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Dicas valiosas

Vingadores: Guerra Infinita

Vingadores: Guerra Infinita e alguns dos principais filmes em cartaz. Parece que não tem fim, quando você pensa que já assistiu todos ou quase todos os principais filmes que estavam previstos para estreitar, lá vem mais uma leva deles. Aqui vamos falar de alguns dos que têm sido mais assistidos e dos que ainda virão.

Os Vingadores Guerra infinita

Thanos (Josh Brolin) enfim chega à Terra, disposto a reunir as Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes.

A pré-estreia de Avengers: Infinity War ocorreu no dia 23 de abril de 2018 no Dolby Theatre, em Hollywood. Foi lançado em Portugal em 25 de abril de 2018, chegando ao Brasil no dia seguinte.

O elenco é bem extenso contando com a participação de mais de 20 super-heróis dentre eles:

Robert Downey Jr., como Tony Stark, o/ Homem de Ferro.
Chris Hemsworth como Thor.
Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk
Chris Evans como Steve Rogers, o Capitão América

Quanto à bilheteria foi batido mais um recorde histórico para a Disney. O novo capítulo do Universo Cinematográfico Marvel é o filme a ultrapassar mais rápido a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Assista todos os trailers de Vingadores: Guerra Infinita

Rampage destruição total

Davis Okoye é um primatologista, um homem recluso que compartilha um vínculo inabalável com George, um gorila muito inteligente que está sob seus cuidados desde o nascimento. Quando um experimento genético desonesto é feito em um grupo de predadores que inclui o primata, os animais se transformam em monstros que destroem tudo em seu caminho. Agora, Okoye precisa conseguir um antídoto e impedir que seu amigo provoque uma catástrofe global.

Quem comanda o elenco é o simpático Dwayne Johnson ou “the Rock” como muita gente conhece.

Um lugar silencioso

Em uma fazenda dos Estados Unidos, uma família do meio oeste é perseguida por uma entidade fantasmagórica assustadora. Para se protegerem, eles devem permanecer em silêncio absoluto, a qualquer custo, pois o perigo é ativado pela percepção do som.

No elenco Emily Blunt

Gringo vivo ou morto

Uma mistura de comédia e ação que explora a luta para sobrevivência do empresário Harold Soyinka (David Oyelowo) depois que ele atravessa a limite de cidadão respeitador da lei e se transforma em um criminoso procurado.

Elenco com David Oyelowo, Charlize Theron e Joel Edgerton

Paulo apóstolo de Cristo

Paulo (James Faulkner) era conhecido como um dos perseguidores de cristãos mais cruel de seu tempo. Mas tudo muda quando ele tem um encontro com o próprio Jesus. A partir desse momento, esse jovem se torna um dos apóstolos mais influentes do cristianismo.

No elenco Jim Caviezel, o mesmo ator que fez A paixão de Cristo.

Desejo de matar

Pra quem estava com saudades de Bruce Willis…

Após ter sua casa invadida e esposa assassinada por bandidos, Paul passa a acompanhar a polícia nas investigações para capturar os criminosos. Em poucos dias ele percebe que a polícia jamais encontrará os assassinos. Sem opções, ele terá que se aventurar por caminhos obscuros em uma jornada pessoal em busca de justiça.

Deadpool 2

Sequência das aventuras do Mercenário Tagarela, interpretado por Ryan Reynolds. Na história original, o herói adquire superpoderes após uma experiência científica, e decide se vingar da pessoa responsável por sequestrar sua namorada.

No elenco, além de Reynolds, a brasileira Morena Baccarin.

Han Solo uma história Star Wars

Para os fãs da saga Star Wars:

Após uma série de ousadas aventuras, o jovem Han Solo encontra seu futuro copiloto, Chewbacca, e o notório jogador Lando Calrissian.

Missão impossível Efeito fallout

Esse nem precisa dizer quem é o ator né.
Quando uma importante missão não sai como o planejado, Ethan Hunt (Tom Cruise) e o time do IMF unem forças em ação numa corrida contra o tempo para acertar as contas com os erros do passado.

Também teremos para as crianças:

A abelhinha Maya

Maya é uma abelhinha muito querida, ela e seu melhor amigo, Willy, estão à procura de diversão. Um dia, acidentalmente, ela surpreende de maneira negativa a Imperatriz de Buzztropolis e como consequência, é forçada a participar dos Jogos de Mel e assim salvar sua colmeia. Na competição, a abelhinha irá conhecer novos amigos, além de adversários extremamente habilidosos, e enfrentar situações inéditas e desafiadoras.

Os Incríveis 2

Quando Helena Pêra é chamada para voltar a lutar contra o crime como a super-heroína Mulher-Elástica, cabe ao seu marido, Roberto, a tarefa de cuidar das crianças, especialmente o bebê Zezé. O que ele não esperava era que o caçula da família também tivesse superpoderes, que surgem sem qualquer controle.

Hotel Transilvânia 3 Férias Monstruosas

Agora que Dennis, o neto de Drácula, é um completo vampiro, as coisas não poderiam estar melhores no Hotel Transilvânia, até que um milionário ganancioso ameaça destruir a propriedade para construir um resort e a família de Drácula e os monstros precisam se unir para garantir que ele nunca complete os seus planos.

Jurassic World

Owen e Claire retornam à ilha Nublar para salvar os dinossauros restantes de um vulcão que está prestes a entrar em erupção. Eles encontram novas e aterrorizantes raças de dinossauros gigantes ao descobrir uma conspiração que ameaça todo o planeta.

Bem, esses foram alguns, mas como eu disse no início nunca tem fim. Se você demorou a ler esse é artigo é possível que alguns já tenham saído de cartaz e tenham outros no lugar. Independente disso, ir ao cinema ou mesmo assistir um filme em casa é sempre muito bom. Se acertarmos na escolha e o filme for bom então, melhor ainda.

E você tem ido muito ao cinema ou tem preferido ficar em casa e assistir pela TV ou computador? E os filmes que tem visto? Têm sido bons ou nem tanto? Conta pra gente.

Abraços e não esqueça da pipoca.

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Ideias de negócios

Como montar uma escola de Equitação lucrativa

Saiba como montar uma escola de equitação lucrativa gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro formando cavaleiros e amazonas. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Escola de equitação

FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Terciário
Ramo de Atividade: Serviços Pessoais
Tipo de Negócio: Escola de Equitação
Serviços Ofertados: A Escola de Equitação tem por finalidades: formar novos cavaleiros e amazonas, desenvolver aptidões para as diversas modalidades do esporte hípico (salto, adestramento, enduro, recreação e/ou complementação esportiva).

Apresentação

É uma empresa prestadora de serviços. São ministradas aulas de equitação em cavalos de propriedade da escola e/ou do aprendiz. As aulas têm duração de 1 hora, sendo considerados 15 minutos para montada e acerto de materiais, 40 minutos de trabalho montado e outros 5 de finalização. Por critério da escola e/ou do instrutor, poderá haver aulas teóricas sobre técnicas, regulamentos, ética, materiais e etc.

Produto

O produto da Escola de Equitação compreende a aula, a utilização do espaço físico (pistas, obstáculos, etc.) e a locação dos equipamentos individuais de montaria (capacetes com queixeira, culotes e botas).

Normalmente, os professores são profissionais treinados, antigos no esporte e de notória reputação. Os custosa da aula dependem diretamente da proporção de serviços utilizados. Só a aula com montaria e equipamentos do aluno, a aula com equipamentos do aluno e montaria da escola e a aula que materiais e montaria da escola, aumentando os custos por hora/aula nesta ordem.

Quando vinculadas a algum clube, os preços normalmente são diferenciados para seus sócios, com descontos em torno de 20%. Normalmente, os primeiro iniciantes têm idade superior a 6 anos.

Alternativas

Uma alternativa de recita adicional é a montagem de uma pequena loja de artigos relacionados a equitação: bonés, camisetas, acessórios, além, é claro, dos equipamentos necessários para o acompanhamento das aulas.

Há uma moda country que só faz crescer no Brasil, reforçada pelo sucesso das duplas sertanejas, criando uma grande atratividade para o meio rural e suas atividades relacionadas.

Outra possibilidade é o investimento em eventos, campeonatos, exibições, concursos e exposições que podem render bons frutos financeiros para a escola e ainda ajudar na divulgação.

Investimento

Pesa muito a disponibilização do local. Quando o dono da escola não possui uma grande área é possível arrendar á área de terceiros ou efetuar um convênio com algum clube ou entidade que já tenha a área. Tanto melhor e maior a área, maior será o investimento. Há que se considerar a proximidade com as áreas urbanas, pois as escolas localizadas em área rurais ou atraem apenas alunos de final de semana, ou atraem apenas público vizinho, o que restringe ainda mais as possibilidades de faturamento.

Equipamentos

Dependendo da capacidade de investimento a escola poderá ter: pista de areia iluminada; picadeiro coberto iluminado; local para passeios na própria escola; obstáculos para treinamento; cavalos de vários níveis; selas; cabeçadas e todo o material de montaria necessário.

Mercado

Embora somente as classes mais ricas concentrem interesse no esporte com cavalos, o mercado apresenta um interesse crescente de pessoas de outras categorias e classes sociais. Mas o contingente de alunos interessados em aulas de equitação é bastante restrito, até por falta de cultura neste tipo de esporte. Desta forma, o mercado ainda deve se concentrar por muitos anos nas classes
sócio-nômicas mais elevadas. Ainda é a equitação, no Brasil e em quase todo o mundo, um esporte de elite.

Estrutura física

Além da própria área para as aulas, será fundamental a estrutura de trato dos animais da própria escola e de terceiros. Será necessário: cocheiras, cochos para alimentação, selarias, quarto de rações, farmácia veterinária, farmácia de primeiros-socorros, ambulatório para pequenos procedimentos médicos, área de pasto ou equipamentos para trituragem de ração viva fornecida por terceiros, escritório para a administração gerencial da escola, equipamentos para manutenção e/ou montagem de obstáculos, areal para exercícios, redondel para treinamento.

No caso de optar-se pela montagem de uma pequena loja deverá ser planejada sua estrutura como de um comércio varejista normal, inclusive do ponto de vista legal.

Legislação Específica

REGISTRO DA EMPRESA
.Ministério da Agricultura
.Ministério da Saúde
.Vigilância Sanitária

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Ideias de negócios

Montar uma escola de Música gastando pouco

Saiba como abrir uma escola de música lucrativa gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro ministrando curso de músicas. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Escola de música

A primeira dica para quem vai abrir uma escola de música é investir na formação de músicos e não somente nos chamados cursos de lazer. Não caia na tentação de fazer com que apenas um professor ensine vários instrumentos para não comprometer a qualidade.

Os cursos de violão e teclado são os mais procurados pelos alunos, geralmente adolescentes da classe média. Aulas em grupo ajudam a reduzir custos. Para aumentar a receita, pode-se vender partituras e discos na escola. Opção para instrumentistas, as escolas de música podem ser um empreendimento atraente.

Paixão pelos acordes acima de tudo. Eis um ponto comum entre os empreendedores que se dedicam a uma escola de música. Porém, aos poucos, essa visão romântica vai dando espaço para uma ótica mais comercial e as escolas de música podem ser encaradas como boa oportunidade de negócio. Demanda existe. Basta olhar o crescimento do consumo de instrumentos musicais no país.

Registro de músicas

O registro de músicas no Brasil se submete à Lei nº 9.610/98, que rege os direitos autorais e os chamados direito de autor e direito conexo. Há algumas definições importantes para compreender esse processo. São elas:
– Direitos de autor: são os que o criador tem sobre a sua obra (teatral, musical, textos e programas de computador);
– Direitos conexos: são os de quem interpreta e difunde a criação (ator, intérpretes e músicos);
– Direitos autorais: são morais (pessoais), decorrentes da utilização da obra, ou patrimoniais (econômicos), resultantes do pagamento pela execução pública da obra;
– Editor: a pessoa física ou jurídica que tem o direito exclusivo de reprodução da obra e o dever de divulgá-la, nos limites previstos no contrato de edição; e
– Produtor: a pessoa física ou jurídica que toma a iniciativa e tem a responsabilidade econômica da primeira fixação da obra audiovisual e/ou musical, qualquer que seja a natureza do suporte utilizado.

Para realizar uma edição de música com registro autoral, o editor deverá fazer um acordo com o autor para reproduzir, divulgar e explorar a obra pelo prazo e condições previstas no contrato.
O registro autoral de músicas com letra deve ser feito na Biblioteca Nacional, em São Paulo, ou na Escola de Música do Rio de Janeiro, no caso de música orquestrada. Nesses locais é preenchido o requerimento de registro de obra anexando uma fotocópia do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

Informações: Associação Brasileira dos Produtores de Disco (ABPD), (021) 512-9908; Biblioteca Nacional (011) 825-5249; ou na Ordem dos Músicos do Brasil, (011) 223-5411.

Legislação Específica

Lei nº 9.610/98 – Lei dos Direitos Autorais

Investimento em equipamentos e instalações: 1 piano, 3 violões, 1 bandinha rítmica, 10 flautas-doces, 1 bateria e 5 teclados eletrônicos. Exige também telefone, fax, computador, espaço comercial de 70 m2 e escritório para 2 pessoas.
N° mínimo de pessoas trabalhando: 3 (o dono, 1 secretária e 1 faxineira).
Risco: médio.

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Ideias de negócios

Como montar escola de modelos lucrativa

Saiba como montar uma escola de modelo lucrativa gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro com modelos fotográficos. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Escola de modelo

FICHA TÉCNICA
SETOR: Prestação de Serviços
TIPO DE NEGÓCIO: Escola de Modelo Fotográfico

Apresentação

A moda é o “Império do Efêmero” mas, construir essa imagem e exibi-la exige conhecimentos técnicos que só uma das mais sólidas instituições pode oferecer.

Uma escola de modelos é aquela instituição que tem como objetivo capacitar pessoas-através de profissionais especializados- a interpretar qualquer tipo de traje com harmonia, naturalidade e segurança;

O aprendizado numa escola desse gênero visa ainda orientar as pessoas na adoção de atitudes que viabilizem um convívio social mais harmonioso transformando-a num ser socialmente elegante.

Serviços

Caso o empreendedor opte por uma escola de modelos, ele estará oferecendo unicamente a formação técnica e teórica ao profissional da área. Normalmente essas escolas conjugam a atividade de ensino com a atividade de agenciamento de modelos.

Nesse caso, uma escola/agência atuará tanto como formadora da mão de obra quanto em seus trabalhos, que podem envolver desde desfiles, comerciais em tv, jornais, folders, outdoor, concursos, teatro, campanhas institucionais, etc.

Corpo docente

Todos os professores deverão estar devidamente registrados no Sindicato do Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões no Estado e na Delegacia Regional do Trabalho – DRT.

O registro pressupõe freqüência a curso de modelo e aprovação pela Banca de Avaliação instituída pelo Sindicato que aplicará testes teóricos e práticos. Essa avaliação da Banca poderá ser substituída por comprovação de experiência profissional através de certificados de execução de trabalhos como modelo emitidos pelo tomador do serviço (mínimo de três trabalhos).

. Fiscalização

Caso o corpo docente da escola não esteja regularizado conforme as exigências expostas anteriormente, a instituição será autuada pela DRT

Grade curricular

Não existe padrão, norma ou regulamento, que defina a estrutura curricular de uma escola de modelos. Aqui, são as escolas que estabelecem a grade curricular identificada como ideal para formação do profissional apto ao exercício da função.

No entanto, existem algumas disciplinas que a partir de um senso comum são consideradas importantes e que listamos aqui como sugestão:

  • Andamento e Postura;
  • Expressão Corporal;
  • Interpretação Cênica de Desfile;
  • Etiqueta Social;
  • Fotografia;
  • Orientação da Moda;
  • Nutrição;
  • Técnica e desenvolvimento de Passarela;
  • Marcação Coreográfica;
  • Cabelo e Maquiagem;
  • Legislação e Normas;
  • Auto controle na Profissão;
  • Vitrine Viva.

É interessante informar que essa é a grade curricular exigida pelo Sindicato de Modelos do Paraná.

Estrutura física

É imprescindível que uma escola de modelos esteja equipada com passarela, salas para vídeo/TV e estúdio fotográfico.

Carga horária

Não há carga horária mínima para reconhecimento de um curso de modelo. Como já mencionamos, fica a critério da escola estabelecer a carga horária do curso e distribuição das aulas. Aqui, existem casos de escolas/agências que oferecem cursos com duração de 36 horas (normalmente as aulas são aos sábados), mas no Paraná, por exemplo, é o Sindicato de Modelos do Paraná – SIMM/PR quem determina a carga horária (mínima de 120 horas) e a grade curricular.

Missão

Uma escola de modelo deve está ciente da importância e responsabilidade que tem diante a sociedade, pois ela estará formando possíveis profissionais na área de moda. Em 1978 a Lei nº 6.533 (de 24/05/78) regulamentou a profissão de modelo, tornando as instituições dedicadas a essa área escolas profissionalizantes.

Quem a escola pretende formar

O profissional formado por essas escolas deverá ser capaz de apresentar desempenho qualificado na área de moda, especificamente em desfiles. Além disso, o modelo formado deverá ter consciência do que é uma postura corporal e facial correta, além de exibir linguagem gestual socialmente elegante.

Hábitos

  • Um modelo “ganha pontos” se mantiver o camarim organizado e limpas as roupas que desfila, pois as mesmas não são suas (caso tenha que passar uma roupa justa pela cabeça, proteja a mesma com as mãos ou peça a ajuda de alguém para não sujá-la de maquiagem);
  • Use desodorante antitranspirante sem cheiro e não use perfumes ao fazer um trabalho;
  • Nunca mexa no cabelo ou maquiagem depois que estiverem prontos;
  • Não ande descalço no camarim ou estúdio para não sujar os pés;
  • Chegue aos seus compromissos com pelo menos 15 minutos de antecedência.

Disciplina

  • Cumpra sempre as recomendações que lhe forem feitas. Se é para ir ao trabalho com bermuda e camiseta e sem maquiagem, nada de aparecer por lá com um vestido preto e toda maquiada;
  • O modelo deve sempre encarar o trabalho com seriedade, sem nenhuma brincadeira. Afinal, outros profissionais (produtores, maquiadores, fotógrafos) estarão envolvidos e esperam que você leve o trabalho a sério;
  • Procure dormir cedo na véspera de fotografar ou filmar para evitar olheiras.
  • Seja rápido(a): No camarim, os tempos para trocas são muito curtos (Em torno de 1 minuto);
  • Evite chegar com marcas de biquínis (modelos não podem ter marcas de bronzeamento), relógios ou roupas íntimas;
  • Ser modelo é como trabalhar em qualquer outro lugar. Prepare-se para as exigências de responsabilidade e profissionalismo (você deverá estar acessível para repetir as fotos e filmagens quantas vezes forem necessárias ou até para entrar na água em um dia frio.

Mini dicionário do modelo – reduzido

. BOOK: É um álbum geralmente com 12 fotos no tamanho 20×30 Cm e com trabalhos do modelo.
. CACHÊ: Pagamento que o modelo recebe por um trabalho.
. CAST: Elenco de modelos de uma agência.
. CASTING: Uma seleção de modelos ( ou teste ) para um determinado trabalho.
. COMPOSITE: É um cartão impresso com as melhores fotos e medidas do modelo.
. COMISSÃO: Percentual do pagamento do modelo destinado a agência que o promove.
. LOCAÇÃO: Lugar fora do estúdio onde será feito a fotografia ou filmagem.
. NEW FACE: Modelo que ingressou recentemente na carreira.
. SCALTER OU TALENT HUNTER: Caçador de talentos.
. TOP MODEL: Modelo que está em evidência em uma agência.

Legislação Específica

Lei Nº 6.533, de 24/05/1978.
Dispõe sobre a regulamentação das profissões de Artistas e de técnico em Espetáculos de Diversões, e dá outras providências.

Endereços na Internet:

Escola de Modelo do Paraná: http://www.wln.com.br/mstar/menu.htm

Star Models Agency (também oferece cursos para senhoras): http://www.models.com.br/brazil2.htm

Agência de Modelo Ford Model Sul: http://www.fordsul.com.br/index.html

Agência de Modelo MEGA – Governador Valadares/MG: http://www.megamodels.com.br/introducao.html

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Ideias de negócios

Montar escola de culinária e Gastronomia gastando pouco

Saiba como montar uma escola de culinária e gastronomia lucrativa gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro com atividade de ensino. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Escola de culinária

FICHA TÉCNICA
Tipo de atividade: ensino
Produtos: cursos

Apresentação

O prazer de preparar e degustar uma comida saborosa desperta há muitos anos a curiosidade das pessoas que apreciam a arte da culinária. Atualmente, esse hábito tem-se disseminado ainda mais e atrai consumidores e empresários que gostam de conhecer e experimentar pratos e costumes típicos de várias regiões brasileiras e de outros países.

Oportunidade

Por ensinar o processo da criação gastronômica, uma escola de culinária é uma boa oportunidade de negócio para os empreendedores atentos ao potencial desse mercado. A tendência, atualmente, está voltada para a cozinha light, com menos calorias e baixo teor de colesterol.

Espaço físico

Montar uma “sala” de aula adequada significa dispor de uma cozinha espaçosa, com paredes revestidas de azulejos até dois metros do chão, além de piso cerâmico liso, resistente e impermeável.

Equipamentos

As mesas e balcões podem ser revestidos com laminado plástico, aço ou granito – o importante é que todo o material também seja impermeável.

Fornecedores

Os produtos, em geral, são adquiridos de fornecedores selecionados e precisam ser manuseados e armazenados corretamente para impedir qualquer tipo de contaminação e deterioração. Em geral, os fornecedores são os atacadistas e supermercados.

Divulgação

Para promover o negócio, o empreendedor tem como opções enviar mala direta, distribuir panfletos e anunciar em jornais de bairro. Para vencer a concorrência é aconselhável aproveitar as datas festivas (Natal, Páscoa e Feriados) para organizar cursos especiais. O empresário pode investir na formação de turmas fechadas ou especializar-se em determinados cardápios.

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Ideias de negócios

Montar fábrica de Caixas de Papelão gastando pouco

Saiba como montar uma fábrica de caixas de papelão lucrativa gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro com fabricação de embalagens de papelão. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Embalagens de papel e papelão

Introdução FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Indústria
Tipo de Negócio: Fabricação de embalagens de papel

Apresentação

A embalagem representa, antes de tudo, a economia aliada aos padrões culturais do homem. É uma reunião de formas, materiais e intenções de usos que, unidas, buscam solucionar gostos, estéticas, transportes, adornos, entre outras necessidades presentes no cotidiano dos grupos sociais.

Em suas diversas formas, as embalagens atestam tecnologias emergentes ou demonstram a continuidade de processos tradicionais.
As embalagens carregam em si o valor da síntese visual. É por isso que elas devem possuir textura, formato e material adequados, tanto ao conteúdo material quanto ao valor simbólico que ele carrega.

Histórico

As primeiras embalagens surgiram há mais de 10.000 anos e serviam como simples recipientes para beber ou estocar. Esses primeiros recipientes, como cascas de coco ou conchas do mar, usados em estado natural, sem qualquer beneficiamento, passaram, com o tempo, a ser obtidos a partir da habilidade manual do homem.

Tigelas de madeira, cestas de fibras naturais, bolsas de peles de animais e potes de barro, entre outros ancestrais dos modernos invólucros e continentes, fizeram parte de uma segunda geração de formas e técnicas de embalagem.
Atualmente existem vários tipos de embalagens e dos mais diversos materiais.

Mercado

A partir de meados da década de 90, o mercado de embalagens passou a sofrer uma forte concorrência estrangeira, desta forma, os fabricantes nacionais de embalagens passaram a investir pesado na qualidade, na funcionalidade e no design dos produtos, a fim de adaptá-los às necessidades do cliente.
Apesar da forte concorrência, o mercado comporta novas empresas, já que a demanda não pára de crescer.

Nichos de mercado

As oportunidades mais atraentes para quem deseja entrar no segmento estão nas áreas de embalagens de papel e papelão ondulado. Nesses campos, os pequenos fabricantes conseguem competir mais facilmente e os investimentos requeridos são menores.

Equipamentos básicos

  • Cortadora-Vincadeira com impressora flexográfica;
  • Tesoura Hidráulica a CNC.

Investimento

Irá variar de acordo com a estruturar do empreendimento.

Funcionamento

Quem optar por esse negócio deve estar preparado para atender a pedidos de urgência, o que significa, muitas vezes, trabalhar até 12 horas por dia.

Cconhecer a concorrência

Conhecer os parâmetros de qualidade e design adotados pela concorrência, poderá ajudar no desenvolvimento de produtos inovadores. Além disso, a atualização tecnológica é cada vez mais necessária para se obter competitividade. E a receita exige, ainda, uma boa dose de criatividade, para o fabricante não virar um mero transformador de matéria-prima;

Exigências

Beleza não basta, é preciso oferecer informação para o comprador. Por isso, seja qual for a embalagem a se fabricar, deve-se consultar as exigências legais para cada tipo de embalagem, seja para alimentos, medicamentos, etc.

Peculiaridades do ramo

Quem quer entrar no negócio de corte e vinco precisa ter bons conhecimentos de produção gráfica, porque basicamente vai trabalhar com papel e papelão.
Além disso, apesar do mercado de embalagens ser bastante próspero não proporciona, por si só, a certeza de sucesso do empreendedor.

Conhecendo a embalagem

As embalagens de papel e papelão estão no grupo de embalagens que compreendem os sacos e papéis de embrulho, formas simples e baratas de embalagem, as caixas e cartuchos de papelão liso e as caixas de papelão ondulado, utilizadas como embalagem por todos os segmentos da indústria de transformação.

As embalagens de papel e de papelão podem ser moldadas em vários formatos, são relativamente leves e ocupam pouco espaço de armazenamento. Por outro lado, não são resistentes a água. Para lidar com esta desvantagem, foram desenvolvidas várias técnicas para modificar o material.

Papeis encerados são comumente usados para embalar alimentos. Caixas de cartão se tornam resistentes à água através de camadas de polietileno.

Fatores que influenciam no sucesso do empreendimento

  • Design. Funcionalidade e bom design fazem a diferença;
  • Produção. Deve-se definir claramente o tipo de embalagem a ser produzido, a clientela-alvo e o maquinário a ser utilizado;
  • Fornecedores. São importantes fontes de informações para a escolha de tecnologias adequadas ao empreendimento;
  • Criatividade. Oferecer embalagens com design criativo. Este é o primeiro passo para se diferenciar da concorrência;
  • Funcionalidade. As embalagens devem ser acima de tudo funcionais, garantindo fácil manuseio, transporte e armazenagem;
  • Diversidade. Diversificar a clientela, direcionar mais de 50% da produção para um único cliente traz risco de quebra, caso o pedido seja cancelado, diversificar a clientela é recomendável até para quem tem grandes pedidos em carteira.
    Concentrar-se em um único cliente é pecado mortal, podendo comprometer o futuro do próprio negócio.
  • Desperdício. É interessante que com a prática, aprenda-se a aproveitar sobras de papel do processo de corte, com as quais fará peças menores, reduzindo desse modo os custos.

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).
Com relação a normalização técnica das embalagens deve-se consultar a ABNT.

Entidades

ABPO – Associação Brasileira do Papelão Ondulado http://www.abpo.org.br

ABRE – Associação Brasileira de Embalagem: http://abre.org.br/index.htm

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas: http://www.abnt.org.br/

BRACELPA – Associação Brasileira de Celulose e Papel: http://www.bracelpa.com.br/

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Minnistério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário,

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Ideias de negócios

Como montar uma Distribuidora de Pescados

Saiba como montar uma distribuidora de pescados lucrativa gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro com comércio de carnes de peixe, aprenda tudo, investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Distribuidora de pescados

FICHA TÉCNICA
Setor da Economia: Terciário.
Ramo de Atividade : Distribuidora de pescado.
Tipo de Negócio : Comércio de carnes de peixe.

Apresentação

A distribuidora de pescado visa atender a demanda sempre crescente do peixe como alimento, já que peixe é uma animal rico em proteínas, além do que para alguns povos, ele faz parte da sua alimentação básica.

Mercado

O mercado consumidor atual exige produtos com qualidade indiscutível, principalmente no que concerne a gêneros alimentícios e, dentre esses, àqueles que tem curto prazo de validade ou que se deterioram com facilidade, como, nesse caso, os pescados em geral.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com uma área de cerca de 200 m², dividida enter o depósito e o escritório.

Equipamentos básicos

  • Câmara frigorífica
  • balcões frigoríficos
  • utensílios para cozinha e caminhão frigorífico
  • equipamentos de escritório (telefones, computadores, etc.)

Investimento

Irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento.

Pessoal

O número de funcionários deverá ser em tonro de 5 (manipulador, motorista e vendedores).

Público alvo

O público alvo de uma distribuídora de pescado são hotéis, restaurantes, cozinhas industriais e revendedores voltados para o varejo, que costumam comprar boas quantidades e exigem o cumprimento à risca dos prazos estabelecidos, nesse caso, deve-se contar com parcerias para a manutenção desse tipo de clientela.

Vendas

As melhores vendas acontecem no verão, quando aumenta a procura por alimentos leves, para enfrentar a entressafra, período em que os preços sofrem aumentos consideráveis, é conveniente manter um elevado estoque.

Para isso, o empresário deve ter um sistema de resfriamento eficiente, que conserve ao máximo as características naturais do pescado acondicionado no estoque, lembrando-se sempre, do curto período que o produto pode ficar armazenado, sem perder as referidas características, ao ponto de tornar imprópria a sua comercialização.

O preço

Os preços são outro detalhe importante, não podem ser muito altos a ponto de comprometerem a disputa com a concorrência, que costuma ser grande, e nem tão pequenos ao ponto de inviabilizarem a manutenção do empreendimento.

Se o distribuidor pretender alcançar o interior, ou até outros Estados da Federação, o cuidado deverá ser redobrado visando manter o padrão de qualidade do pescado, além de haver um aumento no preço em virtude do frete.

Para tanto, como em qualquer empreendimento, um bom planejamento de vendas e controle de custos, será de suma importância.

Higiene

É o fator mais importante e que não poderá ser esquecido em hipótese alguma, visto que, uma empresa desse tipo é alvo constante de fiscalização, oficial e dos próprios consumidores.

Os detalhes que devem ser observados, são: os aspectos da empresa (instalações, paredes e chão limpos, odor do ambiente), os trajes dos funcionários que manipulam os produtos, sua aparência física (cabelos, unhas), etc., e se esses detalhes não o agradarem, fatalmente a empresa perderá pontos em seu conceito e se arriscará a perder a ele mesmo, com uma velocidade espantosa.

Novos serviços

A empresa pode ampliar o faturamento criando um serviço do tipo “disque peixes”, para consumidores finais, onde a entrega pode ser feita através de “moto-boys” terceirizados, onde o pescado seria vendido já limpo ou, em alguns casos, temperado e pronto para ser preparado, utilizando-se algumas receitas simples que, com certeza, encantarão a clientela.

Ou, ainda, pode-se disponibilizar ao consumidor final, as chamadas “butiques de carnes”, nesse caso, de peixes, onde o cliente tem à sua disposição os mais variados tipos de cortes, postas, filés, pratos semi-prontos, sugestões de preparo, temperos, molhos, etc.

Entretanto, para esse diferencial, a localização da empresa e o layout da loja serão imprescindíveis para seu sucesso. Deve-se direcionar a venda para um público-alvo com um melhor poder aquisitivo e, obviamente, os gastos com a implantação e manutenção da loja serão maiores. O controle de custos deverá ser ainda maior.

Alguns fatores que devem ser levados em consideração por parte do empreendedor

– O empreendedor deve conhecer bem o ramo em que irá ingressar, tendo bons contatos na indústria da pesca;
– Conhecer os detalhes, como épocas de pesca dos mais variados tipos de peixes, locais de abundância e, principalmente, os profissionais que vão ao mar e lhe venderão o produto;
– Contar com profissionais confiáveis e que forneçam produtos de excelente qualidade;

Legislação Específica

Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Receita Federal;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Registro na Prefeitura do Município;
– Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)
– Registro no Sindicato Patronal;

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

As Distribuidoras de pescados estão submetidas a uma rigorosa legislação de controle sanitário. As principais exigências dizem respeito às instalações, condições de manipulação e de armazenamento de produtos. Toda a carne deve ser previamente inspecionada pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF). As congeladas embaladas devem ter etiquetas que identifiquem origem, tipo
de corte, data de embalagem e prazo de validade.
Para maiores informações consultar a ANVISA.

Entidades

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária: http://www.anvisa.gov.br
Ministério da Agricultura e do Abastecimento: http://www.agricultura.gov.br/

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário, MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MMA – Ministério do Meio Ambiente, MME – Ministério de Minas e Energia, MTE – Ministério do Trabalho e Emprego.Copyright © Emprega Brasil – É proibido a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização.
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Ideias de negócios

Montar uma distribuidora de Medicamentos

Saiba como montar uma distribuidora de medicamentos lucrativa gastando pouco e sem cometer erros, ganhe muito dinheiro com medicamentos em geral. Aprenda tudo: investimento, localização, equipamentos, fornecedores, mercado, concorrência, riscos, legislação, mão de obra especializada, captação de cliente, financiamento, atendimento e muito mais…

Distribuidora de medicamentos

FICHA TÉCNICA
Setor: Terciário
Ramo de Atividade: Comércio
Principais Produtos e Serviços: Medicamentos em geral.

Histórico

Houve época que, na pessoa do sacerdote estavam embutidos o médico, o farmacêutico e o psicólogo, dentre outros. Era o início das Ciências da Saúde.

Mercado

Depois do Plano Real, com a estabilidade da moeda, muita gente que antes consumia menos medicamentos, passou a cuidar um pouco mais da saúde. Segundo a Abifarma, pelo menos 20 % da população da faixa E passou a consumir mais medicamentos. Stress, hábitos alimentares incorretos, poluição, doenças do trabalho, são problemas que levam cada vez mais gente às farmácias em busca de medicamentos e asssosiam-se à abertura da economia brasileira, trazendo como conseqüência um apelo aos produtos importados, fortalecendo um mercado que cresce a ritmo acelerado no Brasil: o das vitaminas e suplementos alimentares.

Segundo a Abifarma, existe um enorme potencial de crescimento para produtos farmacêuticos, considerando que o mercado consumidor real no Brasil é de apenas 30 milhões para uma população de 150 milhões, isso porque só entra nesse mercado consumidor quem ganha mais de quatro salários mínimos. E este mercado ainda não está saturado. Ao contrário, há muito a ser explorado e para isso a elaboração de um plano de negócios é fundamental.

Investir no setor farmacêutico é, antes de tudo, aceitar o desafio de um mercado altamente competitivo, num ramo de atividade que exige aprimoramento técnico constante e planejamento detalhado.

Localização

Este é um item de grande importância. Não é necessário um local com muito movimento (normalmente mais caros), o ideal é que esteja acessível ao seu público alvo(que inclusive barateará os custos com transporte).

Estrutura

A estrutura básica deverá contar com um galpão (onde será o depósito) com algumas salas para os outros departamentos da empresa. Estes departamentos serão, basicamente, a administração, o telemarketing, vendas e a garagem.

Equipamentos básicos

– Balcões;
– Pratileiras;
– Computadores;
– Móveis;
– Veículos, etc….

Mão de obra básica

  • Equipe Administrativa. Será a responsável pela administração geral do empreendimento;
  • Equipe de compras. Será a responsável pelas compras dos medicamentos, terá de lidar com os laboratórios;
  • Equipe de RH. Será a responsável por lidar e capacitar os funcionários;
  • Telemarketing. A equipe de telemarketing é um dos pontos-chave da empresa, praticamente todas as distribuidoras de medicamentos possuem uma forte equipe neste setor, e ele é responsável por uma grande porcentagem das vendas;
  • Equipe de vendas. O setor de vendas cuidará do “combate corpo a corpo”, ou seja, será a equipe que sairá a campo, visitando os clientes a procura de pedidos;
  • Equipe de entrega. É o setor básico destas empresas, já que a entrega de medicamentos, de preferência, deve ser feita com grande rapidez.

É válido lembrar que o número de funcionários irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento.

Clientes

Será a capacidade de investimento que determinará o tamanho do empreendimento e, conseqüentemente, o seu público-alvo.

  • Pequeno Porte. É aquela distribuidora de medicamentos que terá basicamente como público-alvo as farmácias, drogarias e postos de saúde da região em que estiver instalada;
  • Médio e Grande Porte. No caso de uma distribuidora de médio a grande porte sua área de atuação pode estender-se a hospitais e grandes centros médicos.

A quem oferecer seus produtos

Só efetue suas vendas a clientes que possuam o alvará atualizado expedido pela Secretaria de Vigilância Sanitária.

Armazenagem

Alguns dos medicamentos necessitam de condições especiais: óleos, supositórios, antitóxicos, vacinas e extratos glandulares devem ser guardados em lugar fresco ou às vezes em geladeiras.

Mas basicamente o galpão deve ser bem arejado para que a temperatura não oscile muito conforme as condições climáticas.

Caso se comercialize medicamentos controlados, como é o caso dos psicotrópicos, estes devem ficar em uma área fechada e guardada sob chave, destinada apenas para a armazenagem destes.

Propaganda

Outro fator importante é o marketing, já que ele é feito por este tipo de empresa utilizando basicamente peças de exposição nos estabelecimentos dos clientes (o vendedor costuma levar pôsteres, calendários e outros tipos de peças promocionais às farmácias e drogarias, divulgando assim o nome da empresa).

Legislação Específica

Por se tratar de uma prestação de serviço torna-se necessário alguns procedimentos tais como:
– Registro na Junta Comercial;
– Registro na Secretária da Fazenda;
– Inscrição na prefeitura;
– Alvará da Vigilância Sanitária;
– Responsável Técnico Habilitado;
– Registro no Ministério da Saúde.

Algumas leis que o futuro empreendedor deve ter o conhecimento:
– LEI Nº 6.360/76. Dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, e outros produtos, e dá outras providências.
– LEI Nº 9.787/99. Altera a Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, que dispõe sobre a vigilância sanitária, estabelece o medicamento genérico, dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em produtos farmacêuticos e dá outras providências.
– LEI Nº 9.120/95 – Altera dispositivos da Lei nº 3.820, de 11 de novembro de 1960, que dispõe sobre a criação do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Farmácia, e da outras providências.
– LEI 9.782/99 – Cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, orgão fiscalizador.

Registro Especial

Autorização
Ato privativo do órgão competente do Ministério da Saúde, incumbido da vigilância sanitária dos produtos de que trata o Decreto n.º 79.094/77, contendo permissão para que as empresas exerçam as atividades sob regime de vigilância sanitária, instituido pela Lei n.º 6.360/76.
Obtenção da Autorização de Funcionamento
Para o Funcionamento das Empresas que pretendem exercer atividades de extrair, produzir, fabricar, transformar, sintetizar, embalar, reembalar, importar, exportar, armazenar, expedir, distribuir, constantes da Lei n.º 6360/76, Decreto n.º 79.094/77 eLei n.º 9.782/99, Decreto n.º 3.029/99, correlacionadas à Medicamentos, Drogas e Insumos Farmacêuticos é necessário a Autorização do órgão de Vigilância Sanitária competente do Ministério da Saúde – Agência Nacional de Vigilância Sanitária/ Diretoria Adjunta de Medicamentos e Produtos.
Requisitos para Obtenção da Autorização de Funcionamento:
– Indicação da atividade industrial respectiva;
– Apresentação do ato constitutivo, do que constem expressamente as atividades a serem exercidas e o representante legal da mesma;
– Indicação dos endereços da sede dos estabelecimentos destinados a industrialização, dos depósitos, dos distribuidores e dos representantes;
– Natureza e espécie dos produtos;
– Comprovação da capacidade técnica e operacional;
– Indicação do responsável ou responsáveis técnicos, de suas respectivas categorias profissionais e dos números das inscrições nas respectivas autarquias profissionais a que se filiem;
– A Autorização habilitará a Empresa a funcionar em todo o território nacional e necessitará ser renovada quando ocorrer Alteração ou Mudança de Atividade compreendida no âmbito do Decreto n.º 79.094/77 ou mudança do Sócio, Diretor ou Gerente que tenha a seu cargo a representação legal da empresa;
– As empresas somente poderão iniciar suas atividades após a publicação da Autorização de Funcionamento em Diário Oficial da União.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária expedirá documento de Autorização às empresas habilitadas na forma do Decreto n.º 79.094/77, para o exercício de atividades enumeradas no artigo 1º do referido regulamento.
Autorização Especial
Licença concedida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão competente do Ministério da Saúde, às empresas, instituições e órgãos, para o exercício de atividades de extração, produção, transformação, fabricação, fracionamento, manipulação, embalagem, distribuição, transporte, reembalagem, importação e exportação das substâncias constantes das listas das Portarias SVS/MS nºs 344/98 e 344/99 (Aprova o Regulamento Técnico sobre substancias e medicamentos sujeitos a controle especial), e suas atualizações, bem como medicamentos que as contenham.
– Requisitos para obtenção da Autorização Especial
– Empresas e instituições que pretendem exercer atividades correlacionadas à substâncias constantes das listas da Portaria SVS/MS n.º 344/98, e suas atualizações, bem como medicamentos que as contenham.
– Que detenham a Autorização de Funcionamento junto à ANVS/MS, quando for o caso.
– Empresas que devem solicitar Autorização Especial
– Indústrias Farmacêuticas, Veterinárias e Farmoquímicas;
– Farmácias Públicas, Privadas, inclusive veterinária;
– Importadoras/Distribuidoras que comercializam substâncias e/ou medicamentos controlados;
– Empresas que desenvolvem atividades de plantio, cultivo e colheita de plantas das quais possam ser extraídas substâncias objeto do Regulamento Técnico (Portaria n.º 344/98 e Portaria n.º 6/99);
– Estabelecimentos de Ensino e Pesquisa.
As empresas somente poderão iniciar suas atividades após a publicação da Autorização Especial em Diário Oficial da União.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária enviará Certificado de Autorização Especial ao estabelecimento requerente.
Cada estabelecimento que desenvolver atividades com produtos sob controle especial deve possuir a Autorização Especial.
As Autoridades Sanitárias Estaduais, Municipais ou do Distrito Federal, têm um prazo máximo de 60 (sessenta) dias para análise da documentação e Inspeção para verificação e comprovação da capacidade técnica, legal e/ou operacional.
Decorridos os prazos e atendidas todas as exigências e formalidades legais, os documentos do processo devem ser encaminhados pelas Autoridades Sanitárias locais à Agência Nacional de Vigilância Sanitária/MS.
O Relatório Técnico elaborado pela Autoridade local após Inspeção é o documento que subsidiará o Ministério da Saúde para concessão ou não das atividades requeridas
O Relatório Técnico deve ser fundamentado e conclusivo no que se refere a capacidade técnica, operacional e ao cumprimento das Boas Práticas de Fabricação, Manipulação, Distribuição e Transporte.

Para maiores informações consultar o site da ANVISA.

Entidades

Abrafarma – Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias http://www.abrafarma.com.br

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária: http://www.abifarma.com.br

ABCFarma – Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico: http://www.abcfarma.org.br/abcfarma.html

 

Referências:
Sebrae – Serviços de Apoio as Micros e Pequenas Empresas, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – São Paulo, Datafolha – Instituto de Pesquisas Grupo Folha, IBOPE – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, Wikipédia, Jornal Estadão, Jornal Folha de S.Paulo, Jornal O Globo, Revista Exame, Revista Veja, MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MCTI – Minnistério da Ciência, Tecnologia e Inovação, MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário,

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