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Trabalho em casa

Trabalho em casa pela Internet

Trabalhar em casa pela internet, tem uma série de vantagens: fazer o próprio horário, não ter um chefe no pé e maior disponibilidade para outras atividades cotidianas são as principais entre elas.

E se você também tem a ideia de ganhar dinheiro trabalhando no conforto de sua casa tendo a internet como parceira, confira neste artigo algumas entre as principais (e mais benéficas) formas de trabalho em casa pela internet.

Trabalho em casa pela internet digitando

Para quem pensa em um trabalho em casa pela internet digitando, as oportunidades são bem variadas.

Quem costuma contratar esse tipo de trabalho em casa na internet são agências de publicidade, agências de organização de dados, institutos de pesquisa (como é o caso do famoso IBGE) e até mesmo editoras de livros, e-books ou outros materiais gráficos.

O trabalho em casa de digitação pode ser pago tanto semanalmente quanto mensalmente. Geralmente, os lucros por semana variam entre R$500 e R$600 e por mês, são de R$2000 a R$2500.

Trabalho em casa pela internet para empresas

Trabalho em casa pela internet para empresas

Empresas de todos os portes e segmentos acabam precisando de funcionários freelancers (ou seja, por um período mais curto e pré-determinado de tempo) para a realização de uma série de serviços. Alguns entre os mais comuns para trabalho em casa pela internet são:

Criação e alimentação de blogs

Neste caso, o funcionário freelancer é contratado para o trabalho em casa pela internet para o desenvolvimento de conteúdo único, relevante, atrativo e verdadeiramente interessante para o blog da empresa em questão. O conteúdo deve ser relacionado ao segmento de atuação da empresa e o assunto dos posts podem ser definidos por você ou pelo empregador.

Alimentação e gerenciamento de redes sociais

O mesmo vale também para as redes sociais. Com o marketing digital sendo cada vez mais importante para o aumento da visibilidade da empresa, criar e alimentar redes sociais como o Facebook, Twitter, Pinterest, Instagram e outras se tornou um serviço comumente contratado por fora. E se você tiver conhecimento sobre essa área, pode aproveitar para trabalhar com a mesma. Que tal?

Trabalho em casa pela internet preenchendo formulários

Trabalho em casa pela internet preenchendo formulários

Outra forma de ganhar dinheiro com trabalho em casa é por meio do preenchimento de formulários.

O trabalho em casa pela internet preenchendo formulários geralmente não conta com vínculos empregatícios e a remuneração ocorre de modo independente, ou seja, com base no quanto você produziu. A média de ganhos é de R$550 a R$600 semanais, ou seja, mais de R$2 mil por mês para trabalho em casa pela internet preenchendo formulários. Muito bom, não é mesmo?

 Trabalho em casa pela internet com mala direta

O trabalho em casa pela internet com mala direta costuma ser prático e simples, motivo pelo qual até aposentados podem garantir uma graninha extra com ele.

O trabalho de mala direta pode ser o mais variado possível: algumas empresas fornecem materiais para envio de mala direta e outros preferem contratar esse serviço para a divulgação da própria empresa. Para quem pensa em um complemento na renda mensal, o trabalho em casa pela internet com mala direta pode ser uma ótima alternativa.

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Ideias de negócios

Como montar um ateliê de costura – Passo a Passo

Ganhe muito dinheiro com serviço de Costura, saiba como montar um Ateliê de Costura lucrativo gastando pouco e sem cometer erros. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Ateliê de costura

FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Terciário
Ramo de Atividade: Prestação de Serviço
Produtos ofertados: Serviços de costura

Apresentação

A história da costura é a história de muitas coisas, muitas pessoas e de uma infinidade de sucessos. É assim também com os ateliês de costura. Versão mais glamourosa das boas e velhas costureiras de bairro, ele oferecem excelentes oportunidades de lucros para quem gosta de moda e quer investir em serviços e produtos personalizados.
Em resumo, o ateliê consiste em fazer sob medida roupas de festas, para noivas, para teatro e até prêt-à-porter (vestimentas de uso diário).

Mercado

Os ateliês de costura vêm sendo estimulado por diversos fatores. A indústria têxtil brasileira, por exemplo, voltou a oferecer tecidos com padrão internacional, como resultado da política de investimentos no setor.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com uma área que vária entre 20m2 a 80m2, divididas em ambientes, como: Sala de espera (onde os fregueses podem ver televisão e consultar revistas de moda enquanto aguardam sua vez), o escritório e a linha de produção, que deve ter os equipamentos e móveis distribuídos na seqüência de produção.

Investimento

Irá varair de acordo com a estrutura do empreendimento, podendo este variar entre 15 mil a 30 mil Reais.

Equipamentos

As principais máquinas necessárias em um ateliê de costura são industriais. Mas é bom ter pelo menos uma doméstica para adaptar acessórios, pregar botões e zíperes ou casear, não esquecendo do móveis e equipamentos do escritório.

Pessoal

É possível começar com uma estrutura de apenas quatro funcionários.

Começando no ramo

Para quem vai ingressar no ramo, se manter atualizado, sobre o que acontece na moda é fundamental, para sugerir à clientela desenhos e cortes que se diferenciem das roupas convencionais encontradas nas lojas.

Atendimento

As pessoas são atendidas com hora marcada. O objetivo é dar a maior atenção possível ao cliente e organizar o fluxo de produção.

Clientela

A clientela em geral é formada primeiro por parentes e amigos e em seguida por indicações, aliás, em muitas das situações os clientes se tornam principal fonte de informações para mudanças, seja no atendimento como também na área produtiva.

Fornecedores

Ter contato com bons atacadistas, que entreguem periodicamente e forneçam amostras dos tecidos, para facilitar a escolha do cliente, é fundamental.

Estoques

Adotar as compras programadas, afinal, não há necessidade de grandes estoques de tecidos e aviamentos, pois eles podem ser comprados conforme as encomendas.

Formação

O empreendedor pode recorrer a cursos básicos, que ensinam corte, costura, modelagem, desenho e estilo em níveis técnicos de segundo ou terceiro graus.

Parcerias

Caso o empreendedor opte por terceirizar a confecção, é fundamental escolher parceiros experientes e que cumpram prazos de entrega.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Entidades

ABIT – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção: http://www.abit.org.br/

ABRAVEST – Associação Brasileira do Vestuário: http://www.abravest.org.br/

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Criação de Avestruz – Passo a Passo

Saiba como montar uma Criação de Avestruz lucrativa gastando pouco e  sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro com a venda de ovos e filhotes de Avestruz. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Criação de avestruz

FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Agroindústria
Tipo de Negócio: Estrutiocultura
Ramo de Atividade: Criação Avestruzes

Apresentação

Este é o “Struthio camellus australis”. Apresentado assim, por seu nome científico, o avestruz provavelmente seria reconhecido por pouquíssimas pessoas. Mas um número cada vez maior de criadores já sabe que apesar de ser uma ave desengonçada e que não voa (pertence ao grupo das ratitas), ela pode produzir bons lucros.
Originário da África (Namíbia Botswana, África do Sul), e definido no dicionário como “grande ave terrestre, incapaz de voar, mas muito veloz na corrida, com dois dedos em cada pé, mais de 100 kg de peso e 2m de altura”, o avestruz também está lá identificado como ave onívora que vive nos descampados da África e da Arábia.

Estrutura

A estrutura irá variar de acordo com a idade do avestruz, ou seja, de:

– 0 a 3 meses: Abrigo de 1 a 3 metros quadrados por cabeça, a área externa deve variar de 20 a 100 metros quadrados por cabeça;
– 6 a 20 meses: 20 a 25 cabeças por hectare;
– Adultos: 600 metros quadrados por hectare.

É importante lembrar que os abrigos precisam receber o máximo de ventilação possível. O piso não pode ser escorregadio e deve ser de fácil limpeza.

Investimento

Irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento.

Pessoal

Não é necessário mais que um funcionário para o manejo de 10 casais de avestruzes. Como o manejo é muito simples pode-se utilizar um funcionário que por ventura já trabalhe na propriedade em outros afazeres.
No caso do veterinário, não é preciso mais que uma visita mensal de um veterinário, visto que, o avestruz é uma ave muito resistente.

Inicio dos negócios

O número mínimo de animais para iniciar é de Um macho e duas fêmeas.

Características do avestruz

– Adapta-se a qualquer clima (desde o semi-árido da Austrália e África, até as baixas temperaturas e a neve do Canadá);
– É resistente a doenças e não exige grandes cuidados;
– Aos 12 meses, o avestruz pode ir para o abate;
– Dos 20 meses aos 35 anos a fêmea produz ovos (durante 6 meses por ano ela bota um ovo a cada dois dias, atingindo de 40 a 100 ovos, com apenas 30 ou 35 sobreviventes) e com dois anos, ela está em idade de reprodução, gerando aproximadamente 20 filhotes por ano;
– Adulto, o avestruz atinge 2,5 metros e pesa 100 quilos, vivendo em média de 50 a 70 anos (30 dos quais em plena fertilidade). Sua fase reprodutiva é três vezes maior, por exemplo, que a de uma vaca. Cada fêmea gera, por ano, cerca de 30 filhotes e o abate do avestruz – que rende até 37 kg de carne – é feito entre 10 e 12 meses. O animal produz ainda 1,3 m2 de couro e 1 kg de plumas.

Espécies de avestruz

As principais espécies são: African Black, Red Neck e Blue Neck.

Alimentação de avestruz

Cada filhote consome cerca de 200g ração/dia. Crescido, o avestruz consome 2 kg de ração/dia.

Cuidados com a ave

O cuidado com a ave é nos primeiros três meses, quando ela deve ficar em local isolado, protegida do vento e da chuva. Nessa idade, os filhotes atingem 70 cm e 15 quilos. Após esse período, são transferidos para um curral com 1000 m².
O terreno deve ter um cercamento duplo para evitar fugas, já que os avestruzes são aves muito velozes e embora dóceis, escapando, ninguém as alcança, além disso, a área deverá estar limpa de todo tipo de entulho e objetos que possam prejudicar aos animais, pois como os avestruzes são muito curiosos, eles comem o que estiver por perto.

A carne de avestruz

A carne de avestruz apresenta algumas características

– Possui um ótimo sabor, comparando-se ao sabor de uma picanha;
– É saudável como um peito de frango;
– É apontada como uma das carnes com menor índice de gordura e colesterol, etc.

Produtos

Quem não quiser dedicar-se ao abate das aves, pode voltar-se exclusivamente para a reprodução, que proporciona maior rentabilidade. Carne, couro e plumas podem ser comercializados no segundo ano de criação. O couro, utilizado na indústria de sapatos e bolsas, hoje substitui o couro de jacaré; as plumas são usadas em fantasias de carnaval e na fabricação de espanadores; e até mesmo os ovos são aproveitados, podendo receber pintura como se fosse uma tela e assim transformar-se em peças artísticas, ou ainda dar origem a outros itens como broches, figuras esculpidas na casca do ovo e tantas outras técnicas artísticas.

Sugestões para facilitar o processo de criação

  • Alguns criadores sugerem (para a iniciar uma criação) 1 macho, 2 fêmeas e 30 filhotes. A estrutura que deverá servir a esse número de animais deverá ser a seguinte: duas áreas com 1.400 m2 cada; Uma para o trio (1 macho e 2 fêmeas) e outra para a criação de 30 filhotes.
  • Comprar filhotes com idade acima de 3 meses, pois são mais resistentes. Avaliar, ainda, se os animais têm olhar inquisitivo, pescoço ereto, cabeça erguida, pernas e dedos alinhados, boa cobertura de penas e altura entre 1,10 e 1,30 metro.
  • Ter cuidado redobrado ao comprar reprodutores, com exceção da África do Sul, a criação é relativamente recente em todo o mundo.
  • Criação em “Colônias”, consiste em vários trios numa área maior. Nesse caso porém, em função do tamanho da área, o manejo dos animais é muito mais trabalhoso e os corredores entre os piquetes deverão ter pelo menos 1 m de largura, a cerca externa deverá ser de tela trançada com uma altura de 2,5 m (para evitar a entrada de predadores e a interna poderá ser de arame liso ou tela de 1,5 m de altura).
  • Algumas empresas terceirizam incubadoras, onde os ovos ficam por 45 dias, livrando o pequeno criador de gastos com uma instalação apropriada. As fêmeas podem chocar os ovos, mas os riscos de perda aumentam.
  • A Exportação também é um filão apreciável, o avestruz é muito valorizado no mercado internacional. Produto de qualidade diferenciada, a carne de avestruz destina-se a um nicho de mercado que consome produtos light e caros.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

OBS. Caso o empreendedor queira constituir-se com pessoa jurídica.

Algumas legislações que futuro empreendedor deve ter conhecimento:

Existem dois organismos que regulamentam e disciplinam a criação de avestruz no Brasil, o MAA “Ministério da Agricultura e do Abastecimento” e o IBAMA “Instituto Brasileiro do Meio Ambiente”
Ministério da Agricultura e do Abastecimento:
– INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4 . Aprova as normas para registro e fiscalização
dos estabelecimentos avícolas.
– PORTARIA Nº 116/96. Regula as condições para importação de Matrizes aves para reprodução.
– PORTARIA Nº 144/97. Restringe a importação de aves exóticas.
IBAMA:
– Instrução normativa nº 02/01. Sobre a nececidade e controle de identificação animal.
– PORTARIA N° 102/98. Sobre a implantação de criadouros de animais da fauna silvestre exótica com econômicos e industriais.
– PORTARIA Nº 029/94. Sobre a importação e exportação de animais da fauna silvestre
Brasileira e da fauna exótica.

Registro Especial

– Registro no S.I.F. (Serviço de Inspeção Federal). Exigência feita para que o criador possa colocar seu produto no mercado. Sua concessão esta vinculada à manutenção de instalações idênticas às utilizadas para beneficiamento de pescado.
– Registro no Ibama. Exigência feita para se criar o avestruz, no caso de importação dos animais existem regras estabelecidas pelo Ministério da Agricultura.
– Registro como produtor rural. Exigência feita para comercializar o animal vivo.
Na comercialização do produto processado (carne ou pratos prontos), o empresário deverá informar-se a respeito dos registros necessários para sua legalização, já citados acima (Legislação Específica).
Em resumo:
Comercialização:
– Em Nível Municipal. No município onde está instalado, basta efetuar o registro na Vigilância Sanitária Municipal (quando houver);
– Em Nível Estadual. No Estado, o empresário deverá registrar sua empresa no IDAF – Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Espírito Santo;
– Em Nível Nacional. O registro deverá ser feito no SIF – Serviço de Inspeção Federal. O órgão responsável no Espírito Santo é o Ministério da Agricultura.

Entidades

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: http://www.agricultura.gov.br

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária http://www.anvisa.gov.br

ACAB – Associação dos Criadores de Avestruz do Brasil http://www.acab.org.br

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Como montar uma fábrica de Estopas

Ganhe muito dinheiro fabricando Estopas, Saiba como montar uma fábrica de Estopas com pouco dinheiro e sem cometer erros, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, captação de cliente, financiamento, mão de obra especializada, atendimento e muito mais…

Mercado de fabricação de estopas

O mercado de fabricação de estopa exige do empreendedor qualidade e rapidez na entrega.

Localização

A localização da indústria entre grandes centros comerciais pode tornar ainda mais rentável esse tipo de negócio.

Equipamentos

Industriais: desfiadeira, misturadeira, prensa, balança e ferramental.; Escritório: telefone, fax, automóvel utilitário.

Instalações Físicas

Ponto comercial de 30 m², galpão de fábrica com cerca de 50 m² e escritório para uma pessoa.

Público alvo

A clientela é composta, basicamente, por gráficas, indústrias concessionárias, oficinas e montadoras de automóveis.

Matéria prima

Normalmente são sobras da indústria de tecidos e ou de confecções. Sua procedência é fator de grande importância. Deve-se dar preferência por produtos que não contenham dejetos animais (comuns em refugos armazenados em locais onde haja incidência de roedores), materiais orgânicos estranhos (raspas de madeira, restos de folhas secas, etc.) ou metais(limalhas de ferro ou resíduos de ferrugem) porque estas “sujeiras” comprometem a qualidade final da estopa, que por inadequação em suas características essenciais pode danificar máquinas,provocar riscos na pintura de um automóvel ou lesão nas mãos de um usuário.
É necessária a pré-qualificação das matérias primas para determinação do grau de aproveitamento das mesmas.
O resultado disso será a produção de vários tipos de estopas.

Produto

As estopas podem ser qualificadas em vários níveis, desde a estopa “SUJA”, de qualidade mais inferior (e por isso mais barata), composta por vários tipos de fibras têxteis e que é destinada à utilização na limpeza de motores, máquinas e ferramentas; passando pela estopa de QUALIDADE INTERMEDIÁRIA,composta de fibras têxteis mais uniformes, derivadas de apenas um tipo de tecelagem e utilizada como preenchimento em estofamentos, feltros na aplicação de ceras em automóveis; até a estopa de QUALIDADE SUPERIOR, que provém de sobras de algodão branco,e passa por um processo de “purificação” e separação de sujeiras, antes de sua industrialização. Este tipo de estopa é empregado principalmente no polimento de pinturas novas em automóveis, dentre outras aplicações.

Processo de produção

O processo de produção segue, basicamente, o seguinte roteiro:

1) RECEPÇÃO e ARMAZENAMENTO das matérias primas;

2) SELEÇÃO dos tipos de materiais conforme a qualidade do produto final;

3) DESFIAÇÃO, MISTURA e PRENSA dos “bolos” semi-prontos;

4) CORTE e PESAGEM em tamanhos padrão (250g, 500g, 1kg, 5kg, etc.);

4) ENSACAMENTO, ENCAIXOTAMENTO e

5) ENTREGA ao cliente comprador.

Comercialização

O empresário pode optar por dois tipos de vendas: por atacado ou varejo. Geralmente, devido ao porte da empresa e às dificuldades de produzir quantidades pequenas, é dada maior atenção à venda em grande quantidade (diretamente aos revendedores ou aos grandes clientes como lojas de auto peças, supermercados, etc.). Somente depois de estar solidamente estruturado é que deve-se pensar em venda direta ao consumidor final (através de uma loja de varejo).
Grandes encomendas são comuns, mas é aconselhável manter um estoque de segurança considerando eventuais compras de pequena monta (pronta entrega).
Para diversificar a produção, o empreendedor pode, com o tempo, começar a fabricar panos de limpeza e acessórios para empresas de conservação.

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.

 

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Como montar uma Creche Berçario – Passo a Passo

Saiba Como montar uma Creche Berçario lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro com estabelecimento de Educação Infantil para crianças de zero a três ano. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Creche

FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Terciário
Ramo de Atividade: Educação
Tipo de Negócio: Estabelecimento de Educação Infantil para crianças de zero a três anos.

Apresentação

A escassez de mão-de-obra doméstica confiável, as mudanças verificadas na estrutura familiar nos últimos anos, as alterações do espaço físico de moradias nas cidades de grande e médio porte e, principalmente, a maior participação da mulher no mercado de trabalho, abriram espaço promissor para empreendedores interessados em explorar um ramo de atividade muito especial, a creche, que consiste em um tipo de empresa com características muito peculiares, pois tem como objetivo social a prestação de serviços à família, além de estar voltada para a socialização complementar a da família e que atende a crianças sadias de zero a três anos.

Mercado

O consumidor dos serviços de uma creche é uma pessoa que, responsável por uma família, necessita trabalhar em atividades que a impedem de cuidar das crianças, exigindo desta maneira o melhor para estas. Desta forma o empreendedor deve estar ciente que o componente determinante deste mercado, está mais relacionado com a confiança do cliente do que com os seus preços cobrados.

Estrutura

As creches deverão contar, obrigatoriamente, com instalações e equipamentos adequados, como por exemplo:

– Sala para administração e equipe técnica;
– Berçário com área própria para estimulação de bebês;
– Sala de atividades múltiplas (recreação, repouso e refeição);
– Solário ou local de recreação descoberto, preferencialmente com vegetação natural;
– Sanitários para as crianças;
– Cozinha e lactário;
– Vestiário e sanitário para funcionários.

Equipamentos básicos

– Equipamentos para a área administrativa (móveis e utensílios de escritório, computadores, fax, telefone..);
– Móveis e utensílios para o berçário (mesas, berços, bebê conforto..);
– Brinquedos pedagógicos;
– Móveis e utensílios para a cozinha, etc.

Investimentos

Os investimentos variam de acordo com a estrutura a ser adotada pelo empreendedor, sendo desta forma em torno de R$ 110 Mil.

Pessoal

Existe a obrigatoriedade de que a direção das creches seja feita, por profissionais técnicos na área de educação, assessorados por uma equipe técnica em que cada profissional será responsável pela respectiva área de atuação:

– Médico-pediatra;
– Nutricionista;
– Recreadores (deverão estar em nível de 2º grau);
– Auxiliares de creche (deverão estar em nível de 1º grau)´;
– Funcionários administrativos e de limpeza em geral…

Importância da creche

A importância das creches está na oportunidade que atividades educacionais desenvolvidas até os 6 anos podem proporcionar. É que é nessa faixa etária que se desenvolvem os bilhões de neurônios que o indivíduo usa pelo resto da vida.

A creche tem como objetivo de proteger, propiciar cuidados integrais de higiene, alimentação, educação e saúde, de forma que sejam atendidas as necessidades biopsicosociais da criança, dentro de um clima afetivo, com cuidados mais individualizados possíveis.

Processo de trabalho

Em uma creche as crianças podem ficar em período integral ou meio período.

As crianças são agrupadas por idade, uma vez que seus interesses e necessidades mudam conforme seu crescimento, essa divisão facilita a programação das atividades mais adequadas a cada faixa etária.

É importante estabelecer critérios flexíveis na divisão dos grupos, já que cada criança tem um estilo e um ritmo próprio de desenvolvimento.

Alguns exemplos de atividades que podem ser desenvolvidas na creche:

– repouso (principalmente dos menores);
– alimentação;
– música;
– leitura de estórias, etc..

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Se faz necessário que o empreendedor tenha conhecimento de algumas leis que regem tal atividade, tais como:

– A nível municipal. (Varia de município para município)
LEI Nº 4.747/98. Institui o Sistema Municipal de Ensino do Município de Vitória.
– A nível estadual.
LEI Nº 4.407/90. Institui a Política de Creches em todo o Estado do Espírito Santo, além da Resolução CEE n° 58/95, publicada no Diário Oficial do Estado em 30 de maio de 1995 – Consolidação e Atualização das Resoluções do Conselho Estadual de Educação..
– A nível federal.

LEI N° 9.394/96. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional (LDBE), merecendo destaque a educação infantil, impondo a necessidade de que uma regulamentação em âmbito nacional, estadual e municipal sejam estabelecidas e cumpridas de modo a garantir padrões de qualidade no atendimento em creches e pré-escolas, ficando definido:
– Creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até 3 anos de idade;
– Pré-escolas, para crianças de 4 à 6 anos de idade.

Registro Especial

Para a abertura de creches e escola infantil é preciso de uma autorização de funcionamento e supervisão da Secretaria de Estado de Educação, Todas as instituições de educação infantil devem ser autorizadas pelo menos 120 dias antes da data prevista para o início da atividade, devendo montar um processo cumprindo algumas exigências, tais como: plano de educação; propostas pedagógicas; relatório com prova de habilitação profissional (é exigido que o diretor tenha curso de pedagogia com habilitação em administração escolar) ; condições do prédio; alvará de funcionamento da prefeitura e do corpo de bombeiro, etc.. A Secretaria de Estado de Educação vai efetuar a fiscalização para verificar se tudo o que foi relatado no processo, procede. Procedendo a verificação, é encaminhado relatório para o Conselho Estadual de Educação providenciar a autorização.
A empresa deverá, também, procurar a Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde para obter o Alvará de Licença Sanitária,

Entidades

MEC – Ministério da Educação e Cultura: http://www.mec.gov.br/
ASBREI – Associação Brasileira de Educação Infantil: http://www.creche.com.br/

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Ideias de negócios

Como montar uma Cozinha Industria – Passo a Passo

Saiba como montar uma Cozinha Industrial lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro com refeições e lanches. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Cozinha industrial

Ficha Técnica
Setor da Economia: Terciário
Ramo de Atividade: Prestação de Serviços
Tipo de Negócio: Cozinha Industrial
Produtos Ofertados/ Produzidos: Refeições e lanches.

Apresentação

O conceito de cozinha industrial vem sendo aperfeiçoado através dos tempos, porém, o conceito básico é o fornecimento de refeições prontas. Os clientes englobam desde pessoas físicas com atividades fora do lar até hospitais e empresas dos mais variados portes. Assim sendo, as cozinhas funcionam como uma verdadeira indústria, onde cada setor exerce função específica.

Localização

Para o bom funcionamento de uma cozinha industrial não é necessário uma localização específica, entretanto, sugere-se a instalação próxima a grandes centros urbanos, respeitando-se as normas principais para se conseguir o alvará de funcionamento.

Mercado

No Brasil ganha campo o segmento dos semi prontos – alimentos frescos para consumo em curto prazo, que requerem pouco tempo de preparo, criando-se então, um nicho de fornecimento de comida pronta, com empresas oferecendo itens individuais, refeições completas ou por encomenda.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com uma área mínima de 80 m2, tendo a sua organização diretamente relacionada ao seu porte. É importante que a estrutura busque maior racionalização para funcionar dentro dos padrões desejáveis de eficiência. Numa situação ideal, são os seguintes os principais setores de um empreendimento deste tipo:

– Recepção e armazenamento. Engloba os setores de controle qualitativo e quantitativo e armazenamento dos alimentos;
– Preparo prévio. Dedica-se ao descasque, fatiamento, porcionamento, lavagem e desinfecção de legumes, cereais e carnes;
– Copa. Responde pelos serviços de sobremesa, lanches, café e bebidas;
– Confecção. Responsável pelo preparo final das refeições;
– Higienização. Compreende os serviços de lavagem de vasilhame e utensílios;
– Distribuição. Área destinada ao atendimento ao público;
– Vestiários, sanitários e escritório.

Equipamentos

As principais máquinas e equipamentos, são:

  • Eletrodométicos indústriais (fogões industriais, máquinas de descascar batatas, moedores de carnes, liquidificadores industriais, extratores de sucos, cafeteiras, refrigeradores e etc.);
  • Utensílios de cozinha (amaciador de bifes, frigideira elétrica basculante, chapa de grelha, balança de médio porte, jogo de talheres de serviço, panelas e etc.);
  • Balcões e mesas
  • Equipamentos para Escritório (mesas, cadeiras, computadores e fax, calculadoras e etc);
  • Veículo utilitário (opcional).

Investimento

Varia de acordo com a estrutura do empreendimento, podendo este variar em torno de R$ 150 Mil.

Pessoal

O número de funcionários irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento, que deverá contar com uma equipe de cozinha, responsável pelo cardápio e fiscalização técnica do preparo dos alimentos, o administrador do restaurante e o gerente geral (função geralmente desempenhada pelo proprietário).

Não há grandes exigências na capacitação técnica uma vez que a de cozinha é facilmente treinável., além disso, algumas particularidades e detalhes da produção só serão assimilados através da prática e da orientação do pessoal especializado.

Atuação

Os serviços oferecidos dependem basicamente do mercado que se quer atingir, que podem ser:

– Preparo das refeições em centrais, estando a retirada dos alimentos a cargo dos clientes (empresas), ou entregues pela própria;
– Preparo de parte dos alimentos na central, sendo a elaboração final realizada nos restaurantes dos clientes;
– Preparo dos alimentos no próprio lugar de consumo, neste caso, cabe a administração de refeitórios industriais (empresas e hospitais);
– Preparo apenas de supercongelados.

Cardápio

O cardápio constitui fator importante a ser observado, aspectos ligados à variedade, qualidade, preparo dos alimentos e atendimento ao público contribuem para o sucesso do empreendimento.

O cardápio deve atender os hábitos alimentares dos consumidores, possuir uma composição rica em calorias e proteínas e utilizar, na medida do possível, os produtos da época, como forma de redução de custos. Geralmente oferece dois grupos de produtos:

  • Básicos. Arroz, feijão e carne;
  • Itens opcionais. Saladas, maionese, ovos, sobremesa, bebidas, etc.

Processo produtivo

– Recebimento da matéria-prima (alimentos);
– Corte e pesagem dos alimentos;
– Temperos, cozimento e fritura dos alimentos;
– Inspeção de qualidade;
– Embalagem dos alimentos;
– Expedição de alimentos.

Higienização

As boas condições de higiene são fundamentais, diante disto, faz-se necessárias as seguintes providências:

  • Colocação de telas em todas as janelas e, em alguns casos, o uso de cortinas de ar na parte superior das portas, o que impede a entrada de insetos e a contaminação externa;
  • Uso obrigatório de aventais e gorros pelos funcionários;
  • Emprego de técnicas para a conservação de alimentos perecíveis;
  • Instalação de sistema de circulação e refrigeração de ar, através do processo de insuflação e exaustão;
  • Tratamento do lixo por meio de trituradores e sua armazenagem em local adequado;
  • Orientação do pessoal especializado.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;
– Solicitação do Alvará da Vigilância Sanitária junto a Secretaria Municipal de Saúde.

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

Algumas leis que o empreendedor deve ter conhecimento.
– LEI Nº 6.437/77. Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências.
– DECRETO-LEI Nº 986/69. Institui Normas Básicas sobre Alimentos.
– PORTARIA Nº 326/SUS/MS/97. Aprova o Regulamento Técnico; “Condições Higiênicos-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos”.
Para maiores informações consultar o site da ANVISA.

Entidade

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária: http://www.anvisa.gov.br

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Minnistério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário,

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Ideias de negócios

Como montar uma Loja de Cosméticos – Passo a Passo

Saiba como montar uma loja de cosméticos e produtos étnicos lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro com produtos de beleza. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Loja de cosméticos – produtos étnicos

Histórico

Por muitos anos mulheres negras em todo o mundo não tiveram opção: na hora de encarar o espelho para se maquiar, eram obrigadas a usar apenas os produtos feitos para a pele branca.

Os cabelos crespos também eram tratados com produtos feitos só para mulheres com melenas lisas, não apropriados para domar os cachos, sempre rebeldes.

Finalmente nos últimos anos a indústria da beleza `acordou’ para esse filão, e começou a lançar vários produtos de linha étnica.

Mercado

Num mercado concorrido e praticamente saturado como o de cosméticos, investir em produtos étnicos tem sido a saída encontrada por empresários que buscam a expansão de seus empreendimentos. Esse crescimento ganhou força com a exposição desse mercado na mídia.

Um exemplo é a revista “Raça Brasil”, voltada para o público negro, que em pouco mais de um ano já comercializa quase 200 mil exemplares/mês, com grande quantidade de anúncios, confirmando o potencial de consumo do público negro, que quer consumir, mas ainda não encontra muitas opções de produtos no Brasil. Este segmento está sendo descoberto agora e tende a crescer muito.

Tipos de atividades

Com o crescimento do mercado, criou-se junto novas atividades voltadas para este mercado, pode-se citar:

  • Fabricação de cosméticos;
  • Salões de beleza;
  • Distribuição e venda de cosméticos.

Legislação Específica

A Legislação irá variar de acordo com cada atividade, mas algumas leis merecem destaque pela sua abrangência, tais como:
LEI 5.991 de 17.12.73 – Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de cosméticos.
LEI 6.360 de 23.09.76 – Dispõe sobre a vigilância a que ficam sujeitos os cosméticos.
Decreto nº 793/93 – altera os decretos nº 74.710/74 e nº 79.094/77, que regulamentavam as respectivas leis, e da outras providências.
LEI 9.782 de 26.01.99 – Cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, orgão fiscalizador.

A nível estadual, a fiscalização cabe a Secretaria Estadual de Saúde, conforme o Código Estadual de Saúde – LEI 2.590 DE 11.06.71, regulamentada pelo decreto nº 1277-N/79, onde dispõe sobre a atividade e discrimina algumas providências, tais como:

– Aprovação da autoridade sanitária;
– Responsável técnico habilitado;
– Registro no Ministério da Saúde.

Obs. Estas providências citas acima estão direcionadas para aquele empreendedor que estiver o interesse pela fabricação de cosméticos.

Entidades

ABIPLA – Assoc. Brasil. Ind. Prod. de limp. e Afins: http://www.abipla.org.br
ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária: http://www.anvisa.gov.br

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Ideias de negócios

Como montar uma Corretora de Seguros – Passo a Passo

Saiba como montar uma Corretora de Seguros lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro com seguro de automóveis, residencial, comercial, empresarial, de vida e saúde. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Corretora de seguros

FICHA TÉCNICA
Setor da economia: Terciário
Ramo de atividade: Serviços
Principal serviço: Seguros – automóvel, residencial, comercial, empresarial, de vida e saúde

Histórico

Segurar bens não é um hábito desenvolvido no Brasil, grande parte das pessoas limita-se ao seguro do automóvel, por desconhecer outras modalidades de seguros. Há ainda a ideia de que assegurar um bem é algo extremamente caro, o que não corresponde a realidade. Para mudar esta ideia as corretoras de seguros tem papel fundamental.

Localização

A localização neste empreendimento não é o mais importante, pois os clientes são visitados pelos corretores, é recomendável, entretanto, que o local escolhido seja de fácil acesso.

Investimento

É variável de acordo com a estrutura do empreendimento, podendo desta maneira variar em torno de R$ 80.000,00.

Estrutura

A instalação de uma corretora não requer uma área muito grande, porém o espaço físico deve ser suficiente para acomodar toda a estrutura da corretora.

Equipamentos básicos

– Móveis de escritório;
– Telefones e fax;
– Microcomputadores e impressoras;
– Material e expediente;
– Máquinas de escrever e calcular,…

Mão de obra

O número de funcionários irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento, podendo iniciar com um número mínimo de 02 corretores e 01 secretária

OBS: Os corretores deverão ser cadastrados junto a SUSEP, como também o empreendedor.

Clientes

São tanto pessoas físicas quanto jurídicas, sendo que as pessoas jurídicas utilizam todos os tipos de seguros, enquanto as pessoas físicas limitam-se, normalmente, ao do automóvel, da residência, de vida e de saúde. Ambos buscam uma relação de parceria com a corretora, esperando sempre que lhe ofereça o melhor dentro de suas possibilidades.

Fornecedores

São as próprias companhias seguradoras, que devem ser cadastradas junto a corretora.
A seleção desses fornecedores deve ser cuidadosa, pois ao comercializar determinado seguro a corretora estará, indiretamente, “endossando” o produto, sendo portanto responsável por ele perante o cliente.

Alguns tipos de seguros

Saúde

É a modalidade de seguro que proporciona ao segurado a cobertura das despesas médico-hospitalares decorrentes das coberturas e padrão de conforto contratados.

Veículos

Visa garantir ao segurado as perdas decorrentes das garantias contratadas, tais como colisão, incendio, roubo, e terceiros. Para esta modalidade existe uma gama enorme de alternativas visando sempre uma melhor cobertura.

Residência e Condomínio

Possibilita a cobertura das mais variadas formas de infortúnio, tais como incêndio, queda de raio, explosão, roubo, além da assistência a reparos emergenciais, tais como serviços de hidráulica, elétrica, chaveiro e também serviços para alguns equipamentos eletrodomésticos. Existe ainda a possibilidade da cobertura para pagamento ou perda de aluguel do imóvel.

Empresarial / Industrial

É a modalidade que possibilita a empresa dentro de sua filosofia de trabalho, resguardar-se das eventuais adversidades, tais como interrupção de seus negócios. Nesta modalidade também existe a possibilidade de se adequar as necessidades da empresa dentro das garantias e coberturas oferecidas pelo mercado, bem como o desenvolvimento de coberturas exclusivas.

Profissional Liberal

É uma modalidade de seguros que possibilita ao Profissional Liberal a continuidade de sua renda que por ventura foi interrompida em decorrência de algum acidente de causa externa.

Lucros Cessantes

É uma modalidade de seguros que visa reembolsar ao segurado as perdas decorrentes da interrupção de seu negócio profissional, em decorrência de eventos cobertos pelas garantias contratadas

Lembretes

  • Para abrir uma corretora de seguros, é importante conhecer bem os diversos produtos oferecidos pelas seguradoras que atuam no mercado, assim como o público-alvo a que estes produtos são direcionados.
  • A atividade, exige do futuro empreendedor conhecimento do mercado e a realização de um bom trabalho em cima de carteira de clientes e no contato com consumidores em potencial.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas;
– Registro na Receita Federal;
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar o seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização), e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990)

Outro fator importante, é o conhecimento da legislação deste setor:
– Lei Nº 4.594 – de 29 de Dezembro de 1964
Regula a Profissão de Corretor de Seguros.

OBS: Para maiores informações, consultar a SUSEP.

Registro Especial

Trâmites para Habilitação.
– FUNENSEG: Habilita candidatos a Corretores de Seguros, através de prova de capacitação técnica, em exame específico;
– SINCOR’s: Distribuem formulários e recebem os documentos que compõem os pedidos de novas concessões de registro ou de alterações cadastrais;
– FENACOR: Analisa, aprova e inclui ou altera dados cadastrais no Sistema Informatizado;
– SUSEP: Defere os pedidos; fornece números de registro; e emite identidades profissionais e títulos de habilitação, em casos de novas concessões ou em casos de 2ª vias, ou em casos de alterações cadastrais.
– FENACOR/SINCOR’S/DELEGACIAS REGIONAIS: Entregam as identidades profissionais e os títulos de habilitação aos corretores de seguros;
– FENASEG: Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados recebe da SUSEP, semanalmente, o Cadastro Nacional de Corretores de Seguros atualizado para divulgação ao mercador segurador;

O prazo para recebimento das carteiras/títulos é de até 30 (trinta) dias, a partir da data do protocolo inicial nos SINCOR’S;
Somente após o competente registro na SUSEP é que o Corretor de Seguros poderá iniciar suas atividades no Mercado da Corretagem de Seguros.
– CIRCULAR SUSEP Nº 146 e RESOLUÇÃO CNSP Nº 45 de 21.12.2000 – Trata da habilitação técnico-profissional e do registro do corretor de seguros , onde altera e regula tal habilitação e registro.

OBS. Para maiores informações consulte o FENACOR.

Entidades

Funenseg – Fundação Escola Nacional de Seguros: http://www.funenseg.org.br/

Susep – Superintendência de Seguros Privados do Ministério da Fazenda:http://www.susep.gov.br/

Fenacor – Federação Nacional dos Corretores de Seguros: http://www.fenacor.com.br/

Fenaseg – Federação Nacional das Seguradoras: http://www.fenaseg.org.br/

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Como montar empresa de Poços Artesianos – Passo a Passo

Saiba como montar empresa de Poços Artesianos lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro perfurando e construindo poços. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Poços artesianos

FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Terciário
Ramo de Atividade: Prestação de Serviços
Tipo de Negócio: Construção de Poços Artesianos

Apresentação

Os homens já mataram por ouro, minério, petróleo e até por água. Especialistas do Banco Mundial e da ONU prevêem que as próximas guerras, envolvendo milhares de pessoas, terão como estopim a disputa por esse prosaico, porém vital, líquido. Se pelo lado social a falta de água representa um transtorno e uma séria ameaça à saúde pública, para um segmento empresarial o problema é sinônimo de novas oportunidades de expansão. É o caso das empresas que atuam na perfuração de poços artesianos.

Mercado

O mercado apresenta-se bastante concorrido, devido principalmente à proliferação de empresas do setor que não são regulamentadas, já que, toda perfuração precisa primeiro ser registrada junto ao Departamento de Águas e Energia Elétrica e, por ser considerada uma construção, está sujeita ao recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

Sem atender a essa exigências, essas empresas praticam preços menores que os negócios regulares. Apesar da concorrência desordenada, acredita-se que as perspectivas futuras são boas para as empresas regulares, pois o Brasil é privilegiado em termos de recursos hídricos subterrâneos.

Estruturas

A estrutura básica para este empreendimento deve contar com uma área para o depósito dos equipamentos e para o escritório.

Investimento

Irão variar de acordo com a estrutura do empreendimento.

Equipamentos básicos

– Equipamentos de perfuração (Rotativa, Percussora, Roto pneumática, etc.);
– Compressores de ar;
– Equipamentos de bombeamento (Bombas centrífugas e de eixo vertical);
– Ferramentas (pás, enxadas, picaretas, etc.);
– Móveis e equipamentos do escritório.

Pessoal

Os funcionários podem ser divididos em dois grupos os do administrativo (atendentes) e os da análise e construção (Geólogo, engenheiro, pedreiros)

O que é um poço artesiano

O poço artesiano nada mais é do que um poço tubular profundo, que vai buscar a vazão do subsolo. Quanto maior a necessidade de vazão, mais profundo o poço deve ser.

Quem pode usar

A pessoa interessada em iniciar alguma atividade agrícola e que não possui água disponível em sua propriedade pode estar construindo um poço artesiano.

Construção do poço artesiano

A perfuração de um poço compreende desde a instalação do canteiro de obras, passando pela perfuração com lama (áreas sedimentares) ou ar comprimido (áreas de rochas), descida do revestimento (tubos e filtros) e colocação do pré-filtro, testes de produção e acabamento da obra.

Para a obtenção de bons resultados na perfuração de poços é preciso que ele seja feito dentro dos modernos recursos do mapeamento hidrogeológico e com utilização de tecnologia de ponta para evitar uma série de problemas construtivos, causando excessiva produção de areia, desmoronamentos, falta de proteção sanitária, posicionamento inadequado dos filtros, entre outros problemas que podem reduzir a vida útil do poço.

Além disso, é necessário uma equipe capacitada para desenvolver essas atividades utilizando um plano de trabalho tocado por técnicos especializados e de acordo com as características de cada região.

Custos

O custo deve ser calculado por metro de perfuração e engloba desde a mão-de-obra até o trabalho de geólogos, passando pelos materiais usados no revestimento.

Tempo de construção

Um poço, dependendo da profundidade e sua finalidade, poderá ser perfurado de 2 a 5 dias, em rocha e até 30 dias em terrenos sedimentares, para projetos de alta vazão e grande diâmetro.

Vantagens do poço artesiano

O poço permite uma independência com relação à rede pública e, se bem feito, pode ser usado durante 50 anos em média, oferecendo água totalmente livre de bactérias. Outras vantagens na extração da água subterrânea através da perfuração dos poços em comparação com o sistema tradicional, ou seja, o de captação superficial são: vazão necessária sempre atendida pelos poços, maior proteção contra agentes poluidores, melhor qualidade da água, quase sempre dispensando tratamento com a adição de produtos químicos e investimento pequeno em comparação com a captação da superfície.

Desvantagens do poço artesiano

Em regiões onde a água apresenta excesso de ferro, enxofre ou outros minerais, a construção desse tipo de poço é desaconselhável, já que ela estará imprópria para o consumo. Outro perigo são os poços domésticos, feitos sem orientação, que podem apresentar contaminação do lençol freático (uma camada de água mais próxima à superfície do que a utilizada nos poços artesianos).

Alguns lembretes importantes

– Procurar ofertar aos clientes um serviço completo, ou seja, dar toda assistência, mesmo com o término da construção;
– Investir sempre na melhoria dos equipamentos de trabalho (perfuradores, compressores, etc..);
– Todo poço requer um cálculo do balanço hídrico, a forma de determinar o volume de água que se pode retirar da reserva subterrânea sem esgotá-la nem causar danos ao solo.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.

Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990), como támbem é aconselhável a filiação imediata à Abas (Associação Brasileira de Águas Subterrâneas).

Se faz importante que o futuro empreendedor tenha o conhecimento de algumas legislações específicas que regem esta atividade, tais como:
– LEI Nº 9.433/97. Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos.
– LEI Nº 9.984/00. Dispõe sobre a criação da Agência Nacional de Águas – ANA

Na ABNT

– NBR 12212. Projeto de poço para captação de água subterrânea.
Para maiores informações consultar a ABNT.
Registro Especial

Toda perfuração precisa primeiro ser registrada junto ao Departamento de Águas e Energia Elétrica e, por ser considerada uma construção, está sujeita ao recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

Entidades

ABAS – Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (Núcleo – Rio de Janeiro): http://www.abas.org/
ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas – Regional Leste RJ/ES/BA: http://www.abnt.org.br/

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Ideias de negócios

Montar confecção de Vestidos de Noiva- Passo a Passo

Saiba como montar uma confecção de Vestidos de Noiva lucrativa gastando pouco e sem cometer erros. Ganhe muito dinheiro com casamento. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Confecção de vestidos de noiva

Na imaginação das mocinhas românticas, noiva é sempre noiva. E nada melhor para arrematar esse sonho que um belo vestido de casamento. Unir o sonho do bom e branquíssimo vestido de noiva, ao desejo mais moderno de vestir aqueles modelos mais ousados é tarefa do empreendedor que enveredar pelos caminhos da “construção” de vestidos de noiva. Saber transformar em realidade o sonho das noivas é o know-how básico exigido do empreendedor. Sua missão: dar às noivas um vestido exclusivo, ainda que ele, o vestido, já tenha freqüentado outros altares.

Cenário

Produzidas, armadas e decotadas, as noivas atuais invadem igrejas e templos sem dar atenção ao exemplo vanguardista das mulheres de uma geração anterior, quando o desprezo às tradições era prática comum. As noivinhas de hoje podem dormir com os namorados na casa dos pais, mas adotam sem pruridos o sonho de viver um dia de estrela, de centro do espetáculo.

Até algum tempo atrás, casar de noiva era pagar um mico. Agora, os vestidos tradicionais voltaram com toda a força, com caudas e véus longuíssimos , diz a estilista carioca Glorinha Pires Rebelo. Por causa dessa revolução para trás, noiva moderna que se preze faz questão de vestidos que primem pela opulência, do tipo que não deixa a menor dúvida sobre seu objetivo. Elas estão superexigentes e assumem que querem mesmo é o modelo rebuscado. São bem diferentes das noivas dos anos 70, que tinham vergonha de discutir detalhes e davam a entender que achavam aquilo tudo uma babaquice , avalia Sérgio D’Urso, dono de uma loja na Rua São Caetano, a rua das noivas , em São Paulo..

Investimento

O investimento envolvendo equipamentos e instalações alcança R$ 15 mil.

Equipamentos

  • 01 máquina de costura reta
  • 01 máquina para acabamento
  • 01 mesa de corte 2m x 3m de madeira
  • 01 mesa de corte 2m x 3m de fórmica.
  • Exige ainda 02 telefones, computador, automóvel.

Área

É aconselhável investir em lojas espaçosas e bem iluminadas, com vitrines e roupas atraentes. Um ponto comercial de 400 m² seria ideal, mas espaços menores não comprometem o desempenho do empreendimento.

Pessoal

O dono e 08 funcionários: 01 para corte, 01 costureira, 01 bordadeira à mão, 01 para arremate, 01 estilista e 03 vendedoras.

Locação

O desejo da maioria das noivas é ter um vestido exclusivo, mas é possível tornar esse sonho mais acessível e aumentar o faturamento. O empreendedor poderá confeccioná-lo e, depois, recebê-lo para ser alugado – a peça precisa ser lavada e passada a cada locação. Nesse caso, é necessário usar tecidos mais resistentes. Esse é o sistema que impera.

O preço da locação varia conforme o número de altares que a roupa já frequentou. Depois de dois ou três aluguéis, o traje, se estiver em estado ainda razoável, normalmente é vendido para lojas do interior.

Linha de produtos

A loja também deve trabalhar com roupas para os padrinhos e damas de honra. Alguns serviços, como os bordados, podem ser terceirizados. Além da confecção própria, o empreendedor pode oferecer também vestidos importados, buquê, véu, grinalda e sapatos

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.