de limão

1 Kg de polpa de melão verde, sem casca nem sementes; 1 xícara de água; 500g de açúcar(aproximadamente).
Modo de Preparo:

1. Coloque o melão numa tigela refratária grande juntamente com a água. Cubra e leve ao forno a 100% (alta, forte) por 15 a 20min, amassando bem 2 vezes com uma colher de pau, para extrair ao máximo a pectina;
2. Coe como foi descrito com a geleia de pitanga;

3. Aqueça o açúcar e o suco separadamente e depois misture-os. Leve ao forno a 100% (alta, forte) por 20 a 25min, até pegar ponto. Embale e rotule.

Sugestão: é uma geleia pouco comum pode ser usada no lanche ou como base para doces. Você pode conseguir um alaranjado bonito e translúcido, acrescentando algumas gotinhas de anilina durante o cozimento.
Rendimento – 800 g de geleia.

Geleia de hortelã

900 g de maçã; 1 maço grande de hortelã fresca; 3 xíc. de água; 1 1/3 xíc. de vinagre de vinho branco; 2 colheres (sopa) de suco de limão; 450g de açúcar; anilina verde.

1. Lave a maçã e a hortelã. Corte a maçã, com sementes, em pedaços. Pique bem 1 1/2 colher de (sopa) de hortelã e reserve.
2. Ponha a maçã, as folhas de hortelã, a água, o vinagre e o limão numa tigela. Cubra e leve ao forno a 100% (Alta , forte) por 20 – 25 min., amassando até ficar uma papa.
3. Despeje no coador. Meça o suco obtido e calcule a quantidade de açúcar.
4. Aqueça, separados , o açúcar e o suco e depois misture-os. Ponha a anilina a leve ao forno a 100% (alta , forte) por 13 – 16 min., até pegar ponto. Na metado do tempo de cozimento, junte a hortelã reservada.
5. Ponha em vidros, tampe e rotule.

Sugestão: É acompanhamento tradicional da carne de carneiro. Bom também com pratos de carne gorda.
Rendimento – 450g de geleia.

Geleia de Maçã

900 g de maçã; casca de 1/2 laranja cortada em tiras fininha; 3 xíc. de água; 10 cravos inteiros; 3 colheres (sopa) de suco de limão; 450g de açúcar.

Modo de Preparo:

1. Lave, seque e pique as maçãs. Coloque numa tigela refratária grande, com a casca de laranja, a água, os cravos e o suco de limão. Cubra e leve ao forno a 100% (alta, forte) por 25 a 30 min, amassando para obter consistência de papa. Coe;
2. Aqueça, separados, o açúcar e o suco obtido e depois misture-os. Leve-os ao forno aquecimento 100% por 15 a 20 min., até pegar o ponto.
Sugestão: Para ser consumida com carne de porco, com tênder ou torradas com manteiga.
Rendimneto – 800g de geleia.

Legislação Específica – Fabricação de geleias de frutas

É importante conhecer detalhadamente o Código Sanitário, no que se refere às instalações e manipulação dos produtos.

CENTRO TECNOLÓGICO
ITAL (Instituto de Tecnologia de Alimento)
Av. Brasil, 2880
Campinas/SP
Telefax: (019) 241 5222
Frutotech

Caso o solicitante desejar contatar fornecedores de máquinas industriais para produção mais larga, segue alguns fornecedores para fabricação de geleia, como cozinhadores concentradores, tachos a vapor, tachos a vapor com misturador, tacho manual, etc.

INCAL MÁQUINAS INDUSTRIAIS E CALDEIRARIA
Rua Catumbi, 637
CEP: 03021-000
São Paulo/SP
Tel.: (0xx11) 692-5136
Fax: (0xx11) 692-9248
Contato: Sr. Antônio Munhoz

INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MÁQUINAS CANINDÉ
Rua Carnot, 821
CEP: 03032-030
São Paulo/SP
Tel.: (0xx11) 227-1903
Contato: Sr. Francisco ou Sr. Luís

Embalagens de vidro para acondicionamento

SAMAVIDROS EMBALAGENS LTDA.
Av. Mateo Bei, 224
CEP: 03949-000
São Paulo/SP
Tel.: (0xx11) 6919-2199
Fax: (0xx11) 6919-8808
Contato: João

COMPANHIA VIDRARIA SANTA MARINA
Av. Santa Marina, 482
CEP: 05036-903
São Paulo/SP
Tel.: (0xx11) 3874-7644
Fax: (0xx11) 3874-7579
Contato: Maria Cristina

NADIR FIGUEIREDO IND. E COM. S/A
Av. Morvan Dias Figueredo, 3535
CEP: 02063-903
São Paulo/SP
Tel.: (0xx11) 6967-1633
Fax: (0xx11) 6955-8845
E-mail: nadir.fig.venda@originet.com.br

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

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Forminhas de Papel – Saiba como fazer

Saiba como fazer forminhas de papel gastando pouco, e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro fazendo com forminhas lisa ou coloridas, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Fabricação de forminhas de papel para docinhos

Equipamentos

Para fabricar formas de papel para docinhos não são necessários grandes investimentos. Basta ter disponível um espaço para acomodar uma máquina de corte e vinco, uma bancada e um espaço para um pequeno escritório onde serão instalados um computador, impressora.

Pessoal

O empreendedor precisará inicialmente de apenas um ajudante, pois o processo produtivo é extremamente simples e a máquina de corte e vinco faz praticamente tudo.

Processo de fabricação

A máquina de corte e vinco vai cortando na medida em que já vai dando os vincos necessários para obtenção do produto acabado. Assim, o acabamento se dá em seguida ao início do processo. Para a fabricação de embalagens descartáveis o mais indicado é a utilização de máquinas de corte e vinco para papel. Através deste equipamento é possível fabricar qualquer tipo de forminhas de papel para doces. Consiste afinal um processo extremamente simples, exigindo apenas boa organização na planta de fabricação.

Corte e vinco é um processo da etapa “acabamento”, e dá o toque final aos impressos e demais peças cujo layout exija uma ou várias dobras. O Corte é feito através de uma matriz chamada faca, que contorna perfeitamente linhas retas, curvas ou sinuosas. Já o Vinco, é o sulco produzido por um fio apropriado em papel ou em outro material, geralmente para facilitar a dobra.

Produtos

As formas podem ser fabricadas em papel liso branco ou de cores variadas, com recortes especiais, redonda, forma de barquinho ou com papel laminado o que dá um efeito especial devido ao brilho da laminação.

Oferecer produtos de alta qualidade com preços justos que garantem total satisfação aos consumidores finais é um dos pré-requisitos para conquistar uma fatia desse mercado. Utilizar matéria prima de alta qualidade na linha de produção, garante maior eficiência e custo benefício aos usuários dos produtos.

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Confeitaria, Doceria – Saiba como montar gastando pouco

Saiba como montar uma Confeitaria, Doceria gastando pouco e sem cometer erros. Aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Ficha Técnica
Setor da Economia: Terciário
Ramo de Atividade: Comércio de Alimentos
Tipo de Negócio: Produção e Vendas de Doces e Salgados
Produtos: Doces, Sorvetes, Salgados, Refrigerantes e Sucos

Doçaria, doceria

Oportunidades açucaradas de empreendimento estão sempre surgindo no mercado. Por ser um dos últimos setores a ser abalado por crises econômicas – o que pode ser traduzido como dinheiro em caixa diariamente e adaptação a todo tipo de público e investimento – a área de alimentação é opção freqüente entre empreendedores que procuram começar um negócio. Aí é que entram em cena as doçarias, que além de ser empreendimentos da área de alimentação, e por esta característica beneficiada, são uma alternativa cada vez mais freqüente para realização de uma atividade agradável.

Empreendedor

Normalmente, opta por montar uma doçaria quem se identifica com o produto, quer dizer, gosta de comer, criar pratos, servir seus experimentos aos amigos e frequentar os templos gastronômicos em que se transformaram hoje os restaurantes, lanchonetes, bares e doçarias. Também é comum encontrar neste setor pessoas que dão continuidade à tradição familiar ou que encontram a oportunidade de se associar a alguém que conheça bem a atividade. De qualquer modo, lembramos que o empreendedor não necessariamente precisará possuir estas características, o importante é que haja alguém diretamente envolvido com o dia a dia do negócio (gerente, sócio, responsável, etc.) que apresente este perfil, como também é importante destacar que este tipo de negócio exige bastante do empreendedor, seja para as compras diárias como também com relação ao horário de funcionamento.

Mercado

É necessário ter criatividade e flexibilidade para acompanhar as oscilações de mercado e solicitações da clientela.

Há no mercado desde estabelecimentos bastante simples até aqueles que desenvolvem uma linha de doces primeira linha, voltados para o chamado público “classe A”.

Enfim, tudo será determinado pelo público alvo, que por sua vez é resultado de uma reunião de fatores como: tipo de produtos, serviços ofertados, e localização do estabelecimento.

Público

Procure conversar com outros empreendedores do ramo e visitar estabelecimentos similares, definir o público alvo, o que determinará o estilo do negócio, e realizar pesquisa de mercado a fim de identificar o potencial da região, carências no mercado, tendências, etc.

Localização

A escolha do ponto comercial é, seguramente, um dos aspectos mais importantes para o sucesso do empreendimento. Deve estar associada à linha de produtos e serviços oferecidos. É ela quem vai determinar a formação de um público específico. Estar próximo de escolas, comércio ou escritórios, em geral, traz bons resultados. Dependerá da localização do estabelecimento e do público que se pretende atingir, e estabelecimento do horário de funcionamento.

Custos de operação

As despesas gerais de administração de uma doçaria variam de acordo com as características do empreendimento. Por exemplo, o valor do aluguel do imóvel será diferente em cada região e proporcional às dimensões e tipo do imóvel, mas algumas despesas são praticamente padronizadas tais como energia elétrica, água, telefone, honorários do contador. A aquisição das mercadorias deve ser bem planejada e variará de acordo com as características do estabelecimento e especialmente com os hábitos de consumo da clientela.

Investimentos

É variável de acordo com o tamanho do empreendimento, mas é válido lembrar que o veículo próprio será de grande utilidade, especialmente em relação à aquisição das mercadorias.

Equipamentos

Os equipamentos básicos para sua implantação são:

  • freezer horizontal com geladeira;
  • balcão frigorífico;
  • exaustor;
  • espremedor de frutas;
  • liquidificador;
  • vitrine quente;
  • estufa;
  • forno microondas;
  • fogão 6 bocas;
  • forno elétrico;
  • louças em geral – talheres, pratos, copos, etc.;
  • prateleiras para exposição de caixas de doces;
  • banquetas;
  • mesas;
  • cadeiras;
  • prateleiras para estocagem;
  • caixa registradora.

Nota:  se a opção for por equipamentos usados, o custo caíra em até 50%

Instalações

A distribuição dos equipamentos será bastante importante, pois dela dependerá a facilidade de locomoção dos funcionários. Desta forma o uso racional do espaço deve ser bem feito, um exemplo é do aproveitamento da parte inferior interna do balcão, que poderá ser utilizada para a instalação de balcão frigorífico, freezer horizontal, prateleiras para armazenagem de louças, garrafas, etc.

É interessante que a bancada de trabalho e pia sejam vistas pelo público, criando assim maior segurança e confiabilidade, a área destinada ao público terá 02 banheiros (masculino/feminino), sendo que o banheiro de funcionários deverá ser instalado distante da área de atendimento.

Para instalações em áreas mais reduzidas, com pequeno balcão e sem lugar para sentar, poderá haver apenas um lavabo. A área reservada para estoque deverá ser bem protegida, arejada e separada do público.

Aviso importante, deve-se dar especial atenção à instalação elétrica devido ao tipo e número de equipamentos utilizados, o objetivo é evitar sobrecarga.

Pessoal

Serão necessários, além de considerarmos o empreendedor gerenciando pessoalmente o estabelecimento, um balconista, responsável pelo atendimento, dois ajudantes de cozinha que poderão ajudar no atendimento ao público, preparo de sucos e coquetéis. Todos sob a imprescindível supervisão do proprietário.

Dependendo do horário de funcionamento do estabelecimento, será necessário adotar dois turnos de trabalho, o que implica no aumento do número de funcionários. A oferta deste tipo de mão de obra é grande, mas o empreendedor deverá ser criterioso na seleção dos funcionários, porque eles terão influência direta no sucesso do negócio, uma vez que serão responsáveis pela motivação dos clientes para comprarem os doces, e o que é mais importante: estarão em contato com a clientela.

Algumas características são particularmente importantes para estes profissionais, tais como: preocupação com o asseio pessoal e higiene, boa aparência e bom contato pessoal. Ser paciente e gentil contribui bastante para o bom atendimento aos clientes.

Fornecedores

Não constituem problema, já que existem inúmeras opções de fornecedores. Mas é importante realizar uma pesquisa de mercado a fim de montar um cadastro dos fornecedores que melhor se adeqüem às suas necessidades.

A gama é enorme: atacadistas, distribuidores, importadoras, supermercados, feiras-livres, açougues, casas de frios, panificadoras, adegas, doceiras e salgadeiras. Outra alternativa são as visitas a hipermercados, que muitas vezes oferecem produtos a preços mais baixos que o distribuidor.

Produtos não perecíveis ou congelados, poderão ser comprados dentro de prazos mais elásticos.

Estoques

A própria rotina do estabelecimento é que fornecerá dados para a estruturação do programa de compras. Embora o sistema de trabalho varie de um estabelecimento para outro, algumas rotinas são comuns a todos eles.

Diariamente, o empreendedor deverá certificar-se de que todos os itens de maior procura estão disponíveis e de que a casa está em perfeitas condições de higiene. É recomendável que a verificação de estoque seja feita logo após o fechamento do estabelecimento, quando também será feita a limpeza.

No dia seguinte a rotina prosseguirá com a realização das compras necessárias, seguidas de armazenagem dos produtos.

Lembrete

Além de preservar a variedade, uma doçaria deverá saber associar esta característica à excelência no atendimento e à qualidade do produto. O resultado será a criação de uma clientela assídua que poderá transformar a doçaria num ponto de encontro, o que obviamente poderá estar traduzido para lucros maiores.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu Bufê para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990), e o Código Sanitário (especificações legais sobre a condições fisicas).

Sites afins

Franquia Amor aos Pedaços: http://www.amoraospedacos.com.br
Doceria Mirabella‎: http://www.doceriamirabella.com.br
Nilsabor: http://www.nilsabor.com.br‎
Cupcake Bem Casado: http://www.disneybabble.com.br
Carla Prado_Cake Designer‎: http://www.carlaprado.com.br
Bolos e Doces Decorados: http://www.giubuffet.com.br
Receitas de Doces União:

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

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Café Expresso ou Cafeteria – Saiba como montar gastando pouco

Saiba como montar uma Cafeteria ou Café Expresso gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro com comércio de cafés, bolos  salgados e sucos, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais.

Ficha Técnica
Setor: Comércio
Tipo de Negócio: Comércio de cafés, bolos, salgados, sucos, etc.

Café Expresso ou Cafeteria

O café expresso é um café resultante da combinação dos mais intensos aromas e sabores, na sua preparação utiliza-se grãos frescos, moídos adequadamente e comprimidos de forma correta onde a água passa sob pressão.

Histórico

A primeira máquina de café expresso foi inventada em meados do século XIX na França e foi exibida na exposição de Paris em 1855.

Este equipamento foi adaptado pelos italianos, que os aprimoraram. Após a Segunda Guerra, Giovanni Gaggia inventou o modelo onde a água passa pelo café com pressão obtida através de uma bomba de pistão acionado pela força das mãos. Posteriormente foram introduzidas as bombas hidráulicas.

Atualmente o processo pode ser totalmente automatizado e inclui haste para aquecimento de leite a vapor e saída para água quente, além de uma série de cafeteiras expressas de uso doméstico. Em todas elas o efeito é o mesmo: água quente é forçada a passar rapidamente sob pressão pelo café moído e diretamente para a xícara, havendo a máxima extração de sabor e aroma com maior concentração da bebida , mas impedindo a extração de componentes indesejáveis.

Localização

Um estabelecimento que comercialize cafés deve estar localizado em ruas com grande movimento de pedestres. Algumas sugestões de pontos são quiosques em centros comerciais ou pequenas lojas em corredores comerciais, galerias, centros de convenções, empresas, etc. Além disso, é bom lembrar que uma loja atraente sempre conta pontos.

Estrutura

A estrutura básica deve contar uma área mínima de 12 m2, onde deverá ser acomodado todo os equipamentos.

Equipamentos básicos

  • Moedor de café;
  • Máquina de café;
  • Estufa fria;- Estufa quente;
  • Balcão refrigerado;
  • Microondas e banquetas.

Nota: o iniciante pode alugar a máquina de café expresso em vez de comprá-la.

Pessoal

O número mínimo de pessoas trabalhando é de 4: o dono e 3 atendentes.

Linha de produtos

O aumento da concorrência obriga o empreendedor a oferecer também salgados, sucos, doces, sorvetes e até mesmo pratos rápidos e lanches na hora do almoço.

O café

É imprescindível trabalhar com boas marcas de café e aprender o modo correto de prepará-lo, garantindo a qualidade do produto final.

A higiene

Ter higiene no preparo e no acondicionamento tanto do café como também das mercadorias, é fundamental.

As etapas do preparo do café expresso

  • Tirar o porta filtro do grupo (máquina);
  • Colocar o pó de café até encher o porta filtro (existem 2 tamanhos de porta filtro – um onde são colocadas 7 gramas de pó de café, e outro duplo onde são colocados 14 gramas, atualmente algumas máquinas chegam a ter filtro triplo);
  • Compactar o pó (A compactação ideal deve ser reta, para que o fluxo da água passe por igual pelo pó de café);
  • Limpar sempre a beirada do porta filtro antes de encaixá-lo para que não caia pó de café na xícara que vai ser servida;
  • Colocar o porta filtro no grupo e acionar a máquina;- Verificar se o café esta saindo no tempo certo (25 à 30 segundos) e se está cremoso;
  • Depois de cada preparação deve-se desprezar o café já usado.

Uma boa receita de café depende da qualidade deste.

Dicas para um bom expresso

  • Se passar vapor pelo café torrado e moído, não o utilize mais, pois perderá todo o aroma alterando o sabor da bebida e resultando num gosto de queimado;
  • Não tente obter maior quantidade de xícaras por tamanho de filtro. Um bom café expresso deve ser servido em uma xícara de 50 ml;
  • Avaliar sempre o estado da máquina e fazer manutenção correta e permanente.

Cuidados no preparo

Para se ter uma boa qualidade do produto final (café expresso), torna-se necessário alguns cuidados no seu preparo, principalmente com relação a água. São eles:

  • Evitar o uso de água da torneira devido ao excesso de cloro, o cloro da água pode alterar o sabor da bebida;
  • Usar preferencialmente água filtrada ou mineral;
  • Utilizar filtro na saída da rede de água que vai para a máquina. os melhores filtros de água são os que tem cerâmica, carvão ativado ou prata. Já que as impurezas da água ficam no interior da máquina (caldeira) ou na própria bebida, contaminando e alterando o sabor do café expresso.

Dicas de sucesso

É fundamental estar localizado em ruas com grande fluxo de pedestres, atender com rapidez e oferecer produtos de qualidade.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Algumas legislações que o futuro empreendedor deve ter conhecimento.
– LEI Nº 6.437/77 – Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências.
– DECRETO-LEI Nº 986/69 – Institui Normas Básicas sobre Alimentos.
– PORTARIA Nº 326/SUS/MS/97 – Aprova o Regulamento Técnico; “Condições Higiênicos-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos”.

Para maiores informações consultar o site da ANVISA.

Entidades

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária: http://www.anvisa.gov.br
ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café: http://www.abic.com.br

Sites afins

Café expresso Nescafé: http://www.nescafe-dolcegusto.com.br
Locação Máquina de Café: http://www.praticca.com.br
Máquinas de Café Expresso: http://www.piercoffee.com.br
Máquina Café Espresso‎: http://www.lumaqcoffee.com.br
Maquinas de Café‎:
Aluguel Máquina de Café‎: http://www.smartcafe.com.br‎

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

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Ideias de negócios

Temperos secos em saquinhos – Monte sua fábrica gastando pouco

Saiba como montar uma fábrica de Temperos Secos em Saquinhos gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro produzindo temperos secos, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Ficha Técnica
Setor da Economia: Secundário
Ramo de Atividade: Indústria
Tipo de Negócio: Fabricação de temperos secos
Produtos Ofertados/Produzidos: Temperos secos

Temperos Secos

O valor nutritivo dos temperos não é conhecido até hoje, mas nem por isso sua utilização diminui. Usados em qualquer prato com moderação, valorizam o sabor deste.

Mercado

O  mercado consumidor para temperos é basicamente formado de supermercados, mercearias, quitandas, restaurantes e firmas distribuidoras de produtos alimentícios.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com um galpão de 160 m2, que deve ser dividido em quatro ambientes. Um maior para recepção e estocagem da matéria-prima, outro para a produção, um terceiro para o escritório e serviços e o último para o estoque dos produtos acabados e expedição.

Equipamentos básicos

– Rotuladoras/Datadoras;
– Moinhos;
– Balanças;
– Utensílios diversos;
– Móveis e materiais de escritório (mesas, cadeiras, computadores, fax, etc).

Pessoal

Irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento, sendo que, deve-se contar com um chefe de produção e operários.

Tipos de temperos e seus respectivos processos

1 – Pimentas ou Pimentão em pó

– Colher, lavar e enxaguar os frutos maduros;
– Cortar em pedaços pequenos e arrumá-los em camadas de 1 centímetro de espessura, num tabuleiro ou bandeja;
– Colocar em lugar quente, seco e bem ventilado, para a secagem;
– Revolver (mexer) de vez em quando.

* Pimenta-do-reino:

– Colher as pimentas bem maduras. Selecionar as perfeitas;
– Estender em tabuleiros à sombra, em lugar bem seco e arejado.

* Pimenta-do-reino Branca:

– Escolher as pimentas do reino maiores e bem maduras;
– Amontoar em lugar quente para fermentar;
– Quando terminar a fermentação, isto é, quando esfriar, secar à sombra;

2 – Cheiro Verde

– Colher e retirar as folhas estragadas;
– Lavar os galhos sãos;
– Enxugá-los bem;
– Amarrar os ramos em pequenos feixes;
– Prendê-los em varais à sombras, até que fiquem bem secos, (a secagem pode ser feita em fornos aquecidos a 40ºC, no máximo);

3 – Cravo-da-índia

– Amontoar à sombra, os cravos maduros, colhidos recentemente, para que seu aroma se desenvolva bem;

4 – Canela

– As cascas dos galhos da caneleira devem ser secas, para posterior processamento.

5 – Pó para Pastas e Bebidas

– Colher o gengibre bem maduro;
– Lavar bem e enxaguar;
– Cortar em pedaços pequenos e secar.

OBS. A partir de um determinado momento (ápos a secagem), todos os temperos seguem um mesmo processo produtivo, que será descrito no próximo tópico.

Fabricação

Depois de escolhido o tempero e seu respectivo processo, a fabricação se dá da seguinte maneira:

  • Depois de bem seco é moído em moinhos ou socado no pilão;
  • Acondicionar em saquinhos de celofane escuro, bem fechado (fazer uso de uma seladora para esta ação). O peso padrão deste produto, deve estar visível na embalagem que o contém;
  • Colar os rótulos com o nome dos produtos, no qual deve constar a validade do produto , a data de fabricação e o ingredientes da formulação;
  • Conservar em ambiente fresco.

Tecnologia de produção

Quando não houver tempo ou material para conservar os temperos por outros métodos, há o recurso de secar e reduzi-los a pó, o que requer pouco tempo de trabalho. Se bem preparados, têm duração quase ilimitada (não necessitando do acréscimo de conservantes para manter a qualidade do produto), com a vantagem de se prestarem para a manufatura de outros tipo de conserva. Ficam, também, com volume reduzido , o que economiza espaço e facilita a embalagem.

A secagem efetuada em fornos ou em estufas a baixa temperatura, promove conservas com todas as suas vitaminas e óleos essenciais, concentrando muito os princípios alimentícios e aromáticos. Nos climas secos e quentes, a secagem pode ser feita ao ar livre,
Os produtos secos devem ser pulverizados em moinhos especiais tais como o de moer café, em pilão ou em grais de porcelana, vidro, cobre e ferro.

Lembretes importantes

  • Ter uma estratégia adequada de marketing;
  • Localizar-se próximo às regiões produtoras das matérias-primas,para reduzir custos de transporte e armazenamento;
  • Para evitar problemas com a fiscalização os produtos alimentícios industrializados, incluindo temperos e condimentos, devem ser registrados na Divisão de Vigilância Sanitária de Alimentos (DINAL).

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;
– Registro na Divisão de Vigilância Sanitária de Alimentos – DINAL;
– Registro no Ministério da Saúde.

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Algumas legislações importantes que o empreendedor deve ter o conhecimento:

* Nível Federal:
– LEI Nº 7.967/89. Dispõe sobre o valor das multas por infração à legislação sanitária, altera a Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977, e dá outras providências.
– DECRETO-LEI Nº 986/69. Institui Normas Básicas sobre Alimentos.
– PORTARIA Nº 326/SUS/MS/97. Aprova o Regulamento Técnico; Condições Higiênicos-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos .
Para maiores esclarecimentos consultar a ANVISA.

Sites afins

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária: http://www.anvisa.gov.br
Sacola Plastica‎: http://www.sacolasbioplast.com
Fabrica De Temperos Secos‎: http://www.ow.com/Fabrica+De+Temperos+Secos‎
Sacos Plásticos PP e PEBD: http://www.poliembalagens.com.br
Temperos Arisco:

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

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Ideias de negócios

Tapete para Carros – Monte sua fábrica gastando pouco

Saiba como montar uma fábrica de Tapetes para Carros gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro fabricando tapetes para carros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Secundário
Ramo de Atividade: Indústria de Transformação
Tipo de Negócio: Fabricação de Artefatos de Borracha
Produto: Tapete para automóvel

Fabricação de tapetes para carros

O tapete de borracha é uma excelente proteção para assoalhos e carpetes de veículos novos ou usados. Deve ser bonito, resistente, impermeável e forrar todo o assoalho do veículo. Ele facilita a limpeza do assoalho. Pode ser feito em diversos modelos sob-medida, nas cores preto, grafite, cinza, azul e vermelho. O mercado já está bem suprido, havendo bastante oferta. Não é um mercado de fácil acesso e permanência a iniciantes e pequenos empreendedores, sendo, assim, necessário destacar-se de alguma forma da concorrência.

Matéria prima

O mercado fornecedor de matérias primas tem características de oligopólio, devido ao grande porte das empresas e ao seu pequeno número. É de fundamental importância manter um bom relacionamento comercial com os fornecedores. Todavia, a massa de borracha, matéria prima fundamental, também pode ser encontrada com empresas recuperadoras de sobras de pneus.
A massa de borracha é feita pela mistura do SBR, agentes vulcanizantes, corantes ou pigmentos. O SBR, principal composto na fabricação da massa de borracha é marca registrada da Petroflex. SBR: Estes elastômeros são copolímeros de butadieno e estireno, obtidos por polimeração a frio (máximo 10ºC) em emulsão de sabões graxos e resinosos, coagulados em sistema sal-ácido. Os tipos disponíveis podem ser estendidos ou não em óleo plastificante (aromático ou naftênico), de coloração clara ou escura.

Produção

O sistema produtivo adotado para a fabricação tapetes para automóvel é o de termoformagem, utilizando a massa de borracha como matéria prima. O processo de fabricação de tapetes para automóvel é bastante simples. Consiste basicamente em preparar a massa de borracha. Cortar a massa em filetes e coloca-los no molde. Prensar sob uma pressão razoável, que não precisa ser grande. Vulcanizar no próprio molde durante leva 60 ou 90 segundos. Retirar do molde e cortar as rebarbas.
O molde para prensagem, é feito de aço ranhurado no formato de guarnição. Este molde é bastante simples e de baixo custo. Sugerimos procurar ferramentarias de sua região para a confecção dos mesmos.

Sites afins

Tapete para carro:
Tapetes Antifadiga STX: http://www.starmix.com.br/
Tapetes Tuning: http://www.tuningparts.com.br/‎

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

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