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MEI – Microempreendedor Individual, impostos, taxas e contribuições

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Microempreendedor Individual Mei

Quem é o Microempreendedor Individual (MEl)? Se você é açougueiro, azulejista, cabeleireiro, chaveiro, doceiro, eletricista, gesseiro, manicure/pedicure, motoboy, pedreiro, pintor, tapeceiro, vendedor ambulante, entre uma série de outras atividades, pode trabalhar de forma regularizada e ter direito aos benefícios da Previdência Social gastando até R$ 45,40 por mês. Para isso, basta se formalizar como Microempreendedor Individual (MEl).

Está nesta categoria quem trabalha por conta própria, ganha até R$ 60 mil por ano (R$ 5 mil por mês), não tem participação em outra empresa como titular, sócio ou administrador e pode ter até um empregado que receba um salário mínimo ou o piso da categoria.

lista de atividades enquadradas no MEI

Atividades enquadradas no MEI

A lista de atividades enquadradas no MEI é grande e está disponível para consulta no portal do empreendedor (link no final desse artigo)

Ser MEI traz vantagens. Como MEI, você tem direito a benefícios da Previdência Social como aposentadoria por idade, por invalidez,
auxílio-doença e salário-maternidade, por exemplo.

O MEl está enquadrado no Simples Nacional e no SIMEI, o regime simplificado de pagamento de impostos em valores fixos mensais,
ficando isento dos tributos federais (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica -IRPJ, PIS, COFINS, IPI e CSLL). Como MEl, você apenas recolhe até dia 20 de cada mês, um valor conforme seu tipo de atividade.

Impostos, taxas e contribuições

  • São R$ 46,85 de INSS (para todas as atividades}*;
  • Mais R$ 5,00 de ISS (prestação de serviços) ou R$ 1,00 de ICMS (comércio, indústria ou serviço de transporte intermunicipal ou interestadual).

* A contribuição do INSS que o Microempreendedor Individual paga é de 5% sobre o valor do salário mínimo. Consulte os valores atualizados no Portal do Empreendedor, na seção Perguntas Frequentes (impostos, DAS, nota fiscal).

Veja, a seguir, como calcular o recolhimento, de acordo com sua atividade.

Faça a conta, é simples:

Se você é um prestador de serviços (manicure, pintor, por exemplo), vai pagar R$ 46,85 de INSS mais R$ 5,00 de ISS, totalizando R$ 51,85
por mês.

  1. Se você exerce alguma atividade ligada ao comercio (vendedor ambulante, por exemplo) ou à indústria (fabricante de alimentos prontos congelados, por exemplo) vai pagar R$ 39,40 de INSS, mais R$ 1,00 de ICMS, totalizando R$ 40,40 por mês.
  2. Se você exerce alguma atividade mista, que envolva prestação de serviços e comércio, va] pagar R$ 45,40 (INSS + ICMS + ISS).

Valores a serem recolhidos, mensalmente, com base no salário-mínimo de R$ 937,00, em vigor a partir de 01 janeiro de 2017:

  • R$ 46,85………………INSS (Atividades isentas de ICMS e ISS)
  • R$ 47,85………………INSS + ICMS (Comércio e/ou Indústria)
  • R$ 51,85………………INSS + ISS (Prestação de Serviços)
  • R$ 52,85………………INSS + ICMS + ISS (Atividades mistas)

O recolhimento desse valor é feito via Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). O DAS é obtido no próprio portal do empreendedor. Basta acessar o site e imprimir as vias mensais ou de todo o ano. Acesse “MEI        MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL” e vá em “CARNÊ MEI- DAS”. É só imprimir e pagar em uma agência bancária ou nas casas lotéricas.

imagem

Você não precisa se preocupar em preencher o DAS. Ele vem totalmente pronto. Imprima e efetue o recolhimento todos os meses.

A falta de pagamento do DAS implicará em multa e juros pelo atraso e, consequentemente, a não contagem do tempo para obtenção dos benefícios da Previdência. O MEl paga imposto em valor fixo mensal. Independentemente de ter exercido a atividade, de ter obtido receita da venda de mercadorias ou da prestação de serviços, o pagamento do DAS deve ser efetuado mensalmente.

Importante! Caso você se esqueça e atrase o pagamento, acesse o portal e gere uma nova guia do DAS ou atualize a que está vencida. Ela virá com o valor atualizado pela multa e juros e com o novo prazo de pagamento.

Cobranças indevidas de taxas

É bem provável que alguns dias após a sua inscrição no Portal do Empreendedor, você receba cobranças que o deixarão em dúvida sobre se deverão ou não ser pagas.

A inscrição do MEl é totalmente gratuita. Portanto, essas cobranças podem ser indevidas.

Confira o que diz a Lei sobre os custos do MEI:

Artigo 4º, § 3º da Lei Complementar n. 123/2006:

“3º Ressalvado o disposto nesta Lei Complementar, ficam reduzidos a O (zero) todos os custos, inclusive prévios, relativos à abertura, à inscrição! ao registro, ao funcionamento, ao alvará, à licença, ao cadastro, às alterações e procedimentos de baixa e encerramento e aos demais itens relativos ao Microempreendedor Individual, incluindo os valores referentes a taxas, a emolumentos e a demais contribuições relativas aos órgãos de registro, de licenciamento, sindicais, de regulamentação, de anotação de responsabilidade técnica, de vistoria e de fiscalização do exercício de profissões regulamentadas. ( Redação dada pela lei Complementar nº 147, de 7 de agosto de 2014)”

 

Atenção: Suspensão da Contribuição Previdenciária: no período em que o MEI usufruir benefício previdenciário (salário-maternidade, auxílio-doença ou auxílio-reclusão) a contribuição previdenciária fica suspensa, ou seja, não precisa ser paga. Durante esse período, o valor do INSS no DAS será zero. Os valores devidos de ICMS e ISS, referentes a esse tempo, serão acumulados e somados, automaticamente, até
atingirem o valor mínimo para recolhimento (R$ 10,00).

Fique em dia. Não deixe de pagar o DAS todos os meses!

Consequências do não pagamento do DAS:

  • Cobrança de multa de 0,33% por dia de atraso (limitado a 20%), e de juros, calculados com base na taxa SELIC, sendo que para o primeiro mês de atraso os juros serão de 1%.
  • O MEI não conseguirá obter Certidões Negativas de Débito junto à Receita. Essas certidões ·são exigidas quando uma pessoa está adquirindo um imóvel, realizando algum procedimento junto ao governo federal, contratando um financiamento, etc.
  • Perda de benefícios ,previdenciários: A contagem da carência inicia-se apenas a partir do pagamento da primeira contribuição sem atraso. O pagamento em atraso da contribuição previdenciária faz com que não seja computado o mês ao qual se refere para efeitos de carência dos benefícios previdenciários, ou seja, mesmo que você realize o pagamento em atraso, com juros e multa, esse mês não será computado para o cumprimento da carência para a obtenção dos benefícios previdenciários.
  • Poderá ocasionar a exclusão do Simples Nacional por débito tributário.
  • Após 12 meses sem realizar o pagamento do imposto mensal (DAS) e sem entregar a Declaração Anual, poderá ocorrer o cancelamento automático do registro do MEI (perda de todos os registros: NIRE, CNPJ, IE, CCM, etc.).

Tire suas dúvidas

Dúvidas sobre MEI

O que faço se receber alguma cobrança?

Se você receber qualquer cobrança, geralmente via boleto bancário, não pague antes de consultar a Central de Relacionamento do
Sebrae-SP pelo telefone 0800 570 0800.

O município pode cobrar alguma taxa para que eu inicie minhas atividades como MEI?

Não, o Município não pode cobrar taxas para que o MEI inicie a sua atividade.

Importante: Em atividades consideradas de alto risco como a venda de gás, por exemplo, é comum os municípios exigirem que o empreendedor providencie a Licença de Funcionamento antes de iniciar suas atividades. Busque informações na prefeitura da sua cidade.

Casos especiais em que os tributos serão devidos:

O MEI que se encontrar nas situações especiais abaixo, deverá recolher normalmente os tributos:

  1. Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários – IOF;
  2. Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros – II;
  3. Imposto sobre a Exportação de Produtos Nacionais ou Nacionalizados – IE;
  4. Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – ITR;
  5. eImposto de Renda, relativo aos rendimentos ou ganhos líquidos
    auferidos em aplicações de renda fixa ou variável;
  6. Imposto de Renda relativo aos ganhos de capital auferidos na alienação de bens do ativo permanente;
  7. Contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS;
  8. Contribuição para manutenção da Seguridade Social, relativa ao trabalhador;
  9. Imposto de Renda relativo aos pagamentos ou créditos efetuados pela pessoa jurídica a pessoas físicas;
  10. Contribuição para o PIS/Pasep, Cofins, e IPI incidentes na importação de bens e serviços;
  11. ICMS devido, nas operações sujeitas ao regime de substituição tributária (na condição de substituído); por ocasião do desembaraço aduaneiro; diferencial de alíquota interestadual (aquisições de mercadorias em outros Estados da Federação), demais casos específicos.
  12. ISS devido na importação de serviços, retenção na fonte de serviços tomados, conforme o caso.

Previdência Social

Quais são os meus direitos previdenciários?

Pagando mensalmente R$ 39,40 de INSS, você tem direito ao auxílio-doença, aposentadoria por idade, salário-maternidade, pensão e auxílio-reclusão.

Com esta cobertura você estará protegido em casos de doença, acidentes, além dos afastamentos para dar à luz, no caso das’
mulheres, e, após 15 anos, a aposentadoria por idade. A família do empreendedor terá direito à pensão por morte e auxílio-reclusão (para dependentes de quem está preso).

É importante você saber o tempo de carência, ou seja, o tempo de contribuição para cada um desses benefícios previdenciários, veja:

  • Aposentadoria por idade: Contribuir por, pelo menos, 180 meses e desde que atingida a idade mínima. **
  • Auxílio-doença: Contribuir para a Previdência Social por, no mínimo, 12 meses.
  • Salário-maternidade: Contribuir para a Previdência Social por, no mínimo, 10 meses.
  • Auxílio-reclusão e pensão por morte: Contribuir para a Previdência Social por, no mínimo, 1 mês. ***

* Para receber renda mensal de 01 salário mínimo.
** 60 anos para mulheres e 65 anos para homens.
*** A partir do 19 pagamento em dia. O pagamento não poderá ocorrer após o óbito ou a reclusão.

Fontes e referências

Sebrae: http://www.sebraesp.com.br
Receita Fazenda: http://www.receita.fazenda.gov.br
Portal do Empreendedor: http://www.portaldoempreendedor.gov.br

Gostou do artigo? Conhece alguém com dúvidas sobre MEI? Então compartilhe esse texto nas redes sociais.

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Gestão e Rastreabilidade valorizam a sua marca

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Rastreabilidade

O consumidor, cada vez mais bem informado e exigente, está atento à qualidade dos alimentos. Tanto o segmento de frutas, legumes e verduras quanto o da indústria alimentícia respondem a esse consumidor com produtos mais elaborados e também com apelos naturalistas.

A preocupação da população com a saúde direciona a indústria nesse sentido. O conceito de rastreabilidade de alimentos, portanto, pode ser uma oportunidade para aprimorar os processos produtivos e conferir um diferencial competitivo a cada marca.

Nesse artigo de Nilson Gasconi – Assessor de Negócios – Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil vamos entender porque a gestão e rastreabilidade e tão importante para valorização da marca.

“A rastreabilidade é agora uma parte vital da cadeia de suprimentos.”

No Brasil, temos casos muito bem-sucedidos de produtores que investiram em rastreabilidade e que viram seus negócios crescerem em função disso. Seja por consciência do produtor, seja por exigência do mercado a que ele abastece, ter a capacidade de rastrear o produto eleva o patamar da marca.

A rastreabilidade de alimentos permite ao consumidor saber a origem e toda a trajetória percorrida pelo produto que consome, o que lhe confere segurança. Fornecedores e fabricantes, por consequência, podem oferecer um produto mais confiável e em concordância com padrões mais exigentes de qualidade. Investir em sistemas que tornem possível a visibilidade do produto de ponta a ponta na cadeia de suprimentos permite a identificação padronizada do produto. Isso se torna cada vez mais essencial; são os primeiros passos para se ter um processo rastreável.

Padrão Global de Rastreabilidade

O Padrão Global de Rastreabilidade (GTS, na sigla em inglês) é a premissa para que empresas acompanhem a trajetória e a exata localização de seus itens a qualquer momento em uma escala global – independentemente de quantas empresas estejam envolvidas ou de quantas fronteiras sejam cruzadas até chegar ao cliente final. Ele é formado por critérios que registram o passo a passo de cada etapa da cadeia produtiva, permitindo que a informação percorra o caminho para frente ou para trás na cadeia de abastecimento até que seja identificada a origem de um problema.

Caminho Percorrido

Não é só o consumidor que se beneficia com GTS. As empresas que adotam esses critérios também são favorecidas, já que, cada vez mais, ter respostas para essas questões pode decidir a compra. Para que o processo possa funcionar, é preciso registrar tudo o que acontece em cada passo do caminho percorrido, da produção à venda final. Outro ponto que atende às reivindicações dos consumidores é assegurar que o alimento atenda às exigências das crenças religiosas ou respeite as escolhas de estilo de vida das pessoas, uma vez que cresce a busca por mercadorias que respeitem certos padrões éticos.

Programas de Rastreabilidade

Cada vez mais indústrias estão voluntariamente desenvolvendo programas de rastreabilidade voltados para a melhoria da eficiência, para ajudar na proteção de suas marcas e para garantir que seus alimentos, medicamentos e materiais médicos ou brinquedos sejam seguros. Sistemas como o Padrão Global de Rastreabilidade GS1 possibilitam fazer esse acompanhamento e reassegurar aos consumidores que os produtos respeitam completamente seus desejos. Os padrões GS1 como, por exemplo, o código de barras, as etiquetas inteligentes de radiofrequências (EPC/RFID) e os códigos bidimensionais propiciam a rastreabilidade e podem armazenar informações adicionais de um produto como data de produção, data de validade, número de lote etc.

Adotar um padrão usado por mais de 800 empresas da Ásia, Europa e Américas representa um avanço mercadológico e de reputação à sua marca. Cada vez mais, as indústrias estão desenvolvendo programas de rastreabilidade voluntariamente com o fim de melhorar a eficiência de seus processos.

Recall – Frequentemente nos deparamos com notícias de contaminação de alimentos ou de presença de substâncias químicas impróprias ao consumo. A nova norma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina como proceder em caso de identificação de risco à saúde da população. A resolução RDC 24/2015, em vigor desde o dia 7 de dezembro do ano passado, torna obrigatório o Plano de Recolhimento de Produtos, que deve estar acessível aos funcionários e à própria agência reguladora. Quem descumprir as regras pode ser punido com interdição, cancelamento de autorização, multa de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão, além da retirada obrigatória de itens à venda – o chamado recall.

Recall de Produtos

Quando a Anvisa determina o recall de produtos por esses motivos, os produtores e as marcas que demonstrarem ao público a capacidade de rastrear de volta o caminho percorrido pelo seu produto, do varejo até sua origem, certamente ganhará a confiança do consumidor. Ter a competência de recolher os lotes de produtos em curto prazo, antes que os consumidores sejam afetados, é o objetivo maior de um serviço bem prestado e da conquista de confiança. Quando uma situação de recall acontece, é necessária rapidez nas ações para evitar que o problema tome proporções maiores. É aí que a rastreabilidade assume um papel fundamental. Graças a ela, é possível adotar medidas emergenciais, já que o processo permite identificar onde ocorreu a contaminação química, biológica ou perda de qualidade e retirar prontamente o produto de circulação.

Padronização de Dados

A padronização de dados dos bens alimentares na cadeia de suprimentos se torna cada vez mais necessária. A adoção de padrões globais de identificação tem sido uma das principais ferramentas adotadas para cumprir a medida, e o código de barras padrão GS1, velho conhecido do consumidor e adotado por indústrias de todos os portes, garante visibilidade de ponta a ponta em toda a cadeia de suprimentos.

A rastreabilidade representa a capacidade da empresa em recuperar o histórico e registro de um produto por meio de uma identificação única e global. Além de permitirem o acompanhamento de mercadorias, essas tecnologias melhoram a eficiência, uma vez que permite a troca e o gerenciamento de informações entre todos os elos da cadeia de suprimentos, até que o produto chegue ao consumidor. Essa é justamente uma das exigências da RDC 24/2015, uma vez que, a partir de agora, todas as empresas da cadeia produtiva de alimentos deverão manter registros que identifiquem as origens dos artigos recebidos e o destino dos distribuídos.

O Brasil não pode perder mais tempo. É preciso investir na rastreabilidade, pois o mais importante é estar preparado para enfrentar e resolver eventualidades. Quem faz a lição de casa ganha duas vezes: conquista a confiança do consumidor e abre as portas para o comércio mundial, que também tem sido criterioso quanto ao controle de origem. Tecnologias existem, o que precisamos é que elas sejam aplicadas.

Fonte: Coordenadoria de Assistência Técnica Integral – CATI (cati.sp.gov.br)

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Escritórios virtuais e coworkings para inovação nas startups

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Coworking

Os Escritórios Virtuais e Coworkings de hoje se tornarão a base da nova economia compartilhada do século XXI, desconstruindo conceitos, processos e legislação e provocando o repensar das estruturas empresariais e sua logística.

Inicialmente o conceito de escritórios virtuais girava apenas em volta da utilização de espaços de trabalhos fora da sede da empresa ou um grande galpão onde adolescentes compartilhavam seus espaços para desenvolverem seus softwares, a exemplo do que ocorreu no Vale do Silício, movimento estimulado com o desenvolvimento da informática e da internet.

Na década de 90 algumas multinacionais aportaram no Brasil trazendo esse novo tipo de serviço, à exemplo da HQ Business Center, adquirida posteriormente pela Regus e da PostalNet, a qual oferecia vários serviços de escritórios além de salas para uso. O que foi logo absorvido pelo mercado brasileiro, tanto pelos usuários quanto por novos empresários que estavam se iniciando no empreendedorismo, grande parte deles oriundos de programas de demissão voluntária.

A ideia de compartilhamento de um mesmo espaço para utilização por várias empresas foi absorvida facilmente diante da visível economia que proporcionava para seus usuários, o que contribuía para que as empresas reduzissem de forma significativa os seus custos fixos.

Como toda nova ideia vem acompanhada de desafios, o principal deles foi conscientizar o poder público da viabilidade econômica e legal de permitir que fosse criada em um mesmo endereço mais de uma empresa, o que era, até então, inviável. Assim com a percepção futurista de algumas Prefeituras, o poder público decidiu permitir que esse compartilhamento de um mesmo espaço por várias empresas pudessem acontecer, regulamentando esse novo segmento que estava surgindo.

Entre as Prefeituras pioneiras nessa regulamentação é justo citar a Prefeitura de Aracaju, que regulamentou as atividades de escritório virtual no final de 2009, muito embora o primeiro escritório virtual do estado de Sergipe tenha sido instalado no segundo semestre do ano de 2003, o Portal Escritório Virtual que completa quinze anos.

Em 2012 os escritórios virtuais ganharam novo destaque na mídia de muitos países da Europa e nos Estados Unidos com o surgimento do termo “Coworking”, terminologia utilizada pela primeira vez por Brad Neuberg, em São Francisco na Califórnia, serviços já prestados pelos escritórios brasileiros com o nome de “estações de trabalho”.

Várias mudanças passaram a acontecer a partir de então:

1. O executivo poderia atender ligações de sua empresa em qualquer lugar através do serviço de Atendimento Personalizado;

2. Em um prédio, contendo apenas dez salas, já poderiam funcionar mais de trezentas empresas;

3. Encomendas poderiam ser encaminhadas pelo escritório para o endereço que o executivo determinasse; as correspondências poderiam ser entregues por motoboys ou simplesmente escaneadas e encaminhadas por e-mail;

4. Secretárias poderiam ser compartilhadas com várias outras empresas, sem onerar em suas despesas fixas;

5. Relacionamento interpessoal com sua equipe de trabalho e parceiros, restritos aos momentos agendados;

6. Menos deslocamento para o percurso trabalho x empresa, gerando economia com combustível e custo de manutenção com seu veículo, entre tantas outras.

Agora, surge uma nova realidade. A necessidade de se conectar, formar parcerias, compartilhar valores, aumentar sua rede de relacionamento e aí entra os escritórios virtuais e coworkings como elo necessário e indispensável para viabilizar esse processo.

Os escritórios virtuais deixarão de ser meros cabides de empresas, como muito deles são hoje, para se tornarem corresponsáveis pelo sucesso das empresas. Informando, fomentando, buscando novas ideias, oferecendo mentorias, para que cada uma das empresas cresçam de forma sustentável, estimulando-as a utilizar tecnologia de ponta em gestão à exemplo de ferramentas e metodologias como Busines Model Canvas, Design Thinks e Scrum, tornando-as mais competitivas.

ROSIVALDO ANDRADE DO NASCIMENTO Professor de Empreendedorismo da UNIT, Consultor credenciado do SEBRAE, Diretor-Presidente do Portal Escritório Virtual e Diretor Regional para o Nordeste da ANCEVA (ssociação Nacional de Coworking e Escritório Virtual.GoTeam).

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Tem poder quem age

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O poder da Ação

Tem poder quem age

É comum sentir insatisfação em algum momento da vida, seja com o trabalho, os estudos, os relacionamentos amorosos, o corpo, com as pessoas com as quais você convive, etc. Porém, é errado que essa insatisfação permaneça por muito tempo. Interessante ler o livro do Coach Paulo Vieira, Phd “O Poder da Ação”, que promete fazer sua vida ideal sair do papel.

A obra mostra pesquisas e ampla investigação científica, realizada pelo próprio autor, que visa auxiliar os leitores a realmente mudarem de vida. Nele você encontra incentivos, desafios e até exercícios que podem ajudar a começar uma nova etapa e, consequentemente, atingir o sucesso profissional e pessoal.

O livro tem o objetivo claro de provocar mudanças. Ao invés de outros livros em que o autor apenas dá conselhos e exemplos de casos, neste ele resolveu inovar e usar uma metodologia diferenciada, que realmente estimula a ação. O que ele fez? Criou o Coaching Integral Sistêmico (CIS) e o juntou com desafios e provocações para a pessoa ficar estimulada a agir e ir em busca dos seus ideais, objetivos e sonhos.

Esse método foi o responsável por impactar 250 mil pessoas ao longo da carreira do autor, e pode impactar você também! Quando for ler “O Poder da Ação”, a dica é aceitar o que é proposto e dizer sim aos desafios. Até porque, por melhor que a metodologia seja, o único que responde por suas ações e que pode mudar sua vida, é você!

O LIVRO

Quando terminei a leitura do livro “O Poder da Ação”, editado pela Editora Gente, fiz algumas observações sobre: Ele tem 252 páginas com seu conteúdo dividido em 7 capítulos, cada um deles tratando sobre um aspecto fundamental para que o leitor possa tirar a vida ideal do papel e fazer acontecer. (Sair do estado atual – hoje – para um estado desejável – amanhã).

De modo direto e claro, o autor traz questionamentos e exercícios que nos fazem parar, pensar e reconhecer onde estamos errando, onde estamos acertando e principalmente onde estamos nos boicotando. Ele consegue deixar evidente que, se queremos que algo aconteça, precisamos realizar mudanças em nós, e essas mudanças podem ser drásticas, mas. Ao mudarmos o modo de pensar, de falar, de ser, de viver, de agir somos capazes de mudar os resultados de tudo o que pode acontecer na nossa vida, potencializando as chances de realizar os nossos sonhos. A regra é: AGIR, E AGIR CERTO.

Para isto há que colocar em prática os ensinamentos para dar ao leitor o poder da ação, da realização, da vida plena, feliz e saudável, inclusive financeiramente. Veja- -se seu Capítulo 3, sobre a Autor responsabilidade. É comum a pessoa ficar arrumando desculpas e culpados para as coisas negativas que lhe acontecem, quando na verdade só existe um culpado: ela própria. Criticar, reclamar das circunstâncias, buscar culpados, se fazer de vítima, justificar os erros e julgar as pessoas são pontos-chave para uma mudança na autor responsabilidade.

Ao fazer a leitura do livro em um ambiente calmo, propício à reflexão a cada toque mais profundo das palavras e principalmente realizar os exercícios que o autor propõe ao longo de cada capítulo, ao final será possível sentir algo diferente em você.

Haverá momentos em que o leitor vai achar que o autor está falando diretamente para ele pelas situações pelas quais todos nós passamos na vida. Com base no livro, o autor criou o curso “O Poder da Ação”, que é uma versão prática de todo o conteúdo, onde o participante passa por um verdadeiro processo de imersão, não só aprendendo mas também vivenciando o poder da ação.

MINHA EXPERIÊNCIA NO MÉTODO CIS

Participei, durante três dias no mês de abril de 2018, de forma intensiva, do curso Método CIS 188 (Método Coaching Integral Sistêmico) – Inteligência Emocional (I.E.), o maior treinamento de I.E. do mundo que representa um grande processo de transformação através dos conceitos de Coaching (sair do estado atual para o estado desejado), basicamente sobre Administração, Psicologia Positiva, Neurociência, Mente (Mind), entre muitos outros conceitos.

Por que CIS 188? Simples! Já foram ministrados mais de 187 treinamentos com esta metodologia. Durante o processo (50 horas de pura imersão em três dias) o Ph.D. Paulo Vieira liderou o treinamento para mais de 3.600 pessoas. Ele se constitui no maior treinamento de Inteligência Emocional com ferramentas de coaching da América Latina e ajuda a pessoa a eliminar obstáculos emocionais para que alcance seus objetivos. Criado pelo PhD e Coach Paulo Vieira, o curso é totalmente baseado em técnicas comprovadas cientificamente.

Abrange as mais diversas áreas da vida ao mesmo tempo e faz a pessoa ter acesso a técnicas para melhorar seu dia, aumentar sua produtividade, melhorar o diálogo com a família, seja esposa, filhos, pais, etc, assim como colegas de trabalho e seus colaboradores.

O método é promovido pela Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico e aplicado pelo referido Master Coach Paulo Vieira.Com mais de 100 mil pessoas impactadas em três continentes, o Método C.I.S. tem como objetivo ajudar as pessoas a aumentarem sua efetividade em tudo o que fazem assim como promover o bem estar e a felicidade do indivíduo.

Benefícios pessoais:

  1. Equilíbrio e Força Emocional;
  2. Reprogramação de Crenças;
  3. Alta performance Profissional;
  4. Preestabelecimento do Autocontrole Emocional;
  5. Autoestima e Eliminação de Autossabotagem;
  6. Realização de Metas e Objetivos;
  7. Eliminação dos Sintomas de Traumas e Vícios;
  8. Restauração de Relacionamentos;
  9. Quadros Mentais e Matriz de Mudança Humana;

Benefícios empresariais:

  1. Acréscimo de Competências;
  2. Fortalecimento do poder de liderança;
  3. Capacitação de gestores;
  4. Contribuição para o trabalho em equipe;
  5. Facilidade na realização de metas e objetivos;
  6. Aumento da lucratividade. Você pode fazer o que deseja.
DIEGO CABRAL FERREIRA DA COSTA Administrador (CRA-SE 2035-01), coach ISOR, consultor e mentor. Pós-Graduado em Gestão de Marketing. Experiência em gestão de empresas, formação de times, planejamento estratégico e marketing. Conselheiro federal de Administração.

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Auxiliar de lavanderia salário e atribuições CBO 5163-45

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